Lidiane Dutra
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Processo criativo

Fan art da Te Fiti 🍃 (Moana: um mar de aventuras)


Eu não curto fazer muitas fan arts, principalmente de filmes e séries do momento, pois não gosto de me ver presa ao factual, à moda ou ao inconsciente coletivo. Admiro e acompanho muitos artistas que dosam magistralmente seu trabalho pessoal com fan arts, e espero conseguir isso um dia. 

O fato é que assisti Moana: um mar de aventuras, a nova animação da Disney, e fiquei encantada não só com a história, como com a paleta de cores do filme, que gira em torno dos quatro elementos, com destaque para o verde, o turquesa e os tons terrosos.

Fonte da imagem aqui.
Embora tenha amado a personagem principal e sua personalidade tão marcante, foi Te Fiti quem me conquistou. Ela é a deusa com o poder de criar a vida, e teve seu coração roubado pelo semideus Maui (isso não é spoiler, ok?). A forma que a produção escolheu para retratar a deusa, uma encarnação da terra que lembra bastante Gaia, me fascinou. O resultado é a pintura a seguir:



Praticamente toda a figura foi feita com aquarelas nas cores dioxazine e sap green. Os detalhes ficaram por conta de lápis verde e marcadores. Também usei magenta e uma mistura de vermelho cádmio e rosa quinacridone para as flores.

Materiais utilizados
- Aquarelas Van Gogh e Senellier;
- Pincéis Keramik pelo sintético;
- Lápis Koh-I-Noor Polycolor;
- Marcadores diversos;
- Sketchbook para aquarela Papel Pitanga.

Se você ainda não assistiu Moana, corre para o cinema, pois vale o ingresso. O curta que passa antes do filme, Trabalho Interno, é uma graça e foi dirigido pelo brasileiro Leo Matsuda (veja mais detalhes aqui).

E para ver meus trabalhos em tempo real, acompanhe através do Facebook, Instagram e Tumblr.
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Dicas

Freebie ❤ Calendário 2017


O ano já começou, eu sei, posso estar um pouco atrasada, eu sei, mas é com todo amor do mundo que resolvi disponibilizar gratuitamente um calendário 2017, para você baixar, imprimir e se organizar. ❤ O formato ideal para impressão é A4, sugiro utilizar um papel mais durinho, para dar um acabamento bem legal (mas pode ser qualquer papel que você tiver disponível). 

❤ BAIXE O SEU CALENDÁRIO AQUI ❤

Me marque nas redes sociais: Facebook, Instagram, Twitter ou Tumblr, caso você tenha impresso um calendário para chamar de seu. Ficarei feliz em ver uma das minhas artes favoritas ajudando a tornar seu ano mais produtivo e organizado. ☺
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Reflexões

Feliz Natal ❤ Feliz 2017

As imagens mais curtidas no meu Instagram em 2016. #bestnine
Ao contrário do que fiz nos últimos anos, não vou trazer uma retrospectiva, nem falar sobre metas alcançadas ou planos para o futuro. Em 2016, quero somente agradecer todas as coisas que aconteceram comigo. Foi um período atípico, de aprendizagem, reflexão, resignação, recheado de bons e maus momentos de maneira bastante homogênea.

Voltei a estudar desenho e pintura, talvez esse seja o maior ganho profissional e pessoal, pois precisei dar um passo atrás, ver que estava no caminho errado sob muitos aspectos, e reaprendi a aprender, a estar na posição de aluna, a errar para acertar. Para isso, contei com uma das melhores professoras que poderia ter, a Sabrina Eras. Virei evangelizadora do curso online de aquarela, porque valeu muito a pena para mim, e sei que valerá para outras pessoas que desejam aprender também.

Consegui trabalhos que aqueceram meu coração, projetos individuais e coletivos que chegaram até mim nos momentos em que mais pensei em desistir, ir plantar orgânicos e largar essa vida de arte. Apoio moral também não faltou, e veio em forma de comentários, mensagens, abraços, mais e mais arte. Ainda aguardo patrocínio de alguma marca (risos).

Fiquei mais tempo dentro da concha, e isso significou dizer não para muitas coisas, bloquear muitas pessoas no mundo virtual e no real, colocar minha cara para fora da janela somente quando necessário. Praticamente virei uma eremita, teve gente que chegou a pensar que eu era um fantasma ou uma entidade de outro mundo, de tão etérea que foi minha presença em 2016. Mas isso me resguardou de tanto chorume que não penso em abandonar essa tática tão cedo. Recomendo, aliás.

Uma foto publicada por Lidiane Dutra (@lidydutra) em Dez 26, 2016 às 12:03 PST

Evoluí meu traço sem abandonar minha identidade. Acho que esse é o ponto onde a maioria das pessoas se perde, e vi muito disso ao longo do ano. Percebi que artistas maravilhosos cravaram uma batalha interna contra seus próprios fantasmas, ao mesmo tempo que aproveitadores iam lá e chupinhavam o estilo de outros para surfar na onda do like. Mais respeito em 2017.

Aprendi a lidar com todos os tipos de comentários, dos mais maldosos e sem noção, aos mais inesperadamente bonitos, que me deixam sem palavras para agradecer. Não é possível orbitar em torno desses comentários e se achar uma pária porque fulaninho não curte seu estilo ou pensar que é intocável porque alguém se sensibilizou com um desenho. É um eterno dosar a medida das coisas e dos sentimentos.

Pisei no freio em relação ao blog e ao quanto eu me doava para ajudar os outros. Talvez porque tenha sofrido com plágio e roubo dos meus trabalhos, até mesmo de ideias que havia comentado por alto com algumas pessoas. E isso me feriu bastante, porque recebo pouquíssimo dinheiro pelo blog ou por qualquer outra mídia social, via AdSense ou parcerias, que são escassas. Então voltei a usar meus espaços muito mais como portfólio, que levam a conseguir trabalhos que me pagam, do que fazer tutoriais ou resenhas de produtos e livros, para ser cobrada por aquilo que disponibilizo de graça e, ainda, ser roubada, plagiada e ter que ouvir como desculpa o famoso se tá na internet é pra usar, não reclama. Infelizmente, não fui a única que padeceu do mal da apropriação, o que levou muita gente a repensar sua presença online também.


Fui recompensada pelos meus esforços, seja na hora de lutar pelo direito autoral, ou através do reconhecimento da jornada que venho trilhando, já não é de hoje. Ver que consegui um espaço, por menor que seja, e companheiras de viagem, é maravilhoso e faz valer a pena todos os perrengues, que não são poucos, mas nos preparam para as coisas boas da vida. Ainda tenho muito a trilhar, mas me inspiro nas palavras da Shonda Rhimes para lidar melhor com esse trem: eu preciso estar sempre à frente para conseguir montar os trilhos a tempo (leia O ano em que disse sim, recomendo).

Desejo a todas as pessoas que me acompanharam durante o ano um Feliz Natal e excelente começo de 2017. Se eu tivesse que dar um conselho, ou dica, seria: permita-se recomeçar. Do zero. Se reinventar. Dizer não. Ou dizer sim. Enfim, não fique parado no mesmo lugar pois a probabilidade de algo extraordinário acontecer sem você fazer o mínimo esforço é de 1 em 1 milhão. Então, em 2017, SEJA A MUDANÇA QUE VOCÊ DESEJA PARA SUA VIDA! ❤
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