Cartilha sobre violência contra a mulher - 10 anos de Lei Maria da Penha
Este ano tive a oportunidade de ilustrar sobre um tema bastante discutido e de extrema importância para a sociedade: a violência contra a mulher. Já mostrei alguns pedaços aqui e pelas redes sociais, mas agora posso contar todos os detalhes. Trata-se da cartilha Violência contra a mulher: conheça, previna e combata, em alusão aos 10 anos de Lei Maria da Penha. Foi uma encomenda dos sindicatos de educação do município, e me senti grata por ter sido lembrada para este trabalho.
Foi pesado, não vou mentir. Durante o processo de criação, mergulhei na lei, nos relatos, em textos de apoio, e colocar as cinco formas de violência contra a mulher no papel (física, sexual, psicológica, moral e patrimonial) de forma não caricata, respeitando as vítimas, foi desafiador. Utilizei recursos gráficos para que as ilustrações interagissem com o texto-base, como, por exemplo, deixar todas as figuras em grafite e pontuar detalhes com cores. Contrapus a rigidez do grafite com a suavidade da aquarela, para equilibrar a tensão das imagens.
Não vou postar todas as ilustrações no blog, que é acessado por mulheres de todas as idades, pois, por se tratar de violência, pode ser gatilho para muitas que vivenciam situações assim e este, definitivamente, não é meu objetivo. Quem quiser acessar o conteúdo na íntegra, pode ir até meu álbum no Behance.
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| Fonte: CPERS |
Entrevista para o Jornal Agora ❤
2016 foi um ano reservado para estudos, para pisar no freio, para aprender a dizer "sim" e "não" nas horas certas e, com grande surpresa, recebi o convite da jornalista Fê Patzdorf para participar da edição dos dias 10 e 11 de dezembro do caderno Mulher Interativa, do Jornal Agora Rio Grande. E foi com imensa felicidade que peguei em mãos o resultado de uma tarde de muitas conversas e risadas com ela e com o Bruno Zanini Kairalla, que fez as fotos maravilhosas quero todas.
Sou muito grata a tudo que recebo de bom através da minha arte, e me sinto honrada por ser lembrada e incentivada dentro da cidade. Gratidão também a todos que me acompanharam durante o ano e me ajudaram a seguir em frente. Muito amor para vocês! Para ler a reportagem na íntegra, clique aqui ou no link abaixo:
Curso Online de Aquarela com a Sabrina Eras - Módulos III e IV
Nem acredito que o Curso de Aquarela está acabando. Daqui há alguns dias terei a última aula com a Sabrina, depois de praticamente um ano todo de estudo e cinco módulos. Achei que, no máximo, ela faria três módulos conosco e, a cada final/início de período, via pessoas se juntarem, outras saírem, o apego às colegas crescer, os mais variados assuntos surgirem durante as aulas, então já sei que não será fácil encerrar esse ciclo.
Uma coisa que ficou marcada em mim foi a sensação de que as aulas não eram virtuais. Na minha cabeça, era uma aula como qualquer outra, que assistia toda a semana (com exceção dos dias que a internet realmente não colaborou). E, em nenhum momento, senti dificuldade por estar longe, porque sabia que a Sabrina estava ali para orientar, superando todas as dúvidas.
Bom, como eu ainda tenho praticamente todos os exercícios do módulo V para pôr em dia, vou fazer o apanhado do que aconteceu durante os módulos III e IV e que publiquei nas redes sociais. Claro que rolou muito mais coisa, então se você tem interesse em começar 2017 com um pé na aquarela, mande um e-mail para samesjc@gmail.com e informe-se sobre a agenda da Sabrina para o próximo ano.
O módulo III aconteceu num ponto bem crítico do inverno, com períodos muito frios e úmidos, que se transformavam em desafios extras na hora de pintar. Teve muito bichinho e texturas diferentes para explorar: pelos, penas, escamas. Foi uma saída total da minha zona de conforto, porque raramente desenho bichos, principalmente se eles estão dentro de um cenário. Mas é apaixonante pintar passarinhos.
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| À esquerda: estudo em aquarela livremente baseado na obra do artista Dusan Djukaric. |
Em seguida, exploramos mais paisagens, efeitos e texturas diferentes, tanto nas aguadas quanto no papel seco. A Sabrina introduziu o estudo da figura humana e algumas releituras de grandes artistas, como John Singer Sargent. Sempre é bom lembrar que, se você está fazendo um estudo sobre a obra de algum artista (vivo ou morto) é importante indicar isso, principalmente se deseja compartilhar nas redes sociais. E se o artista for vivo, melhor ainda pedir autorização. Tenho percebido que muitas ilustradoras que sigo já deixam claro na bio do Instagram que não permitem cópia para estudo, nem repost de seus trabalhos, então nunca é demais prestar atenção nisso.
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| Releitura da obra de John Singer Sargent. |
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| Releitura de Eugene de Blaas. |
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| À direita: releitura de uma pintura de John William Waterhouse. |
Quer ver o que produzi durantes os módulos I e II? É só clicar aqui. Para quem vai participar da Comic Con Experience, de 1 a 4 de dezembro, a Sabrina estará no Artists' Alley, mesa A26, com vários trabalhos inspirados na cultura pop, além de commissions que podem ser retiradas diretamente com ela, nos dias do evento.
Projeto Ilustra: Seres Noturnos 🌙
O Projeto Ilustra foi criado no início do ano pela Ana Blue e, agora, tem sua continuidade através da Kris Efe. O tema de novembro é seres noturnos, e eu escolhi fazer um súcubo bem Barbiezinha, pois, como já diria o príncipe Lestat, evil is a point of view. 😈 Súcubo (ou succubus) é um demônio com aparência feminina, que invade os sonhos dos homens para sugar sua energia vital através do sexo. A versão masculina é o íncubo (ou incubus).
Não tem muito o que falar sobre o processo pois estou naquela vibe de sentar e fazer. Mas consegui tirar umas fotos logo no comecinho. Fiquei com a sensação de que os rascunhos estão mais legais que o resultado final (quem nunca?). Usei como referência a foto de uma mulher deitada, com os cabelos espalhados, mas ficou estranho quando passei para o papel, por isso optei por deixá-los mais esvoaçantes, como se tivesse batido uma leve brisa.
Materiais utilizados
- Papel Copic n. 6;
- Marcador Permanente Faber-Castell e Copic;
- Caneta Posca dourada;
- Lápis Staedtler Mars Lumograph 2B.
Curti tanto essa ilustra que estou pensando em colocá-la como header do blog (caso já esteja enquanto você lê isso, é porque me decidi), só que está difícil substituir o atual, parece que aquela ilustra nasceu para estar lá. Também vou disponibilizá-la na lojinha. E para ver este e outros trabalhos, é só me seguir no Instagram, Facebook ou Tumblr.
Veja todos os meus trabalhos profissionais no Behance.
Veja todos os meus trabalhos profissionais no Behance.
Riri - colorização de pele negra com marcadores
Quem me acompanha já deve ter visto essa ilustração pelas redes sociais, mas hoje quero falar dela em detalhes e contar um pouco da minha jornada de colorização da pele negra, utilizando os marcadores da Copic e da Sinoart. Antes de mais nada, já aviso que não vou fazer uma resenha desses materiais, pelo menos por enquanto. O foco aqui é o desafio de continuar colocando em prática tudo o que venho aprendendo.
Nas últimas aulas da Oficina de Aquarela, a Sabrina tem trabalhado conosco o processo de colorização de pele, e do equívoco em usar somente tons de marrom na pele negra. Existe uma variedade de cores que podem acrescentar veracidade à pintura, que vão do azul ao vermelho, e foi isso que busquei aqui. Também peguei referências no livro O Uso das Cores, da Cris Peter, que já comentei no último post, e pretendo falar com detalhes mais adiante.
O primeiro passo foi observar a minha referência, sempre seguindo a linha de fugir da cópia fotográfica. O intuito era prestar atenção e treinar o olhar para o tom da pele, que tinha uma base quente em roxo e vermelho. A partir daí, separei os marcadores que poderiam me auxiliar a encontrar os tons e subtons certos.
Sobre a "cor de pele"...
É bem comum encontrar kits de materiais skin tones, desde marcadores, gizes, lápis de cor, aquarelas, mas a questão sempre é bem mais complexa do que reunir um conjunto de beges e rosados, pelo fato de que uma única cor de pele padrão não existe. Vivemos num país extremamente diverso, e insistir em chamar de pele um rosa apagado é bastante limitador e nada inclusivo.
O conjunto tons de pele da Copic Ciao contém dois tons de marrom, um aberto e quente, outro mais frio, mas ainda predominam os beges, que quando misturados com outras cores, propiciam certo realismo. Já o estojo da Sinoart é bem complicado. As cores são muito clarinhas e nada realistas. O tom mais escuro é um ocre que, aqui na minha ilustra, está na parte mais iluminada da pele. Se eu fosse quantificar qual deles tem a melhor variedade, diria que é o da Copic. Mas ainda assim é bastante limitado, e acabei lançando mão de outras canetas avulsas e do kit Ex-1 da Copic Sketch, que é cheio de vermelhos e bordôs, para chegar ao resultado pretendido.
Também acho válido dizer que essas canetas, geralmente, são importadas e criadas para um contexto artístico e cultural diferente, mas acabam se popularizando mundo afora. A própria Copic é uma marca amplamente usada por mangakás, muitos de seus materiais são pensados para este público, o que torna o debate sobre diversidade ainda mais importante.
A base da pele foi feita com um tom de lilás e, por cima, cobri com ocre. No contorno do rosto, escureci com o marrom quente, assim como no nariz, arco do cupido, abaixo dos lábios e nas têmporas. Em seguida, reforcei esses lugares com o marrom mais fechado. Em outra época, pararia aí, mas agora vejo que faltaria finalização. Então, reforcei as sombras com lilás novamente e, com bordô, finalizei os contornos. Para deixar as maçãs do rosto coradas, usei vermelho escuro. O mesmo foi feito no pescoço e braços, que levam muito vermelho na base. Como não queria que o restante da figura brigasse com a pele, optei por deixar os cabelos sem aqueles detalhes de fio-a-fio, que costumo fazer, e usar tons pastéis delicados na roupa. O fundo foi colorido digitalmente.
Materiais utilizados
- Papel Copic n. 6;
- Marcadores Copic e Sinoart;
- Marcadores Faber-Castell e Posca;
- Multiliner Copic.
Sei que muita gente sente falta de acompanhar o processo passo a passo, com fotos desde a concepção do desenho, mas esses registros têm sido cada vez mais difíceis. Me concentro tanto no que estou fazendo, que esqueço de fotografar. Às vezes lembro de tirar algumas fotos, que posto no Stories do Instagram. Essa ilustra foi uma mistura não intencional de Rihanna com Riri Williams e está disponível na minha loja. Além do Insta, dá para me acompanhar no Facebook e Tumblr também. ☺
Veja todos os meus trabalhos profissionais no Behance.
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Voltando a desenhar para mim ❤
Como é bom voltar aqui com algo que eu quero muito compartilhar! Voltei a desenhar para mim, sem pressão, sem prazos e tentando aplicar os conhecimentos adquiridos ao longo do ano e adequá-los ao meu estilo. ❤ Se estou feliz? Sim, bastante. É meu melhor trabalho? Não, não é, e eu sei disso. Mas o importante é que me senti tão leve ao fazê-lo, que só isso bastou para me deixar feliz.
Já fazia um bom tempo que eu queria uma capa personalizada para as redes sociais. Nunca havia parado para fazer algo exclusivo para este fim, sempre era um trabalho ou foto que eu batia o olho e dizia "hmm, isso serve para capa". Então, num dia, apenas pensei: Por que não? Vamos ver no que dá. Cortei um pedaço de papel já nas dimensões que me ajudariam na aplicação, sentei e fiz.
Não havia um conceito propriamente dito pois, como mencionado acima, eu só queria me divertir e criar uma capa para redes sociais. Busquei uma foto de referência dessa pose que tanto amo desenhar, e achei que seria legal brincar com a ideia de um "mar de cabelos", que preenchesse praticamente todo o espaço do papel.
Nos últimos tempos, tenho aplicado quase tudo o que estudo em aquarela com outros materiais. Aqui, foram os marcadores. Trouxe algumas coisas aprendidas com a Sabrina, tais como: misturar azul e dioxazine para fazer os tons de pele (não deixar bege/marrom chapado) e dar mais atenção ao contraste por valor. Dos estudos de anatomia, algumas coisas quanto à proporção dos olhos e posicionamento dos elementos do rosto (embora essa orelha tenha ficado tirríver) e, por fim, após a leitura de O Uso das Cores, livro da Cris Peter que virou minha nova bíblia, procurei reduzir a paleta e pesar menos a mão no preto e na edição da imagem (com dicas da Sabrina também).
É aquilo que falei: não é meu melhor trabalho, mas já coloquei um tanto de coisa aprendida, tentando equilibrar com meu estilo próprio. Teve gente que achou o traço mais cartunesco, mas é só impressão, mesmo. A base do que uso sempre está toda aí: cílios enooormes, expressão facial, cabelos e outros cacarecos que eu coloco sempre, sempre e sempre.
Materiais utilizados
- papel para marcadores Copic n. 6;
- Marcadores Copic e Sinoart na figura;
- Marcadores Posca e Bic para os detalhes;
- Multiliner Copic no contorno.
❤ Um recado para quem está precisando de apoio emocional durante o processo criativo: seja compreensivo consigo mesmo. Tudo tem seu tempo, às vezes estudamos por um longo período e não conseguimos chegar a um resultado satisfatório logo de cara; às vezes parece que nosso conhecimento retrocedeu; às vezes parece que perdemos o foco, ou que focamos tanto no resultado que perdemos o processo. Tenha calma, respire fundo, afaste-se do problema e tente ver o todo. Você não precisa fazer o melhor trabalho do mundo, apenas o melhor que pode dar naquele momento. E, quando conseguir olhar em retrospecto, saberá que houve sim crescimento: material (sua técnica, seu estilo, o uso dos materiais) ou pessoal (suas atitudes, os pensamentos que cultiva, como encara as adversidades). Ok?
Promoções de final de ano no meu studio
A época de presentear a si mesmo e às pessoas queridas se aproxima e, nas próximas semanas, meu studio no Colab55 estará com uma série de promoções e descontos progressivos em todos os produtos. São itens de vestuário, papelaria e decoração, para quem gosta das minhas meninas e deseja levar uma arte exclusiva para casa, além de ajudar uma artista independente.
Para quem não sabe como funciona o Colab55, vou explicar: é uma plataforma virtual que auxilia criativos a oferecerem produtos diversificados com suas artes, responsabilizando-se pelo espaço, produção, pagamento e entrega ao consumidor final. O artista ganha uma comissão pelo seu trabalho, além de poder acompanhar as estatísticas do studio (vendas, artes mais amadas, mais visualizadas, dentre outros). É um site seguro e confiável, que estimula uma cadeia de produção mais colaborativa e sustentável, envolvendo pequenas empresas nacionais. #compredequemfaz
Uma das novidades que tem feito bastante sucesso é a agenda diária para 2017, a partir de R$55, veja só o que ela contém (acima, agenda com a arte Sereia e elástico na cor turquesa):
- espaço para dados pessoais;
- calendários 2017/2018 com feriados;
- calendário lunar 2017;
- 1 dia por página, exceto sábado/domingo;
- várias páginas para anotações;
- planejador anual;
- índice telefônico;
- miolo sem decoração;
- formato 10x15cm, capa dura, com elástico e fitilho, encadernada pela Libretto.
Além dela, também estão disponíveis planners permanentes, nos formatos mensal e semanal, ideais para professores, blogueiros, freelancers e profissionais que precisam organizar sua semana ou mês com antecedência. Veja todos os modelos disponíveis aqui.
E até o próximo domingo, dia 13 de novembro, o frete é grátis para a compra de quaisquer dois produtos. CLIQUE AQUI E VEJA. Dá pra fazer dobradinha com sua arte favorita! As formas de pagamento são boleto bancário ou cartão de crédito, e o envio é padrão via PAC (ou e-Sedex, nas cidades atendidas por esta modalidade). Se você comprar uma das minhas artes, ficarei muito feliz e agradecida. Pode ter certeza de que está ajudando não só a mim, como a uma série de outros produtores independentes, e consumindo de maneira consciente. E se quiser me mandar foto da sua compra, vou adorar ver. Pode me marcar no Facebook, no Instagram ou no Twitter.
Inktober 2016 | Semana 04
E chegou ao fim o Inktober 2016! Ao contrário do ano passado, quando terminei exausta e sem saber para onde correr, meu nível de organização permitiu uma semana de folga, e só me preocupei em postar os desenhos nos horários estabelecidos. Muitos fatores foram determinantes para que eu conseguisse chegar até o final: dedicação ao desafio (deixei outras coisas de lado para poder desenhar); não me apegar a um tema (só busquei imagens de referência); fazer o que era possível, e não o que eu idealizava como perfeito; escolher prioridades; desenhar por prazer, e não por cobrança.
Como uma pessoa que se cobra o tempo inteiro, tenho aprendido, nos últimos meses, que só é possível fazer as coisas que estão ao meu alcance, uma de cada vez. Acredito que o Inktober sinalizou isso muito bem. Aprendi a ter um foco muito mais seletivo e entender, de uma vez por todas, que os outros e seus erros ou acertos não podem ser meus parâmetros. Quem me acompanha sabe que essa é minha eterna batalha, e que vitórias assim contam muito. Mas chega de conversa, vamos aos desenhos dos dias 23 a 31 de outubro:
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| 23/10 |
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| 24/10 |
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| 25/10 |
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| 26/10 |
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| 27/10 |
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| 28/10 |
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| 29/10 |
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| 30/10 |
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| 31/10 |
Nos últimos dias mudei o cenário das fotos, e pude mostrar um pouco das minhas cartas de tarô. Esse deck chama-se Tarô Illuminati, possui 78 cartas divididas entre arcanos maiores, arcanos menores e cartas de corte, e acompanha um livro que ensina a jogar. Encontrei facilmente numa livraria física, pela internet é possível ver detalhes em vários sites.
Para recapitular o que produzi nas semanas anteriores, basta clicar aqui, aqui e aqui. Gostaria de agradecer a todos que deixaram comentários e mensagens de apoio durante esse mês, significou muito para mim e ajudou de várias maneiras a me dar forças para continuar.
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