Retratinho

Por - 29.4.18


A ilustra de hoje é especial porque finalmente fiz as pazes com meu scanner novo, entendi sua sistemática e como melhorar a imagem (graças à dicona do Mateus Cena, obrigada!) e também por ter conseguido um resultado satisfatório com os lápis SuperSoft da Faber-Castell. Minhas primeiras experiências com eles foram mais ou menos, mas agora, no papel Bristol, eu vi que dá pra fazer algo bem bacana.

Estou tentando desenhar tanto quanto posso, na maioria das vezes são estudos e rascunhos semanais, mas a finalização tem demorado um pouco mais, pois preciso do famigerado tempo, que anda escasso. São aulas para planejar, ministrar, e meu emprego antigo, que retomarei pós-feriadão. Enfim, a vida está se ajustando beeeem aos poucos, e estou tentando lidar com a ansiedade junto.

Uma notícia boa é que vai ter Mermay, assim como ano passado! Vou fazer uma ilustra por semana, totalizando quatro trabalhos, que serão postados às segundas-feiras. Para esse ano, pretendo utilizar aquarela, e já aproveitar para testar as bisnagas da marca italiana Maimeri, que adquiri após ver boas reviews. Reveja minha participação no projeto aqui.

Não fiz muitas imagens do processo desse retratinho, só o que coloquei no Instagram, mesmo. Tentei focar em finalizar no menor tempo possível. Como já disse acima, trabalhei com papel Bristol, que é ultra acetinado e branco, muito bom para marcadores e para lápis de cor. Fiz todo o processo da pele com os lápis da Faber, do mesmo jeito que uso aquarela, e o cabelo e a roupa foram finalizados com marcadores. O resultado:

Materiais utilizados

- Papel Canson Bristol;
- Lápis grafite Lyra 2B;
- Lápis de cor SuperSoft Faber-Castell;
- Multilinner e marcadores Copic;
- Spray fixador para segurar o trabalho e ajustes no Photoshop.


Achei o lápis bastante confortável para trabalhar com este tipo de papel, e como já havia reforçado anteriormente, a paleta de cores é neutra e muito bonita, nunca tinha visto algo assim se tratando de material escolar. Vi que a Faber lançou o estojo com 36 (ou 48) cores, mas não faço questão de comprar pois, apesar de ser um bom lápis, ainda assim não é profissional, e a relação custo/benefício acaba não compensando.

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2 Comentários

  1. Lidy, a ilustra ficou show!

    Fico feliz por ter ajudado de alguma forma, principalmente se contribui de forma positiva para seu trabalho.

    Não faço testes de materiais há um bom tempo, desde que desisti de fazer esse tipo de postagem. Quando vi falando sobre esses lápis, fiquei excitadíssimo. A possibilidade de testar um lápis de cera realmente macio, é esperada há um bom tempo, sem contar que eles enchem os olhos. Infelizmente, essa vontade continuará assim até que eu possa comprar uma caixa da Prismacolor.

    Depois de comprar uma caixa escolar da Faber e ter uma experiência extremamente frustante, estou arisco quanto a materiais escolares. Sem contar que uma bloggeira me disse que a mina do lápis é macia, mas nem tanto. Então desisti de vez de adquirir o material.

    Fico feliz que esteja gostando desses lápis, ultimamente, os desenhos que faço são apenas estudos e os testes são apenas para aprofundar meus conhecimentos dos materiais que já tenho, os profissionais. Os escolares estão esperando para serem doados e exceto um ou outro, não são utilizados mais.

    Enfim, é isso aí. Continue assim e se precisar, é só chamar.

    Abração!

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    Respostas
    1. Oi Mateus, sua dica me ajudou demais, consegui me entender com o scanner e agora já sei como melhorar a imagem. Valeu!

      Se eu fosse você, guardaria dinheiro para o Prismacolor. Por mais que esse lápis seja macio e tenha cores legais, ainda assim é um material escolar (só que bonito e acima da média), então o custo benefício não compensa. Só insisto nos meus porque é para trabalhos pessoais e porque ganhei a caixa, senão teria me arrependido de investir grana neles.

      E sempre recomendo a linha Polycolor, da Koh-I-Noor, por ser uma intermediária de ótima qualidade, com estojos direcionados para aquilo que gostamos mais de trabalhar (retrato, paisagem, cinzas...). Material artístico, no Brasil, ainda é um suplício.

      Abração!

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