Lidiane Dutra
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Processo criativo

No meu feed - ago/set 2016 | @lidydutra


Essa é mais uma tentativa de juntar meu feed do Instagram e outras redes sociais aqui no blog e comentar, com um pouco mais de profundidade, as coisas que faço por aí e que, não necessariamente, resultam em projetos ou ilustras finalizadas. São estudos, compartilhamentos, querências, dentre outros assuntos que - acredito - merecem um registro "definitivo". 

A imagem que abre essa postagem é a primeira folha do meu sketchbook para aquarela da Papel Pitanga, marca da querida Isabella Pessoa. Tenho usado ele direto nos meus estudos, e a ilustra foi baseada numa foto da Chelsea Flower Crowns, com supervisão do meu chororô pela própria Bella, que ficou dando dicas para desentortar olhos, abaixar valores, etc.


A Mary Cagnin teve seu projeto Black Silence, uma HQ de ficção científica, totalmente financiado pelo Catarse e eu sou uma das orgulhosas apoiadoras. Essa é a minha fanart da Comandante Ubuntu, personagem principal da história.



Dois estudos baseados em  Alphonse Mucha. Tenho um livro da Editora Criativo com vários sketches de figura feminina desse artista, ótimos para aprender gestual, expressões, caimento do tecido no corpo, além de enriquecer o repertório visual. Estudar os mestres e mestras do passado é tão importante quanto seguir aquele ilustrador maneiro no Insta, até mesmo porque as pessoas que admiramos hoje também buscam as suas referências no ontem. Detalhe para o nariz com calombinho muito amor.


Um dos primeiros testes desse estudo aqui, sobre valores, que não deu certo. Ficou péssimo, de verdade. Além de não conseguir deixar a pele com um tom natural (exagerei no dioxazine e no vermelho), ainda errei feio, errei rude no uso do marcador branco para abrir luz. Mas valeu o aprendizado, depois consegui chegar no resultado pretendido.



Aqui são duas imagens publicadas no Tumblr, amor verdadeiro, amor eterno no quesito qualidade da foto. A primeira, é uma citação que norteou toda a pesquisa de mestrado, e que sempre retorna para minha vida nesses momentos de questionamento do que faço. Acho linda, poética e verdadeira. Já a segunda é a capa do livro Sketching from the imagination, auto-presente que me dei. É um compilado maravilhoso de esboços de vários artistas, com comentários a respeito dos estudos e do ato de cultivar um sketchbook. Tenho degustado aos poucos, pretendo falar dele algum dia por aqui. Consegui retomar o ritmo de leitura após A Arte de Pedir, da Amanda Palmer (que também ganhará resenha).



Mais estudos de aquarela. Ainda sobre valores, fiz um desenho despretensioso somente com sépia, que saiu melhor e mais fresco do que todos os trabalhos finalizados dos últimos quatro anos hahaha. Gostei tanto que insisti na figura (tenho curtido muito fazer o mesmo tema de várias maneiras) e finalmente consegui utilizar dioxazine na pele sem ficar uma cor esquisita. O segredo é "sujar" a cor pura, até chegar num cinza ótico (Santa Sabrina!). Faltou valor, mas é um começo, minha maior frustração é não conseguir trazer para a figura humana tudo o que tenho aprendido em aquarela. Mas agora, vai... Posso mostrar outras imagens do processo, se for de interesse da audiência.


Por fim, uma grata surpresa que tive semana passada. A Laís, do canal Turch3se, me entrevistou por e-mail, e o resultado é o vídeo acima. Fiquei muito feliz com todo o carinho que ela colocou em sua fala e na produção do material. Significa muito para mim ser lembrada assim, pelo trabalho que semeio na internet há mais de seis anos, e ver que encorajo e inspiro outras pessoas. É uma responsabilidade enorme, que não dou conta, mas também uma alegria infinita.

Quem quiser ver todos esses trabalhos em tempo real, é só me seguir no Instagram, Facebook e no Tumblr, principalmente. Ou em qualquer outra rede social listada aqui na barra lateral, sou facilmente encontrada pelo meu username: lidydutra.
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Dicas

Links bacanas #14

Imagem via.
Este é um daqueles posts para salvar na sua aba de favoritos e consultar sempre que precisar. Trago uma seleção de bancos de imagens com referências para estudar anatomia. Vem comigo!

*Atualizado em fev/2026!

  • Posespace
  • Senshistock
  • Reine-haru
  • Sketch Daily
  • Faestock
  • Nappy
  • Croquis Cafe
  • Unsplash
  • 16 bancos de imagem gratuitos
  • JookpubStock
  • PoseMyArt

Vale lembrar que o stock do DeviantArt é ótimo como um todo, aqui selecionei os que eu uso com mais frequência. Apesar do Pinterest ser um mar de inspirações, a grande maioria das imagens ali são protegidas por direitos autorais. O legal desses bancos é que você pode verificar o tipo de licença antes de fazer download da foto, muitas já são de uso livre.

Se você conhece algum banco de imagens legal, deixe o link nos comentários, assim é possível ajudar mais gente e formar uma biblioteca bem maravilhosa.
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Processo criativo

Trabalhando valores


Um dos pontos mais estudados no curso da Sabrina (vocês vão ter que me aguentar falando sobre isso) são os valores da pintura. O que é valor? Não é algo relacionado ao preço da obra, mas sim àquilo que dará o contraste e definirá as formas do seu trabalho. Quanto mais luz, maior o valor; quanto menos luz, menor o valor.

De acordo com James Gourney, no seu livro Color and Ligh: a guide for the realist painter, o valor (value) é uma das dimensões propostas por Albert Munsell em seu sistema numérico de cores, juntamente com o matiz (hue) e a pureza da cor (chroma). Eu não vou adentrar mais neste assunto, pois requer estudo aprofundado, e ainda não estou no nível de poder explicar isso claramente num post.


Do primeiro rascunho (com referência fotográfica para a pose) até a arte final, fiz três estudos diferentes, utilizando aquarela, grafite e, por último, grafite e sanguínea. Este foi o que chegou mais próximo ao que eu desejava, com as marcações de luz, sombra e volumes bem definidas. Não usei esfuminho, como de costume, apenas o lápis grafite da linha Othello, da Stabilo, que é extremamente macio, e a cor Red Chalk, da Gioconda. 

Para quem não conhece, a sanguínea é um material muito utilizado para esboços e arte final, com coloração avermelhada (daí o nome), próximo à terracota. Geralmente, se trabalha a seco, assim como o pastel. O lápis que usei é de uma linha da Koh-I-Noor, e não chega a ser uma sanguínea propriamente dita, mas uma cor aproximada. O resultado final ficou assim:

Materiais utilizados
- Lápis Gioconda Red Chalk;
- Lápis Stabilo Othello 3B;
- Papel Canson 180g.


Eu prefiro fazer vários estudos completos quando estou testando essas possibilidades, assim já exercito outros pontos, como proporção, traço, etc., mas há quem prefira os thumbnails, que são miniaturas da ilustração, nas quais é possível testar materiais e fazer as marcações necessárias de luz, sombra e cor. Quando faço encomendas, também utilizo thumbnails, para facilitar o entendimento do briefing e ter certeza do que fazer antes de começar, afinal, existe um tempo de execução do trabalho.

Eu não estou colocando esses trabalhos na lojinha porque, como disse, são estudos bastante pontuais. Além dos valores, gostei das hachuras e do rastro deixado pelo lápis, que geralmente disperso com a ajuda do esfuminho. Achei que ficou mais dinâmico e fresco, só preciso treinar mais a pressão do lápis sobre o papel. Aos poucos, seguimos.
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