Sketchbook Kraft Papel Pitanga
Oi gente! Hoje vou mostrar essa coisa marlinda da vida, que é o sketchbook kraft da Papel Pitanga, marca de cadernos artesanais da Isabella Pessoa. Antes de falar do caderno em si, quero registrar o carinho e a preocupação da Isabella, desde o momento da encomenda até a entrega (e nosso desapontamento mútuo com a falta de cuidado dos Correios com materiais frágeis).
Escolhi o sketchbook tamanho A5, pois considero que este é o ideal para as minhas necessidades, com detalhes em vermelho, que dá um contraste lindo com o kraft. Logo que vi, já customizei a capa com um postal, e essas fitas fofas que vieram junto. #mandatapes
O caderno tem abertura em 180º, o que permite trabalhar tranquilamente sem se preocupar com dobras e folhas que não ficam no lugar. O papel kraft em si tem uma gramatura e cor muito boas. Estou acostumada a usar o da Canson, que é bem mais fino e claro, e enruga facilmente. Porém, este se mostrou bastante resistente e oferece um meio-tom excelente para coloração de pele.
Detalhes do papel e das costuras. Fiquei muito impressionada com os acabamentos, pois é natural que um caderno artesanal apresente pequenas imperfeições, faz parte do processo. Mas o Papel Pitanga é impecável, as páginas são milimetricamente cortadas, as costuras não têm fios soltos, tudo fica no lugar. Gente, que gosto ter um material assim, sério. É só amor! ♥
Alguns dos desenhos que fiz até o momento. Esse papel se comportou muito bem com grafite, marcadores e tinta, quase não transferiu para o verso da folha. Como já disse em outras ocasiões, eu não costumo usar o avesso da página, logo, se vazar tinta, tudo bem. Mas para quem usa e se importa com esse detalhe, procure ficar nos materiais mais secos, e se quiser se arriscar em técnicas que exigem água ou pigmentos fortes, use um papel adequado, com gramatura superior a 300g.
Além do caderno que encomendei, a Isabella mandou, juntamente com as fitas, esse lindo journal com costura verde, folhas em papel reciclado e bordas arredondadas. Pretendo usá-lo para projetos e desafios de desenho.
Quem quiser encomendar o seu Papel Pitanga, visite o blog da Isabella, que também faz ilustrações lindas, e o Instagram da marca.
Quem quiser encomendar o seu Papel Pitanga, visite o blog da Isabella, que também faz ilustrações lindas, e o Instagram da marca.
Frida Kahlo
Quem me segue no Snapchat (lidydutra) e no Instagram, pode acompanhar o passo-a-passo dessa ilustração, através de uma série de videozinhos que, infelizmente, para algumas pessoas ficaram cortados.
Abaixo, a ilustração finalizada. Gostei muito de trabalhar com esses lápis, são muito intensos e eu nem precisei mexer nas cores no Photoshop. Quis deixar mais natural para que vocês percebam o quanto o grafite é amor e uma solução para aqueles tempos de bloqueio criativo que, de vez em quando, aparecem. Sobre a concepção da ilustra, apenas uma vontade muito grande de representar a Fridoca.
Materiais utilizados:
- Lápis grafite Conté à Paris 6B, Bruynzeel Sakura 5B, Royal & Langnickel 2B e aquarelável;
- Esfuminho;
- Caneta nanquim para detalhes dos cílios;
- Caneta Posca dourada e branca para pequenos detalhes.
Essa ilustração original (tamanho A4) está à venda, interessados podem mandar um e-mail para lidiane@lidydutra.com.
Mesa de luz artesanal
Olá pessoal!
Resolvi deixar a preguiça de lado e reativar meu canal no YouTube. Pretendo fazer alguns speed paintings e resenhas de materiais por lá. Para começar, mostrei minha mesa de luz, que é artesanal e já me acompanha há quatro anos.
Mesas de luz são equipamentos essenciais para quem ilustra, porém, o investimento é bastante salgado: em torno de R$ 500,00 a R$ 700,00, dependendo do tipo que você quer (lâmpada ou LED). Porém, com menos de R$ 100,00 é possível ter algo consistente para trabalhar, usando itens que encontramos em qualquer loja de materiais elétricos/marcenaria. Aperte o play!
Especificações da minha mesa:
- Caixa de MDF branco (ideal para rebater a luz) feita na marcenaria;
- Dimensões: 33cm x 24,5cm x 8,5cm (A4);
- Canaleta para encaixe do vidro: 1cm;
- Vidro fosco (para basculante de banheiro/cozinha) medindo 33cm x 22,7cm;
- Alimentação via carregador e plugue de celular, com fita de LED 12v branca (encontrada no Mercado Livre e instalação feita pelo eletricista).
Sobre a fita de LED, você pode comprar mais de 1 metro e usar para outras coisas na sua casa, pois vale o investimento. E se você manja dos paranauês de marcenaria e elétrica, melhor ainda, mas esse tipo de serviço é bastante simples e não costuma ser caro.
Detalhes da mesa para referência:
![]() |
| A última foto foi tirada com todas as luzes apagadas. Percebam que a mesa entrega bastante luminosidade para a cópia do desenho. Papéis utilizados no teste com gramaturas entre 90g e 300g. |
![]() |
| Fita de LED apagada/acesa. Você pode optar também por colocá-la em toda a volta da mesa, ou um pedaço de 5cm em cada lado (meu caso). |
Como disse no vídeo, essa foi a minha solução (nossa, na verdade, pois foi presente do namô) para a mesa de luz. Se você conhece outro modo de fazer ou quiser arriscar de um jeito diferente, se joga! Em tempos de crise, toda solução criativa é válida. Espero que tenham curtido o vídeo, perdoem os enquadramentos e a edição tosca, prometo melhorar.
Links bacanas #2
Oi gente!
Vamos aos links mais bacanas que encontrei pela blogosfera nas últimas semanas. Tem muita coisa linda, de reflexões sobre cópia até financiamento de livro para colorir de uma das ilustradoras mais fantásticas do Brasil.
1. A Ju Rabelo continuou com a discussão sobre cópia na arte, dessa vez falando sobre sua importância para o estudo do desenho;
2. A Ana Blue deu dicas para quem quer começar a desenhar;
3. A Mary Cagnin fez um vídeo muito legal com dicas para superar o bloqueio criativo (e ela também está com blog novo);
4. A Michelli mostrou o trabalho da incrível Jackie Huang;
5. A Juliana Fiorese fez uma resenha do livro A Menina Submersa e, de quebra, disponibilizou uma arte linda para download;
6. A Bia Reys ensinou a fazer paletas para aquarela que nos ajudam a combinar cores;
7. A Fernanda Guedes lançou, no Catarse, o projeto do seu livro para colorir e deu início ao movimento Artistas da Cor.
2. A Ana Blue deu dicas para quem quer começar a desenhar;
3. A Mary Cagnin fez um vídeo muito legal com dicas para superar o bloqueio criativo (e ela também está com blog novo);
4. A Michelli mostrou o trabalho da incrível Jackie Huang;
5. A Juliana Fiorese fez uma resenha do livro A Menina Submersa e, de quebra, disponibilizou uma arte linda para download;
6. A Bia Reys ensinou a fazer paletas para aquarela que nos ajudam a combinar cores;
7. A Fernanda Guedes lançou, no Catarse, o projeto do seu livro para colorir e deu início ao movimento Artistas da Cor.
Abraços,
Lidiane
Na prancheta #5
Tudo o que estava na prancheta do mês passado, permanece lá. Mas, mesmo assim, resolvi pôr em prática coisas que vinham rondando a minha cabeça, e deixar as ideias fluírem naturalmente no papel.
Meus rascunhos costumam ser muito hachurados, riscados, apagados, sobrepostos... acho que isso faz parte da nossa marca gráfica, das pegadas que deixamos no caminho até a decisão final. Daí a importância de ver esses registros não como feios, tortos ou indecisos, mas como parte do nosso aprendizado.
Esse último esboço, que também abre o post, foi resgatado dos meus arquivos antigos. Eu tinha a maioria da figura pronta, e como dou muita atenção aos retratos, resolvi que era um bom momento para retomá-la. Estou curtindo o processo, acredito que coisas muito boas estão reservadas a esta mocinha.
No sketchbook #2
No finalzinho de julho mostrei meu novo sketchbook, e confesso que ele é o grande responsável pela melhora da compreensão do meu próprio processo criativo. Nele faço anotações, rabiscos, testes, e ainda fico com um arquivo precioso de todos esses dados.
Durante o #agostodoartista, vocês puderam acompanhar, quase diariamente, minhas produções e, desde que o desafio encerrou, continuei a todo vapor com exercícios diários. Vamos ver?
![]() |
| Teste de grafite azul. |
![]() |
| Estudos para uma ilustração e anotações. |
![]() |
| Estudo para trabalho comissionado. |
![]() |
| Estudo para corvos. Preciso treinar muito. |
![]() |
| Esboço de fan art feito a partir da observação de uma das ilustrações da Selenada. |
![]() |
| Um barbudo! Ainda quero finalizar esse estudo com grafite e deixar a barba bem tentacular, ao estilo Davy Jones. |
Mês que vem mostro mais estudos, quem sabe ainda esse ano consiga finalizar esse sketchbook. Pretendo fazer posts semelhantes ao na prancheta, assim fica mais fácil acompanhar o que estou produzindo.
Minhas inspirações - setembro
Setembro chegou, daqui a pouco o inverno dá espaço à primavera, por uma graça divina não aguento mais, e esse tempo de renovação e florescer inspira conhecer novos artistas, ou até mesmo saber o nome daquela ilustradora que sempre aparece na time line, mas que as pessoas insistem em não creditar. Para esse mês, separei três mulheres incríveis para você curtir, acompanhar e se encantar um pouco com tantos trabalhos excelentes. Vamos lá!
Ulyana Selene Regener (Selenada): descobri essa artista por acaso, no Pinterest, e me apaixonei por seus retratos de tirar o fôlego, e que já vi várias vezes sem referência por aí. Vamos se ligar, né gente? Ulyana é uma artista plástica suíça, com um dos estilos mais característicos que já vi em pintura digital. Seu Deviant é cheio de ilustrações de cair o queixo e nenhum detalhe passa despercebido, como em Sister Of The Night (acima), na qual a harmonia entre a face e os cristais das joias dão um toque de realismo impressionante.
Sabrina Bezerra: ilustradora brasileira que dá grande ênfase à figura feminina, trabalhando basicamente com nanquim e aquarela. O traço da Sabrina é muito limpo e simples, porém marcante. Gosto muito das linhas do cabelo e dos detalhes em vermelho que ela coloca nas mãos e rosto.
Rose Ellen Swenson: mais uma ilustradora que conheci pelo Instagram (aliás, uma ótima maneira de seguir pessoas legais é ver quem seus artistas favoritos seguem), cujo trabalho é marcado pelas linhas sinuosas e figuras extremamente expressivas. A Rose trabalha com nanquim, marcadores, aquarela e se tornou meu objeto de estudo por causa da construção dos cabelos e das flores.
Clique no nome das artistas para acompanhar seus trabalhos e ajudar na sua divulgação. Mês que vem eu trago mais três inspirações, e se você tiver alguém para indicar, é só deixar nos comentários.
Clique no nome das artistas para acompanhar seus trabalhos e ajudar na sua divulgação. Mês que vem eu trago mais três inspirações, e se você tiver alguém para indicar, é só deixar nos comentários.
Abraços,
Lidiane ;-)
Ateliê Tour 2015 + Blog Day
Hoje é o último dia de BEDA e também Blog Day! Conforme prometido, fiz o tour 2015 pelo ateliê e procurei mostrar todos os cantinhos interessantes do meu espaço de arte, além da minha estante de livros. Infelizmente, não consegui fazer um vídeo porque (como dá pra perceber nas fotos) meu quarto é todo lilás, e isso se transformou num problema. Só consegui fotografar num dia de sol muito bom e com a função HDR do celular habilitada, porque nem a câmera convencional convenceu.
Separei esse post em duas partes: ateliê e estante, com legendas explicativas em todas as imagens. Gostaria de ressaltar que compro materiais desde a faculdade, ganho muitas outras coisas em datas comemorativas e, ao longo dos anos, procurei deixar meu ateliê confortável o bastante para poder trabalhar várias horas por dia. Então nada do que está posto aqui é ostentação ou jabá: é a forma como estruturei meu cantinho com os recursos dos quais disponho, e que pode vir a inspirar outras pessoas.
Ao final do post, preparei uma lista especial para o Blog Day, com dez blogs que sigo e recomendo, para celebrar tantas coisas legais que aconteceram durante este mês. Vamos lá!
Ateliê
Essa é a parte superior da cômoda, onde está a coleção de canecas com canetas e lápis avulsos, e também a Vida, catrina linda confeccionada pela Daniela Karg, e a máquina de escrever que escapou de ser descartada e hoje me acompanha.
Tenho canecas de todos os tipos, muitas ganho de presente, outras compro de artistas que gosto, e também tenho duas da minha antiga loja. Geralmente guardo nelas os lápis e canetas dos quais não tenho mais a embalagem, ou os avulsos. É uma maneira fácil e barata de decorar um ateliê e manter seus materiais organizados.
Na parte inferior guardo meus papéis e pastas com ilustrações, além dos sketchbooks maiores e minha mesa de luz. Aqui, tudo fica protegido da luz e da poeira, além de facilitar o acesso. Costumo manter os blocos intactos até o final, pois ajudam na conservação das folhas, e os papéis avulsos são mantidos dentro da caixa poá. Já as ilustrações finalizadas vão para as pastas catálogo, logo após a fixação com spray. A mesa de luz é artesanal, meu namorado fez a partir de uma caixa de MDF, vidro e fita de LED.
Minha mesa de trabalho! Tem estilo colonial e comprei aqui de Rio Grande, assim como a estante. Ela é bastante sólida, as gavetas são fundas e com espaço, além de ter uma boa altura, fico com a coluna no lugar. Sobre a mesa, deixo apenas o necessário: luminária articulável, impressora, lápis de uso frequente e alguns cadernos. Na parte móvel, guardo a prancheta reclinável, e nas pranchetas da parede me organizo: fotos e referências para estudo, trabalhos em andamento, trabalhos finalizados não escaneados e planner semanal.
Na prateleira de cima: mais canecas com pincéis para uso geral e pincéis para aquarela, marcadores Copic e canetas de diversas marcas e espessuras. Um copo do filme "O Exterminador do Futuro" (sou dessas que compra brindes no cinema, me julguem) contém escovas, estilete, régua, etc. Minha manequim chamada Nina com asas de borboleta, a mascotinha do Maremundo e um galo de Barcelos que veio diretamente de Portugal. Já dentro da latinha guardo Aqualine, nanquim, clipes e borrachas que uso bastante.
Na outra prateleira temos um apontador elétrico em forma de pinguim, uma xícara com estampa de Gustav Klimt cheia de post-its, um telefone em formato de rolo fotográfico e a Torre Eiffel. Tudo super amorzinho, ganho muitos presentes fofos.
Detalhe do porta-lápis que fica sobre a mesa. Essa é a vista que tenho quando estou trabalhando: meus livros e se a porta estiver aberta, a TV da sala para distrair :D
Minha mesa tem três gavetas. Na primeira, guardo os estojos de lápis e de canetas que uso para carregar na bolsa. Sempre que compro um material que vem numa embalagem bonita e prática, procuro preservá-la, deixando para colocar nas canecas apenas aqueles que não estão bem acondicionados.
Na segunda gaveta guardo os marcadores, alguns recipientes para aquarela e um berço para encadernação que falhei miseravelmente em usar.
Por fim, as aquarelas. Aqui, tem de tudo: fita crepe para segurar o papel, godês (muito sujos), spray fixador, estojo de pastilhas, estojo de bisnagas (a caixa da Mulher Maravilha está cheia de aquarelas), panos, máscara, álcool, sal, mais recipientes, enfim... Essa é uma das gavetas que tem ganhado mais itens nos últimos tempos.
Estante
Meu guarda-roupas de Nárnia amado! Nossa história começou num momento crítico. Ano passado o inverno foi muito úmido, e minha antiga estante de chapa amanhecia completamente molhada, por algum motivo desconhecido. Resolvi acondicionar os livros num espaço fechado, e desde então essa coisa linda me acompanha. Nas caixas acima está uma grande parte da minha coleção de cadernos e sketchbooks, que vale um post exclusivo. Vamos ver o que tem dentro da estante:
A primeira prateleira é a mais funda, por isso decidi colocar os livros técnicos, que geralmente têm uns formatos maiores, além dos títulos sobre história da arte, arte/educação, biografias de artistas, dentre outros. Tudo o que pertence à área de artes está nessa prateleira, acompanhado pelas minhas duas Skelitas.
Na segunda prateleira estão os livros de capa dura, com encadernação especial, os importados e alguns infantis diferentes, guardados por dois Zelfos e uma Malévola. Muitos desses livros bonitos acabo comprando não só pela história, mas para usar como referência em trabalhos, para ir além do Pinterest e ter algo palpável, sabe?
Na terceira prateleira começam os livros de literatura geral. Não tenho uma ordem de arrumação, só procuro enfileirar do maior para o menor para evitar o TOC. Mas dá pra encontrar, por exemplo, Neil Gaiman em três prateleiras distintas, conforme o tamanho/acabamento do livro. Coerência mandou um abraço. Aqui também estão a Frankie, a Operetta e a Goulia.
Na quarta prateleira estão mais livros de literatura geral e os pockets, que são as coisas mais tinhosas de guardar, tanto que estou me desfazendo de alguns para comprar a versão maior do livro. O que mais curto nesse espaço é que tem muitas obras de amigos meus, e até mesmo uma que eu participei. Também tem minhas graphic novels e mais uma boneca linda da Daniela Karg, uma Hello Kitty e a bruxa que saiu cortada (ela ri e acende os olhos).
Eu disse que era o guarda-roupas de Nárnia... a quinta prateleira! Aqui é o famoso soca-soca: tem meus mangás, mais uma caixa com sketchbooks, álbuns e pastas dos tempos da faculdade, meus livros para colorir, revistas e uma caixa de Melissa que denuncia minha paixão por esses sapatinhos (e que está cheia de bugigangas). Aquelas coisinhas estampadas lá atrás dos mangás são capinhas para os meus livros, feitas por mamaim em vários tamanhos, com bolso para guardar post-its e marcadores de cetim, muito fino. Tem mais caderninhos escondidos no meu criado mudo, mas não fotografei as gavetas dele porque quero arrumá-las.
Pensa que acabou? Não! Ainda tem o livreiro (comprado na mesma loja da mesa e da estante), onde eu guardo os livros que fazem parte de uma série. Acho melhor para organizar as que já estão finalizadas (dois primeiros nichos) e as que ainda estão em andamento (nichos restantes). Sobre ele tenho um pequeno altar, com várias divindades que acredito, além do meu incensário, que ajuda a manter as energias do ateliê sempre boas. Ufa! Era isso!
Para encerrar essa postagem mais do que especial, já que hoje é Blog Day, quero indicar dez blogs de ilustradorxs incríveis, que valem muito a pena o clique. Nós, artistas independentes que divulgam seus trabalhos pela internet, só estamos aqui porque o público nos dá esse retorno maravilhoso, então sempre que você tiver a oportunidade de incentivar um artista, compartilhe o link de seu blog, curta sua página no Facebook e ajude a espalhar arte pelo mundo. Então, visita lá:
Muito obrigada a todos que me acompanharam no BEDA, aos que passaram a seguir meu trabalho a partir desse projeto, sejam muito bem-vindos, e já agradeço de antemão a quem me indicar em sua lista de favoritos. *-*
Abraços,
Lidiane :-)
Assinar:
Comentários (Atom)















































