Minhas inspirações - junho

05/06/15

Andei sumida por ótimos motivos: estou preparando os trabalhos para o Festival Co.Mundo, além de encomendas, projetos e divulgação das lojinhas, afinal, artista não se alimenta de luz. Ainda tem vagas para a Oficina de Desenho Antiestresse, corra até o site da Co.place e garanta a sua vaga. Quem participar da atividade, concorre a um print bem bacana.

A partir desse mês quero fazer, logo na primeira semana, um post dedicado aos artistas que têm me inspirado ultimamente. Para não ficar gigante, falarei de três por vez. Espero manter a regularidade. Darei destaque a um trabalho, uma breve biografia, por quê me inspira e links para os sites.


Glenn Arthur: é um artista norte-americano autodidata, que retrata principalmente mulheres em suas pinturas. A dualidade entre bem/mal, amor/ódio, vida/morte é uma constante, o que só torna meu amor por esse artista ainda maior. Acredito que ele, assim como a Sylvia Ji, tem uma facilidade incrível de transitar na linha tênue que separa o belo do bizarro, e isso me encanta. Glenn já recebeu duras críticas por retratar mulheres, mas considero suas obras de extremo bom gosto e fora do arquétipo ultra-sexy que estamos acostumados a ver na obra de outros homens. Só pontos positivos!


Kelly McKernan: a rainha da aquarela com sal! Kelly é norte-americana, graduada em Artes Plásticas, com ênfase em desenho e pintura. O tom onírico e intimista dos seus trabalhos é uma marca registrada, assim como as várias camadas de pintura, que dão a impressão de algo constantemente a ser desvelado pelo espectador. A expressão de suas mulheres é sempre uma incógnita para mim, nunca sei se estão olhando para fora ou para dentro de si.


Wendy Ortiz: também artista autodidata, Wendy é radicada em Los Angeles e produz belos painéis de madeira, com predominância das figuras femininas. Escolhi esta imagem, em especial, para mostrar como ela trabalha o efeito galáxia, que tanto me cativa. A forte presença do onírico e do surreal, assim como nos outros dois artistas já citados, é contraposta pela expressividade das figuras. A carne e a pele parecem tão reais, que dá vontade de tocar. Na minha opinião, Wendy é uma das maiores autoridades em retratos na atualidade, e me lembra mestres como Michelangelo e Caravaggio.

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Abraços,
Lidiane :-)