Marsala, a cor de 2015
Sempre que chega essa época, a Pantone divulga a cor referência para o próximo ano. Para 2015, a escolhida foi Marsala (18-1438), em homenagem ao vinho e à cidade que produz a bebida.
É um tom de vermelho/marrom/vinho/telha que, num primeiro momento, não curti, embora tenha utilizado tons muito parecidos nos meus últimos trabalhos (desde Fauno a cor aparece numa coisinha ou outra). Até esse tom marronzinho do blog lembra a cor! #chocada
Ainda segundo a marca, Marsala é uma cor que combina com muitos tons de pele, é sensual, sutil e incentiva a criatividade e a experimentação.
Bora usar Marsala nas produções!
É um tom de vermelho/marrom/vinho/telha que, num primeiro momento, não curti, embora tenha utilizado tons muito parecidos nos meus últimos trabalhos (desde Fauno a cor aparece numa coisinha ou outra). Até esse tom marronzinho do blog lembra a cor! #chocada
Ainda segundo a marca, Marsala é uma cor que combina com muitos tons de pele, é sensual, sutil e incentiva a criatividade e a experimentação.
Bora usar Marsala nas produções!
Abraços,
Lidiane :-)
#ilustraday dezembro: Natal!
O tema de dezembro do ilustraday não podia ser outro, afinal já é Natal, o ano está acabando e chegou a hora de escrever a cartinha para o bom velhinho, pedindo uma Caloi. Como eu ando hiperbólica ultimamente, fiz a versão feminina do Rudolf, a famosa rena do nariz vermelho. Aproveitei para testar as Copics e o kit de giz de cera tons de pele (que falarei mais adiante).
Realmente as canetas Copic são tudo de bom que falam, comprei o kit Ex-1 (sketch) e achei a textura e mistura de cores excelente, usei nos cabelos da figura. O ideal é trabalhar com um papel bem liso, sugiro os da Canson Marker e Layout 180g, que são apropriados para canetinhas e não são tão caros. O resultado final ficou assim:
Alguns detalhes:
Materiais utilizados:
- canetas Copic nos cabelos e flores;
- caneta nanquim Staedtler 0.6;
- giz de cera Pintkor tons de pele;
- Posca dourada;
- papel Canson Layout 180g.
O Ilustraday é um projeto aberto a quem quiser participar, basta pedir para ser adicionado ao grupo no Facebook, todo dia15 um tema diferente é liberado.
Abraços,
Lidiane ;-)
Diaba #2
Só para registrar a mocinha feita em papel vermelho, durante meu último desafio de desenho, após escanear e tratar a imagem. Gostei muito de trabalhar nesse papel da Canson, pela textura lisa e excelente para marcadores. Usarei mais vezes, e também nas outras cores.
Abraços,
Lidiane ;-)
TAG: What's in my pencil case?
A fofíssima Ju Rabelo me indicou para responder a essa tag e desvendar o que carrego no meu estojo. Em 2011, vejam só, eu já havia mostrado minha mania de organização, mas tudo aquilo desapareceu e deu lugar a uma pessoa bem mais clean.
Como é muito difícil, hoje em dia, eu desenhar fora de casa, sempre que carrego meu estojo ele está abastecido com o básico para começar uma ilustração ou esboçar algo no sketchbook. Às vezes complemento com alguma caneta colorida, ou com o kit de aquarelas, mas o que carrego consiste em:
1. Lapiseira 2mm Faber-Castell (cheiro de infância)
2. Lapiseira 0.7 Pentel com grafite vermelho
3. Lapiseira 0.9 Tris
4. Esfuminho #3 Keramik
5. Lapiseira borracha Faber-Castell
6. Borracha Mars Plastic Staedtler
7. Lápis 3B Koh-I-Noor
8. Lápis 4B cotó Staedtler
9. Lápis 5B Koh-I-Noor
10. Lápis 6B Faber-Castell
11. Extensor para lápis Keramik
12. Caneta nanquim Unipin 0.3
13. Caneta nanquim Staedtler 0.6
14. Caneta Pigma Brush
15. Caneta esferográfica Bic preta
Não levo apontador porque dificilmente quebro a ponta do lápis ou sinto necessidade de ficar apontando. Deixo para fazer isso em casa, usando meu pinguim, um apontador à pilha. Também deixo uma boa quantidade de grafites dentro da lapiseira, para não precisar levar caixinhas. Por ser fininho e compacto, esse estojinho vai na bolsa ou até mesmo dentro de uma pasta ou necessaire.
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| Fechado/aberto. Cabe tudinho que preciso! |
Abraços,
Lidiane :-)
Inspiração: Santiago Caruso (NSFW)
Quem já me acompanha sabe que curto coisas um tanto quanto creepy, e tenho vários livros sobre vampiros, principalmente. E foi através de dois títulos de horror que conheci o trabalho maravilhoso do ilustrador argentino Santiago Caruso. Os livros A Condessa Sangrenta e Senhorita Christina, edições de luxo (caprichadíssimas, diga-se de passagem) publicadas pela Tordesilhas, equilibram muito bem as narrativas vampirescas com a arte gótica de Santiago. São belos exemplos de como a ilustração apoia o texto, mantendo o mesmo nível de relevância para a história. Selecionei algumas imagens, extraídas do site do artista, para compartilhar com vocês:
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