Minhas inspirações - junho
A partir desse mês quero fazer, logo na primeira semana, um post dedicado aos artistas que têm me inspirado ultimamente. Para não ficar gigante, falarei de três por vez. Espero manter a regularidade. Darei destaque a um trabalho, uma breve biografia, por quê me inspira e links para os sites.
Glenn Arthur: é um artista norte-americano autodidata, que retrata principalmente mulheres em suas pinturas. A dualidade entre bem/mal, amor/ódio, vida/morte é uma constante, o que só torna meu amor por esse artista ainda maior. Acredito que ele, assim como a Sylvia Ji, tem uma facilidade incrível de transitar na linha tênue que separa o belo do bizarro, e isso me encanta. Glenn já recebeu duras críticas por retratar mulheres, mas considero suas obras de extremo bom gosto e fora do arquétipo ultra-sexy que estamos acostumados a ver na obra de outros homens. Só pontos positivos!
Kelly McKernan: a rainha da aquarela com sal! Kelly é norte-americana, graduada em Artes Plásticas, com ênfase em desenho e pintura. O tom onírico e intimista dos seus trabalhos é uma marca registrada, assim como as várias camadas de pintura, que dão a impressão de algo constantemente a ser desvelado pelo espectador. A expressão de suas mulheres é sempre uma incógnita para mim, nunca sei se estão olhando para fora ou para dentro de si.
Wendy Ortiz: também artista autodidata, Wendy é radicada em Los Angeles e produz belos painéis de madeira, com predominância das figuras femininas. Escolhi esta imagem, em especial, para mostrar como ela trabalha o efeito galáxia, que tanto me cativa. A forte presença do onírico e do surreal, assim como nos outros dois artistas já citados, é contraposta pela expressividade das figuras. A carne e a pele parecem tão reais, que dá vontade de tocar. Na minha opinião, Wendy é uma das maiores autoridades em retratos na atualidade, e me lembra mestres como Michelangelo e Caravaggio.
Se você também tem um artista do ♥, deixe aqui nos comentários para que eu possa conhecer. Aproveite para me seguir no Facebook, no Instagram e no Snapchat.
Abraços,
Lidiane :-)
Glenn Arthur: é um artista norte-americano autodidata, que retrata principalmente mulheres em suas pinturas. A dualidade entre bem/mal, amor/ódio, vida/morte é uma constante, o que só torna meu amor por esse artista ainda maior. Acredito que ele, assim como a Sylvia Ji, tem uma facilidade incrível de transitar na linha tênue que separa o belo do bizarro, e isso me encanta. Glenn já recebeu duras críticas por retratar mulheres, mas considero suas obras de extremo bom gosto e fora do arquétipo ultra-sexy que estamos acostumados a ver na obra de outros homens. Só pontos positivos!
Kelly McKernan: a rainha da aquarela com sal! Kelly é norte-americana, graduada em Artes Plásticas, com ênfase em desenho e pintura. O tom onírico e intimista dos seus trabalhos é uma marca registrada, assim como as várias camadas de pintura, que dão a impressão de algo constantemente a ser desvelado pelo espectador. A expressão de suas mulheres é sempre uma incógnita para mim, nunca sei se estão olhando para fora ou para dentro de si.
Wendy Ortiz: também artista autodidata, Wendy é radicada em Los Angeles e produz belos painéis de madeira, com predominância das figuras femininas. Escolhi esta imagem, em especial, para mostrar como ela trabalha o efeito galáxia, que tanto me cativa. A forte presença do onírico e do surreal, assim como nos outros dois artistas já citados, é contraposta pela expressividade das figuras. A carne e a pele parecem tão reais, que dá vontade de tocar. Na minha opinião, Wendy é uma das maiores autoridades em retratos na atualidade, e me lembra mestres como Michelangelo e Caravaggio.
Se você também tem um artista do ♥, deixe aqui nos comentários para que eu possa conhecer. Aproveite para me seguir no Facebook, no Instagram e no Snapchat.
Abraços,
Lidiane :-)
#ilustraday maio: minha música favorita
O tema do ilustra day de maio é "minha música favorita", e escolhi Through Glass, da banda Stone Sour. Para a ilustração, resolvi mostrar uma menina através do vidro de um espelho, como se estivesse aprisionada lá. E o céu estrelado é referência aos versos: And it's the stars, stars/ That shine for you/ And it's the stars, stars/ That lie to you, yeah...
Materiais utilizados: papel para aquarela, aquarela em bisnaga e marcadores.
Through Glass faz parte do segundo álbum da banda, Come What(ever) May, lançado em 2006. O clipe é um dos melhores e mais bem produzidos do gênero, e mostra a efemeridade das nossas relações.
Abraços,
Lidiane :-)
Vem gente! Festival Co.Mundo em junho
Tenho uma notícia ótima para quem é de Rio Grande e região: no dia 20 de junho acontecerá o Festival Co.Mundo, uma parceria entre Mundo Moinho Casa das Artes e Co.Place. O evento contará com diversas atrações, desde a Feira Co.trampo, espaço dedicado aos artistas que quiserem vender suas artes; o Palco Co.nexos, para quem quiser subir no banquinho e mostrar a que veio, e o Espaço Co.queluche, com oficinas de fotografia, escrita criativa e desenho antiestresse. Dá uma olhada nessa programação lindona:
Aproveitando a onda dos livros para colorir, vou ministrar uma oficina de desenho antiestresse, na qual os participantes terão duas horas para esquecer os problemas e focar no seu lado artístico e criativo. Não vai ter cagação de regra, não! Quem chegar para a atividade vai poder escolher uma ilustração bem legal, sentar numa mesa com lápis e canetinhas e soltar a imaginação. E para quem quiser uma orientação, estarei ali para ajudar, e não para dizer sobre como pintar igual à moça que foi no programa da Fátima, ok? De quebra, ao final da atividade, sortearei um print para os participantes.
A inscrição (somente para maiores de 15 anos) custa R$ 20,00. Vagas limitadas. Leve o material artístico que tiver (pode ser lápis de cor de qualquer marca, canetinha, giz de cera, até mesmo aquele estojo de maquiagem 3D da Jasmine que venceu há 4 anos e que está jogado num canto) e vem brincar um pouco.
Abraços,
Lidiane :-)
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