Lidiane Dutra
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Processo criativo

No meu feed - fev/mar ❤ @lidydutra


No meu feed é aquela tentativa marota que faço bimestralmente de reunir imagens publicadas nas redes sociais e que, de alguma forma, acabam não aparecendo em forma de post regular no blog, e merecem atenção e registro. Durante fevereiro e março rolaram bonitezas em aquarela, flores, lojinha e recordações.


Mais dois trabalhos feitos para o Curso de Aquarela da vocês sabem de quem Sabrina Eras; o primeiro é um estudo de textura da ferrugem e o segundo é uma das pinturas mais difíceis que já fiz na vida, a pele negra em aquarela. O uso de roxos, azuis e subtons que fogem do marrom puro é realmente um desafio e requer muita prática.


Produtinhos do meu Studio no Colab55. As almofadas foram compradas pela minha mãe (compradora nº 1). Não levei fé que Rainha do Mar ficasse tão bonita assim, em close, no tecido. Mas o resultado me surpreendeu, acho que muito se deve à qualidade da impressão. Já os adesivos fui eu que comprei para testar, e também me surpreendi com o tamanho e a fidelidade das cores. 


Rolou essa tag nas redes sociais, tanto com foto, como com desenho, e resolvi aderir também. Acredito que visualizar a nossa evolução através do tempo é extremamente válida, não só para quem trabalha com arte. Fico feliz em manter a essência do meu traço, que já estava praticamente formado quando entrei na faculdade, aliada ao conhecimento que os estudos do último ano me proporcionaram. O que me chamou atenção nos três trabalhos foi a estrutura da cabeça, e o quanto ter voltado a praticar anatomia me fez melhorar em algo que gosto muito de fazer, que são os retratos. Já na segunda foto estão as tintas que comprei para participar do MerMay, aquele desafio de desenho que rola em maio, e que ano passado não consegui acompanhar. Mais adiante conto detalhes.


Para finalizar, essas flores aquareladas, parte dos estudos que fiz para um trabalho comissionado. Estou muito interessada em ilustração botânica e tenho buscado todo tipo de referência possível. E além da curiosidade em sair da minha zona de conforto, tem sido uma excelente maneira de estudar cor e composição, para que o resultado final não fique um carnaval completamente sem nexo.

☆☆☆

🎂 E hoje o blog completa sete aninhos!!!!! Nem consigo verbalizar quanta coisa já aconteceu na minha vida durante esse tempo. Imagine só, uma criança nascida em março de 2010 já está na escola, tocando terror por tudo hahaha!!! É uma vida, literalmente. E, no que se refere ao meu trabalho, foram sucessões de mudanças que me levaram a estar aqui. Para quem chegou agora, resumidamente, a história da criação do blog foi essa: eu precisava qualificar meu projeto de dissertação do mestrado e passava por um bloqueio criativo. Pensei que, se eu criasse um espaço sem pretensões, como uma forma de publicar textos aleatórios e os desenhos feitos entre um artigo e outro, minha motivação voltaria. Eu não só consegui escrever o projeto e a dissertação (e ser aprovada com louvor), como também abandonei a academia para me dedicar à ilustração. Hoje, trabalho com design e diagramação, além de ilustrar, e já prestei dois concursos públicos, um na área de ensino de arte, outro na área gráfica.

Conheci inúmeras pessoas sensacionais, gente que nunca vi pessoalmente, mas que carrego no coração e considero parte importante da minha vida, coisa cósmica mesmo. Fiz três exposições individuais, dei entrevistas na mídia local (me senti chique haha), montei várias lojas, quebrei a cara tantas vezes que não cabem nos dedos das mãos e dos pés, briguei pelo meu espaço enquanto artista e mulher e participei de projetos que jamais imaginaria que cairiam nas minhas mãos algum dia. Aprendi a lidar com a frustração e com a síndrome de impostora, e a reconhecer todo o esforço que sempre empreendi para conquistar meus objetivos. ✨

O ato de blogar já estava em declínio quando comecei e, hoje em dia, já não sinto aquela vontade enorme de sair compartilhando tudo o que penso ou faço, então acredito que o caminho natural do meu blog será se transformar em site, com destaque para meu portfólio, mas sem deixar de possuir esse espaço de troca. Quero fazer algo nos moldes que a Sabrina Eras e a Juliana Rabelo já fizeram, talvez ainda em 2017. Enfim, que venham os próximos anos!!! 🎉🎉🎉

Me acompanhe nas redes sociais para ver vários trabalhos em tempo real:
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Reflexões

O lugar ideal é você quem faz


Toda vez que posto foto do meu espaço de trabalho alguém comenta que também gostaria de ter um lugar ideal para desenhar, um cantinho sossegado e cheio de inspirações, no qual é possível colocar toda a criatividade para fora. Mas vou contar uma coisa para você: quem faz esse lugar ideal e especial somos nós.

Durante muito tempo, praticamente toda a minha adolescência e graduação, me dividi entre desenhar na mesa da cozinha ou usando a cama e uma prancheta como suporte. Depois, ganhei uma mesa de desenho usada, e ela me acompanhou durante vários anos. Também usava a mesa do computador (nos tempos do monitor de tubo!). Só quatro anos atrás pude comprar minha atual escrivaninha. Estante, livros, prateleiras, materiais... tudo veio com o tempo, e isso não é papo motivacional. Demorei ANOS para ter, literalmente, um canto para trabalhar.

Aí você vai dizer: que ótimo, deve ser sensacional ilustrar na santa paz do seu ateliê! Bom, eu divido a casa com mais três pessoas que, inevitavelmente, vão fazer barulho, até mesmo porque o mundo não para de girar para que eu desenhe. Além disso, soma-se o ruído da vizinhança, dos carros, das sirenes, do carrinho de picolé. Tem dias que acho que vou enlouquecer, sinto dores de cabeça, fico zonza. Mas eu não posso esperar eternamente o lugar ideal. Tenho um lugar real, e preciso extrair dele o melhor que consigo.


Vejo que muitas pessoas (e eu me enquadrei nessa durante um tempo) ficam esperando as condições ideais para começar o trabalho criativo e não avançam nos estudos. Primeiramente, esperam ter tempo; em seguida, desejam um ateliê de fazer inveja à Charmaine Olivia; depois, precisam de materiais caros, cursos em outra cidade/estado/país; por fim, aguardam pacientemente que a fada madrinha bata em sua cabeça com a vara de condão mágica da criatividade infinita. Só que isso não acontece nem nos contos de fada. É preciso começar e, para isso, usamos o que temos à mão.

Se você não der o pontapé inicial nos seus estudos e ficar só fantasiando no feed alheio ou no Pinterest, pouco vai mudar. Porque atrás de cada postagem que um artista faz mostrando seu estúdio, ou seus materiais, existem muitas horas de trabalho, esforço e dinheiro empregado. Já perdi a conta de quantas coisas deixei de comprar, ou de quantos lugares deixei de ir, para poder comprar material. Ano passado mesmo, cheguei a remendar algumas calças para poder pagar o curso da Sabrina (bendita fita termocolante!). E quantas outras vezes me amaldiçoei porque preferi comprar um batom, ou ir no restaurante oriental que curto, porque estaria desperdiçando dinheiro. Mas com o tempo percebi que faz parte do meu processo criativo me alimentar de outras coisas das quais gosto, para manter viva a vontade de criar.


Por que estou escrevendo isso? Para que você, que está aí do outro lado, esperando o momento certo, comece agora. Já. Não espere ter tudo o que acha ser necessário para criar, porque essa lista é infinita. Sempre que você pensar que comprou tudo, que deixou o lugar com a sua cara, aparece uma coisa totalmente inesperada. E não sinta um impulso consumista de ter o que o outro tem porque, como falei acima, por trás de cada post mostrando um ateliê ou uma mesa bagunçada, tem muito trabalho envolvido, nós só conseguimos ver uma pequena parcela, um frame disso (e que, muitas vezes, foi milimetricamente arrumado, em meio ao caos, só para aparecer bonitinho). Comece, essa é a dica de hoje!


Esse vídeo do Jake Parker vem bem a calhar nessa discussão. 😉

Das coisas que ninguém vê: meu edredom de oncinha, as naftalinas e anti-mofos espalhados pela estante com seu vidro trincado e as marcas de tinta que não saem mais da mesa...

Abraços! 💖
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Processo criativo

✨Minha evolução na aquarela em 1 ano✨


Eu queria ter feito esse post logo no início do ano, acabei deixando em rascunho e, quando me dei conta, já estava na metade de março. Mas acho que é um bom momento para compartilhar essa reflexão, visto que, nos últimos dias, houve um "surto" de conteúdos relacionados a aprender fácil, rápido e sem sair de casa. E eu tenho muita birra com essas coisas, porque não existe aprendizado vapt-vupt. Algumas pessoas possuem, sim, uma facilidade maior para compreender algo, mas isso não as exime de treinar, errar muito e acertar.

E acredito que é irresponsável demais você dizer para uma pessoa que ela pode se tornar profissional (em qualquer área) de maneira simples e indolor. Isso não existe! Não é uma receita de bolo ou uma fórmula manipulável. Para cada um, o caminho vai ser diferente, mas uma coisa todos têm em comum: é preciso estudar desde a base. Por isso, selecionei trabalhos feitos antes e depois do Curso de Aquarela da Sabrina Eras, que eu vou falar até a morte, principalmente porque agora ela está com curso novo e eu não tenho um tostão para fazer! *cries in watercolor language*

Eu não me intitulava aquarelista antes do curso por motivos óbvios: nunca havia estudado aquarela pra valer. Tudo o que eu vi foi na base do tutorial e da tentativa e erro. Tive pouca mentoria sobre o assunto na vida, então, imaginem o impacto de ter uma hora de aula com a Sabrina toda a semana, fazer vários exercícios (muito quadradinho) e me ligar que eu precisava correr demais atrás dessa máquina para pintar de maneira minimamente decente. Mas vamos ver na prática do que é que eu estou falando:


O mínimo de mentoria já faz diferença: gostaria de começar com dois trabalhos do início de 2016; um de janeiro e outro de março. É possível ver uma diferença gritante entre eles e isso foi resultado de - pasmem - um mês de aula com a Sabrina. Apesar de ainda estar muito tímida na aquarela, observe como já encontrei soluções melhores para a composição: as cores estão neutralizadas, o grafite é suave, os elementos não estão brigando pela atenção. Tanto é que, ainda hoje, tenho essa ilustra como header do blog e não consigo substituí-la, tamanho o carinho por ter conseguido aplicar o que aprendi. Outros detalhes finos, como: finalização com caneta, lápis de cor, reserva de brancos, também começaram a tomar forma.


Vários tons cabem numa pele: já falei em outras ocasiões sobre utilizar várias cores para chegar ao tom de pele desejado, até mesmo porque não existe um tom de pele padrão. Mas só fui colocar isso em prática pra valer depois do curso. No primeiro desenho, a pele da figura é coberta, basicamente, por marrom e bege (que é extremamente opaco e retira toda a translucidez da aquarela). Já no segundo, trabalhei com roxo, azul ultramar, sombra queimada, vermelho, ocre... Em vez de usar a caneta multiliner para marcar as sombras, optei pelo grafite 2B. O resultado é muito mais natural. Com o tempo, aprendi a montar minha paleta de acordo com as necessidades e, por incrível que pareça, ela não aumentou, e sim reduziu, já que aprendi a misturar as tintas e extrair o máximo delas.


O material faz diferença, mas não é tudo: dá pra acreditar que foi a mesma pessoa, utilizando o mesmo material, quem fez esses dois trabalhos? Acredite: foi, sim, e no intervalo de um ano. Isso serve pra gente perceber que de nada adianta trabalhar com tudo o que há de melhor, se não temos clareza do que estamos fazendo. A aquarela não é uma sucessão de manchas aleatórias, feitas de qualquer jeito. E olhe só como uma coisa vai melhorando a outra: a composição, o enquadramento, a escolha da paleta está muito mais madura. Não tenho vergonha do primeiro desenho em si, mas sim de achar que eu estava fazendo grande coisa quando, na verdade, sabia de nada, inocente...


Valores e neutralização: utilizar a tinta pura, retirada diretamente da bisnaga ou da pastilha, deixa a pintura saturada e as cores com aspecto estranho. Isso porque fica difícil acertar os contrastes, tanto por cor, quanto por valor. Quando os valores estão bem colocados, a probabilidade de pesar a mão nas cores é menor. Por outro lado, se neutralizamos os tons, principalmente com os cinzas óticos, a composição fica muito mais agradável. Uma coisa complementa a outra. Na primeira figura, a pele novamente está coberta por bege e marquei os valores posteriormente, com lápis. Já na segunda, coloquei todos os valores primeiro, e utilizei cinza e sépia para a pele, deixando a tinta bem diluída e grandes áreas de luz. Óbvio que, se eu voltar nessa segunda pintura daqui a um ano, vou encontrar vários erros, mas é assim que funciona: nossa percepção e nossa técnica se alternam constantemente.


Não deixar pela metade: Uma das coisas que aconteceu comigo, logo no início do curso, é que eu entrava em modo pavor e deixava tudo pela metade. Ver aquela tinta toda escorrendo pelo papel, uma sucessão de manchas sem sentido (uma verdadeira caca), me deixava nervosa e com tremelique no olho esquerdo. Aí eu simplesmente fugia e abandonava o estudo. Foi bem o que aconteceu com a primeira imagem. Está pela metade, agora eu vejo. Não há finalização, nem valores, parei no início da mancha. E, aos poucos, fui perdendo o medo da finalização (embora ainda cause leve tremor na pálpebra). E quando a gente supera o medo de ir até o final, descobrimos que não é necessário usar tantos recursos além da tinta. Minha última ilustração é a prova disso: eu só reforcei a pintura com lápis no entorno do olho e em algumas partes do cabelo. o contorno é finíssimo e dialoga com a paleta. Tenho aprendido a ser sutil, e é nessa sutileza que reside muito da beleza e da peculiaridade da aquarela.

Resumindo um ano de aprendizado em um parágrafo: não existe fórmula pronta para aprender a desenhar e pintar. Qualquer pessoa que ofereça para você um método revolucionário para se tornar profissional rapidamente está mentindo. O que existe é muito estudo, muitos erros, suor e lágrimas (porque é sofrido, sim, e isso não é um defeito, faz parte), muito bloqueio, muitas derrotas até conseguir a primeira vitória, atualização constante, questionamentos constantes sobre a nossa capacidade e, mais do que tudo: a certeza de que você nunca termina de estudar alguma coisa, porque o aprendizado é interminável e acompanhará você pela vida toda.

Espero ter inspirado quem aguentou ler até aqui, e dado um empurrãozinho para quem quer correr atrás de mentoria. Vale cada minuto, pode apostar.

Abraços! ❤
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