Lidiane Dutra
  • Home
  • Sobre
  • _Sobre mim
  • _Currículo
  • Trabalhos
  • _Portfólio
  • _Encomendas
  • Blog
  • _Arquivo
  • _FAQ
  • Contato
Portfólio Processo criativo

Só para baixinhos 💋


Como uma criança típica da década de 1980, é claro que fui baixinha da Xuxa, daquelas que tinha os discos, que teve a boneca e o microfone, e até um cinto e um tênis. Eu realmente tive uma fase super apaixonada pela Xuxa, comprava o que podia, assistia aos programas, e colecionava muitas fotos, desde os encartes dos discos até as embalagens de suco Frisco (crianças analógicas). Para provar meu ponto de autêntica baixinha, resgatei a foto abaixo, muito conceitual olhando no espelho (na realidade era para mostrar o tamanho do meu cabelo, gigantesco), na qual estou com camiseta e cinto personalizados:


Recentemente tive a oportunidade de ler o livro Memórias, no qual a Xuxa revisita a sua carreira e conta diversos fatos desconhecidos do grande público, ou conhecidos só por quem era muito fã (não chega a ser uma biografia, e algumas coisas são bastante pontuais, particularmente eu não veria problemas num livro mais longo e aprofundado). Dentre as memórias estão diversas fotos e ensaios para álbuns, produtos, bastidores de turnês e da nave (quem nunca sonhou em entrar na nave da Xuxa?). E foi nesse clima nostálgico que me peguei no Pinterest, buscando por algumas fotos de looks icônicos, servidos ao longo de quase quarenta anos de carreira.


E um dos looks mais bonitos, na minha opinião, é do encarte para o Xou da Xuxa 4, no qual ela está vestida de toureira estilizada, numa referência à You Can Dance, da Madonna (uma rainha citando a outra, o auge). Então, resolvi pegar algumas das fotos desse ensaio para reproduzir (e aproveitar para estudar um pouco de anatomia), e escolhi uma para finalizar com lápis de cor e canetas metalizadas:


Achei um exercício super divertido e despretensioso, consegui passar algumas horas focada nele e esquecer os problemas. Foi nostálgico e também um pouco terapêutico, um momento para relaxar e me reconectar com a minha criança interior. Gostei de todos os resultados, acho que consegui prestar uma homenagem digna. 

Os materiais que utilizei foram: papel para desenho 180g, lápis de cor Polycolor e canetas metálicas sortidas (peguei um pouco de tudo o que tinha por aqui). Até cheguei a digitalizar, mas o resultado não ficou legal, pois a textura do papel ficou muito marcada e chapou a tinta dourada, mas ficam aí os registros que fiz pelo celular.

Beijinho, beijinho e tchau, tchau!!!

Xuxa Sobe na Nave e vai embora no Xou da Xuxa em 1990

Leia mais →
Aquarela Portfólio Processo criativo

Amanita 🍄


Apesar do blog estar parado há mais de um mês, tenho me concentrado em vários trabalhos. Fiz uma encomenda, resgatei trabalhos antigos para refazer com um novo olhar, e me dediquei a alguns esboços. Aliás, os esboços são parte constante da minha vida agora, é como se eu deixasse tudo em rascunho e curtisse isso, curtisse a possibilidade de, meses mais tarde, voltar com outras ideias, outras experiências, e retomar o trabalho. Também tenho usado o sketchbook de forma não muito linear e organizada, apenas registrando coisas, e isso tem sido libertador. É como se a ideia saísse de dentro de mim e eu não sofresse mais por tê-la deixado presa, ou a deixado ir embora.

Conciliar a vida de professora e a ilustração não é fácil, é uma corda bamba de sentimentos, e às vezes eu simplesmente não tenho vontade de desenhar, ou não me sinto confortável, e tenho me permitido ficar um pouco menos frustrada com isso, mentalizando que estou fazendo o melhor em ambos os lados, na medida do possível e do que uma pandemia pode me exigir.

Esse trabalho, em especial, era um rascunho muito antigo, acho que do ano passado, não recordo direito. Aí eu resolvi fazer o desenho final, na folha para aquarelar, em abril (veja aqui). Passaram uns meses, me mudei, e o projeto ficou ali. Quando sentei pra fazer, deu tudo errado, eu já não me identificava com o que tinha feito, mas achava que a ideia não era de todo desperdiçável, principalmente essa coisa da figura se integrar com o cogumelo.


Fui para o Coolors e para o Pinterest caçar paletas de cores para referência, mas num primeiro momento não me senti 100% com o que estava pintando. Achei tudo muito "natalino acidental", com cores muito puras e muito vivas, uns contornos meio esquisitos. Postei a imagem no Instagram e fiquei dias pensando no que estava me incomodando. Hoje, coloquei o trabalho no Adobe Colors (ele extrai diversos tipos de paletas da sua imagem - cores brilhantes, escuras, suaves...) e foi como uma revelação, pois percebi o quanto a paleta estava redondinha, e o problema não estava ali. A recepção do público foi super boa também, então eu cheguei a conclusão de que não sei hahahahahaha. Sério, eu não sei qual é e de onde vem meu estranhamento com esse trabalho, talvez ele esteja provocando alucinações e confusão mental, assim como o cogumelo amanita muscaria (mata-mosca) provoca. Será que é uma ilustração com poderes mágicos? 🍄 #atenta

Materiais utilizados

  • Papel para aquarela Harmony Hahnemühle;
  • Aquarelas Van Gogh;
  • Pincéis Karamik;
  • Marcadores Sakura;
  • Lápis de cor Polycolor;
  • Foto de referência da Faestock.
Mesmo me sentindo altamente estranha em relação à essa ilustra, ela vai para a lojinha! Vamos aproveitar o clima natalino alucinógeno para apoiar uma artista independente. Para conhecer minha loja, clique aqui.

via GIPHY

Leia mais →
Portfólio

Dr. Frank-N-Furter (Rocky Horror Picture Show) 👄

Estou aqui pagando uma dívida que tenho há anos com um dos meus filmes favoritos (embora eu ainda tenha dívidas com Jovens Bruxas e Entrevista com o Vampiro, por exemplo). Rocky Horror Picture Show é um dos poucos musicais que gosto, e tudo nessa produção de baixo orçamento (mas muita alma!) me encanta. Da primeira vez que vi quase não entendi nada kkkkk, mas já me apaixonei por todas as personagens. Com o tempo, fui entrando naquela atmosfera e foi um caminho sem volta.

Além da Magenta e da Columbia, o Dr. Frank-N-Furter (interpretado pelo Tim Curry) sempre foi uma referência, com aquela maquiagem ousada e toda a expressividade, que o tornam reconhecível até mesmo por quem nunca assistiu ao filme.

Esse trabalho surgiu de forma bastante espontânea, eu estava passando pelo Pinterest, quando algumas imagens do filme apareceram no meu feed. Então, decidi que sairia do meu cronograma de catrinas e outros trabalhos, para me dedicar a uma fanart. Não fiz registros, além do que postei nos stories do Instagram, e fui acrescentando os elementos e decidindo os materiais na hora, de um jeito bem aleatório, bem Rocky Horror.


Usei lápis grafite, lápis de cor, Copic, caneta nanquim, caneta com glitter e até pinceis do Photoshop imitando batom, de última hora. Gostei muito do resultado, achei que fui feliz na minha homenagem. 👄

via GIPHY

Leia mais →
Anterior Próximo
Assinar: Comentários (Atom)

Arquivo

  • março 2026 (1)
  • fevereiro 2026 (1)
  • janeiro 2026 (1)
  • dezembro 2025 (2)
  • novembro 2025 (1)
  • outubro 2025 (1)
  • setembro 2025 (1)
  • agosto 2025 (1)
  • julho 2025 (2)
  • junho 2025 (2)
  • maio 2025 (1)
  • abril 2025 (2)
  • março 2025 (2)
  • fevereiro 2025 (1)
  • janeiro 2025 (8)
  • dezembro 2024 (1)
  • novembro 2024 (2)
  • outubro 2024 (2)
  • setembro 2024 (1)
  • agosto 2024 (1)
  • julho 2024 (2)
  • junho 2024 (1)
  • maio 2024 (6)
  • abril 2024 (1)
  • março 2024 (1)
  • fevereiro 2024 (2)
  • janeiro 2024 (5)
  • dezembro 2023 (2)
  • novembro 2023 (3)
  • outubro 2023 (1)
  • setembro 2023 (2)
  • julho 2023 (4)
  • junho 2023 (3)
  • abril 2023 (2)
  • março 2023 (1)
  • fevereiro 2023 (1)
  • janeiro 2023 (4)
  • dezembro 2022 (1)
  • novembro 2022 (2)
  • outubro 2022 (1)
  • setembro 2022 (1)
  • agosto 2022 (1)
  • julho 2022 (2)
  • junho 2022 (1)
  • maio 2022 (1)
  • abril 2022 (3)
  • março 2022 (2)
  • fevereiro 2022 (2)
  • janeiro 2022 (3)
  • dezembro 2021 (2)
  • novembro 2021 (1)
  • outubro 2021 (2)
  • setembro 2021 (1)
  • agosto 2021 (3)
  • junho 2021 (4)
  • maio 2021 (1)
  • abril 2021 (1)
  • março 2021 (2)
  • fevereiro 2021 (1)
  • janeiro 2021 (6)
  • dezembro 2020 (2)
  • novembro 2020 (1)
  • outubro 2020 (3)
  • setembro 2020 (2)
  • agosto 2020 (2)
  • julho 2020 (2)
  • maio 2020 (5)
  • abril 2020 (3)
  • março 2020 (3)
  • fevereiro 2020 (2)
  • janeiro 2020 (3)
  • dezembro 2019 (3)
  • novembro 2019 (1)
  • outubro 2019 (6)
  • setembro 2019 (2)
  • agosto 2019 (2)
  • julho 2019 (2)
  • junho 2019 (3)
  • maio 2019 (3)
  • abril 2019 (1)
  • março 2019 (2)
  • fevereiro 2019 (3)
  • janeiro 2019 (4)
  • dezembro 2018 (2)
  • novembro 2018 (1)
  • outubro 2018 (4)
  • setembro 2018 (2)
  • agosto 2018 (2)
  • julho 2018 (4)
  • junho 2018 (5)
  • maio 2018 (4)
  • abril 2018 (3)
  • março 2018 (2)
  • fevereiro 2018 (3)
  • janeiro 2018 (5)
  • dezembro 2017 (3)
  • novembro 2017 (4)
  • outubro 2017 (4)
  • setembro 2017 (3)
  • agosto 2017 (4)
  • julho 2017 (5)
  • junho 2017 (2)
  • maio 2017 (8)
  • abril 2017 (4)
  • março 2017 (5)
  • fevereiro 2017 (4)
  • janeiro 2017 (6)
  • dezembro 2016 (4)
  • novembro 2016 (5)
  • outubro 2016 (5)
  • setembro 2016 (6)
  • agosto 2016 (5)
  • julho 2016 (8)
  • junho 2016 (5)
  • maio 2016 (8)
  • abril 2016 (8)
  • março 2016 (10)
  • fevereiro 2016 (6)
  • janeiro 2016 (8)
  • dezembro 2015 (10)
  • novembro 2015 (6)
  • outubro 2015 (12)
  • setembro 2015 (8)
  • agosto 2015 (31)
  • julho 2015 (5)
  • junho 2015 (8)
  • maio 2015 (5)
  • abril 2015 (7)
  • março 2015 (8)
  • fevereiro 2015 (5)
  • janeiro 2015 (6)
  • dezembro 2014 (9)
  • novembro 2014 (13)
  • outubro 2014 (12)
  • setembro 2014 (6)
  • agosto 2014 (7)
  • julho 2014 (6)
  • junho 2014 (2)
  • maio 2014 (2)
  • abril 2014 (4)
  • março 2014 (3)
  • fevereiro 2014 (6)
  • janeiro 2014 (5)
  • dezembro 2013 (6)
  • outubro 2013 (4)
  • setembro 2013 (3)
  • agosto 2013 (3)
  • julho 2013 (4)
  • junho 2013 (5)
  • maio 2013 (6)
  • abril 2013 (7)
  • março 2013 (9)
  • fevereiro 2013 (2)
  • janeiro 2013 (7)
  • dezembro 2012 (2)
  • novembro 2012 (2)
  • outubro 2012 (4)
  • setembro 2012 (2)
  • agosto 2012 (4)
  • maio 2012 (1)
  • abril 2012 (1)
  • fevereiro 2012 (1)
  • dezembro 2011 (1)
  • novembro 2011 (1)
  • outubro 2011 (2)
  • junho 2011 (1)
  • Termos de uso
© Lidiane Dutra • Todos os direitos reservados • Theme by MG Studio