Lidiane Dutra
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Aquarela Portfólio Processo criativo

Amanita 🍄


Apesar do blog estar parado há mais de um mês, tenho me concentrado em vários trabalhos. Fiz uma encomenda, resgatei trabalhos antigos para refazer com um novo olhar, e me dediquei a alguns esboços. Aliás, os esboços são parte constante da minha vida agora, é como se eu deixasse tudo em rascunho e curtisse isso, curtisse a possibilidade de, meses mais tarde, voltar com outras ideias, outras experiências, e retomar o trabalho. Também tenho usado o sketchbook de forma não muito linear e organizada, apenas registrando coisas, e isso tem sido libertador. É como se a ideia saísse de dentro de mim e eu não sofresse mais por tê-la deixado presa, ou a deixado ir embora.

Conciliar a vida de professora e a ilustração não é fácil, é uma corda bamba de sentimentos, e às vezes eu simplesmente não tenho vontade de desenhar, ou não me sinto confortável, e tenho me permitido ficar um pouco menos frustrada com isso, mentalizando que estou fazendo o melhor em ambos os lados, na medida do possível e do que uma pandemia pode me exigir.

Esse trabalho, em especial, era um rascunho muito antigo, acho que do ano passado, não recordo direito. Aí eu resolvi fazer o desenho final, na folha para aquarelar, em abril (veja aqui). Passaram uns meses, me mudei, e o projeto ficou ali. Quando sentei pra fazer, deu tudo errado, eu já não me identificava com o que tinha feito, mas achava que a ideia não era de todo desperdiçável, principalmente essa coisa da figura se integrar com o cogumelo.


Fui para o Coolors e para o Pinterest caçar paletas de cores para referência, mas num primeiro momento não me senti 100% com o que estava pintando. Achei tudo muito "natalino acidental", com cores muito puras e muito vivas, uns contornos meio esquisitos. Postei a imagem no Instagram e fiquei dias pensando no que estava me incomodando. Hoje, coloquei o trabalho no Adobe Colors (ele extrai diversos tipos de paletas da sua imagem - cores brilhantes, escuras, suaves...) e foi como uma revelação, pois percebi o quanto a paleta estava redondinha, e o problema não estava ali. A recepção do público foi super boa também, então eu cheguei a conclusão de que não sei hahahahahaha. Sério, eu não sei qual é e de onde vem meu estranhamento com esse trabalho, talvez ele esteja provocando alucinações e confusão mental, assim como o cogumelo amanita muscaria (mata-mosca) provoca. Será que é uma ilustração com poderes mágicos? 🍄 #atenta

Materiais utilizados

  • Papel para aquarela Harmony Hahnemühle;
  • Aquarelas Van Gogh;
  • Pincéis Karamik;
  • Marcadores Sakura;
  • Lápis de cor Polycolor;
  • Foto de referência da Faestock.
Mesmo me sentindo altamente estranha em relação à essa ilustra, ela vai para a lojinha! Vamos aproveitar o clima natalino alucinógeno para apoiar uma artista independente. Para conhecer minha loja, clique aqui.

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Portfólio

Dr. Frank-N-Furter (Rocky Horror Picture Show) 👄

Estou aqui pagando uma dívida que tenho há anos com um dos meus filmes favoritos (embora eu ainda tenha dívidas com Jovens Bruxas e Entrevista com o Vampiro, por exemplo). Rocky Horror Picture Show é um dos poucos musicais que gosto, e tudo nessa produção de baixo orçamento (mas muita alma!) me encanta. Da primeira vez que vi quase não entendi nada kkkkk, mas já me apaixonei por todas as personagens. Com o tempo, fui entrando naquela atmosfera e foi um caminho sem volta.

Além da Magenta e da Columbia, o Dr. Frank-N-Furter (interpretado pelo Tim Curry) sempre foi uma referência, com aquela maquiagem ousada e toda a expressividade, que o tornam reconhecível até mesmo por quem nunca assistiu ao filme.

Esse trabalho surgiu de forma bastante espontânea, eu estava passando pelo Pinterest, quando algumas imagens do filme apareceram no meu feed. Então, decidi que sairia do meu cronograma de catrinas e outros trabalhos, para me dedicar a uma fanart. Não fiz registros, além do que postei nos stories do Instagram, e fui acrescentando os elementos e decidindo os materiais na hora, de um jeito bem aleatório, bem Rocky Horror.


Usei lápis grafite, lápis de cor, Copic, caneta nanquim, caneta com glitter e até pinceis do Photoshop imitando batom, de última hora. Gostei muito do resultado, achei que fui feliz na minha homenagem. 👄

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Aquarela Portfólio Processo criativo Projetos

La Catrina #1

Quem me acompanha há algum tempo deve se lembrar da época em que eu desenhava muitas catrinas, ou caveiras mexicanas, ou sugar skulls, como preferir. Cheguei a fazer uma exposição sobre o assunto e, por muitos anos, foram as minhas ilustrações mais vendidas em lojas virtuais. As pessoas viam qualquer coisa de caveira e já me mandavam, pois lembravam de mim na hora.

O tempo foi passando e eu, naturalmente, fui explorando outros temas, outras formas de me expressar no campo da figura feminina. As caveiras continuaram presentes, porém, em menor número. Só que, para muitas pessoas, eu havia abandonado as catrinas, havia renegado a minha história com elas, tanto é que cheguei a receber mensagens furiosas, perguntando quando eu ia voltar a desenhá-las. Só que elas sempre estiveram aqui, diluídas entre séries, desafios, trabalhos avulsos. Eu me questionei muito sobre não estar fazendo apropriação cultural também, e fui estudar sobre isso, sobre essa figura tão presente quando as datas de halloween, día de los muertos/finados vão se aproximando. E fui tocando a vida.

No início do ano, eu havia me proposto um pequeno desafio, antes da pandemia levar todos os planos por água abaixo: redesenhar um trabalho antigo, com os olhos e a técnica de agora. E pensei demais em fazer isso com a primeira catrina, lá de 2011. São quase 10 anos separando aquele trabalho divisor de águas, do que eu tenho hoje. E por vários momentos me perguntei como iria fazer isso acontecer.

Quando me mudei e coloquei os lindos quadros que ganhei da Thay Santiago na parede, bem ao lado de onde passo o dia trabalhando, comecei a pensar que, talvez, um só redesenho não comportaria toda a importância que essas mulheres belas e mórbidas têm para mim. Por isso, decidi que não me restringiria a refazer a Sugar Skull I, mas em dar um reboot em toda a série de catrinas, fazendo algo na linha das Botânicas, que são bastante recorrentes por aqui. Não sei quantas ilustras serão, mas já estou me preparando para que seja uma série fechadinha, com álbum próprio no Behance e tudo mais.



O processo de pintura não foge muito do que eu sempre faço, só que agora tenho escolhido as paletas de cores previamente, através do Coolors. Aprendi no curso da Isadora e levei pra vida, e isso facilita demais as coisas. Com a paleta definida, eu pinto o rascunho com lápis de cor, só para marcar os locais onde as cores vão e melhorar a composição. Ainda vou explicar esse processo melhor em outro post, pois foi uma adição valiosa ao meu trabalho. Também optei por cores bem fantasia, que fossem uma mistura de Hera Venenosa com Zumbi. O resultado:


Materiais utilizados

  • papel para aquarela linha Harmony Hahnemühle 300g, grana fina;
  • aquarelas Van Gogh;
  • pincéis Keramik;
  • Marcadores metálicos Sakura;
  • Lápis de cor SuperSoft Faber-Castell.


A foto que usei para referência é da linda @st.meow. Estou muito animada com esse reboot da série de catrinas, e espero inseri-las de maneira mais regular no meu portfólio, assim como fiz com outras ilustras.

Para comprar meus trabalhos: Colab55
Para encomendas: lidiane@lidydutra.com

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