Arabesque
A ilustração de hoje é um trabalho comissionado que fiz para a Giovana Consorte, da escola de dança Le Moulin. A ideia era fazer algo fora dos estereótipos, por isso a escolha de uma bailarina plus size. Trabalhei prioritariamente com aquarela e leves toques de marcadores e lápis aquarelável. Vem ver!
Fiz três propostas de esboços e a segunda acabou sendo escolhida, porém, não descarto fazer as outras num futuro próximo, pois gostei de todas. Em seguida, montei uma paleta e deixei as misturas pré-prontas e devidamente testadas num pedaço de papel. Fez MUITA diferença no resultado, e ainda sobrou tinta no godê (novo!) para as próximas ilustras.
Lembram quando falei no tutorial da galáxia sobre aquele momento em que pensamos que tudo vai dar errado? Foi mais ou menos o estágio inicial dessa pintura. Porém, tudo se ajeitou e, em poucos minutos, a galáxia estava lá na folha. Ainda quero falar mais sobre esse medo de errar, que às vezes me perturba.
Materiais utilizados:
- papel Canson Aquarela 300g;
- aquarela em bisnaga Pentel;
- pincéis Arches nº 2 e 6;
- lápis aquarelável Staedtler Karat;
- marcadores Copic e Posca.
Resultado final desta ilustra dançante:
Adorei esse trabalho não só por estar evoluindo (a passos curtos) na aquarela, como também por conseguir unir vários elementos significativos, além da importância de representar uma bailarina gorda e quebrar com um preconceito real que existe no mundo da dança. Agradeço imensamente à Giovana, por acreditar em mim.
Para encomendar a sua ilustração, entre em contato comigo e solicite um orçamento.
Abraços,
Lidiane :-)
Na prancheta #3
Meu final de semana foi de chuva e trabalho. Semana passada fiz uma longa pesquisa a respeito do material que apresentaria para a Oficina de Desenho Antiestresse, que ocorre no dia 20, dentro da programação do Festival Co.Mundo.
A princípio, pensei em elaborar desenhos novos, com a finalidade exclusiva de servirem às atividades da oficina. Porém, fui beber na fonte dos meus arquivos, e acabei resgatando ilustrações que eu gostaria de refazer. Com isso em mente, transformei 12 trabalhos (16 no começo, mas dei uma enxugada) em line art, prontos para colorir.
Utilizei tanto o papel quanto as canetas da Copic (0.5, 0.8 e brush médio), que facilitaram bastante a tarefa de construir as linhas. Estes são só alguns dos desenhos que estarão à disposição dos participantes, pretendo colocar pelo menos um para download aqui no blog, logo depois do evento.
Também fiquei na dúvida sobre a apresentação. Cheguei a escanear todos os desenhos, tratar e colocar dentro de uma moldura, mas não ficou da maneira como gostaria, senti que poderia engessar o ato de colorir, por isso, farei cópias em tamanho real para distribuir.
Abraços,
Lidiane :-)
Minhas inspirações - junho
A partir desse mês quero fazer, logo na primeira semana, um post dedicado aos artistas que têm me inspirado ultimamente. Para não ficar gigante, falarei de três por vez. Espero manter a regularidade. Darei destaque a um trabalho, uma breve biografia, por quê me inspira e links para os sites.
Glenn Arthur: é um artista norte-americano autodidata, que retrata principalmente mulheres em suas pinturas. A dualidade entre bem/mal, amor/ódio, vida/morte é uma constante, o que só torna meu amor por esse artista ainda maior. Acredito que ele, assim como a Sylvia Ji, tem uma facilidade incrível de transitar na linha tênue que separa o belo do bizarro, e isso me encanta. Glenn já recebeu duras críticas por retratar mulheres, mas considero suas obras de extremo bom gosto e fora do arquétipo ultra-sexy que estamos acostumados a ver na obra de outros homens. Só pontos positivos!
Kelly McKernan: a rainha da aquarela com sal! Kelly é norte-americana, graduada em Artes Plásticas, com ênfase em desenho e pintura. O tom onírico e intimista dos seus trabalhos é uma marca registrada, assim como as várias camadas de pintura, que dão a impressão de algo constantemente a ser desvelado pelo espectador. A expressão de suas mulheres é sempre uma incógnita para mim, nunca sei se estão olhando para fora ou para dentro de si.
Wendy Ortiz: também artista autodidata, Wendy é radicada em Los Angeles e produz belos painéis de madeira, com predominância das figuras femininas. Escolhi esta imagem, em especial, para mostrar como ela trabalha o efeito galáxia, que tanto me cativa. A forte presença do onírico e do surreal, assim como nos outros dois artistas já citados, é contraposta pela expressividade das figuras. A carne e a pele parecem tão reais, que dá vontade de tocar. Na minha opinião, Wendy é uma das maiores autoridades em retratos na atualidade, e me lembra mestres como Michelangelo e Caravaggio.
Se você também tem um artista do ♥, deixe aqui nos comentários para que eu possa conhecer. Aproveite para me seguir no Facebook, no Instagram e no Snapchat.
Abraços,
Lidiane :-)
Glenn Arthur: é um artista norte-americano autodidata, que retrata principalmente mulheres em suas pinturas. A dualidade entre bem/mal, amor/ódio, vida/morte é uma constante, o que só torna meu amor por esse artista ainda maior. Acredito que ele, assim como a Sylvia Ji, tem uma facilidade incrível de transitar na linha tênue que separa o belo do bizarro, e isso me encanta. Glenn já recebeu duras críticas por retratar mulheres, mas considero suas obras de extremo bom gosto e fora do arquétipo ultra-sexy que estamos acostumados a ver na obra de outros homens. Só pontos positivos!
Kelly McKernan: a rainha da aquarela com sal! Kelly é norte-americana, graduada em Artes Plásticas, com ênfase em desenho e pintura. O tom onírico e intimista dos seus trabalhos é uma marca registrada, assim como as várias camadas de pintura, que dão a impressão de algo constantemente a ser desvelado pelo espectador. A expressão de suas mulheres é sempre uma incógnita para mim, nunca sei se estão olhando para fora ou para dentro de si.
Wendy Ortiz: também artista autodidata, Wendy é radicada em Los Angeles e produz belos painéis de madeira, com predominância das figuras femininas. Escolhi esta imagem, em especial, para mostrar como ela trabalha o efeito galáxia, que tanto me cativa. A forte presença do onírico e do surreal, assim como nos outros dois artistas já citados, é contraposta pela expressividade das figuras. A carne e a pele parecem tão reais, que dá vontade de tocar. Na minha opinião, Wendy é uma das maiores autoridades em retratos na atualidade, e me lembra mestres como Michelangelo e Caravaggio.
Se você também tem um artista do ♥, deixe aqui nos comentários para que eu possa conhecer. Aproveite para me seguir no Facebook, no Instagram e no Snapchat.
Abraços,
Lidiane :-)
Assinar:
Comentários (Atom)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)









