Lidiane Dutra
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Dríade


Há anos não me sentia tão prolífica durante o mês de janeiro, seja nos estudos, nas leituras, nas artes finalizadas e também aqui nas postagens do blog. Talvez o clima de insatisfação generalizada com as redes sociais esteja me ajudando a investir mais tempo de qualidade naquilo que gosto de fazer, o que é maravilhoso.

Essa é a primeira aquarela do ano. Eu estava com saudades de aquarelar e também de retomar alguns conceitos aprendidos com a Sabrina, mas que não estava aplicando nas pinturas, como os cinzas óticos. A foto de referência que usei é esta (novamente repito: a intenção nunca é ficar verossimilhante, mas captar pose e movimentos). E o conceito por trás da composição é a figura da dríade: fada da floresta ligada às árvores.



Esse trabalho surgiu mais como um exercício de aquecimento do que para ser uma ilustra finalizada. Eu estava testando poses de mãos, pois representavam minha maior dificuldade no desenho. Então comecei a fazer muitos rascunhos para entender o movimento dessa parte do corpo. E um dos livros que mais me ajudou - e ainda ajuda - é o Anatomy for the Artists, da Sarah Simblet. Ainda quero falar com calma sobre ele e também sobre o Botany for the Artists, da mesma autora. 

Para essa pintura, como eu queria fazer um fundo bem aguado e utilizando cinzas óticos, optei pelo papel Arches grana fina, que é absurdamente maravilhoso para esse tipo de trabalho (e também absurdamente caro, por isso cortei a folha ao meio). Muitas pessoas defendem que o "bom" artista trabalha com qualquer material, independentemente de ser bom ou ruim. Embora essa afirmação até tenha um fundo de verdade, afinal, quem realmente quer desenhar, faz até com graveto na areia, a escolha do material vai impactar em outras esferas. Por exemplo, é muito difícil conseguir uma aguada uniforme com um papel comum, com fibra de celulose. Não é impossível, veja bem, mas você vai ter menos dificuldade se fizer com o papel apropriado, com fibra de algodão. O mesmo vale para as tintas: quanto melhor a qualidade do pigmento, mais vivas serão as cores e melhor será a sobreposição de camadas, e assim por diante.


Voltando à pintura: fiz uma grande aguada ao fundo, utilizando o pincel hake e, na parte de cima, passei cinza ótico feito com ciano e sombra queimada. Já na parte de baixo, é uma mistura de sap green com azul da Prússia. É importante lembrar que a folha precisa estar bem molhada para conseguir esse efeito, e eu só passei a tinta nas extremidades do papel, a água se encarregou de puxá-la para o centro. Nas laterais, fiz pequenos riscos com a tinta, de fora pra dentro, utilizando um pincel fino, para dar unidade e ressaltar a luminosidade do centro. No restante da figura, é aquilo que já venho aplicando a todas as outras, com a diferença que também marquei os valores com cinza ótico. A finalização ficou com os lápis de cor também de costume. Fiz questão de deixar a textura do papel bem evidente, por motivos de: é linda ❤


Materiais utilizados

- Papel para aquarela Arches grain fin 300g, 100% algodão;
- Aquarelas Van Gogh e Cotman W&N;
- Pincéis de pelo sintético Keramik;
- Lápis de cor Polycolor.
*No stories fixo do meu Instagram tem uma sequência de fotos com meus materiais de arte favoritos.


Ninfas das árvores da mitologia grega antiga, as dríades são espíritos femininos lindos e alegres que cuidam dos bosques e das florestas. Se uma pessoa descuidada causar dano às árvores, as dríades a punirão. Esses espíritos sempre jovens vivem ao lado ou dentro das árvores, caso em que são chamadas de hamadríades. Suas vidas são tão ligadas às das árvores onde vivem que, se a árvore morre, a hamadríade morre com ela. Se a árvore perecer nas mãos de um ser humano, os deuses se vingarão. - Do livro Seres Fantásticos, de Bob Hobbs.

Fiquei muito feliz com o resultado, acho que consegui deixar minha professora um pouquinho orgulhosa (quero acreditar nisso) por estar praticando os ensinamentos dela. Lembrando que quem deseja fazer o mesmo curso que fiz com a Sabrina, o módulo I é totalmente online e está sempre disponível. E quem quiser comprar uma bolsa ou uma toalha de praia lindona com essa estampa, é só vistar meu studio na Colab55. Quer encomendar uma ilustra personalizada? Saiba como aqui.

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Portfólio

Rebel Rebel ⚡


Mais uma ilustração que só saiu do papel de maneira satisfatória depois de ganhar um propósito (assim como A Força e a Fera Interior). Mesmo que o rascunho já estivesse bem interessante, faltava aquele algo a mais, que acabou vindo à tona em forma de homenagem ao músico David Bowie (hoje completam-se dois anos de sua morte).

Escolhi fazer o icônico raio que o cantor maquiou em seu rosto para a capa do álbum Aladdin Sane (1973), com fotografia de Brian Duffy. Encontrei uma entrevista muito interessante que o filho de Duffy concedeu à revista Rolling Stone, falando que esta imagem pode ser considerada a Monalisa do pop, e eu concordo. Dá pra ler aqui.

As fotografias de Brian Duffy para Aladdin Sane


Sigo utilizando o papel Bristol para trabalhar com lápis, pois a textura dele facilita bastante esse efeito de cabelo "fio-a-fio". Um papel mais texturizado exige mais do lápis, além de não conseguir captar sutilezas, como linhas finas. O esfuminho também desliza com enorme facilidade. Para o raio, utilizei os lápis de cor SuperSoft da Faber-Castell, que se saíram muito bem. Porém, sempre é bom lembrar que esses lápis são uma linha escolar.  O resultado:

Materiais utilizados

- Papel Canson Bristol;
- Lápis Staedtler Mars Lumograph 4B;
- Lápis de cor SuperSoft Faber-Castell;
- Multiliner Sakura Micron.



Como eu já venho fazendo desde meados do ano passado, a edição da imagem é mínima, com correções automáticas e limpeza de ruído, no final aplico multiply em tudo. 

Essa ilustra já está disponível no meu Studio no Colab55, em várias peças legais. Sugiro sempre o cadastro no mailing da loja, assim dá pra acompanhar as promoções e ofertas exclusivas para assinantes. E para fechar, a música que inspirou o título dessa postagem ⚡


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Dicas

Aberta a temporada de encomendas


As encomendas para 2018 já estão abertas para todos aqueles que desejam ter uma ilustração personalizada, feita por mim e dentro do meu estilo. Resolvi sanar algumas dúvidas nessa postagem, para auxiliar quem deseja saber sobre meu processo de trabalho, formas de pagamento e prazos. Vamos lá?!

Qual é o tipo de ilustração que faço?

Trabalho com técnicas tradicionais de ilustração, como: aquarela, nanquim, lápis de cor, lápis pastel seco, grafite e marcador. A arte é produzida com materiais nobres, digitalizada e tratada (com correção das cores e remoção do fundo, caso necessário). O cliente recebe o arquivo em alta resolução, diretamente em seu e-mail. Também é possível encomendar uma ilustração "física", que será encaminhada pelos Correios (+ frete).

Qual é o meu estilo de ilustração?

Meu estilo é figurativo, inclinado para a fantasia. Se você encomendar um retrato, por exemplo, eu vou capturar as feições da pessoa, porém, não ficará hiperrealista.

O que você pode encomendar?

  • Ilustração em arquivo digital;
  • Ilustração original tamanho A5 e A4;
  • Ilustração para tatuagem;
  • Cabeçalho de blog;
  • Ícones de redes sociais ou categorias para blog;
  • Imagem de rodapé para blog;
  • Botão “subir” para blog;
  • Capa para rede social;
  • Avatar para rede social;
  • Assinatura de e-mail;
  • Banner para loja virtual;
  • Ilustração editorial para capa de livro;
  • Ilustração editorial para miolo de livro;
  • Marcador de página;
  • Criação de personagem;
  • Criação de produtos, logotipos e estamparia.

Onde você pode ver exemplos do meu trabalho?

Você pode consultar a seção Portfólio, que contém uma seleção de postagens com ilustrações e seus processos de criação, e também conferir meu perfil no Behance.

Como é minha sistemática de trabalho?

  • Cada ilustração é feita exclusivamente para o projeto solicitado, acordado previamente com o cliente;
  • Não reproduzo obras de terceiros e não altero meu estilo de traço e/ou imito a maneira como outros profissionais ilustram;
  • Não trabalho com tipografia e webdesign;
  • O atendimento é realizado somente por e-mail, com tempo de resposta de até 24h entre uma mensagem e outra, somente em dias úteis;
  • Não atendo projetos por mensagens nas redes sociais, comentários do blog, celular, dentre outros. Não adiciono clientes em perfis pessoais;
  • O uso das imagens, autoria, divulgação, prazos e alterações de projeto, bem como direitos e deveres das partes, fica registrado no Termo de Prestação de Serviço.

Quais os preços, prazos e formas de pagamento?

Os preços são discutidos exclusivamente por e-mail com cada cliente, pois dependem da complexidade do projeto. Já os prazos de entrega padrão seguem esta ordem:
  • Rascunho: 5 dias úteis após aprovação do pagamento;
  • Esboço final: 5 dias úteis após aprovação do rascunho;
  • lustração: 5 dias úteis após aprovação do esboço final.

O pagamento pode ser efetuado através de depósito bancário (50% na entrada + 50% quando a ilustração ficar pronta), PayPal e PagSeguro (em até 12x, com acréscimos de 5% a 10%).

Gostou? Quer encomendar? Então mande um e-mail para lidiane@lidydutra.com falando um pouco sobre suas ideias, para que eu possa passar o orçamento. E se você tiver um projeto especial, como um livro ou site completo, posso oferecer um desconto total.

E para quem quer uma ilustração minha mas não pode encomendar, pode aproveitar as ofertas e promoções no meu Studio no Colab55:

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Livros Processo criativo

Estudando Brian Froud


Nos dois últimos anos tenho investido nos meus estudos e também na aquisição de bons livros de arte, que me auxiliem não só com a parte técnica, como também a entender o processo criativo de artistas que admiro. Embora muitas coisas estejam ao alcance de um clique, nada substitui a qualidade de um livro impresso, principalmente se ele contém muitas ilustrações. Ainda quero fazer um vídeo mostrando algumas obras do meu acervo.

E no Natal, resolvi me presentear com um dos artbooks do Brian Froud. Para quem não sabe, Froud é o responsável pela concepção de todas as criaturas presentes nos filmes Labirinto: a magia do tempo (1986) e O Cristal Encantado (1982). Já os bonecos foram manufaturados por sua esposa, a artista Wendy Froud. O título escolhido foi Good Faeries, Bad Faeries, e comprei meu exemplar pela Amazon.

Escolhi esse livro porque eu amo fadas e, nos últimos tempos, tenho me sentido muito atraída a estudar mais sobre contos, fábulas, mitologia, todo tipo de história que me leve ao mundo mágico. Acho que isso tem muito a ver com a minha vontade de ilustrar um livro com essa temática, todo em técnicas tradicionais. 

Então, logo que o livro chegou, comecei a fazer alguns sketches baseados nas figuras, cópias para estudo mesmo, para me ajudar a entender o traço e também arriscar em outros tipos de corpos e poses. Postei alguns desses estudos no Instagram:




Dentre esses rascunhos, resolvi pegar um deles, a Vervain Faerie, para fazer um estudo completo, prestando atenção na proporção, nos valores, e tentando me aproximar ao máximo das cores originais com aquarela e lápis de cor. O resultado:
Não mexi muito na imagem para deixar as texturas tanto do papel quanto da tinta e do lápis aparentes. Utilizei uma das amostras de papel Canson Heritage grana fina que a Koralle me enviou algum tempo atrás, com alta gramatura (600g). Já os lápis e aquarelas são os mesmos que utilizo sempre. Nas asas da fada, coloquei um pouco de guache dourado também.

Acho importante ter algumas coisas em mente antes de fazer uma cópia para estudo: a primeira é que não precisa ficar exatamente igual ao original, o objetivo é capturar os elementos marcantes daquela ilustração e tentar compreender como se chega lá. Segundo, você precisa colocar seu cérebro para funcionar e enxergar verdadeiramente o que está fazendo. No caso desse estudo, precisei reproduzir o tom de pele oliva, e consegui através da mistura de sépia com sap green. Por fim, cópia para estudo se restringe a isso: estudar! Portanto, sempre sinalize esse tipo de trabalho, pois é muito deselegante não deixar claro para o público que aquela não é uma criação original. 

Depois dessa experiência, resolvi que vou incluir na minha rotina, nem que seja pelo menos uma vez ao mês, estudos baseados em artistas de que gosto, elegendo uma obra para tentar reproduzir. Também selecionei algumas ilustrações do livro Good Faeries, Bad Faeries para quem não conhece o traço de Brian Froud. Ele é um artista tradicional por excelência, e seu gestual é impecável:




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A força e a fera interior


Seja bem-vindo, 2018! Só posso crer que será um ano excelente, pois já comecei fazendo o que mais amo, ou seja, desenhando. Dediquei o primeiro dia deste novo ciclo a uma ilustração que, como muitas, deixei em rascunho por vários meses, até ter um propósito para ela. Sim, eu preciso contar uma história em cada trabalho e costumo empreender uma pesquisa extensa, dentro dos temas que gosto de abordar (mitologia, feminino, fantasia).

Em março do ano passado eu havia encontrado uma foto de referência da Kate Moss muito interessante, e rascunhei algo a partir dela. Porém, não prossegui com o estudo, pois não conseguia encontrar uma narrativa para aquela imagem. E assim passou 2017, fiz outras coisas, até que, na última semana de dezembro, resolvi resgatar o esboço e tentar algo novo a partir dele. Mas ainda faltava alguma coisa... até que descobri o arcano regente deste ano: a força. Aí tudo fez sentido.


De acordo com a descrição do Tarô Illuminati (deck que tenho e estudo há algum tempo):

"Existe uma lenda que conta a história de um cavaleiro heroico que salvou uma linda donzela que ele amava das garras de uma fera ao matar o animal. Ele triunfou sobre a fera e, portanto, superou sua libido e paixão, a natureza animalesca presente em seu amor e em si. Mas o cavaleiro causou um grande dano a si mesmo e à sua amada. A lenda é erroneamente glorificada. Matar a fera interior, domá-la e aprisioná-la é destruir uma parte de si mesmo. A força não está na espada e no braço, mas na paciência e na bondade: ela vem de dentro. Nem a espada mais cortante nem o braço mais forte podem lhe proporcionar a coragem se você ainda não a possuir. Saiba disso: eu não tenho medo da fera dentro de meu corpo, nem temo seu poder ou seu tamanho. Eu a domei, mas não destruí sua força, pois fazer isso seria destruir a mim mesmo. Eu sou a fera e ela sou eu. Uma fera grandiosa assim nunca deveria ser morta, mas, sim, compreendida e aceita, pois você deve se lembrar de que há não muito tempo nós também éramos animais..."

Depois de ler essa passagem, a figura que eu estava tentando moldar - uma mulher meio guerreira, meio deusa, vestida com penas e pintura de guerra - me levou à uma analogia com a donzela e a fera da lenda. Sobre como precisamos, muitas vezes, domar (e aceitar) nossa fera interior e aprender, através dela, lições que nos tragam coragem e força para enfrentar o mundo. Sobre entender que a luz e a escuridão moram dentro de nós e fazem parte do que somos; não podemos separar esses dois lados, mas lidar com eles até alcançar o equilíbrio (isso soou muito Star Wars, eu sei). 



Agora, falando da ilustração em si: utilizei o papel Bristol, minha última aquisição artística e, para quem gosta de papéis de alta alvura, e com textura satinada, bem lisinha, recomendo muito. Lápis e marcadores se comportam bem neste suporte, porém, não é indicado para tinta, principalmente aquarela. A figura foi feita com os lápis grafite Lyra, que estão competindo pelo meu amor com o Mars Lumograph, e as plumagens com marcador dourado. O resultado:

Materiais utilizados

- Papel Canson Bristol 180g;
- Lápis grafite Lyra 2B, 4B e 6B;
- Marcadores dourados Posca e Pentel;
- Multiliner Sakura 0.1.


Espero que o arcano da força nos traga o entendimento de que precisamos resolver nossos conflitos internos e entender nosso próprio eu, para então conseguirmos ser a mudança que desejamos no mundo. Que traga consigo um ano de espiritualidade (assim como a cor) e de boas vibrações. E, é claro, de muitas artes, estudos e descobertas.

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