Começou o Inktober 2015 ♥
Foi dada a largada para o desafio de desenho mais aguardado do ano! O Inktober foi criado em 2009 por Mr. Jake Parker, e minha primeira participação foi ano passado. Aprendi muita coisa, por isso resolvi repetir a dose. Este ano, trabalharei exclusivamente no meu Papel Pitanga, e vou procurar seguir essa linha de meninas cabeludas-nebulosas, como a bruxinha acima.
Papel para técnicas mistas da Hahnemühle
Um dos itens da minha wishlist de aniversário era o papel com fibra de bambu, para técnicas mistas, da Hahnemühle. Como o bloco A4 estava muito caro e eu ainda não sabia se realmente valia a pena, resolvi comprar o mini bloco 8cm x 10,5cm e agora conto um pouco das minhas impressões.
Este papel tem gramatura de 265g e é ideal para aquarela, tinta acrílica e pastel (seco ou oleoso). Possui 90% de sua composição de fibra de bambu, e os outros 10% de algodão, além de ser acid free. Notem que, em comparação à caneta, o bloco é bem pequeno mesmo. Apesar de ter me decepcionado com isso no começo, depois vi que era o tamanho ideal para testes e para vender originais a um preço mais convidativo.
Utilizei aquarelas e marcadores neste primeiro experimento, e gostei do resultado. O papel praticamente não enruga, nem transfere para o verso da folha. Tem uma textura muito bonita, sem ser rugoso demais (achei similar ao Montval, que comprei na mesma leva).
Em resumo, a relação custo-benefício para quem trabalha com aquarela, principalmente, é bastante interessante, pois é um papel mais barato, mas com uma qualidade tão boa ou superior do que a maioria das linhas universitárias. Além de ser fabricado com um material que não agride o meio ambiente.
Essa pequena ilustração está à venda por apenas R$ 10,00 + envio! Quem tiver interesse, é só mandar um e-mail para lidiane@lidydutra.com.
Sketchbook Kraft Papel Pitanga
Oi gente! Hoje vou mostrar essa coisa marlinda da vida, que é o sketchbook kraft da Papel Pitanga, marca de cadernos artesanais da Isabella Pessoa. Antes de falar do caderno em si, quero registrar o carinho e a preocupação da Isabella, desde o momento da encomenda até a entrega (e nosso desapontamento mútuo com a falta de cuidado dos Correios com materiais frágeis).
Escolhi o sketchbook tamanho A5, pois considero que este é o ideal para as minhas necessidades, com detalhes em vermelho, que dá um contraste lindo com o kraft. Logo que vi, já customizei a capa com um postal, e essas fitas fofas que vieram junto. #mandatapes
O caderno tem abertura em 180º, o que permite trabalhar tranquilamente sem se preocupar com dobras e folhas que não ficam no lugar. O papel kraft em si tem uma gramatura e cor muito boas. Estou acostumada a usar o da Canson, que é bem mais fino e claro, e enruga facilmente. Porém, este se mostrou bastante resistente e oferece um meio-tom excelente para coloração de pele.
Detalhes do papel e das costuras. Fiquei muito impressionada com os acabamentos, pois é natural que um caderno artesanal apresente pequenas imperfeições, faz parte do processo. Mas o Papel Pitanga é impecável, as páginas são milimetricamente cortadas, as costuras não têm fios soltos, tudo fica no lugar. Gente, que gosto ter um material assim, sério. É só amor! ♥
Alguns dos desenhos que fiz até o momento. Esse papel se comportou muito bem com grafite, marcadores e tinta, quase não transferiu para o verso da folha. Como já disse em outras ocasiões, eu não costumo usar o avesso da página, logo, se vazar tinta, tudo bem. Mas para quem usa e se importa com esse detalhe, procure ficar nos materiais mais secos, e se quiser se arriscar em técnicas que exigem água ou pigmentos fortes, use um papel adequado, com gramatura superior a 300g.
Além do caderno que encomendei, a Isabella mandou, juntamente com as fitas, esse lindo journal com costura verde, folhas em papel reciclado e bordas arredondadas. Pretendo usá-lo para projetos e desafios de desenho.
Quem quiser encomendar o seu Papel Pitanga, visite o blog da Isabella, que também faz ilustrações lindas, e o Instagram da marca.
Quem quiser encomendar o seu Papel Pitanga, visite o blog da Isabella, que também faz ilustrações lindas, e o Instagram da marca.
Frida Kahlo
Quem me segue no Snapchat (lidydutra) e no Instagram, pode acompanhar o passo-a-passo dessa ilustração, através de uma série de videozinhos que, infelizmente, para algumas pessoas ficaram cortados.
Abaixo, a ilustração finalizada. Gostei muito de trabalhar com esses lápis, são muito intensos e eu nem precisei mexer nas cores no Photoshop. Quis deixar mais natural para que vocês percebam o quanto o grafite é amor e uma solução para aqueles tempos de bloqueio criativo que, de vez em quando, aparecem. Sobre a concepção da ilustra, apenas uma vontade muito grande de representar a Fridoca.
Materiais utilizados:
- Lápis grafite Conté à Paris 6B, Bruynzeel Sakura 5B, Royal & Langnickel 2B e aquarelável;
- Esfuminho;
- Caneta nanquim para detalhes dos cílios;
- Caneta Posca dourada e branca para pequenos detalhes.
Essa ilustração original (tamanho A4) está à venda, interessados podem mandar um e-mail para lidiane@lidydutra.com.
Mesa de luz artesanal
Olá pessoal!
Resolvi deixar a preguiça de lado e reativar meu canal no YouTube. Pretendo fazer alguns speed paintings e resenhas de materiais por lá. Para começar, mostrei minha mesa de luz, que é artesanal e já me acompanha há quatro anos.
Mesas de luz são equipamentos essenciais para quem ilustra, porém, o investimento é bastante salgado: em torno de R$ 500,00 a R$ 700,00, dependendo do tipo que você quer (lâmpada ou LED). Porém, com menos de R$ 100,00 é possível ter algo consistente para trabalhar, usando itens que encontramos em qualquer loja de materiais elétricos/marcenaria. Aperte o play!
Especificações da minha mesa:
- Caixa de MDF branco (ideal para rebater a luz) feita na marcenaria;
- Dimensões: 33cm x 24,5cm x 8,5cm (A4);
- Canaleta para encaixe do vidro: 1cm;
- Vidro fosco (para basculante de banheiro/cozinha) medindo 33cm x 22,7cm;
- Alimentação via carregador e plugue de celular, com fita de LED 12v branca (encontrada no Mercado Livre e instalação feita pelo eletricista).
Sobre a fita de LED, você pode comprar mais de 1 metro e usar para outras coisas na sua casa, pois vale o investimento. E se você manja dos paranauês de marcenaria e elétrica, melhor ainda, mas esse tipo de serviço é bastante simples e não costuma ser caro.
Detalhes da mesa para referência:
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| A última foto foi tirada com todas as luzes apagadas. Percebam que a mesa entrega bastante luminosidade para a cópia do desenho. Papéis utilizados no teste com gramaturas entre 90g e 300g. |
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| Fita de LED apagada/acesa. Você pode optar também por colocá-la em toda a volta da mesa, ou um pedaço de 5cm em cada lado (meu caso). |
Como disse no vídeo, essa foi a minha solução (nossa, na verdade, pois foi presente do namô) para a mesa de luz. Se você conhece outro modo de fazer ou quiser arriscar de um jeito diferente, se joga! Em tempos de crise, toda solução criativa é válida. Espero que tenham curtido o vídeo, perdoem os enquadramentos e a edição tosca, prometo melhorar.
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