Lidiane Dutra
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Portfólio Projetos

#ilustraday abril: unicórnio


O ilustra day é um projeto criado pela Camila Rech no qual, todo mês, os participantes escolhem, através de votação, a temática a ser ilustrada. O tema de abril é unicórnio e eu resolvi sair da minha zona de conforto, que é representar mulheres, e ilustrar um homem. 

Meu unicórnio não é um cavalo, mas um rapaz com um lindo chifre lilás e coroa de flores. Lembra bastante a figura do próprio fauno (ou sátiro, se preferir) que eu tanto gosto de usar com as minhas meninas. Algumas imagens do processo - e já aviso que não tenho fotografado tantas etapas para não me desconcentrar:


Gostei bastante do resultado do rosto e cabelos, porque consegui atingir o mesmo ar despojado do ilustraday passado. Pensei que tão cedo não tornaria a me sentir satisfeita com um trabalho, talvez todos os estudos que tenho realizado estão dando resultado.

Materiais utilizados

- papel Canson Montval 300g;
- aquarelas da Sennelier e da Cotman;
- lápis Staedtler Mars Lumograph 4B;
- pincel pelo sintético número 4.


Quem quiser participar, ainda dá tempo! O tema fica ao ar até o dia 14 de maio e você pode mandar sua ilustração através da página do ilustra day no Facebook (via inbox).

E de hoje até o dia 1/5 a minha loja no Colab55 está em promoção: na compra casada de duas canecas ou dois pôsters o frete é grátis para todo o Brasil! 
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Materiais

Resenha: fita crepe azul


Muitas pessoas têm dificuldades em utilizar a fita crepe comum para fixar seus trabalhos na hora da pintura. Algumas técnicas ajudam a tirar um pouco de cola, impedindo que o papel rasgue ao puxar. Passar a fita numa superfície áspera, várias vezes, é uma alternativa. 

Porém, o que pouca gente sabe, é que existe um tipo de fita crepe específico para trabalhos artísticos, manuais e reformas: é a maravilhosa fita azul! Quem acompanha canais artísticos gringos e programas de makeover do TLC sabe do que estou falando.

A fita crepe azul é especial para pintura e não deixa a tinta ou excesso de água vazar para a área protegida.
A fita crepe azul, de acordo com esta fabricante é especial, cujo tempo de aplicação pode prolongar-se por até 14 dias sem deixar colas ou resíduos. Aplicável em alumínio, madeira, tinta, látex, plásticos, vidros e outras superfícies. Mais resistente ao rasgamento, solventes, sol, chuva. Pode ser aplicada em ambientes internos e externos.

Na prática, a azulzinha além de ser fácil de colar e descolar, não rasga o papel. Caso ele seja muito sensível, as marcas deixadas são bem menos evidentes. Ela também não vaza água e tinta para a borda que está colada. Eu, por exemplo, gosto de deixar essa margem como uma espécie de moldura e, quando a tinta passa, preciso cortar ou maquiar com caneta branca. É bem chato.

O papel da imagem é para aquarela, 185g e, geralmente, rasga. Repare que, apesar de retirar um pouco de fibra, a fita azul não danifica a folha, e também não deixa resquício de vazamento.
Estado do papel após retirada total da fita azul.
O preço médio desse produto é de R$ 13, e pode ser encontrada em ferragens e lojas de material artístico e de construção. Apesar de ser muito mais cara que uma fita crepe comum, recomendo o seu uso por não machucar tanto o papel, principalmente o de aquarela, e também por ser larga o suficiente para cortar ao meio e economizar na aplicação. Dependendo do caso, você também pode reutilizá-la várias vezes, basta deixar colada na prancheta ou em qualquer superfície lisa.

*Este post não foi patrocinado por loja ou empresa.
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Dicas

Clipes com referências na história da arte (parte 2)


Após a primeira edição comentadíssima (veja aqui), trago mais uma seleção de clipes com referências na história da arte, misturando de Thalía a Queen - porque sim!

Gostaria de esclarecer algumas coisas que, talvez, não tenham ficado claras no post anterior: em primeiro lugar, eu não tenho uma lista pré-pronta de vídeos, isso aqui é resultado de uma boa pesquisa empírica no YouTube, movida pela mais pura curiosidade, e quando eu tenho tempo. Em segundo lugar, não é minha intenção elaborar um estudo detalhado e crítico da influência de determinadas escolas na cultura pop atual. O propósito é fazer com que as pessoas se liguem que a arte está em tudo, e que não tem ninguém inventando a roda hoje em dia: por trás de uma performance "inovadora" tem muita pesquisa de referência.

Chega de conversa e vamos aos vídeos, que é o que interessa!


Piel Morena, Thalía: esse clipe ficou de fora da primeira seleção por puro descuido. Na época de laçamento, muita gente não entendeu por que Thalía apareceu com um sutiã feito de torneiras e um aquário na cabeça, mas existe uma forte influência surrealista no vídeo, desde o figurino até o enquadramento de câmera. Diva latina!


I'm Going Slightly Mad, Queen: último trabalho da banda com Freddie Mercury nos vocais. É mais um clipe com influência surrealista, colocando os integrantes em várias situações absurdas. Freddie usou muita maquiagem e todo o vídeo foi gravado em preto e branco, a fim de amenizar sua aparência, extremamente fragilizada, devido a doença.


Bang, Anitta: não ouvir um artista não significa deixar de reconhecer a qualidade de um trabalho, e este clipe é super bem produzido. Fica bem evidente o uso de elementos da pop art para criar este efeito de história em quadrinhos.

Shots, Imagine Dragons: já é possível escrever um tratado sobre bandas que utilizam o Surrealismo como matéria prima para os seus clipes. Aqui, o Imagine Dragons interage num cenário produzido com obras do Tim Cantor, que também foi responsável pela arte do álbum Smoke+Mirrors.


Now, Paramore: quando a inspiração não é literal, a mensagem fica ainda mais interessante. Segundo a vocalista da banda, Hayley Williams, toda a estética foi baseada na obra de Banksy que, para quem não sabe, é um artista de rua anônimo, cujas obras têm forte teor político. O ponto de partida foi o icônico Rage, Flower Thrower.

Hotline Bling, Drake: o próprio rapper declarou que a estética do clipe foi baseada na obra do norte-americano James Turrell. O artista foi a público esclarecer que, apesar da "homenagem", não esteve envolvido na produção do vídeo, o que gerou aquela torta de climão que as celebridades tanto amam comer, não é mesmo?

The Masterplan, Oasis: eu não conhecia esse clipe, talvez por não ser grande entusiasta das declarações dos irmãos Gallagher. Além de ser visualmente bonito e bem construído, todos os cenários foram produzidos a partir das pinturas de L. S. Lowry.

Quem ficou curioso e está a fim de buscar mais vídeos legais, com referências artísticas ou simplesmente com um apelo visual diferente, o site Tutoriart fez uma lista com 25 vídeos super criativos, que merecem sua visita e joinha.

E quem souber de mais clipes interessantes e com algum tipo de referência artística, deixe nos comentários para que todos possam conhecer e aprender um pouco mais.
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