Lidiane Dutra
  • Home
  • Sobre
  • _Sobre mim
  • _Currículo
  • Trabalhos
  • _Portfólio
  • _Encomendas
  • Blog
  • _Arquivo
  • _FAQ
  • Contato
Portfólio Processo criativo

Feérica


Mais um trabalho que estava no limbo do mês de abril, e que acabei retomando para me sentir mais confortável no novo ateliê. Eu falei sobre algumas sensações que têm passado pela minha cabeça num episódio super gostosinho do podcast We can be readers (#16 - Literatura e ilustração), mas também vou falar mais a respeito disso por aqui, assim que puder.

Aqui já me sinto bem mais leve e à vontade com os materiais, algo que ficou um pouco truncado em Mariposa. Achei que a pintura fluiu com mais leveza, e o tom de pele bastante uniforme da figura comprova isso. Tentei trabalhar com uma paleta de cores bastante reduzida e também com tons próximos no círculo cromático (influência do curso da Isadora Zeferino). Novamente não tirei fotos do processo, prometo que vou melhorar nisso.

feérico - pertencente ao mundo da fantasia; mágico.

Tudo seguiu o caminho de sempre: marcação dos valores (dessa vez com azul índigo), pintura da pele (em tonalidades avermelhadas), cabelos e detalhes. O resultado:

Materiais utilizados

  • Papel para aquarela Harmony Hahnemühle;
  • Aquarelas Van Gogh;
  • Pincéis Karamik;
  • Marcadores Sakura.
  • Lápis de cor Polycolor.



Cada vez tenho economizado mais na edição da imagem, deixando alguns aspectos como granulação bem crus, e só me preocupando com a nitidez e harmonia dos matizes. Além de tomar menos tempo, também é bastante libertador, e deixa a imagem final muito mais próxima da original no papel do que quando eu gastava horas no Photoshop.

Para acompanhar mais trabalhos e também ver meus gatinhos nos stories, é só me seguir no Instagram @lidydutra. Nos próximos dias, vou atualizar minhas lojas na Colab55 e INPRNT. Lembrando que também estou aceitando encomendas.
Leia mais →
Portfólio Processo criativo

Mariposa 🐛



Finalmente consegui parar - não só para finalizar uma ilustração, como também para escrever um post. Tenho andado bastante afastada do blog, não por falta de assunto, mas por falta de tempo. Completei minha mudança há pouco, e estou me adaptando ao novo espaço e à nova rotina. Todo dia é um aprendizado diferente. Por isso, para marcar essa fase, resolvi resgatar algumas artes que tinha deixado só na linha lá em abril, e inaugurar meu novo ateliê (em breve falo mais sobre ele, mas já dá pra conferir um pedacinho aqui) aquarelando uma moça mariposa.


As mariposas têm simbologias muito interessantes. Acredito que uma das mais populares esteja ligada ao fogo da transformação. A Caroline Jamhour, uma das artistas que mais admiro, fez um post sobre o simbolismo da mariposa, que acabou viralizando (e começou a ser compartilhado sem os créditos). Sugiro a leitura do original, pois é uma reflexão muito valiosa. Aqui onde moro agora, é comum aparecer mariposas, dessas mais simples, que ficam na volta da lâmpada à noite. Em 2017 eu já havia ilustrado uma actias luna, então não é de hoje meu fascínio por esses seres.

Acredito que veio bem a calhar escolher esse trabalho, dentre outros que eu já tinha preparado, pois toda mudança é uma transformação enorme na vida. É como sair de um casulo quente e seguro para um mundo novo e, muitas vezes, hostil. Bate uma série de inseguranças e incertezas, de repente estamos aprendendo coisas banais, como regular a nova máquina de lavar. Ainda quero falar mais sobre essas experiências mas, por enquanto, vou me concentrar em mostrar essa ilustra:


Comecei a pintura da mesma maneira que começo todas as outras: marcando os valores com lápis, depois com cinza payne, e fui colocando as cores. Para o tom da pele, trabalhei com alguns tons avermelhados e terrosos, fiz uma misturinha para chegar a essa cor, que curti bastante. Para as asas, imprimi algumas imagens de mariposas e fui pegando um pouco de cada e estilizando, ou seja, não é nenhuma espécie em específico e tomei a liberdade artística de não estar biologicamente fidedigno a nenhum inseto. O resultado:

Materiais utilizados

  • Papel para aquarela Harmony Hahnemühle;
  • Aquarelas Van Gogh;
  • Pincéis Karamik;
  • Marcadores Sakura.
  • Lápis de cor Polycolor e Faber-Castell metático.


Espero que vocês tenham curtido essa ilustra e, em breve, eu volto aqui para contar mais sobre meu novo ateliê. Por enquanto, tenho postado lá nos stories e no feed do Instagram. Em tempo: participei de uma live muito legal com a Andréia Pires, no perfil da Concha Editora, sobre ilustração e docência. Dá pra assistir a parte 1 aqui e a parte 2 aqui.
Leia mais →
Portfólio Processo criativo

Meu autorretrato versão 2020


Retrato e autorretrato é uma das atividades que mais peço para meus alunos. Gosto da dinâmica, principalmente com os pequenos, de reconhecer as particularidades dos amigos, aquilo que nos torna únicos, seja um sinal, a cor dos olhos, o jeito de pentear o cabelo. Só que eu mesma não costumo me autorretratar muito, tanto que fujo dos meet the artist na grande maioria das vezes. Tenho tendência a ressaltar todos os pontos negativos do meu rosto, principalmente a falta de simetria.

Porém, como (ainda) estou fazendo o curso da Isadora Zeferino, cujo foco é no retrato estilizado, resolvi fazer alguns estudos extra-classe para me familiarizar com a ideia. Esse retrato acabou sendo catalisador de muitos sentimentos: me olhar com mais carinho, reduzir minha paleta de cores definir um novo avatar para as redes e, talvez, me despedir do meu quarto e do lugar que por tantos anos foi meu ateliê, visto que estou de mudança, já com várias coisas encaixotadas. Queria que essa despedida fosse num tom olha só tudo o que me tornei aqui, um agradecimento, uma lembrança feliz.


Como mencionei acima, um dos objetivos era reduzir minha paleta de cores o máximo que pude, e acredito ter conseguido. Trabalhei com verde, vermelho e marrom, e fui variando entre tons mais quentes e mais frios. Também trabalhei muitos detalhes com a própria aquarela, somente no rosto que usei caneta para delinear, além dos detalhes metalizados. Somente para o sombreado usei roxo, voltarei nesse ponto mais adiante.


Eu também queria que as folhas e flores estivessem no meu cabelo, mas nada muito incorporado/ emoldurado. Preferi guardar essa ideia para o projeto final do curso mesmo. Tudo o que pude resolver somente com a tinta, tentei resolver, e acho que estou indo por um bom caminho. O resultado:

Materiais utilizados

  • Papel para aquarela Moulin DuRoy 300g, grana fina;
  • Aquarelas Van Gogh e pincéis Keramik pelo sintético;
  • Multiliner Derwent na cor sépia e marcadores metálicos Sakura, Posca e Cis.


Esse sombreado roxo fiz depois de ter terminado praticamente toda a pintura e fez muita diferença. Geralmente eu faço a marcação dos valores com roxo, mas dessa vez optei por deixar marcado só com grafite, pintar normalmente e, por fim, fazer o sombreamento nas áreas que acho mais interessantes. Também deixei mais linhas e pontos de luz no rosto, e gostei muito de como ficou.


Os detalhes da granulação da tinta também ficaram muito interessantes, assim como o dourado da caneta. Fico feliz por ter feito as pazes com o scanner e conseguir obter esses resultados. Quem me segue por aí já pode ver o avatar em ação.

Apesar de não ter escrito nada no blog durante o mês de junho, fiquei bem ativa nas redes sociais e em outras plataformas. Criei uma nova conta no Twitter (mas mantive o mesmo user), pois queria voltar a compartilhar minhas artes de maneira aberta, e também recuperei o user antigo para o Instagram, e estou com uma conta só por lá. 

Também participei de dois episódios do podcast We can be readers e amei a experiência, principalmente pelo fato de falar sobre literatura, que tanto amo. O primeiro foi sobre Amanda Palmer e o livro A arte de pedir, e o segundo foi sobre Neil Gaiman e O oceano no fim do caminho. 

Da próxima vez que voltar com algum trabalho, talvez já seja na minha nova casa. Até lá, vou tentar me manter ativa pelo menos nas redes sociais e, quem sabe, tirar vários posts opinativos do modo rascunho.
Leia mais →
Anterior Próximo
Assinar: Comentários (Atom)

Arquivo

  • dezembro 2025 (2)
  • novembro 2025 (1)
  • outubro 2025 (1)
  • setembro 2025 (1)
  • agosto 2025 (1)
  • julho 2025 (2)
  • junho 2025 (2)
  • maio 2025 (1)
  • abril 2025 (2)
  • março 2025 (2)
  • fevereiro 2025 (1)
  • janeiro 2025 (8)
  • dezembro 2024 (1)
  • novembro 2024 (2)
  • outubro 2024 (2)
  • setembro 2024 (1)
  • agosto 2024 (1)
  • julho 2024 (2)
  • junho 2024 (1)
  • maio 2024 (6)
  • abril 2024 (1)
  • março 2024 (1)
  • fevereiro 2024 (2)
  • janeiro 2024 (5)
  • dezembro 2023 (2)
  • novembro 2023 (3)
  • outubro 2023 (1)
  • setembro 2023 (2)
  • julho 2023 (4)
  • junho 2023 (3)
  • abril 2023 (2)
  • março 2023 (1)
  • fevereiro 2023 (1)
  • janeiro 2023 (4)
  • dezembro 2022 (1)
  • novembro 2022 (2)
  • outubro 2022 (1)
  • setembro 2022 (1)
  • agosto 2022 (1)
  • julho 2022 (2)
  • junho 2022 (1)
  • maio 2022 (1)
  • abril 2022 (3)
  • março 2022 (2)
  • fevereiro 2022 (2)
  • janeiro 2022 (3)
  • dezembro 2021 (2)
  • novembro 2021 (1)
  • outubro 2021 (2)
  • setembro 2021 (1)
  • agosto 2021 (3)
  • junho 2021 (4)
  • maio 2021 (1)
  • abril 2021 (1)
  • março 2021 (2)
  • fevereiro 2021 (1)
  • janeiro 2021 (6)
  • dezembro 2020 (2)
  • novembro 2020 (1)
  • outubro 2020 (3)
  • setembro 2020 (2)
  • agosto 2020 (2)
  • julho 2020 (2)
  • maio 2020 (5)
  • abril 2020 (3)
  • março 2020 (3)
  • fevereiro 2020 (2)
  • janeiro 2020 (3)
  • dezembro 2019 (3)
  • novembro 2019 (1)
  • outubro 2019 (6)
  • setembro 2019 (2)
  • agosto 2019 (2)
  • julho 2019 (2)
  • junho 2019 (3)
  • maio 2019 (3)
  • abril 2019 (1)
  • março 2019 (2)
  • fevereiro 2019 (3)
  • janeiro 2019 (4)
  • dezembro 2018 (2)
  • novembro 2018 (1)
  • outubro 2018 (4)
  • setembro 2018 (2)
  • agosto 2018 (2)
  • julho 2018 (4)
  • junho 2018 (5)
  • maio 2018 (4)
  • abril 2018 (3)
  • março 2018 (2)
  • fevereiro 2018 (3)
  • janeiro 2018 (5)
  • dezembro 2017 (3)
  • novembro 2017 (4)
  • outubro 2017 (4)
  • setembro 2017 (3)
  • agosto 2017 (4)
  • julho 2017 (5)
  • junho 2017 (2)
  • maio 2017 (8)
  • abril 2017 (4)
  • março 2017 (5)
  • fevereiro 2017 (4)
  • janeiro 2017 (6)
  • dezembro 2016 (4)
  • novembro 2016 (5)
  • outubro 2016 (5)
  • setembro 2016 (6)
  • agosto 2016 (5)
  • julho 2016 (8)
  • junho 2016 (5)
  • maio 2016 (8)
  • abril 2016 (8)
  • março 2016 (10)
  • fevereiro 2016 (6)
  • janeiro 2016 (8)
  • dezembro 2015 (10)
  • novembro 2015 (6)
  • outubro 2015 (12)
  • setembro 2015 (8)
  • agosto 2015 (31)
  • julho 2015 (5)
  • junho 2015 (8)
  • maio 2015 (5)
  • abril 2015 (7)
  • março 2015 (8)
  • fevereiro 2015 (5)
  • janeiro 2015 (6)
  • dezembro 2014 (9)
  • novembro 2014 (13)
  • outubro 2014 (12)
  • setembro 2014 (6)
  • agosto 2014 (7)
  • julho 2014 (6)
  • junho 2014 (2)
  • maio 2014 (2)
  • abril 2014 (4)
  • março 2014 (3)
  • fevereiro 2014 (6)
  • janeiro 2014 (5)
  • dezembro 2013 (6)
  • outubro 2013 (4)
  • setembro 2013 (3)
  • agosto 2013 (3)
  • julho 2013 (4)
  • junho 2013 (5)
  • maio 2013 (6)
  • abril 2013 (7)
  • março 2013 (9)
  • fevereiro 2013 (2)
  • janeiro 2013 (7)
  • dezembro 2012 (2)
  • novembro 2012 (2)
  • outubro 2012 (4)
  • setembro 2012 (2)
  • agosto 2012 (4)
  • maio 2012 (1)
  • abril 2012 (1)
  • fevereiro 2012 (1)
  • dezembro 2011 (1)
  • novembro 2011 (1)
  • outubro 2011 (2)
  • junho 2011 (1)
  • Termos de uso
© Lidiane Dutra • Theme by MG Studio