Lidiane Dutra
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✨Onde comprar produtos com as minhas ilustras✨


Estamos a pouco mais de um mês do Natal e, nessa época, começam a aparecer as promoções de final de ano no meu studio do Colab55. Ainda que eu tenha loja virtual desde 2011, muitas pessoas têm receio de comprar online por não confiar no site, ou não ter mostruário do produto desejado. Por isso, criei esta postagem para esclarecer algumas dúvidas, mostrar imagens do que tenho aqui em casa e novidades que acabaram de chegar.

Compra e segurança

Primeiramente: só tenho loja no Colab55! Já tive muitos outros, mas hoje este é meu único espaço ativo, gerenciado pessoalmente por mim. Por isso, se você ver alguma das minhas artes à venda fora dele, por favor, não compre e, se possível, me avise pelas redes sociais ou através do e-mail lidiane@lidydutra.com, para que eu possa tomar as medidas legais. Uso comercial de imagem não autorizado é crime! 

Em relação à segurança, o Colab55 é um site 100% seguro, você pode comprovar isto através do cadeado🔒 que aparece no canto esquerdo do seu navegador. Também possui os certificados para que você possa concluir a compra utilizando os cartões Visa, Master, Hipercard, Amex, Diners ou através de boleto bancário ou conta no PayPal. A entrega é feita pelos Correios, através do serviço de Sedex ou PAC. O valor do frete varia de acordo com a sua região e peso da embalagem.

Nesta imagem e abaixo: camiseta full print baby long Sereia e legging Estelar

Produtos e qualidade

No meu studio tem prints de ilustrações e produtos de decoração, papelaria e vestuário. Os pôsters podem ser encontrados do tamanho A4 ao A2, e nos acabamentos photo matte, fine art, placa de mdf ou metal. Em decoração, você encontra almofadas quadradas e retangulares, azulejos, cases para celular e canecas. Em papelaria, tem sketchbooks lisos e pautados, com acabamento costurado ou espiral, planners e agendas, cartões postais e adesivos. Já em vestuário, camisetas masculinas e femininas, calças legging, bolsas e chinelos.

A qualidade dos produtos é excelente, e não digo isso só porque são da minha loja. As costuras das roupas e bolsas são reforçadas, a calça legging tem filtro UV e malha elástica, as camisetas são fresquinhas e vestem bem todos os tamanhos. Os impressos também recebem ótimo acabamento, sendo que os sketchbooks são produzidos artesanalmente pela Libretto. 

Agenda permanente Sereia, sketchbook espiral pautado Gaia e caneca Costela-de-adão
Acima, bolsa Estelar. Abaixo, almofadas Estelar e Iemanjá

Por que comprar?

Ao adquirir qualquer um desses produtos, você ajuda toda uma cadeira produtiva independente, e não só a mim: são artesãos, pequenas confecções e empreendedores, que saem ganhando com este tipo de comércio. Muitas pessoas acham o preço caro, e até mesmo injusto para o artista, mas sigo defendendo esse tipo de renda passiva, pois é uma maneira de disponibilizar ao público a minha arte aplicada em coisas que eu não conseguiria fazer por conta própria.

Vale lembrar também que não possuo itens a pronta entrega e/ou mostruário, tudo o que fotografei para este post foi adquirido por alguém, e eu aproveito para conferir ao vivo se vale a pena continuar oferecendo esses produtos e artes.

Acima, interior da agenda permanente e do sketchbook pautado. Abaixo,  camiseta Estelar e almofada Lorelei.

Assim que terminei o Inktober, fiz upload de seis artes novas no meu studio. Se você gostou das minhas produções durante o desafio, não deixe de conferir  o que preparei, e também cadastre-se no mailing do Colab55, para ter acesso a cupons de desconto e promoções em primeira mão.

Se você comprar alguma coisa da minha loja e quiser me mandar fotos, ficarei muito feliz! Mas se deseja algo personalizado, feito somente para você, entre em contato comigo para discutirmos sobre esse projeto.

Conheça meu Portfólio profissional
Contato: lidiane@lidydutra.com
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Como faço para expor meu trabalho?


Esta postagem ia demorar um pouco mais para sair, mas como muita gente pediu e recebi mensagens com todo tipo de dúvida, resolvi sistematizar algumas dicas que me ajudaram até aqui a expor meus trabalhos. Já vou deixar bem sinalizado agora que a minha experiência se resume à uma cidade do interior do RS, e não a um grande centro, como São Paulo, por exemplo. Então o que se aplica aqui, pode não ser igual ao que rola em outros lugares. 

Breve histórico acadêmico

Eu comecei a expor ainda na faculdade. Logo no primeiro ano, participei da mostra cultural que acontecia em paralelo com a mostra de produção universitária. E até o final da graduação foi assim. Sempre que havia semana acadêmica, atividades complementares, palestras, qualquer oportunidade de mostrar o que fazia, eu aproveitava. Em 2007, inclusive, participei da etapa regional do Salão SESI Descobrindo Talentos, e todas as vezes que ministrei aulas, cursos e oficinas, incentivava meus alunos a expor.

Começando a selecionar

Assim que saí da faculdade e comecei a investir no trabalho como ilustradora freelancer, continuei com essa mentalidade de expor em qualquer lugar que me oferecesse oportunidade, o que me fez entrar em muitas roubadas. Aqui em Rio Grande, existe uma coisa que apelidei de cultura do varal: a pessoa junta uma meia dúzia de trabalhos e monta um varal com cordinha e pregador de roupa, literalmente em qualquer lugar. Não importa se vai sujar, se vai bater um vento e levar tudo, se vai ficar feio. Isso começou a me incomodar profundamente, pois mesmo que eu creia que a arte deve ser acessível e estar em todos os lugares, por quê diabos tem que ser de qualquer jeito? Então, depois de alguns estresses, passei a recusar convites de última hora para montar exposições em locais que não garantiriam a integridade mínima dos meus trabalhos. Em outras palavras, comecei a selecionar. E, ao contrário do que se possa imaginar, isso não é ser metida: é ter respeito pelo que se faz, e mostrar aos outros como deve ser o tratamento correto com a arte.

Dicas a partir da minha experiência

1. Tenha algo concreto para expor, sejam conjuntos de ilustrações, séries temáticas, retrospectiva dos últimos anos, comissionados por tema/assunto ou encomenda específica para o local. Mulheres (2015) foi feita exclusivamente para a ocasião, enquanto Elementais (2017) foi uma seleção dos últimos dois anos de produção. Busque unidade;

2. Mantenha suas redes sociais ativas, organizadas e atualizadas, assim, é mais fácil encontrar você e ter o primeiro contato com seu trabalho. Uma dica que dou é ter o mesmo username para as redes principais (você me encontra como lidydutra em praticamente todos os lugares);

3. Mantenha um e-mail profissional e link para o portfólio atualizado e organizado. Muitos lugares fazem o primeiro contato por rede social, mas toda a tratativa é formalizada por e-mail, e é de bom tom você ter uma assinatura no rodapé, com link para seu site. Neste vídeo a Sula e a Ale dão dicas sobre montagem de portfólio;

4. Tenha contatos na imprensa local, centros culturais e museus. Fique de olho em editais de seleção, curadoria e ocupação e, periodicamente, mande um release para esses locais sobre seus projetos e interesse em firmar parceria. Também é legal fazer parte de grupos de artistas no Facebook, que promovem exposições e atividades periódicas. Ano passado, participei de uma exposição no Rio de Janeiro, por conta do grupo Elas por Elas - as desenhistas brasileiras;

5. Após reservar o espaço, defina como será sua exposição: duração em dias ou semanas, originais ou reproduções, divulgação, valores das obras, contrapartidas do local (molduras, cavaletes, limpeza, segurança...). Tenha todas as conversas registradas, tire fotos e catalogue as obras e, se possível, faça contrato. Já passei pelo incômodo de ter trabalhos extraviados e foi o registro fotográfico que me possibilitou recuperá-los;

6. Deixe suas informações de contato, compra e tudo o que for relevante em legendas de destaque, ao lado das obras. E se prepare para uma enxurrada de perguntas via redes sociais, acontece;

7. Cuide da divulgação pessoalmente. Mesmo que o espaço envie press release, não conte só com isso. Dê atenção para quem visita e marca em fotos ou manda mensagens parabenizando, é um cuidado e carinho com o público. Elementais foi toda divulgada no boca-a-boca e pelas minhas redes, pois a imprensa não publicou o release enviado pelo shopping. Mas a audiência fez a exposição acontecer;

8. Não terceirize aquilo que você pode cuidar sozinho como, por exemplo, montagem e desmontagem. Problemas acontecem e, se você estiver por perto na hora certa, pode contorná-los. Também é bom fazer uma visita semanal ao local, para ver se está tudo bem, limpinho e arrumado do jeito que você deixou; 

9. Fazer coquetel de abertura não é mais uma obrigação. Cheguei a discutir bastante sobre isso, e muita gente endossou que não estaria lá pela comida, mas sim por mim. A abertura de Catrinas (2012) foi cheia de gostosuras ou travessuras, com doces e decoração de Halloween, um dia mágico que ficou na minha memória. Mas para Elementais, não senti essa necessidade, por ser num shopping, durante a semana, com muitas pessoas queridas não podendo se deslocar até lá. E caso for fazer coquetel, veja no que o lugar pode ajudar, não arque com tudo sozinho;

10. Não deixe que a frustração sobre algo que deu errado anteriormente tire a sua vontade de expor. Se eu fosse contar todos os percalços de Elementais, vocês chorariam litros. Mas a recepção ao meu trabalho, o público, o apoio dos amigos e da família, me levantaram para seguir adiante, e acabou dando certo. Como já falei acima, problemas acontecem, e nós vamos nos fortalecendo a cada queda, para não cometer o mesmo erro lá na frente, ou saber o risco que se corre ao firmar determinadas parceiras. É um processo de interação muito legal com o público, e uma grande oportunidade de venda.

Resumindo

- Seja seletivo;
- Tenha unidade no seu trabalho;
- Seja profissional na hora de se apresentar;
- Conduza pessoalmente os processos;
- Aprenda com as experiências positivas e negativas.

Tentei contemplar tudo o que já aconteceu comigo, e espero ter ajudado quem está com medo ou dúvidas sobre montar uma exposição. Se você ainda não se sente pronto para dar esse passo sozinho, comece coletivamente, buscando outras pessoas com os mesmos interesses para compartilhar as responsabilidades que envolvem o processo. E se você ainda tem alguma dúvida, deixe nos comentários, que tentarei responder.

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*Photo by Juan Di Nella on Unsplash
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Elementais, minha exposição no Partage Shopping


Como eu já venho anunciando nas redes sociais há algum tempo, a partir de hoje (04/07), inaugurarei minha quarta exposição individual, chamada Elementais, na Galeria de Arte do Shopping Partage Rio Grande. O convite foi feito pela assessoria em março e me pegou de surpresa, pois não esperava expor novamente tão cedo. Desde então, entre um projeto e outro, comecei a esboçar a linha temática e como faria o processo de curadoria. Confesso que, dentre todas as vezes que já expus, essa foi a mais difícil de planejar.

Meu trabalho mudou muito após o curso com a Sabrina Eras, tive momentos de autocrítica implacáveis, e não me sentia pronta para encarar o crivo do público. Por outro lado, não dá pra deixar esse tipo de oportunidade passar, pois já dizia o velho ditado: quem não é visto, não é lembrado. E tenho estudado muito, sei da minha capacidade de apresentar algo coerente.

Com todos esses dilemas na cabeça, e depois de me reunir com a assessoria do shopping para receber orientações, estipulei um total de 20 trabalhos. E a partir daí começou toda a viagem...



Elementais

Todas as minhas ilustrações são fortemente influenciadas pela figura feminina, mitologia e elementos da natureza, então, bastou alguns dias de pesquisa em livros e na internet para que eu me decidisse em retratar os elementais, espíritos da natureza que representam água, fogo, ar e terra. Com o tema definido, comecei a montar o quebra-cabeças que dividiu a exposição em quatro seções, com cinco trabalhos cada. Quais representariam melhor o elemento terra? E fogo? Assim, tomei como partida o ano de 2015 e peneirei as ilustrações mais relevantes, na minha opinião.

Talvez a parte mais fácil de definir tenha sido a das Ondinas, já que, em maio, participei do MerMay. Em seguida Fadas, pois criei uma série chamada Botânicas. Ar e fogo foram complicadas, pois muitas ilustras que eu adoraria colocar não se encaixavam nas categorias restantes, e precisei tomar a difícil decisão de deixá-las de fora (Iemanjá, por exemplo).

Embora eu esteja preocupada em harmonizar a unidade das obras apresentadas com o que o público deseja ver (tanto o que me acompanha há tempos, quanto quem verá o que faço pela primeira vez), sei que muita gente vai questionar a seleção que fiz, apontar que sua ilustra favorita ficou de fora, que esperava ver x ou y e se desapontou. Mas estou tranquila quanto a isso, pois sempre levo em consideração que é impossível agradar a todos, e que fiz o meu melhor.

Release

Em sua quarta exposição individual, a ilustradora rio-grandina Lidiane Dutra traz ao público uma seleção de trabalhos desenvolvidos entre os anos de 2015 e 2017, com o tema Elementais. Divididas em quatro seções (Sílfides, Ondinas, Fadas e Salamandras), as ilustrações apresentadas misturam fantasia, mitologia e a relação humano/natureza, através de figuras femininas, andróginas e oníricas. 

As artes reunidas em Elementais fazem parte de projetos individuais da autora, encomendas, trabalhos editoriais e também participação em coletivos artísticos virtuais, como: Ilustraday, Projeto Ilustra, Girls Artist Gang, MerMay, dentre outros. São ilustrações produzidas com técnicas tradicionais como grafite, lápis de cor e aquarela. 

Elementais são seres que habitam os quatro reinos da natureza (ar, água, terra e fogo), e que podem exercer influência sobre os seres humanos. Estão presentes em diversas culturas ocidentais e orientais. Embora não sejam representações literais desses seres, as ilustrações reunidas na exposição compõem parte do universo criativo da ilustradora, fortemente influenciado pela mitologia. Os trabalhos estão divididos em:

Sílfides: as elementais do ar, representadas pelas ilustrações Estelar (2015), Arabesque (2015), Moon child (2015), Carnavalesca (2017) e Sereia (2016);
Ondinas: as elementais da água, representadas pelas ilustrações Lorelei, Ligeia, Russalka, Melusina e Ondina (todas produzidas em 2017, para o desafio MerMay);
Fadas: as elementais da terra, representadas pelas ilustrações Unicórnio (2016), Três Irmãs (2017), Monstera (2017), Gaia (2017) e Garota Tatuada (2017);
Salamandras: as elementais do fogo, representadas pelas ilustrações Catrina Dourada (2016), Hécate (2016), Súcubo (2016), Riri (2016) e Black Power (2016).



Interatividade

Todas as ilustrações estarão acompanhadas por um QR Code que, ao ser acessado, direciona o espectador diretamente para a postagem completa aqui do blog, com o processo criativo por trás de cada trabalho. Em sistemas operacionais cujo leitor de códigos não é nativo, é necessário instalar um programa específico (tem vários nas lojas de aplicativos). Além disso, a equipe do Shopping preparou uma iluminação cênica que acrescentou um clima mágico à galeria, super a ver com o tema.

Serviço

O que: Exposição Elementais, de Lidiane Dutra
Onde: Partage Shopping Rio Grande, Av. Engenheira Lúcia Maria Balbela Chiesa, 2842.
Visitação: de 04 a 31 de julho, segundas a sábados das 10h às 22h, aos domingos das 12h às 22h.
Entrada Gratuita


Vendas

Valor dos pôsteres: R$ 40,00 cada (papel sulfite 120g, tamanho A2), sem moldura.
Formas de pagamento: dinheiro, depósito em conta ou PagSeguro (com acréscimo de 5%).
Retirada: combinar através do e-mail lidiane@lidydutra.com após o término da exposição. 

Elementais foi feita com todo carinho e pensada em cada detalhe; prestigie, tire fotos e me marque nas suas redes, deixe comentários e, principalmente: visite! É de graça e você estará ajudando de maneira incrível uma artista local independente. E quero deixar registrado meu muito obrigada ao meu amorzinho Antonio 💖  que ajudou na montagem e nas crises nervosas. Love you! Veja também o vídeo que gravei, para quem não tiver a oportunidade de ir, conhecer a exposição:



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Recomendo: Abstract, the art of design


Embora eu seja uma completa negação no quesito acompanhamento de séries, quando gosto de alguma não penso duas vezes antes de recomendar, e Abstract: the art of design, disponível na Netflix, é uma daquelas produções que toda pessoa que trabalha com criatividade deveria assistir. No início do ano, quando a série foi lançada, eu estava me preparando para um concurso, e ter contato com a visão de profissionais que são referência em suas áreas me ajudou demais, não só na hora da prova, como também a repensar práticas e hábitos de trabalho.

A primeira temporada tem oito episódios com cerca de 45 minutos cada, mostrando o ponto de vista de profissionais de diversas áreas relacionadas ao design: ilustradores, arquitetos, designers gráficos, fotógrafos, dentre outros. Mas os que mais chamaram a minha atenção e abriram meus horizontes foram três: o do ilustrador Christoph Niemann, o da designer gráfica Paula Scher e o do fotógrafo Platon.

Christoph Niemann é um ilustrador alemão extremamente metódico e, em muitos momentos, me peguei rindo de sua sistemática de trabalho, pois sou uma control freak assumida. Ele trabalha pontualmente das 9h às 18h em seu estúdio (que não é em sua casa), e encara a folha em branco como um problema a ser resolvido. Tive a sensação de que alguém nesse mundo me entende hahaha. Niemann já fez várias capas para a conceituada revista New Yorker e traz uma visão de trabalho artístico muito séria, que envolve doses parecidas de criatividade e racionalidade. Sempre digo que arte é trabalho, não é algo que surge num passe de mágica. É preciso respeitar o artista como qualquer outro trabalhador, e acredito que abrir a série justamente assim ajuda a firmar essa linha de pensamento.

Paula Scher é o poder da experiência, que mulher incrível! Seu trabalho é simples, porém marcante. Profissional de decisões ágeis e certeiras, sabe dosar como ninguém a ideia do cliente com a criação de sua equipe. A cena em que uma das designers apresenta a identidade visual de um espetáculo para os contratantes representa a rotina de quem precisa lidar com este drama diariamente. Além disso, seu design se confunde com a história da cultura popular norte-americana, das capas de discos do Bob Dylan até projetos urbanos espalhados por Nova York. E sua força em meio a uma área quase que exclusivamente masculina é uma fonte de inspiração para todas as mulheres que precisam provar que são capazes e competentes. Quero morar no arquivo da Paula, sério.

Já o fotógrafo Platon é um bálsamo em meio ao que se tornou a fotografia contemporânea (comercialmente falando). Num mundo lotado de ensaios de new borns cheios de efeito blur do Photoshop (sério, as pessoas perderam os critérios e estão transformando crianças em bonecos de cera) e de profissionais que acreditam que seu valor artístico se restringe ao equipamento, ver o relato deste cara que usa um scanner de negativos fabricado pela NASA na década de 1980, é algo sensacional. Chorei em vários momentos, pois ele é a personificação da mistura exata entre técnica e olhar. Extremamente carismático, Platon rouba toda a série ao mostrar seu processo criativo, como posiciona os modelos, quais os critérios utilizados na hora de editar uma imagem, tudo permeado por uma simplicidade que pode chocar os desavisados. A textura e a personalidade das pessoas está presente em cada retrato; são histórias de vida costuradas naquela granulação tão rica da fotografia preto e branco (saudades revelar os filmes no laboratório).


Se você tiver a oportunidade de assistir Abstract, faça de coração aberto, apreciando cada episódio (não é necessário ver em ordem, você pode partir direto para o que chamou mais atenção) e, principalmente, incorpore esses ensinamentos preciosos em sua rotina. Não são somente histórias de profissionais de sucesso, mas sim de como cada uma de nossas experiências ajuda a moldar nossa visão de mundo, e influencia diretamente todas as nossas ações, reforçando a máxima de que todo conhecimento é válido.

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Meus materiais de arte favoritos


As meninas do Girls Video Lab, grupo muito amor do qual participo, lançaram como tema para os vídeos do mês de maio meus materiais de arte favoritos. Já fazia um tempo que eu gostaria de mostrar uma lista do que uso, até mesmo porque muita gente me pede. Porém, no momento, não consigo gravar vídeos e atualizar o canal do YouTube (que ~misteriosamente~ triplicou o número de seguidores durante meu hiato - agradecida!). Então decidi escrever em forma de post com fotos e, assim que possível, gravo a tag.


Papel Canson Moulin DuRoy: conheci esse papel durante o curso da Sabrina e, assim que pude experimentá-lo, foi amor à primeira vista. A textura do grão fino é muito bonita, ele absorve água e tinta na medida certa e tem a melhor relação custo-benefício entre os papéis para aquarela 300g e 100% algodão, perdendo só para o Arches.


Aquarelas Van Gogh e Sennelier: minhas tintas preferidas são em bisnaga, pois consigo dosar melhor a quantidade na hora de misturar, sem contar que aquarela que sobra no godê nunca vai fora hehe. Das linhas universitárias, a Van Gogh é a melhor que já experimentei, tem cores lindíssimas (como esse rosa quinacridone que uso muito), boa pigmentação e resistência à luz, é mais barata que a Cotman e tem 3ml a mais. Já as da Sennelier são um desbunde, simplesmente. Tudo com elas fica lindo, e o grande diferencial da marca é o uso de cera de abelha na composição (para quem procura produtos veganos, não é recomendada).


Pincéis Keramik: melhores pincéis de pelo sintético que já usei, são macios, porém com a ponta firme, carregam boa quantidade de água e tinta e proporcionam conforto na hora de pintar. De cima para baixo, uso as linhas 220, 413 e 411. A Sabrina comentou que esses pincéis são parecidos com os da linha Perla, da marca Escoda, e que são uma boa alternativa nacional. Os preços são bastante acessíveis, alguns custaram menos que R$ 10. O único inconveniente é o cabo muito longo, mas eu corto com estilete e passo uma lixa fina e esmalte de unha para selar. Sobre ser de pelo sintético, só vejo vantagens, desde contribuir para o consumo consciente, até o barateamento dos custos. E não deve nada em qualidade para os de pelo natural.


Lápis Staedtler Mars Lumograph: meu amor por essa linha já é antigo, tanto que comprei logo uma caixa com uma dúzia de 4B. São muito macios, porém não esfarelam e mantêm a ponta por mais tempo que os lápis de outras marcas. Gosto de lápis bem apontado para fazer detalhes e nunca aconteceu desses quebrarem. Uso até ficar um cotoco (coloco no extensor) e a qualidade é visível na finalização de um trabalho: o Mars Lumograph tem uma das minas mais escuras de todos os grafites que já usei, o contraste fica super bonito, principalmente com aquarela. Uso um apontador da Derwent, não gosto de apontar com estilete.


Borrachas Pentel e Mono Zero: são as que melhor se comportam no papel para aquarela. A preta retira todo o grafite sem marcar e sem esfarelar demais, e a zero é perfeita para fazer detalhes e abrir luz. Uma bem baratinha, outra nem tanto, mas ambas fazem bastante diferença na finalização do trabalho.


Multiliner Copic: a linha SP é recarregável e de uma durabilidade incrível, até hoje não precisei trocar o refil da minha, e já devo tê-la há uns três anos. Já a outra é descartável, porém de longa duração também. Quanto ao pigmento, é um preto muito bonito, altamente resistente à água, ótimo para finalizar aquarelas. Também tenho o kit de sépia, que dá um efeito suave.


Marcadores Posca: utilizo ambas para detalhamento, sendo que a branca também serve para abrir luz na aquarela (aqueles pontinhos brancos nos olhos das figuras, por exemplo). Um substituto muito bom para essas canetas é o guache da Talens. Toda vez que preciso de um acabamento mais refinado, que não fique tanto com cara de marcador, troco a Posca por ele, e o resultado fica perfeito.


Lápis de cor Polycolor: já falei sobre esses lápis aqui, e continuam sendo meus favoritos da vida, com uma das melhores relações custo-benefício para os não-aquareláveis. Tenho várias latinhas com tons para retrato, paisagens, cinzas e marrons. Uso para dar acabamentos ou cobrir áreas inteiras, afinal, lápis de cor sempre ocupará um lugar carinhoso no meu coração.

Quase todos os meus materiais são comprados na loja online da Koralle (e isso não é jabá), pois compensa o valor do frete. No blog da Kris Efe tem todas as informações sobre produtos de arte veganos e cruelty free, para quem se interessou pela questão das tintas e pincéis, vale muito a sua visita.

Veja todos os meus trabalhos profissionais na aba Portfólio e também no Behance.
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Links Bacanas #15 💜

Imagem via.
Eu não vou prometer a volta mensal dos links bacanas pois, como já comentei no Twitter, fico um pouco chateada com a cobrança que esse tipo de post gera, assim como as dicas que, eventualmente, eu trago aqui para o blog. Mas gosto muito de compartilhar minhas leituras e acredito que é uma maneira de incentivar o cultivo e disseminação de boa informação na internet. Para janeiro, separei textos motivacionais, históricos e mimos para baixar:

💜 Eu escrevi isso para você e Todo mundo já foi semente antes de ser flor: esses dois posts da Malena Flores são um alento para o coração. Às vezes, tudo o que precisamos é de motivação para continuar nossa jornada, ou então um abraço apertado para dizer que está tudo bem. A Lena tem uma empatia e amor ao próximo contagiantes, que nos faz enxergar a vida por olhos mais gratos.

💜 A história de Artemisia Gentileschi, a pintora violentada que se vingou fazendo arte feminista no século 17: eu tomei contato com a obra da Artemisia durante a faculdade, pois minha professora de História da Arte sempre trazia à tona questões feministas, principalmente relacionadas ao apagamento das mulheres artistas. Com tantos relatos sobre abuso sexual que ficamos sabendo diariamente, é muito interessante conhecer a luta dessa mulher, e o redescobrimento de suas pinturas a partir da década de 1970.

💜 Por onde começar os estudos de desenho? a ilustradora Isabella Pessoa está montando uma série de dicas preciosas para quem quer manter uma rotina de estudos produtiva sobre desenho. Começando pelos fundamentos, a Bella fala sobre exercícios de aquecimento e a importância de não pular etapas de aprendizado.

💜 Calendário 2017 Sabrina Eras: a Sabrina preparou um calendário trimestral totalmente aquarelado para baixar gratuitamente e começar o ano mais organizado. Ainda dá tempo de se planejar, é só correr no Patreon dela.

Espero que essa volta dos links bacanas tenha sido proveitosa para todos que chegaram até aqui. Assim que eu tiver mais coisas legais para compartilhar, voltarei com a tag. E para acompanhar meu trabalho em tempo real, é só seguir no Facebook, Instagram ou Tumblr (e minhas reclamações no Twitter). 😊
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Freebie ❤ Calendário 2017


O ano já começou, eu sei, posso estar um pouco atrasada, eu sei, mas é com todo amor do mundo que resolvi disponibilizar gratuitamente um calendário 2017, para você baixar, imprimir e se organizar. ❤ O formato ideal para impressão é A4, sugiro utilizar um papel mais durinho, para dar um acabamento bem legal (mas pode ser qualquer papel que você tiver disponível). 

❤ BAIXE O SEU CALENDÁRIO AQUI ❤

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Entrevista para o Jornal Agora ❤


2016 foi um ano reservado para estudos, para pisar no freio, para aprender a dizer "sim" e "não" nas horas certas e, com grande surpresa, recebi o convite da jornalista Fê Patzdorf para participar da edição dos dias 10 e 11 de dezembro do caderno Mulher Interativa, do Jornal Agora Rio Grande. E foi com imensa felicidade que peguei em mãos o resultado de uma tarde de muitas conversas e risadas com ela e com o Bruno Zanini Kairalla, que fez as fotos maravilhosas quero todas. 


Sou muito grata a tudo que recebo de bom através da minha arte, e me sinto honrada por ser lembrada e incentivada dentro da cidade. Gratidão também a todos que me acompanharam durante o ano e me ajudaram a seguir em frente. Muito amor para vocês! Para ler a reportagem na íntegra, clique aqui ou no link abaixo:
Jornal Agora - Edição 11619 - Mulher Interativa - 10 e 11 de Dezembro de 2016

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Curso Online de Aquarela com a Sabrina Eras - Módulos III e IV


Nem acredito que o Curso de Aquarela está acabando. Daqui há alguns dias terei a última aula com a Sabrina, depois de praticamente um ano todo de estudo e cinco módulos. Achei que, no máximo, ela faria três módulos conosco e, a cada final/início de período, via pessoas se juntarem, outras saírem, o apego às colegas crescer, os mais variados assuntos surgirem durante as aulas, então já sei que não será fácil encerrar esse ciclo.

Uma coisa que ficou marcada em mim foi a sensação de que as aulas não eram virtuais. Na minha cabeça, era uma aula como qualquer outra, que assistia toda a semana (com exceção dos dias que a internet realmente não colaborou). E, em nenhum momento, senti dificuldade por estar longe, porque sabia que a Sabrina estava ali para orientar, superando todas as dúvidas. 

Bom, como eu ainda tenho praticamente todos os exercícios do módulo V para pôr em dia, vou fazer o apanhado do que aconteceu durante os módulos III e IV e que publiquei nas redes sociais. Claro que rolou muito mais coisa, então se você tem interesse em começar 2017 com um pé na aquarela, mande um e-mail para samesjc@gmail.com e informe-se sobre a agenda da Sabrina para o próximo ano.



O módulo III aconteceu num ponto bem crítico do inverno, com períodos muito frios e úmidos, que se transformavam em desafios extras na hora de pintar. Teve muito bichinho e texturas diferentes para explorar: pelos, penas, escamas. Foi uma saída total da minha zona de conforto, porque raramente desenho bichos, principalmente se eles estão dentro de um cenário. Mas é apaixonante pintar passarinhos.

À esquerda: estudo em aquarela livremente baseado na obra do artista Dusan Djukaric.

Em seguida, exploramos mais paisagens, efeitos e texturas diferentes, tanto nas aguadas quanto no papel seco. A Sabrina introduziu o estudo da figura humana e algumas releituras de grandes artistas, como John Singer Sargent. Sempre é bom lembrar que, se você está fazendo um estudo sobre a obra de algum artista (vivo ou morto) é importante indicar isso, principalmente se deseja compartilhar nas redes sociais. E se o artista for vivo, melhor ainda pedir autorização. Tenho percebido que muitas ilustradoras que sigo já deixam claro na bio do Instagram que não permitem cópia para estudo, nem repost de seus trabalhos, então nunca é demais prestar atenção nisso.

Releitura da obra de John Singer Sargent.

Releitura de Eugene de Blaas.
À direita: releitura de uma pintura de John William Waterhouse.
Quer ver o que produzi durantes os módulos I e II? É só clicar aqui. Para quem vai participar da Comic Con Experience, de 1 a 4 de dezembro, a Sabrina estará no Artists' Alley, mesa A26, com vários trabalhos inspirados na cultura pop, além de commissions que podem ser retiradas diretamente com ela, nos dias do evento.

Para acompanhar meus trabalhos, siga no Instagram, Facebook ou Tumblr.
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Promoções de final de ano no meu studio

A época de presentear a si mesmo e às pessoas queridas se aproxima e, nas próximas semanas, meu studio no Colab55 estará com uma série de promoções e descontos progressivos em todos os produtos. São itens de vestuário, papelaria e decoração, para quem gosta das minhas meninas e deseja levar uma arte exclusiva para casa, além de ajudar uma artista independente.

Para quem não sabe como funciona o Colab55, vou explicar: é uma plataforma virtual que auxilia criativos a oferecerem produtos diversificados com suas artes, responsabilizando-se pelo espaço, produção, pagamento e entrega ao consumidor final. O artista ganha uma comissão pelo seu trabalho, além de poder acompanhar as estatísticas do studio (vendas, artes mais amadas, mais visualizadas, dentre outros). É um site seguro e confiável, que estimula uma cadeia de produção mais colaborativa e sustentável, envolvendo pequenas empresas nacionais. #compredequemfaz


Uma das novidades que tem feito bastante sucesso é a agenda diária para 2017, a partir de R$55, veja só o que ela contém (acima, agenda com a arte Sereia e elástico na cor turquesa):

  • espaço para dados pessoais;
  • calendários 2017/2018 com feriados;
  • calendário lunar 2017;
  • 1 dia por página, exceto sábado/domingo;
  • várias páginas para anotações;
  • planejador anual;
  • índice telefônico;
  • miolo sem decoração;
  • formato 10x15cm, capa dura, com elástico e fitilho, encadernada pela Libretto.
Além dela, também estão disponíveis planners permanentes, nos formatos mensal e semanal, ideais para professores, blogueiros, freelancers e profissionais que precisam organizar sua semana ou mês com antecedência. Veja todos os modelos disponíveis aqui.

E até o próximo domingo, dia 13 de novembro, o frete é grátis para a compra de quaisquer dois produtos. CLIQUE AQUI E VEJA. Dá pra fazer dobradinha com sua arte favorita! As formas de pagamento são boleto bancário ou cartão de crédito, e o envio é padrão via PAC (ou e-Sedex, nas cidades atendidas por esta modalidade). Se você comprar uma das minhas artes, ficarei muito feliz e agradecida. Pode ter certeza de que está ajudando não só a mim, como a uma série de outros produtores independentes, e consumindo de maneira consciente. E se quiser me mandar foto da sua compra, vou adorar ver. Pode me marcar no Facebook, no Instagram ou no Twitter. 
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Links bacanas #14

Imagem via.
Este é um daqueles posts para salvar na sua aba de favoritos e consultar sempre que precisar. Trago uma seleção de bancos de imagens com referências para estudar anatomia. Vem comigo!

*Atualizado em fev/2026!

  • Posespace
  • Senshistock
  • Reine-haru
  • Sketch Daily
  • Faestock
  • Nappy
  • Croquis Cafe
  • Unsplash
  • 16 bancos de imagem gratuitos
  • JookpubStock
  • PoseMyArt

Vale lembrar que o stock do DeviantArt é ótimo como um todo, aqui selecionei os que eu uso com mais frequência. Apesar do Pinterest ser um mar de inspirações, a grande maioria das imagens ali são protegidas por direitos autorais. O legal desses bancos é que você pode verificar o tipo de licença antes de fazer download da foto, muitas já são de uso livre.

Se você conhece algum banco de imagens legal, deixe o link nos comentários, assim é possível ajudar mais gente e formar uma biblioteca bem maravilhosa.
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Dicas

Minhas inspirações - setembro

Imagem da loja Nostalgic Hearts, extraída do Tumblr Pre-Raphaelisme.
Eu não morri e nem fui parar na Record, só estou deixando as coisas acontecerem no seu tempo, estudando e pensando naquilo que vale mesmo a pena compartilhar. Como já disse anteriormente, voltei para o Tumblr, que é um lugar motivador e que me ajuda a trabalhar mais e procrastinar menos (ou a procrastinar de maneira criativa). Fiz uma lista com os cinco tumblrs mais inspiradores do meu feed, para quem quiser seguir também e dar um gás nos seus processos de criação:

Loish: uma das ilustradoras digitais que mais gosto, no blog da Loish é possível ir um pouco além do que ela mostra no Instagram e acompanhar processos de criação e esboços (muitos), o que me faz perceber, cada vez mais, a importância de estudar e se desafiar, sempre.

Iraville: ilustradora que conheci no Instagram e depois no YouTube, com seus vídeos maravilhosos. No tumblr ela também mostra mais dos seus processos (uma das coisas mais legais dessa rede social é que as imagens ficam com cores e resolução excelente, o que torna a experiência muito melhor) e trabalhos finalizados. Para quem curte aquarela e lápis de cor com paletas reduzidas, é um prato cheio.

Female Beauty in Art: uma seleção de obras de arte com a temática da figura feminina. São esculturas, pinturas, ilustrações e esboços que mostram a evolução da representação do corpo da mulher ao longo da história.

Pre-Raphaelisme: eu amo os Pré-Rafaelitas, já falei um pouco aqui e, neste tumblr, é possível encontrar, além das obras de Waterhouse e Rossetti, diversos artistas do período, e também outras imagens inspiradoras na mesma vibe. 

Astronomy is Awesome: ótimas referências para quem curte pintar galáxias, além de uma infinidade de imagens lindas do sistema solar, nebulosas e estrelas. Bom para produzir arte e também para perceber que somos um grão de areia na vastidão do cosmos.

Quem quiser me seguir nesta e em outras redes sociais, sabe que pode me encontrar por @lidydutra, ou então digitar meu nome que minha carinha já aparece na busca. Abraços e até!
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