Lidiane Dutra
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Dicas

Feliz 2016 + calendário para download


Esta é a última postagem do ano e eu não poderia me despedir de 2015 e dos leitores tão queridos, que me acompanharam nessa jornada, sem um presente especial. A princípio eu não faria nada, mas decidi elaborar um calendário bem simples, de uma folha só, para ser impresso e usado na agenda, no caderno de organização ou na parede. 


O formato dele é A4 e traz consigo a ilustração Moon Child. É bem simples mesmo, gente. Apenas uma recordação para levar com vocês em 2016. Para quem for imprimir em casa, sugiro usar papel Canson 120g (como esse da imagem), ou então uma cartolina branca.

Para fazer o download do seu calendário, clique aqui. Quem sabe ano que vem me empolgo e volto a fazer os walllpapers mensais, hein? E quem imprimir, não esquece de me marcar no Instagram ou mandar por inbox no Facebook, vou adorar ver.

Desejo a todxs um excelente final de ano, e que nosso 2016 seja repleto de arte e inspiração. Até janeiro!

Abraços,
Lidiane :-)
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Reflexões

Tag: 15 coisas legais que aconteceram em 2015

Vem comigo! Foto: Antonio Quaresma
A Ana Blue, do blog 9dadesasolta, me marcou na tag 15 coisas legais que aconteceram em 2015, e aproveitei para fazer um comparativo com as metas que estabeleci para minha vida nesse ano. Será que consegui cumprir o que prometi? Será que teve mais coisa boa, mais coisa ruim ou foi 50-50? Vamos descobrir:

1- consumo mais consciente: esse foi o grande mérito de 2015. Eu parei de comprar até o mundo acabar. Desde roupas e sapatos, até livros e materiais artísticos, minhas compras foram bastante controladas (com algumas jacadas de vez em quando), em nada se comparando a anos anteriores. 

2- desapego: junto com o consumo consciente, veio o desapego de tudo aquilo que estava sobrando. Doei livros, lápis, canetas, roupas, sapatos, acessórios. Limpei gavetas e caixas que continham desde maquiagem até sketchbooks nunca usados. Não cheguei a aplicar a Marie Kondo, mas busquei um olhar mais crítico a respeito do que gostaria de guardar na minha vida. 

3- uso do sketchbook: eu tinha um grande problema em deixar esboços inacabados e o sketchbook com aquela cara de "aqui pode errar". Tudo precisava ser perfeito, e isso me fazia mal. Mas consegui reverter essa lógica e transformar meus caderninhos (atualmente 4 em uso) nos lugares onde tudo é permitido: erros, experimentos, proporções esquisitas...


4- desafios: teve BEDA, #agostodoartista e Inktober. Consegui completar todos os desafios e manter minha sanidade mental, razoavelmente, ao final de todos eles. Apesar de ter ficado muito cansada com o último, quero voltar a me desafiar em 2016, porque ajuda a me manter focada.

5- materiais novos: fui a fundo na aquarela, não que tenha me tornado uma expert, mas perdi o medo. Também testei o pastel seco, arrisquei pouca coisa de desenho digital e tive períodos de miscelânea de materiais, contrastando com outros de retorno ao bom e velho grafite.

6- vídeos: reativei o canal no YouTube e estou muito feliz com a receptividade do vídeo sobre a mesa de luz artesanal. Aos poucos, vou me aperfeiçoando, mas já coloquei muita coisa que pretendia há um bom tempo: tem resenha, vlog, speed painting. E aceito sugestões sempre.

7- oficinas e festivais: em junho, participei do Festival CoMundo, onde ministrei uma oficina de desenhos para colorir. Em outubro, a Andréia Pires e eu ministramos o curso Maremundo, voltado ao público infantil. Foram experiências legais e serviram de parâmetro para organizar novos projetos.

Todo mundo dizendo xis! Foto: Andréia Pires
8- presença na rede: reduzi minhas redes sociais, portfólios e lojas pela metade, porque é humanamente impossível estar presente em todos os lugares, ao mesmo tempo, com qualidade. Depois até me arrependi e voltei atrás em alguns, que realmente fizeram falta (como a loja nacional e o Behance). Mas esse detox virtual foi bom para me afastar um pouco do Facebook, que pode ser bem prejudicial à saúde de vez em sempre quando. 

9- site: foi um passo muito importante pra mim, pois significou a profissionalização do meu trabalho, o cartão de visitas virtual que tanto queria. Além de ter sido a primeira vez que fiz uma curadoria entre todas as minhas ilustras, para selecionar o que era relevante.

10- cursos e leituras: fiz alguns cursos de ilustração online, que foram fundamentais em momentos de crise criativa. Além disso, voltei a fazer leituras técnicas, com o intuito de estudar e me atualizar em vários conceitos. Retomei coisas básicas, como anatomia, cor, elementos da imagem, dentre outros.

11- organização: a partir de um planner mensal, consegui me organizar para dar conta de tudo o que precisava fazer. Existem modelos ótimos na internet, é só baixar, imprimir e usar. De preferência, que fique num local visível (no meu caso, numa prancheta acima da mesa). Para quem está procurando um planner para chamar de seu, recomendo o do Flufly, do Não Me Mande Flores e do Primeiro Rabisco.

12- descanso: consegui viajar! E tirei vários feriadões para relaxar, ler um bom livro e descansar bastante. Acho que 2015 foi o ano que mais parei para esvaziar a cabeça, em muito tempo. E foi ótimo.


13- exposição: em abril fiz minha terceira exposição individual, chamada Mulheres, promovida pelo Centro Municipal de Cultura. Foi um mês de trabalho intenso, pois elaborei todo material inédito e exclusivo para a ocasião. A receptividade foi muito boa, além de ter feito contatos com outras pessoas e tornado minha arte conhecida na cidade, pois sinto que fico muito focada na internet e no "mercado externo".

14- participação na imprensa local: por conta da exposição, participei de alguns programas de TV locais, principalmente os da FURG (emissora universitária). Também recebi destaque no suplemento de cultura do Jornal Agora, com direito a matéria de capa e entrevista. Foi muito legal! 

15- me importei menos com a opinião alheia: foi o ano do dane-se. Aprendi isso com a idade, com o feminismo e com a Elizabeth Gilbert. Nós não temos controle sobre a opinião dos outros, e isso não deve nos afetar. Só preciso aprender a dizer mais nãos. Ainda me incomodo com pessoas que não valorizam o trabalho artístico e querem explorar a todo custo, e isso seria facilmente resolvido com uma boa negativa.

Não vou taguear ninguém específico, mas quem quiser aproveitar esse momento para fazer um balanço do que aconteceu no seu ano, fique à vontade, e não esqueça de indicar o link nos comentários, para que eu possa visitar.
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Dicas

Clipes com referências na História da Arte (parte 1)


Faz muito (mas muito mesmo) tempo que eu quero fazer um post assim, mostrando referências da História da Arte em clipes musicais, de vários estilos. Me incomoda o fato da história, de uma maneira geral, ser deixada de lado por alguns profissionais. Não basta ser excelente tecnicamente, é preciso ter conhecimento de mundo. E as coisas estão todas conectadas, basta um olhar mais atento. 

Esse olhar também serve para desconstruir aquela ideia de alta e baixa cultura. A cena pop é carregada de citações, ou easter eggs, se preferir. Composição, cor, ritmo, forma... conceitos levados a sério e bebidos em fontes de até 500 anos atrás por diretores, produtores e compositores. 

Selecionei 12 exemplos de clipes que podem render uma aula fácil, fácil, mas tem muito mais por aí. Vem comigo!

70 million - Hold Your Horses

Esse clipe é um verdadeiro passeio pela história da arte, de forma super divertida e bastante didática. São apresentadas 25 pinturas de grandes mestres, todas encenadas pelos integrantes da banda. Aqui tem uma lista com as obras, mas sugiro tentar descobrir o nome e a autoria de cada uma delas só olhando o vídeo e curtindo o som.

Otherside - Red Hot Chilli Peppers

Eu amo o álbum Californication do RHCP, e a primeira vez que vi o clipe de Otherside nem estava na faculdade ainda, mas já fiquei encantada. Quando descobri as influências, então... minha admiração pela banda aumentou mais. O vídeo traz influências do Expressionismo Alemão, Surrealismo, Cubismo e faz referência direta a artistas como Escher e Man Ray.

Applause - Lady Gaga

Applause é recheado de referências, porém sem ser tão linear quanto 70 million. Vemos a cantora encarnar O Nascimento de Vênus, passando pela Por Art de Andy Warhol, o Surrealismo de Dali e Magritte, além de várias homenagens ao cinema - De Metropolis a Cisne Negro.

Take me Out - Franz Ferdinand 

A banda é fortemente influenciada pela Vanguarda Russa e, neste clipe, podemos ver colagens semelhantes aos cartazes de propaganda russos e ao Dadaísmo. Essa matéria traz vários clipes do FF analisados um a um, com suas respectivas referências.

This Is How We Do - Katy Perry

A cantora recebeu várias acusações de apropriação cultural por causa deste clipe (entenda mais aqui), assim como uma leva de artistas brancos que têm, sistematicamente, se apropriado da cultura negra com o único propósito de vender seus álbuns. Do ponto de vista histórico, o vídeo traz referências diretas à Arte Moderna, à Pop Art e ao cinema, com uma clara alusão aos quadros de Piet Mondrian no figurino de Katy e nos cenários.

Countdown - Beyoncé

Outro clipe que traz Mondrian com referência, desta vez de maneira mais sutil. Todo o vídeo é permeado por ícones da cultura popular e aqui é possível ver uma análise completa de todas as homenagens prestadas por Queen B.

Can't Stop - Red Hot Chilli Peppers

Essa banda não cansa de fazer clipes maravilhosos e com forte pegada artística e, desta vez, a homenagem é ao artista conceitual austríaco Erwin Wurm, baseada na série One Minute Sculptures. O vídeo foi filmado em um armazém abandonado, na Califórnia, ao longo de três dias. Este artigo traz curiosidades e uma entrevista com o diretor (em inglês).

Rude Boy - Rihanna

As divas pop gostam mesmo de uma referência artística em seus trabalhos, e o que chama minha atenção neste vídeo da RiRi é a homenagem ao grafiteiro Keith Haring, além do colorido que lembra muito a arte dos anos 1960-1980, de Andy Warhol a Basquiat. O próximo álbum da cantora também trará um visual artístico poderoso, com capa feita por Roy Nachum e uma poesia escrita em braile.

Tonigh, Tonight - The Smashing Pumpkins

Não dá pra falar em clipes inspirados no cinema sem citar Tonight, Tonigh, uma das homenagens mais lindas a Georges Méliès. A banda usou o filme Viagem à Lua como inspiração, uma das obras cinematográficas mais importantes da história. Dá para ver o original aqui, é muito interessante como a banda foi fiel em sua recriação.

Spit it Out - Slipknot

Esse vídeo não está aqui só porque o Slipknot é uma das minhas bandas favoritas, tá? Em minha defesa, tenho a dizer que Spit it Out traz uma versão (ainda mais) sombria do filme O Iluminado, dirigido por Stanley Kubrick e baseado no livro homônimo de Stephen King. O clipe chegou a ser censurado pela MTV, por causa da violência. Outra curiosidade cinematográfica sobre a banda: no clipe de Snuff, o porteiro do prédio é interpretado pelo ator Malcolm McDowell, o Alex do clássico Laranja Mecânica, também dirigido por Kubrick. 

The Kill - 30 Seconds To Mars

Mais um clipe inspirado em O Iluminado, mas numa versão bem mais suave que a anterior. É legal ver como cada artista reinterpreta, à sua maneira, a obra referenciada. Outros clipes inspirados em clássicos do cinema podem ser conferidos aqui e aqui.


Bedtime Story - Madonna 

A rainha do pop sempre inovou em seus clipes e influenciou toda uma geração de cantoras, abordando temas à frente do seu tempo. Bedtime Story (canção escrita por Björk) chegou a ser exibido em galerias de arte contemporânea e traz referência à várias artistas surrealistas. Sim, mulheres artistas em evidência, inclusive Frida Kahlo, já nos anos 1990. Hoje a cantora pode até dar uns escorregões ao se declarar humanista, e não feminista (aff ¬¬), mas seu legado vai além desses equívocos. Aqui tem uma análise do clipe e das obras que serviram de inspiração.

Se você conhece outros clipes que tenham influências artísticas, deixe o link nos comentários. Quem sabe, montamos uma listagem que possa vir a auxiliar quem está em busca de material para estudo?!
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Projetos

Ilustra Secreta


No final de novembro a Michelli me convidou para um projeto muito amorzinho, chamado Ilustra Secreta, que nada mais é do que um amigo secreto só de ilustradoras. Combinamos de fazer uma arte original, em tamanho A5, para presentear nossa amiga. Participaram 16 meninas lindas e talentosas, e eu acabei tirando a Mary Cagnin, uma das minas que mais admiro, tanto pela arte quanto pelo canal maravilhoso que ela tem no YouTube, cheio de dicas e tutoriais. A ilustração que fiz de presente foi essa daqui:


Materiais utilizados:
- Papel Canson Montval 300g;
- Aquarela Ko-I-Noor;
- Pincel com reservatório Pentel, ponta média;
- Lápis Staedtler Mars Lumograph 4B e esfuminho;
- Multiliner Copic, caneta Posca branca e caneta gel prata.

Esse é o registro da Mary quando recebeu o seu presente, fiquei muito feliz que ela tenha gostado, tanto da ilustra, quanto das outras coisinhas que enviei junto.

amigo secreto que recebi da @lidydutra ❤😍 muito obrigada!! adorei os presentes e a cartinha 😊 é muito gostoso receber uma surpresa de alguém que vc tbm admira x)
Uma foto publicada por Mary Cagnin (@marycagnin) em Dez 21, 2015 às 10:49 PST

Quem me tirou foi a INCRÍVEL Sabrina Eras, umas das minhas maiores ídolas da ilustração, principalmente aquarela. Recebi meus presentes na véspera de Natal, e a data não poderia ser mais especial: além de uma aquarela original, a Sabrina enviou várias coisas maravilhosas, até mesmo os porta-copos das Gordelícias, gente... foi muito amor envolvido:

Presentes que recebi de "ilustra secreta" da @samesjc 😍💖😍, chegaram hoje!!! Obrigada, Sabrina, pelo carinho e cuidado (amei os gatinhos pretos 😻), admiro muito o teu trabalho e, certamente, vou colocar essas lindezas num local bem especial da minha casa! 😘😘😘
Uma foto publicada por Lidiane Dutra (@lidydutra) em Dez 24, 2015 às 8:21 PST

E ainda ganhei um cartão de Natal da Michelli, aumentando a coleção de arte que ainda vou emoldurar e deixar num lugar de destaque no ateliê.

Adorei participar desse amigo secreto diferente e cheio de gurias super legais; nossa ansiedade em acompanhar pelo grupo quem já tinha enviado, quem recebeu, até o momento da revelação. Foi super divertido!
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Dicas

Oficina de Ilustração Amanda Mol


Embalada pelo ritmo do livro Grande Magia, decidi me inscrever em várias oficinas online, pois senti que precisava me distanciar um pouco do trabalho e focar em formação. Desde que concluí o mestrado (talvez em 2016 eu me sinta pronta para falar da dissertação aqui) tenho investido em cursos curtinhos, pois não tenho mais a menor paciência para a academia.

A Oficina de Ilustração Amanda Mol vinha chamando minha atenção desde seu lançamento, pois sou fã do trabalho dessa ilustradora. Ela tem um traço bastante delicado e toda uma poética de criação voltada para o feminino e a natureza. Aproveitei um desconto válido até o início de dezembro e me joguei. 

Apesar do foco não ser o ilustrador profissional, mas sim pessoas interessadas em desenhar, e de eu saber de antemão que não aprenderia uma técnica nova, decidi investir para ter um tempo só pra mim, sem cobranças, nem prazos. Eu queria aprender a dizer não para o que estava me deixando chateada. Terminei a oficina muito feliz em ter conseguido superar essa má fase.


A oficina é dividida em dez videoaulas. A cada semana, são liberados três vídeos para estudo e, na última semana, os quatro finais. Cada um deles vem acompanhado de dicas, imagens para download e ainda uma playlist musical. Tudo isso é acessado através do Painel Criativo, e aqui fica minha impressão técnica a respeito da plataforma: ela é muito intuitiva e não tive problemas com o carregamento dos arquivos. As aulas são disponibilizadas dentro do prazo e os vídeos curtos facilitam a compreensão, sem dispersar.

A Amanda é uma entusiasta dos registros e de manter um cantinho propício à criação. Por isso, nos incentivou a criar painéis no Pinterest. 


Nas aulas seguintes, testamos materiais e trabalhamos com formas e cores. É muito bom voltar a esse tipo de estudo depois de um certo tempo, porque tem coisas que acabam ficando no meio do caminho, ainda mais se nos sentimos pressionados no dia-a-dia. Outra coisa que voltei a fazer, e nem era uma atividade da oficina, foram exercícios de aquecimento da mão antes de desenhar.


Esses foram os primeiros testes que fiz com as aquarelas da Koh-I-Noor, indicadas pela Ana Blue e pela Mary Cagnin. Além de muito baratas (R$ 28, em média, o estojo com 12 cores) a qualidade é excepcional. São tintas altamente pigmentadas, como é possível ver na imagem, e misturam bem entre sim. 


Outro estudo que fiz com essas aquarelas. Apesar de seguir a referência fotográfica, não me importei com a semelhança. Queria mesmo era experimentar um traço mais solto e inventar cores inusitadas, em contraste com a imagem em preto e branco.


Aqui, além de desenhar um tema recorrente nos meus trabalhos - mulheres e galáxias -, ainda escrevi um pequeno texto mostrando porque isso é importante para mim, como apareceu na minha trajetória, o que me faz continuar representando essas figuras. E pessoalmente foi o momento de dizer para mim mesma: esta sou eu, esta é minha arte, e somente eu posso dizer o que devo ou não fazer.


Numa das últimas atividades, extravasei geral e consegui soltar a mão como há muito tempo não conseguia. Fiz uma sucessão de formas que me encantam e exercem força e fascínio, e que estão relacionadas ao universo artístico que construí. Esses desenhos passaram a ter uma importância tão grande na minha vida quanto qualquer ilustração bem acabada e pensada que eu já tenha feito. Foi uma espécie de exorcismo das coisas ruins, e funcionou.

A Amanda ainda fala sobre tratamento de imagem (ótimas dicas de Photoshop) e sobre como nos colocarmos numa posição de sempre inspirar o outro nas redes sociais, através da ilustração em si e também de fragmentos cotidianos que nos auxiliam no processo de criação.

Saí da oficina renovada, e muito feliz por superar uma carga negativa que eu mesma havia colocado sobre meu trabalho. Recomendo essa atividade para todas as pessoas que desejam desenhar, mas acham que não conseguem (consegue, sim!) e para quem já é desenhista, mas anda acanhado com a própria produção.
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