Desafio #AGostoDoArtista 10
O décimo item do desafio é "eu gosto dessa bebida" e escolhi cappuccino, sem sombra de dúvidas. Com chantilly, por favor! A aquarela saiu meio cagada porque o tempo não tem colaborado e a umidade persiste. Agora faltam só cinco, gente!
Se você quiser participar da tag, vai lá no Instagram da Dessamore e veja os próximos itens da lista. E para acompanhar minhas postagens em primeira mão, me segue no Instagram e Snapchat (lidydutra). E a partir da semana que vem vai ter desafio de segunda à sexta, para encerrar com chave de ouro!
Abraços,
Lidiane :-)
Dicas de livros para estudar e inspirar
Através do BEDA estou trazendo várias dicas que ficaram guardadas durante muito tempo no meu caderno de organização. Inclusive, o último post do projeto será sobre como me organizei para esse mês de postagens todo dia.
A dica de hoje é sobre livros técnicos de desenho, aquarela, e também sobre sketchbooks e processo criativo. Dois desses títulos entraram no post por acaso, pois foram adquiridos e lidos alguns dias atrás. Os links redirecionam para o Skoob, onde tem informações adicionais sobre preço e sites para compra. Vem comigo!
Desenho, Sarah Simblet: esse livro é um dos mais completos sobre desenho que tenho na minha estante, pois a autora traz a teoria aliada à prática e à experiência pessoal. Através de registros da História da Arte e de sua trajetória como artista, Sarah Simblet apresenta desde o básico do desenho (figura e fundo, ponto de fuga, anatomia, representação de paisagens e objetos...) até a construção do próprio traço, a narrativa no desenho e a importância da observação e do registro dos processos.
É uma edição muito caprichada, com capa dura, luva e páginas em papel couché brilhante, de acabamento impecável, o que vai garantir que esse livro acompanhe você por um longo tempo. Recomendo essa aquisição por ser um ótimo material de estudo e fonte de referência confiável para imagens e conceitos. Merece 5 estrelas!
Aquarela: o jeito fácil: já esse livro é um engana-trouxa. Na realidade é um box composto por um livrinho minúsculo, aquarelas em pastilha e bisnaga de qualidade duvidosa, dois pincéis que perdem as cerdas só de olhar e um bloco de papel que vale o investimento todo por ser excelente hahaha. É um daqueles livros bons para quem está começando, mas nada que não seja facilmente encontrado pela internet.
O autor é bastante didático e dá umas dicas preciosas, mas o que decepciona é que um material caro como esse deveria vir com um pouco mais de conteúdo. Eu curti só pelo fato de ficar com algo impresso sobre aquarela, quero adquirir outros livros, e também para dar aula. A Juliana Rabelo fez uma resenha super completa, com fotos e tudo mais, recomendo que você vá até o blog dela, veja a opinião de quem entende do assunto e tire suas próprias conclusões antes de comprar. Merece 3 estrelas!
Sketchbooks: as páginas desconhecidas do processo criativo: esse é o livro mais caro da minha coleção e comprei por acaso. Quando ele foi lançado, há mais ou menos uns cinco anos, fui comprar pelo site da editora, mas o frete era impraticável. Meses depois, fui até a livraria da minha cidade e lá estava ele. Era uma encomenda não retirada, por isso estava sendo vendido sem descontos nem nada por R$ 150,00. Comprei e paguei em todas as suaves prestações que o cartão de crédito permitiu, mas não me arrependo.
Sketchbooks é uma publicação independente, que reúne diversos artistas nacionais. Em suas páginas estão entrevistas e imagens dos cadernos de gente como Renato Alarcão, Fernanda Guedes, Amanda Grazini, entre outras feras. É uma daquelas obras que oferece uma visão mais aprofundada de um profissional: suas referências, conceitos, soluções para bloqueios, além de traçar um panorama sobre como o sketchbook é importante dentro do processo criativo.
O formato dele também chama atenção: vem acondicionado num box de papel cartão ricamente ilustrado, e seu formato lembra muito o de um Moleskine. Pelo que vi, essa edição está esgotada, o que aumenta meu amor por ela num nível inimaginável (momento ostentação). Não existe uma quantidade de estrelas que contemple a importância desse livro.
Roube como um artista, Austin Kleon: esse livro foi bem hypado um tempo atrás, vi bastante gente fazendo resenhas e falando super bem, e aproveitei uma promoção na Amazon para ver se era essa goiabada toda. Gente, é um livro bom sim, mas não merece tanto confete. Cá entre nós, o autor não fala nada tão novo que a voz da nossa consciência já não grite a cada erro que cometemos.
Eu, particularmente, me incomodei bastante com o termo roubar, assim como implico com a Derdyk quando fala de imitação (veja aqui). Acho que existe uma infinidade de expressões que podem ser usadas sem parecer ofensivo. Mesmo assim, tem muitos pontos legais, como a tabela que aparece no canto inferior da imagem, com o bom roubo x mau roubo. É um livro inspirador, ajuda bastante quem está passando por um bloqueio criativo, mas não é um dos meus favoritos da vida. Merece 4 estrelas!
Faça Boa Arte, Neil Gaiman: a cerejinha do bolo fica por conta desse livro incrível, baseado no discurso que o Neil Gaiman proferiu numa universidade da Filadélfia. O vídeo com a fala viralizou com toda razão, e foi transformado em livro pelas mãos do designer gráfico Chip Kidd. Resumindo, é uma obra feita para gastar post-it marcando todas as citações que você vai guardar no coração. A que eu mais gosto é essa:
"Quando você começa, tem que saber lidar com os problemas do fracasso. Precisa ser persistente, aprender que nem todo projeto vai dar certo. A vida de freelance, a vida no mundo das artes, às vezes é como estar em uma ilha deserta espalhando mensagens em garrafas e esperando que alguém ache uma delas, abra e leia, e que ponha de volta na garrafa algo para você: um elogio, uma comissão, dinheiro, amor. E é preciso aceitar que, para cada garrafa que porventura retorne, você terá produzido uma centena de outras."
Vou deixar o vídeo com o discurso na íntegra aqui, mas se você tiver a oportunidade de adquirir o livro, vale a pena, até mesmo para presentear uma pessoa especial. E Neil Gaiman é Neil Gaiman... merece uma constelação!
Abraços,
Lidiane :-)
Desafio #AGostoDoArtista 09
O nono item do desafio é "eu gosto dessa pessoa". Confesso que gostaria muito de desenhar o namorado, mas fiquei ~nevousar~ demais e bloqueei geral. Fiz coisas péssimas com a figura dele (desculpa, Antonio!), e optei por um autorretrato, afinal, devemos nos amar, não é? :D
Gostei muito do resultado porque coloquei vários "defeitos" que fazem parte da minha pessoa e que aprendi a amar acima de qualquer coisa: minhas olheiras, minha boca torta (a cara toda é torta), meu nariz com calo do óculos. Finalizei com ornamentos de uma caveira mexicana, já que faz muito tempo que não ilustro uma.
Gostei muito do resultado porque coloquei vários "defeitos" que fazem parte da minha pessoa e que aprendi a amar acima de qualquer coisa: minhas olheiras, minha boca torta (a cara toda é torta), meu nariz com calo do óculos. Finalizei com ornamentos de uma caveira mexicana, já que faz muito tempo que não ilustro uma.
Se você quiser participar da tag, vai lá no Instagram da Dessamore e veja os próximos itens da lista. São 15 dias de desenhos, pra ninguém ficar sem postar. E para acompanhar minhas postagens em primeira mão, me segue no Instagram e Snapchat (lidydutra). A partir da semana que vem vai ter desafio de segunda à sexta, para encerrar com chave de ouro!
Abraços,
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