Pantone divulga as cores oficiais de 2016
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A Pantone divulgou as cores oficiais para 2016 e sim, pela primeira vez, teremos duas cores para representar o próximo ano. Depois do sucesso da Marsala em 2015, a empresa apostou em dois tons pastéis: Rose Quartz (rosa) e Serenity (azul). A justificativa do Pantone Color Institute para essa escolha é muito legal, e tem a ver com diversidade e igualdade de gênero. Dá para ler mais sobre isso aqui.
Apesar da causa e das cores bonitas eu, particularmente, não fiquei impressionada. Esperava mais, de verdade. Achei a paleta um tanto quanto morna. Mas quem me acompanha sabe que a primeira reação que tenho é sempre meio blé.
Desenho rápido que fiz com marcadores Copic, encontrados no kit de seis tons pastéis da linha Ciao. Aproveitei para fazer um levantamento de quais cores aproximadas eu tinha em outros estojos, dos mais diferentes materiais, e encontrei bastante coisa, que mostrarei em outra oportunidade.
Uma artista que já usava e abusava de Rose Quartz e Serenity em suas obras, lá no começo do Século XX era Tarsila do Amaral. Impossível não lembrar de quadros como Manacá e Religião Brasileira:
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| Clique para ampliar. Fonte das obras de Tarsila: aqui |
Minhas inspirações - dezembro
Este mês voltei ao Behance, por isso, resolvi trazer três artistas que conheci por lá e que são referências fantásticas. Começando pela Amanda Mocci (acima, o trabalho Luna), ilustradora canadense especialista em retratos realistas. É muito legal acompanhar seus vídeos de processo, dá pra conhecer um pouquinho dos materiais que ela usa (lápis Mars Lumograph entre os preferidos) e babar bastante.
A Cristina Alonso é uma ilustradora espanhola, com um trabalho bastante focado no mundo fashion. Até hoje não consegui superar esse retrato da Candice Swanepoel, e a perfeição das asas douradas. A Cristina tem, sem dúvidas, um dos portfólios que mais admiro e me inspira. Ela costuma trabalhar com materiais tradicionais e, em seguida, finalizar digitalmente. É um bom exemplo de "casamento feliz" entre as duas técnicas.
Já as ilustras da Gaby Zermeño são totalmente digitais. Essa artista mexicana costuma abusar dos contrastes de cores fortes, principalmente o rosa e laranja, como na imagem acima. Temas tradicionais mexicanos são recorrentes, com as catrinas do Dia dos Mortos. Ela também cria personagens inspirados no universo geek e da cultura popular.
Estamos quase no final de 2015 e ainda tem muita gente que gosta de polemizar entre desenho tradicional e digital mas, ó: tem espaço pra todo mundo! E cada artista é livre para escolher como deseja trabalhar. Acho que esse é um bom pensamento para começar o mês.
Motion Portrait: o app que dá "vida" às ilustrações
Ontem meu Instagram foi invadido por ilustrações animadas das minhas artistas preferidas. A mágica fica por conta de um aplicativo chamado MotionPortrait (tem para baixar gratuitamente nas principais lojas de app). Ele faz uma animação a partir de retratos estáticos. Resolvi fazer uma seleção dos trabalhos que mais curti (foi difícil). Tem até as famosas Catrinas da Sylvia Ji.
Um vídeo publicado por Maria Björnbom Öberg (@bokkei) em
Um vídeo publicado por Happy D. 🍄🌿🌞🎨🐱🍭💫 (@happydartist) em
Um vídeo publicado por Audrey Kawasaki (@audkawa) em
Um vídeo publicado por Edith Lebeau (@edithlebeau) em
É claro que eu também aproveitei o app para dar vida às minhas meninas. Confesso que fiquei emocionada ao ver a Sugar Skull sorrindo e retribuindo o olhar. #mãecoruja
Um vídeo publicado por Lidiane Dutra (@lidydutra) em
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