Lidiane Dutra
  • Home
  • Sobre
  • _Sobre mim
  • _Currículo
  • Trabalhos
  • _Portfólio
  • _Encomendas
  • Blog
  • _Arquivo
  • _FAQ
  • Contato
Processo criativo

Mermaid


Este foi o único trabalho feito na última semana que fotografei todo o processo criativo. Aproveitei o tempo maior de dedicação que tive no feriado e registrei todos os passos desse projeto, que foi um dos estudos para o Ilustra Day de outubro.


Como eu não tenho muitas referências pessoais sobre sereias, pois não é um tema recorrente nos meus trabalhos, e apesar de acompanhar as ilustrações da Caroline Jamhour que, para mim, é uma grande conhecedora de seres míticos, resolvi estudar um pouco de anatomia, cores e posições através do livro The Secret History of Mermaids and Creatures of the Deep, comprado no Book Depository já faz algum tempo. Esse livro segue a linha do Piratologia e, se vocês tiverem interesse, posso fazer um post falando mais sobre ele.


Fiz a line art como nas ilustrações anteriores e resolvi arriscar com as aquarelas em bisnaga. Deu pânico total, comecei pelo fundo numa mistura de tons de azul, verde e laranja, e depois parti para o cabelo e restante da figura. Não queria uma vibe muito Ariel, apesar do cabelo ruivo, por isso optei por "salpicar" escamas por toda a figura e dar uma forma diferente à cauda.




No final, a ponta da cauda ficou parecendo uma flor, devido ao seu formato e cor. Acho que acabei fazendo uma mistura de Hera Venenosa com sereia e ficou assim kkkkkk. Depois de finalizada e tratada, a ilustração ficou assim:




Dei alguns retoques com Posca, canetas e lápis de cor da Derwent, que funciona super bem sobre a aquarela. E acabei perdendo um pouco do medo das bisnagas, para fazer as misturas de cores elas são melhores. O papel é o Canson 300g, usado na face lisa e, mesmo assim, notem que tem um pouquinho de textura.

Então, o que acharam da minha sereia? :)

Abraços,
Lidiane :-)
Leia mais →
Processo criativo

Pirate #3


Uma pirata diferente das primeiras e um dos trabalhos mais gostosos de fazer para o Inktober. Fiquei feliz por ter conseguido colocar no papel o tão sonhado cabelo de galáxia/nebulosa que eu vinha tentando fazer desde o ano passado. Ainda não está do jeito que quero, mas foi um bom recomeço.


Toda a ilustração foi feita basicamente com aquarela e canetas Staedtler. Usei Posca nos detalhes dourados e hidrocor vermelha no tapa-olho. O papel que tenho usado é o Canson Aquarela, 300g, que não é muito caro mas tem uma consistência boa, com um lado liso e outro bem texturizado (eu prefiro o liso). E minhas aquarelas são da linha Koi, Sakura.


Abraços,
Lidiane :-)
Leia mais →
Processo criativo Projetos

Inktober 2014: última semana e 5 lições que o desafio deixou

Acabou outubro e, com ele, o desafio de desenho mais longo que já participei. No começo do mês, aceitei entrar no Inktober e produzir um desenho por dia, só na tinta. Achei que desistiria logo na primeira semana, mas os dias foram passando, e a vontade de produzir, mesmo nos piores momentos, foi crescendo. Além vários desenhos e ilustrações novas, o Inktober deixou 5 lições que levarei comigo para o resto da vida. São elas (acompanhadas pelas últimas produções):


1. Ter uma meta ajuda a superar a preguiça: quando aceitei participar do desafio, entendi que precisaria fazer um desenho por dia, não importasse as circunstâncias. Com isto em mente, fui obrigada a me organizar, para poder cumprir a meta diária. Ou seja, se eu gastava uma hora do meu dia no Facebook, cortei esse tempo pela metade, para poder trabalhar. Em alguns dias, cheguei a produzir mais de um desenho, o que me deu folga em alguns finais de semana e momentos super apertados, como na exposição. Também agrupei projetos afins: ilustraday, selfless das minas... Ter esta meta fez com que eu conseguisse enxergar o todo da minha carga horária, e a dividisse da melhor maneira possível;


2. Errar é humano: quando se trabalha com tinta, seja ela nanquim, aquarela, acrílica, etc. com um prazo apertado, a probabilidade de sair uma caca é enorme. Você vai errar, e errar é humano. Mas isso não pode te desmotivar, pelo contrário: se o papel de hoje enrugou, amanhã usa um mais encorpadinho, mas não descarta aquele desenho: aprende com ele! Não curtiu o tom de pele? Beleza, tenta outra mistura daqui há uma semana. A prática leva à perfeição e, quando se desenha todo dia, fica mais fácil perceber nossas fragilidades e onde precisamos melhorar;


3. Desapegar é preciso: em 1 mês vi todos os esboços que eu havia feito em algum momento de 2013-14 desaparecerem do meu mural. Eram aquelas coisas que eu rabisquei no intuito de terminar algum dia. Só que o dia nunca chegava e a pilha foi aumentando. Como minha cabeça não é um celeiro inesgotável de ideias, em vários dias lancei mão do que já estava ali para trabalhar. Claro que muitas coisas não saíram do jeito que eu queria, e outras abandonei de vez e decidi guardar como rascunho, o que significou o maior exercício de desapego da história do Atelier da Lidy. Ficou a sensação de limpeza das quinquilharias que só me atrapalhavam;


4. Superar o medo de tentar algo novo = renovar sua criatividade: eu tenho muito medo de tintas, principalmente aquarela. Sempre usei de maneira muito receosa, porém, foi um mini-kit de pastilhas que me fez perceber que era só um desconforto em relação à bisnaga. Com as pastilhas, minha relação com a aquarela mudou completamente. Daí por diante foi uma experimentação sem fim: line art e aquarela; novos formatos de cabelo; novos tons de pele.; novas viagens. Porque na maioria das vezes eu viajei legal na produção. E o bem que isso faz é indescritível, pois eu não estava ali para agradar ninguém, mas sim para me divertir e aprender com essas novas experiências. Agora, já me sinto confortável para encarar seriamente trabalhos com tinta e o que vier;


5. Compartilhar amor é o que há: todos os dias lá ia eu para as redes sociais e mostrava minha arte do momento e, além de aumentar o engajamento entre as pessoas que me seguem, foi uma troca de carinho muito grande. Recebi elogios, críticas do bem, conselhos e muito amor. Gente que perguntava porque o Inktober do dia ainda não havia saído (quando eu postava mais tarde); gente que curtiu cada foto publicada; gente que compartilhou. E nisso a rede de quem prefere o amor ao chorume aumenta, o que me deixa super feliz e motivada.

Já penso em participar de outros desafios e certamente farei o Inktober 2015. Obrigada a todo mundo que acompanhou essa jornada inesperada! Ah, e mostrarei todas essas ilustrações em detalhes, algumas com fotos do processo criativo, a partir da semana que vem.

Abraços,
Lidiane :-)
Leia mais →
Anterior Próximo
Assinar: Comentários (Atom)

Arquivo

  • dezembro 2025 (2)
  • novembro 2025 (1)
  • outubro 2025 (1)
  • setembro 2025 (1)
  • agosto 2025 (1)
  • julho 2025 (2)
  • junho 2025 (2)
  • maio 2025 (1)
  • abril 2025 (2)
  • março 2025 (2)
  • fevereiro 2025 (1)
  • janeiro 2025 (8)
  • dezembro 2024 (1)
  • novembro 2024 (2)
  • outubro 2024 (2)
  • setembro 2024 (1)
  • agosto 2024 (1)
  • julho 2024 (2)
  • junho 2024 (1)
  • maio 2024 (6)
  • abril 2024 (1)
  • março 2024 (1)
  • fevereiro 2024 (2)
  • janeiro 2024 (5)
  • dezembro 2023 (2)
  • novembro 2023 (3)
  • outubro 2023 (1)
  • setembro 2023 (2)
  • julho 2023 (4)
  • junho 2023 (3)
  • abril 2023 (2)
  • março 2023 (1)
  • fevereiro 2023 (1)
  • janeiro 2023 (4)
  • dezembro 2022 (1)
  • novembro 2022 (2)
  • outubro 2022 (1)
  • setembro 2022 (1)
  • agosto 2022 (1)
  • julho 2022 (2)
  • junho 2022 (1)
  • maio 2022 (1)
  • abril 2022 (3)
  • março 2022 (2)
  • fevereiro 2022 (2)
  • janeiro 2022 (3)
  • dezembro 2021 (2)
  • novembro 2021 (1)
  • outubro 2021 (2)
  • setembro 2021 (1)
  • agosto 2021 (3)
  • junho 2021 (4)
  • maio 2021 (1)
  • abril 2021 (1)
  • março 2021 (2)
  • fevereiro 2021 (1)
  • janeiro 2021 (6)
  • dezembro 2020 (2)
  • novembro 2020 (1)
  • outubro 2020 (3)
  • setembro 2020 (2)
  • agosto 2020 (2)
  • julho 2020 (2)
  • maio 2020 (5)
  • abril 2020 (3)
  • março 2020 (3)
  • fevereiro 2020 (2)
  • janeiro 2020 (3)
  • dezembro 2019 (3)
  • novembro 2019 (1)
  • outubro 2019 (6)
  • setembro 2019 (2)
  • agosto 2019 (2)
  • julho 2019 (2)
  • junho 2019 (3)
  • maio 2019 (3)
  • abril 2019 (1)
  • março 2019 (2)
  • fevereiro 2019 (3)
  • janeiro 2019 (4)
  • dezembro 2018 (2)
  • novembro 2018 (1)
  • outubro 2018 (4)
  • setembro 2018 (2)
  • agosto 2018 (2)
  • julho 2018 (4)
  • junho 2018 (5)
  • maio 2018 (4)
  • abril 2018 (3)
  • março 2018 (2)
  • fevereiro 2018 (3)
  • janeiro 2018 (5)
  • dezembro 2017 (3)
  • novembro 2017 (4)
  • outubro 2017 (4)
  • setembro 2017 (3)
  • agosto 2017 (4)
  • julho 2017 (5)
  • junho 2017 (2)
  • maio 2017 (8)
  • abril 2017 (4)
  • março 2017 (5)
  • fevereiro 2017 (4)
  • janeiro 2017 (6)
  • dezembro 2016 (4)
  • novembro 2016 (5)
  • outubro 2016 (5)
  • setembro 2016 (6)
  • agosto 2016 (5)
  • julho 2016 (8)
  • junho 2016 (5)
  • maio 2016 (8)
  • abril 2016 (8)
  • março 2016 (10)
  • fevereiro 2016 (6)
  • janeiro 2016 (8)
  • dezembro 2015 (10)
  • novembro 2015 (6)
  • outubro 2015 (12)
  • setembro 2015 (8)
  • agosto 2015 (31)
  • julho 2015 (5)
  • junho 2015 (8)
  • maio 2015 (5)
  • abril 2015 (7)
  • março 2015 (8)
  • fevereiro 2015 (5)
  • janeiro 2015 (6)
  • dezembro 2014 (9)
  • novembro 2014 (13)
  • outubro 2014 (12)
  • setembro 2014 (6)
  • agosto 2014 (7)
  • julho 2014 (6)
  • junho 2014 (2)
  • maio 2014 (2)
  • abril 2014 (4)
  • março 2014 (3)
  • fevereiro 2014 (6)
  • janeiro 2014 (5)
  • dezembro 2013 (6)
  • outubro 2013 (4)
  • setembro 2013 (3)
  • agosto 2013 (3)
  • julho 2013 (4)
  • junho 2013 (5)
  • maio 2013 (6)
  • abril 2013 (7)
  • março 2013 (9)
  • fevereiro 2013 (2)
  • janeiro 2013 (7)
  • dezembro 2012 (2)
  • novembro 2012 (2)
  • outubro 2012 (4)
  • setembro 2012 (2)
  • agosto 2012 (4)
  • maio 2012 (1)
  • abril 2012 (1)
  • fevereiro 2012 (1)
  • dezembro 2011 (1)
  • novembro 2011 (1)
  • outubro 2011 (2)
  • junho 2011 (1)
  • Termos de uso
© Lidiane Dutra • Theme by MG Studio