Desafio #AGostodoArtista 05
O quinto item do desafio #AGostoDoArtista é "eu gosto dessa banda". Para não acabar novamente em Stone Sour, ilustrei uma música do... Slipknot! :~ A escolhida foi Vermillion, mais precisamente a protagonista do clipe, que tem um visual maravilhoso.
Se você quiser participar da tag, vai lá no Instagram da Dessamore e veja os próximos itens da lista. São 15 dias de desenhos, pra ninguém ficar sem postar. E para acompanhar minhas postagens em primeira mão, me segue no Instagram e Snapchat (lidydutra)
Abraços,
Lidiane :-)
Papéis que costumo usar
Recebo muitas solicitações via e-mail de pessoas que desejam indicações de vários materiais, e um dos mais pedidos é qual o tipo de papel que uso. Só de uns tempos para cá comecei a fazer uma listagem, ao final de cada post de ilustração, com todos os materiais utilizados, por isso hoje vou me deter nos papéis.
Não sou uma expert em papel, aprendi na faculdade e por tentativa e erro nos meus trabalhos. Também aprendo via internet, e se você chegou até aqui, não deixe de ler este post da Juliana Rabelo, que manja muito mais dos paranauês do que eu.
Basicamente, divido meus papeis em: para aquarela, para marcadores, para caneta multiliner, para grafite/lápis e para rascunho/transferência. Quero ibagens!
Para aquarela
Testei poucos papéis para aquarela até agora, porque não era uma técnica que eu dominava (e ainda não domino), por isso sentia medo de investir nesses itens, que geralmente são mais caros. O primeiro que utilizei e ainda utilizo foi o Canson da linha universitária, e o Fabriano (só fui descobrir que era da marca muitos anos depois).
Só esse ano resolvi investir mais, comprando um da linha Britannia da Hahnemühle, que tem uma das texturas mais lindas que já vi, um Arches grain satiné - hot pressed, que me agrada por ser liso e permitir detalhes mais delicados, e o papel que vem com o kit do livro Aquarela: o jeito fácil (recomento esta resenha, também da Ju Rabelo). Qual deles gosto mais? Para efeitos texturados, o da Hahnemühle. Para delicadezas, o Arches. Mas ainda quero testar outras marcas (alô marcas, mandemnudes amostras!!!)
Só esse ano resolvi investir mais, comprando um da linha Britannia da Hahnemühle, que tem uma das texturas mais lindas que já vi, um Arches grain satiné - hot pressed, que me agrada por ser liso e permitir detalhes mais delicados, e o papel que vem com o kit do livro Aquarela: o jeito fácil (recomento esta resenha, também da Ju Rabelo). Qual deles gosto mais? Para efeitos texturados, o da Hahnemühle. Para delicadezas, o Arches. Mas ainda quero testar outras marcas (alô marcas, mandem
Aqui os detalhes dos papéis, vejam que o Arches é quase liso, enquanto o Hahnemühle é bastante rugoso, ele também ressalta as cores da aquarela, deixando tudo com um aspecto mais vibrante. As gramaturas variam entre 180g (kit livro) e 300g (demais papéis).
Para marcadores, caneta e grafite/lápis
Para marcadores, gosto de usar o Canson Marker, que é uma linha técnica, mais liso e fino, porém resistente a marcadores tanto à base de água quanto álcool, além de ser mais barato e de qualidade excelente. Quando comprei minhas primeiras canetas Copic, aproveitei para testar o papel da marca, que só funciona com marcadores à base de álcool, do contrário, enruga e esfarela. Não achei uma aquisição tão boa assim, por ser limitada.
Já para esferográfica e multiliner, gosto do Layout 180g, também da linha técnica da Canson, pois possui boa gramatura, é bem liso e suporta caneta e marcador. Para trabalhos com grafite ou lápis de cor, dou preferência para o papel próprio para desenho, 200g, da linha universitária da Canson, tanto nas cores creme quanto branco.
Para rascunho/transferência & outros
Para marcadores, gosto de usar o Canson Marker, que é uma linha técnica, mais liso e fino, porém resistente a marcadores tanto à base de água quanto álcool, além de ser mais barato e de qualidade excelente. Quando comprei minhas primeiras canetas Copic, aproveitei para testar o papel da marca, que só funciona com marcadores à base de álcool, do contrário, enruga e esfarela. Não achei uma aquisição tão boa assim, por ser limitada.
Já para esferográfica e multiliner, gosto do Layout 180g, também da linha técnica da Canson, pois possui boa gramatura, é bem liso e suporta caneta e marcador. Para trabalhos com grafite ou lápis de cor, dou preferência para o papel próprio para desenho, 200g, da linha universitária da Canson, tanto nas cores creme quanto branco.
Para rascunho/transferência & outros
Para rascunhos, uso esse sketchbook laranja da Canson, com folhas 90g levemente amareladas. Também uso o kraft não só para esboço, mas para arte final. Porém, acho os dessa linha muito finos. E para desenhos descompromissados e testes, uso a linha escolar da Canson mesmo.
Meus sketchbooks possuem vários tipos de papel e espessura, e como servem para estudos não me sinto tão presa a um determinado tipo de folha, só sinto falta de um específico para aquarela e um kraft mais grosso. Na hora de transferir do sketchbook para o papel definitivo, uso o vegetal. Também já usei vários outros tipos de papel, como o vergê, casca de ovo, até mesmo a parte de trás dos blocos, feita em cartão que aguenta absolutamente tudo.
Para quem está começando, recomendo não ir com muita sede ao pote e comprar materiais caros. Invista nas linhas universitárias, que possuem boa qualidade e preço acessível e vá subindo o nível conforme sua segurança aumenta.
Lógico que a qualidade do material que você usa interfere no seu trabalho e até mesmo no valor final do serviço. Porém, se você não pode arcar com os custos desse investimento, certifique-se de que pelo menos o papel:
- seja acid-free (não amarela);
- tenha a gramatura correta para a técnica que você deseja utilizar;
- tenha a textura adequada e não interfira de maneira negativa no trabalho;
- mantenha as propriedades do material que você está utilizando (fixação dos pigmentos, manutenção de efeitos de cor, luz, etc).
Se vocês quiserem um post sobre gramatura ou outra especificidade, deixem um comentário. Também pretendo escrever sobre conservação e finalização com verniz, mas isso é assunto para uma próxima vez. :~
Abraços,
Lidiane :-)
Desafio #AGostoDoArtista 04
O quarto item do desafio #AGostoDoArtista é "eu gosto desse lugar". Só consegui pensar na minha cama (falta um gatinho ali!), e aproveitei para fazer uma homenagem à pintura Quarto em Arles, de Van Gogh.
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Lidiane :-)
Na Prancheta #4
Minha prancheta está cheia de decalques. Como tenho rabiscado bastante nos sketchbooks, é mais fácil transferir para o papel vegetal e usar a mesa de luz para passar ao papel definitivo. Ainda não decidi se as mocinhas virarão aquarelas, ou grafites, ou lápis de cor... são muitas opções.
Geralmente essa é a fase menos feia, mas ainda bastante torta, dos meus trabalhos. E tá tudo bem ficar torto, viu gente? Depois se arruma, com calma.
Abraços,
Lidiane :-)
Desafio #AGostoDoArtista 03
O terceiro item do desafio #AGostoDoArtista é "eu gosto dessa música", e como eu já havia feito essa ilustração para o Ilustra Day de maio, acabei repetindo. É minha interpretação para Through Glass, do Stone Sour.
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Lidiane :-)
Resenha: lápis de cor Polycolor
Promessa é dívida, e estou pagando todas através dos posts do BEDA - e adorando escrever todo o dia e conhecer outros blogs que fazem parte do projeto. E hoje trago a resenha dos lápis Polycolor, que tenho usado ultimamente e chamaram bastante atenção nessa ilustração aqui.
Polycolor é a linha de lápis de cor comum da Koh-I-Noor. Por comum, entenda-se não aquarelável. Segundo a marca, são utilizados óleos especiais na composição das minas dos lápis, porém, não encontrei dados adicionais sobre esses óleos, o que me deixou um pouco preocupada, não pela toxicidade (são atóxicos), mas porque podem ser de procedência animal, o que não é uma atitude ecologicamente correta.
Ainda de acordo com a fabricante, é essa composição que confere traços firmes e precisos, sem necessitar de muitas camadas de cores para conseguir o efeito desejado. São lápis que, conforme a pressão aplicada, servem tanto para cobrir grandes áreas como para fazer pequenos detalhes.
Tenho quatro embalagens temáticas desses lápis, que são: Portrait (Retrato), Landscape (Paisagem), Browns (Marrons) e Greys (Cinzas). Não são as cores convencionais que vemos em estojos comuns, elas têm funções bastante específicas:
Portrait (24 cores): especial para retratos, como o nome sugere. Apesar de quase metade ser de rosinhas, dá pra fazer muitas tonalidades de pele diferentes, principalmente usando os marrons. Recentemente descobri o roxo e estou louca para testar efeitos de cor com o azul e o verde também.
Landscape (24 cores): para paisagens tanto terrestres quanto marinhas, os azuis são belíssimos. Notem que as cores vão se repetindo de uma embalagem para a outra, mas não vejo problema nisso, pois é sempre bom ter alguns lápis na reserva.
Browns e Greys (12 cores cada): para quem gosta de trabalhos monocromáticos, estes são ideais. A caixa com marrons é a que mais repete cores, e uma curiosidade sobre todas as quatro é que não há lápis preto. É possível viver sem ele, minha gente!
Vamos falar de propriedades mais técnicas: a mina é muito macia mas, ainda assim, resistente. Não é necessário apontar o lápis diversas vezes (recomendo os apontadores da Derwent, pois têm o diâmetro maior do que os comuns). Mesmo assim, em climas muito úmidos, a consistência fica um pouco pastosa, por isso é bom ter cuidado.
A mistura entre as cores também é uma das maiores qualidades desses lápis, mesmo os tons mais díspares interagem muito bem. Já testei tanto em papel liso quanto em texturizado, tanto em branco quanto em kraft e aprovei em todos.
Aqui os swatches das cores (clique na imagem para ampliar). As que estão com o pontinho rosa são as repetidas. A foto está sem filtro, tirando os tons mais claros de cinza, dá para perceber que as cores são, em sua maioria, bastante vibrantes.
Pontos positivos
- textura de lápis aquarelável;
- qualidade da mina e da embalagem;
- gama e intensidade das cores;
- cores misturam bem entre si;
- ideal tanto para grandes áreas quanto para detalhes;
- caixas temáticas.
Pontos negativos
- não aquarelam (para quem curte esse efeito);
- preço maior do que as marcas nacionais;
- disponível apenas em lojas que vendem material profissional.
Nota geral
4,5 estrelas para esses lápis, se eu pudesse comprá-los na papelaria da esquina, seria um sonho!
Onde encontrar
É possível encontrar os lápis Polycolor em várias lojas virtuais, recomendo a Koralle e o Submarino (não possuo parceria com nenhuma delas, logo, é só uma indicação). Eles também são vendidos em embalagens com cores convencionais.
Semana que vem trago mais uma resenha, dessa vez sobre papéis!
Abraços,
Lidiane :-)
Desafio #AGostoDoArtista 02
O segundo item do desafio #AGostoDoArtista é "eu gosto dessa comida", e aqui preciso confessar: gosto de muita coisa, mas o amor pela pipoca, principalmente nos últimos tempos, é algo que não consigo nem dizer, apenas sentir.
Quando começo a comer pipoca é mais ou menos assim: "Não vamos colocar meta. Vamos deixar a meta aberta, mas quando atingirmos a meta, vamos dobrar a meta."
Se você quiser participar da tag, vai lá no Instagram da Dessamore e veja os próximos itens da lista. São 15 dias de desenhos, pra ninguém ficar sem postar. E para acompanhar minhas postagens em primeira mão, me segue no Instagram e Snapchat (lidydutra).
Abraços,
Lidiane :-)
Vamos falar sobre cópia?
Nos últimos dias acompanhei um caso no YouTube relacionado à cópia das ilustrações de algumas artistas, incluindo a Jennalee Auclair, que fez um vídeo sobre a questão. Situações que envolvem plágio e uso não autorizado de conteúdo são uma dor de cabeça sem fim. Digo por experiência própria, pois desde que fiz a resenha do giz de cera tons de pele, vários sites têm republicado as minhas imagens sem permissão e sem créditos. É chato e muito desgastante.
Quando as pessoas lucram em cima da cópia fica ainda pior, pois imaginem vocês todo o trabalho que envolve produzir, por exemplo, uma estampa, que você vai colocar na sua loja virtual e, de repente, uma confecção de fundo de quintal pega a sua imagem da internet (que já está em baixa resolução), apaga qualquer sinal de crédito e põe a arte à venda.
Mas será que nós, enquanto sociedade, não encorajamos esse comportamento? Numa época em que curtidas, elogios e SDV transbordam nas nossas time lines, a cópia é o caminho mais fácil para o "sucesso", por se tratar de uma fórmula pré-pronta: você faz o que todos estão fazendo, pega um recorte daqui, outro de lá, e voilà: tem seu público fiel formado. Se alguém acusar de plágio, é só dizer que foi inspiração, apagar e daqui a alguns meses começar tudo de novo.
Da parte legal que envolve direitos autorais, todos nós que produzimos arte e conteúdo estamos bastante cientes. O meu objetivo com este post é pontuar a necessidade de uma sociedade que pare de educar para e pela cópia. E quem fala aqui é a professora, que se recusa a ir pelo caminho mais fácil. Que senta ao lado do aluno e o encoraja a construir seu próprio repertório.
Mas será que nós, enquanto sociedade, não encorajamos esse comportamento? Numa época em que curtidas, elogios e SDV transbordam nas nossas time lines, a cópia é o caminho mais fácil para o "sucesso", por se tratar de uma fórmula pré-pronta: você faz o que todos estão fazendo, pega um recorte daqui, outro de lá, e voilà: tem seu público fiel formado. Se alguém acusar de plágio, é só dizer que foi inspiração, apagar e daqui a alguns meses começar tudo de novo.
Da parte legal que envolve direitos autorais, todos nós que produzimos arte e conteúdo estamos bastante cientes. O meu objetivo com este post é pontuar a necessidade de uma sociedade que pare de educar para e pela cópia. E quem fala aqui é a professora, que se recusa a ir pelo caminho mais fácil. Que senta ao lado do aluno e o encoraja a construir seu próprio repertório.
No livro Formas de Pensar o Desenho, Edith Derdyk dedica um capítulo inteiro para falar sobre imitação e cópia. Embora o público alvo seja professores que trabalham com crianças em idade escolar, acho válido trazer os dois conceitos abordados pela autora, pois eles são a síntese do que aqui vou chamar de educação para o plágio e educação para a construção de repertório:
CÓPIA: "O ensino fundamentado na cópia inibe toda e qualquer manifestação expressiva e original. A criança, autorizada a agir dessa forma, certamente irá repetir fórmulas conhecidas diante de qualquer problema ou situação que exige respostas. Ela, com todo o seu potencial aventureiro, deixa de se arriscar, de se projetar. Seu desenho enfraquece, tal como o seu próprio ser." (p. 107)
CÓPIA: "O ensino fundamentado na cópia inibe toda e qualquer manifestação expressiva e original. A criança, autorizada a agir dessa forma, certamente irá repetir fórmulas conhecidas diante de qualquer problema ou situação que exige respostas. Ela, com todo o seu potencial aventureiro, deixa de se arriscar, de se projetar. Seu desenho enfraquece, tal como o seu próprio ser." (p. 107)
IMITAÇÃO: "A imitação possui significado distinto da cópia. Ela decorre da experiência pessoal, orientada pela seleção natural que a criança efetua dos 'objetos', para então apropriar-se deste ou daquele conteúdo, forma, figura, tema, através da representação. Imitar é a maneira de se apropriar. A capacidade de imitar só é possível quando a criança está apta a reproduzir e simbolizar imagens mentais internas. A imitação representa estas imagens mentais sob forma de linguagem, ampliando o repertório gráfico através da repetição. Esta também faz parte do processo de aquisição do conhecimento. Basta olhar para uma criança aprendendo a andar. A repetição é a incorporação de gestos, de elementos gráficos, de conteúdos que vão se acrescentando ao repertório infantil, por livre-arbítrio. A criança detém o poder de decisão." (p. 110)
Podemos, a partir desses dois trechos, concluir que, para Derdyk, a cópia inibe o desenvolvimento do processo criativo, enquanto a imitação e a repetição são maneiras naturais da criança adquirir conhecimento. Frisei bastante a autora porque euzinha (minha opinião particular) não concordo com o termo imitação, acho que ele é muito limitado (dentro da ampla definição que ela mesma dá) e carrega em si vários estereótipos, difíceis de desconstruir. Como esse livro foi escrito na década de 1990, talvez nem a Edith concorde mais com o termo que usou.
Então qual é o nosso papel, já que estamos na rede? Além de agir em prol dos nossos direitos, podemos também seguir um viés pedagógico e mostrar para os leitores o quanto copiar o trabalho de alguém é prejudicial para ambos os lados.
Sei que tem muita gente cara de pau, que copia para se dar bem mesmo, mas também lidamos com crianças, pré-adolescentes, pessoas em construção, por isso elas precisam ser educadas. Ainda há salvação, sabe? Sempre procuro pensar por esse lado, e o exemplo que dou é muito simples: é mais fácil um anônimo reconhecer que errou e pedir desculpas, do que uma grande rede de fast fashion brasileira que roubou a arte da Ëlodie e até hoje nega.
A seguir, uma lista de coisas que podemos pensar:
Educação para o plágio
- a pessoa não arrisca coisas novas e não testa seus limites;
- falta profundidade no aprendizado;
- é comum pular etapas (por exemplo, não estudar anatomia, ponto de fuga, etc.);
- a pessoa adquire os "vícios" daqueles que copia;
- falta de entendimento global e estrutural: a pessoa não sabe explicar por que tomou determinadas decisões.
Educação para a construção de repertório
- aprendizado a partir da coleta de informações;
- uso contínuo de referência;
- embasamento teórico-prático;
- treino constante;
- aprender com erros e acertos (seus e dos outros).
E nunca é demais dizer que, mesmo se você quiser copiar a ilustração de um artista para estudar, ou para prestar uma homenagem, lembre-se que:
- cópia não pode ser comercializada;
- cópia/inspiração deve ser sinalizada;
- o artista precisa consentir com a publicação;
- todas as obras são protegidas pela Lei de Direitos Autorais.
Atualização em 15/09/2018
Indico a leitura desses textos para complementar o que falei acima:- Nada se cria;
- A cópia como ferramenta de estudo;
- Máquina de xerox barata;
- Influência, inspiração e referência: o que são?
E se gostou desse texto, não esqueça de indicar a autoria e não copiar na íntegra! ;)
Abraços,
Lidiane :-)
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