Lidiane Dutra
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Reflexões

O preço da arte (ou como é difícil entender que as contas não se pagam sozinhas)

Momento ~abrindo o coração~

Esta semana a escritora Clara Averbuck conseguiu um feito inédito para o mercado editorial brasileiro: a publicação de um livro via financiamento coletivo. O projeto Toureando o Diabo não só bateu sua meta, como também proporcionou à autora uma pequena reserva financeira. Mesmo assim, houve quem pensasse que ela estava enganando as pessoas, ao ficar com esse dinheiro. Este fato fez muita gente se manifestar à favor da Clara (veja aqui o excelente post da Sybylla) e se questionar: afinal, qual é o problema de você ser remunerado pelo seu próprio trabalho? Acontece que, no Brasil, ser só (ênfase no só) escritor, professor, ilustrador ou qualquer profissão criativa, faz com que as pessoas pensem que OU você é rico e pode se manter nessas profissões ~que não dão dinheiro~ OU que você vive de luz e suas contas se pagam sozinhas. NÃO para as duas opções.

Não raro, recebo comentários desse tipo:
- Adorei seu trabalho, você faria um rabisco meu?
Aos quais eu respondo:
- Manda um e-mail que te passo o orçamento.
Daí o e-mail chega com 8797980 fotos da pessoa e a seguinte mensagem:
- Aiiii já separei umas fotos, podes fazer assim e assado. Aguardo, beijos.
Lá vou eu responder à criatura:
- Olha só, esse tipo de trabalho custa X.
-- Fim da negociação --

Kero morre!

Para muitas pessoas, desenhar ainda é um hobby, e quem se sujeita à expor seu trabalho na internet é porque está topando qualquer negócio. Já recebi e-mails com propostas absurdas, até mesmo uma pessoa que queria utilizar minhas imagens para fazer capinha de celular e ganhar dinheiro às minhas custas! A desculpa? Ah, suas imagens estão na internet... Sim, mas elas continuam sendo MINHAS! Quem tem alguma dúvida a respeito, é só rolar até os termos de uso do blog, no rodapé.

Enfim, muitas vezes é um tormento negociar, ou porque as pessoas acham cara uma ilustração, ou se ofendem por ter que pagar, seja a quantia que for, ou porque acham fácil, enfim... De tudo isso, a mensagem que fica, na grande maioria das vezes, é que você não deve receber por esse trabalho. Você escolheu trabalhar com o que gosta, você é seu próprio chefe muitas vezes, então é como se você assinasse um pacto de sangue para se sujeitar às mais variadas torturas psicológicas envolvendo sua arte.

Enquanto as pessoas [e empresas] não entenderem que escritor é uma profissão como qualquer outra, que ilustrador tem contas como qualquer pessoa, que diagramador não é o cara que joga tudo no word, nós sempre estaremos à mercê dos maus profissionais, aqueles que não estão nem aí e topam tudo, e à desvalorização de toda uma cadeia produtiva. Estaremos presos aos contratos abusivos (quando há), aos "entendidos" que metem a mão nos nossos projetos sem a nossa autorização, às refações sem fim, ao jeitinho brasileiro, que permeia esse modo capenga de fazer as coisas.

Por mim e pelos meus colegas de profissão: não estamos fazendo um favor para a sociedade. Estamos oferecendo nosso serviço especializado, como qualquer outro profissional. Exigimos respeito e pagamento justo pela nossa mão-de-obra. Parece óbvio, mas ainda é preciso lembrar aos desavisados. E eles são muitos, e se multiplicam a cada dia.

Abraços,
Lidiane :-)
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Materiais Reflexões

Sobre a necessidade (cada vez maior) de registrar meus processos criativos


É cada vez mais premente a necessidade que sinto em registrar todos os meus processos criativos. Para além da mania, existe o interesse com a evolução do meu traço e como lido com diferentes situações, quantas vezes saio da zona de conforto e quantas me valho dela para concluir determinada ilustração, além de todas as referências (visuais, escritas, musicais...) que busco a cada novo desafio, e devaneios que saem da minha cabeça direto para o papel, em forma de questionamentos, esboços, enfim.

Na imagem acima, estão três caderninhos que são meus companheiros de cabeceira, neles registro tanta coisa que nem eu sei de onde tiro tanta ideia maluca. Dia desses, resolvi escrever sobre coisas que minam meu processo criativo (à esquerda). Depois, parei para pensar em todos os elementos que se repetem no meu trabalho (à direita). Então, resolvi compilar numa listinha, tudo que uso para me documentar, e que pode ajudar outros ilustradores que, assim como eu, buscam entender o que se passa em suas próprias cabeças!

Meios que utilizo para me documentar:

- Sketchbook: o meio mais "clássico" de registrar a brainstorming nossa de cada dia. Desde os primeiros passos de um novo trabalho, até estudos complexos, testes com novos materiais e rabiscos sem compromissos. No meu sketchbook, tem muita coisa finalizada ~não compreendo, tudo bem~ e estou tentando me dar ao luxo de deixar coisas por fazer. É um bom exercício.

- Diário de processos: é um caderno no qual escrevo sobre como está sendo realizar um trabalho específico, o que me motiva a começar uma série, que tipo de produto posso colocar nas lojas, além de várias outras coisas, como questionamentos e autocrítica. Acredito que é super importante reconhecer quando NÃO está bom, tanto quando está. Isso porque se alguém indagar você sobre um "defeito", você mesmo já refletiu sobre o mesmo.

- Anotações soltas: para momentos em que não tenho meus comparsas à mão, recorro a uma folha de rascunho, um post-it, papelzinho colorido, tudo que possa dar destaque à minha ideia e ser arquivado, posteriormente.

- Caderninho de organização: vou falar mais sobre meu caderninho no final do ano, quando chegarei à conclusão se ele funcionou ou não. Mas até o momento, está funcionando muito bem. Tenho uma aba própria para as ilustrações e ali anoto todas que estão em andamento, as que estão por vir, os trabalhos comissionados que precisam de atenção, ideias e conceitos-chave que julgo pertinentes.

- Caderno "da bagunça": é um carnaval onde tem de tudo, desde recortes de revista, esboços rápidos e inacabados, lamentações e mimimi, até minicontos para algumas ilustrações. É uma espécie de válvula de escape.

- Diário rápido: é o bloquinho que aparece à direita na foto, fica sobre minha impressora e saco toda vez que pinta uma ideia nova ou preciso fazer uma listinha.

- Caderno de referências visuais: ou look book, uma compilação de recortes de revista contendo fotos de modelos, acessórios, obras de arte, enfim, tudo que possa ser usado como referência numa ilustração, desde paleta de cores até poses.

- Pasta de esboços: desde o final de 2012 guardo todos os meus esboços, que antes eram descartados, e faço uma comparação do percurso que fiz até chegar à ilustração final. Algumas vezes, reaproveito esses esboços como ponto de partida para novos trabalhos e arranjo outras soluções para o que vinha fazendo. É interessante fazer uma releitura da própria obra.

- Blog: há quatro anos, tem muita coisa que está aqui. Quem me acompanha sabe o quanto penei para redescobrir meu traço, o quanto busquei entender e aceitar minha própria arte, então não deixa de ser uma excelente maneira de registrar meu caminhar como ilustradora.

- Livros e excertos de textos interessantes: se estou lendo um livro e acho que uma citação tem tudo a ver com um trabalho, não temo em fazer a associação entre um e outro. Também é importante buscar suporte teórico em autores que já discutiram sobre processo criativo e têm muito a nos ajudar. Deixo aqui três indicações de livros fantásticos sobre o tema:
- Criatividade e Processos de Criação, da Fayga Ostrower;
- Gesto Inacabado, da Cecília Almeida Sales;
- Filosofia da Criação, da Marly Meira.

Espero que tenham gostado das minhas dicas e que, de alguma maneira, eu possa ter ajudado quem busca mais informações sobre documentação do processo criativo.

Aproveito para fazer um agradecimento a todas as pessoas que me perguntam sobre quando será a próxima oficina de desenho, não esperava que tanta gente fosse se interessar! Pois então, ainda não sei quando e se vou ofertar outro curso, mas podem ter certeza que, com tanto carinho, vontade não me falta e vou dar um jeito de atender a todos os pedidos.

Abraços,
Lidiane :-)
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Materiais Processo criativo

I Put A Spell On You


Oi pessoal!

Hoje vim trazer o resultado definitivo da ilustração que já mostrei um pouquinho nas redes sociais. Ela fará parte de uma nova série temática, que pretendo completar aos poucos, de Bruxas. Já falei em outras oportunidades que amo o tema, então nada mais justo do que me dedicar a ilustrar essas personagens que tanto me cativam. 



Minha primeira ideia foi fazer uma homenagem ao início do outono, representando uma feiticeira saudando a chegada da nova estação e preparando a terra para a renovação. Como acabei adquirindo uma caixa de lápis aquarelável mutante da Faber Castell (muda de cor em contato com a água), resolvi testá-los no cabelo e gostei muito, tanto que me arrisquei em aquarelar o fundo, que me agradou bastante também. Apesar da concepção clara do que eu queria, não estudei muito quais cores colocar, fui na intuição, resolvendo um problema de cada vez, degustando cada passo dado.



O resultado foi um mix de materiais e texturas. Em certos momentos, achei que tudo ia dar errado. Por exemplo, quando estava aquarelando o fundo, a tinta vazou um pouco para a mão. Para esconder a mancha, tive a ideia de "borrar" os dedos de preto, como se a bruxa estivesse evocando um feitiço. O círculo ao fundo remete ao céu de fim de tarde, e o predomínio de verde significa esperança e renovação, mesmo que haja frio, queda e escassez. 


A imagem acima é uma tentativa frustrada de relação com Game of Thrones hehehe. Achei que meu amuleto de dragão cairia bem ao lado dessa feiticeira tão cheia de simbolismos. Bom, vamos ver o resultado definitivo?


Agora, sentem pra lista de materiais que utilizei. Tive que anotar tudo ao longo do processo para não esquecer de nada, pois usei MUITA coisa mesmo:

- papel Canson A4 200g creme;
- lapiseira 0.9mm para os contornos;
- lápis aquarelável mutante da Faber Castell em 4 tonalidades;
- caneta Pigma Brush preta;
- caneta Staedtler 0.2 preta;
- caneta gel nas cores dourada, prateada, branca, marrom, verde e roxa;
- caneta hidrocor verde folha;
- caneta Sharpie roxa;
- caneta Stabilo fine 0.4 nas cores verde claro, verde escuro, laranja, amarelo e vermelho;
- lápis cor aquarelável Staedtler Karat;
- lápis de cor Polycolor Portrait (vários tons);
- lápis de cor Polycolor marrons (vários tons);
- lápis de cor Polycolor cinzas (vários tons);
- pincel para aquarela pelo de marta tropical;
- água filtrada para a aquarela.

Pode parecer estupidez utilizar água filtrada para aquarelar, mas é um cuidado que tenho e faz diferença. Muitas vezes, a água retirada da torneira está com impurezas, como ferrugem, que a longo prazo podem danificar sua pintura. Ao final, fixei o trabalho com verniz fosco Acrilex.

Abraços,
Lidiane :-)
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Materiais Portfólio

Meu retrato como "Catrina"

Olá pessoal!

Algum tempo atrás eu já havia prometido aposentar (de forma carinhosa) a Dama Catrina, que desde 2012 apresentava o blog e demais redes sociais para vocês. Foi difícil me desapegar, pois quando idealizei aquela ilustra, era com o intuito de ser a porta-voz da minha arte e, sem dúvida, ela foi responsável por muita coisa boa.

Como não queria simplesmente substituir a identidade por ela criada, resolvi me transformar em Catrina novamente. A primeira vez foi no último Halloween, com direito a maquiagem e fotos. Só que agora quis eternizar esse momento com lápis e papel, e o resultado vocês conferem abaixo:




A foto que usei como referência é a do meu perfil, dadas as devidas licenças poéticas. Até chegar ao primeiro esboço, tive muito trabalho com as proporções do rosto, cheguei até mesmo a gradear a foto, para melhorar a visualização dos elementos. Meu medo por retratos tem passado com o tempo, e acredito que esta é uma grande evolução no traço. E o resultado final:



Os materiais que utilizei foram os seguintes:
- Lapiseira 9mm para os contornos;
- Lápis grafite Staedtler Mars Lumograph 4B;
- Caneta preta Uni Pin 0.3;
- Caneta preta Staedtler 0.6;
- Caneta preta Micron ponta pincel;
- Caneta gel dourada;
- Caneta Stabilo em três tons de verde;
- Caneta gel branca;
- Sombra para olhos em tons de lilás.

Espero que este Eu Catrina me traga tantas coisas boas quanto sua antecessora.

Abraços,
Lidiane :-)
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Materiais

Novo ateliê

Oi pessoal!

Hoje vim mostrar o resultado de parte da reforma no meu quarto e, por consequência, no meu ateliê. Com vocês, tchã-rã:


Agora, meu cantinho das artes está assim. Pintei todas as paredes com uma cor mais viva (Flor de Gerânio, da linha Toque de Seda da Suvinil - que é um lilás, apesar de parecer rosado na imagem acima), que destaca o branco dos móveis. Troquei a escrivaninha de parede, coloquei mais uma prateleira e substituí a placa de metal por quatro pranchetas, assim fica mais fácil visualizar as fotos/desenhos que coloco ali. Farei um post detalhado sobre decoração com pranchetas, em breve. Também comprei uma luminária nova e mais potente e procurei deixar poucos itens sobre a mesa.

Foi muito boa essa lufada de renovação, pois várias coisas me incomodavam no arranjo anterior dos móveis como, por exemplo, todo o enjambre que eu precisava fazer para aproveitar a única tomada do quarto. Agora, isso acabou. Também tenho mais espaço para as estantes de livros (cada vez mais cheias) e que, numa próxima oportunidade, mostrarei com calma. 


Aproveitei também para comprar alguns sketchbooks novos. O da Canson é pouca coisa maior que um A4, pretendo fazer a maioria dos trabalhos, de agora em diante, nele. As folhas são muito boas. O grafite tamanho A5 utilizarei para montar mais um dos meus look books, já que possuo vários recortes de revista esperando para tornarem-se referências visuais. O de passarinho será parte de um projeto especial. E o lilás para rascunhos rápidos.

Ah, não esqueci de um evento muito importante, não! No último dia 29 de março, o blog completou 4 anos de vida!!! Desde 2010 divido com vocês minha arte, minhas angústias, conquistas, devaneios e o que mais chegar. Obrigada a todxs por esse carinho, que chega em forma de leitores, comentários e abraços virtuais. Recebo todos com a maior felicidade do mundo. Gostaria de ter preparado um post especial, mas foi justamente no dia em que a reforma estava bombando, então esperei para lembrar da data com o cuidado que ela merece.

Em breve vou mudar algumas coisinhas no layout, aposentar a Dama Catrina do cabeçalho e rechear este espaço de novas artes. Obrigada novamente pela companhia!

Abraços,
Lidiane :-)
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Reflexões

"Trabalhe com o que te faz feliz"

Imagem: Fonte
Semana passada vi um post da Zilah, do blog Dona das Coisinhas, a respeito da responsabilidade de falar sobre felicidade, em tempos de "largue tudo e vá viver do que te faz feliz". O texto dela está super completo, com links para outras reflexões tão boas quanto, o que me fez pensar seriamente nesse discurso altamente propagado, principalmente no Facebook, do "trabalhe com o que te faz feliz".

Diferentemente do que muitas pessoas acham, trabalhar com o que te faz feliz não te dá menos trabalho. As responsabilidades são as mesmas. Eu, por exemplo, me divido entre a Universidade durante a semana e, nos tempos livres, faço meus frilas, cuido das lojas, cursos e exposições. Trabalhar com o que gosto também exige uma rotina, que pode se tornar cansativa. Alguns clientes não são abertos ao diálogo, apenas querem que eu execute suas ideias. Nesse sentido, gostar de desenhar apenas suaviza a condição de ter que fazer um trabalho problemático.

O que me deixa realmente incomodada é a avalanche de discursos que propagam o "larguei tudo e fui ser feliz". Na minha modesta opinião, se você não consegue ser feliz no dia-a-dia, não é deixando tudo para trás que conseguirá superar seus problemas. A felicidade não está atrelada a um lugar especifico, a um emprego ou salário, mas no quanto você coloca de si mesmo no que se propõe a fazer.

Também me incomoda o fato da felicidade ter sido transformada num status: não basta alcançá-la, é preciso esfregar na cara de todos que você é feliz e invejado por isso. Pensamento mais equivocado que este, impossível. Além do mais, não é sua condição financeira, facilidade para viajar ou abrir o próprio negócio que garantirá sua felicidade. Começar retribuindo o bom dia que o motorista do ônibus te dá, às oito da manhã, já é um passo para uma melhor qualidade de vida.

Para fechar esta reflexão: não pense que só alguns escolhidos merecem a felicidade. Até mesmo por que, o que é essa felicidade ideal mesmo? É ter o carro do ano? Passar no concurso público? A casa própria? A foto mais curtida? Cada um sabe de si. Pare de pensar que o outro não merece o que conquistou pois, se ele chegou lá, é porque batalhou para isso. Não o transforme num parâmetro, ou num espelho. Deixe de seguir a timeline alheia e faça da sua rotina um meio de transformar a sua vida real na vida dos seus sonhos.

Abraços,
Lidiane :-)
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Materiais

Coloração com sombra de olhos


Oi pessoal!

Continuando com as resenhas de materiais (semana passada publiquei uma sobre os lápis 3 em 1 da Stabilo), hoje quero falar sobre a coloração com sombra de olhos. Não é um bicho de sete cabeças, tanto no que diz respeito à aplicação, quanto à fixação do produto no papel. 

Tenham em mente o seguinte: fazer qualquer tipo de trabalho sem fixá-lo com um bom verniz, é certeza de que o tempo agirá impiedosamente sobre ele. Então, sempre usem spray fixador para finalizar os desenhos (eu uso o da Acrilex, super bbb). Dito isto, para quem já trabalha com lápis de cor, pastel, tintas... as sombras têm praticamente a mesma dinâmica: começar pelas cores claras e escurecer aos poucos.


Na imagem acima, apliquei numa folha sulfite comum, com a própria esponjinha do kit, um pouco de sombra azul clara. O glitter quase desapareceu, o acabamento ficou praticamente opaco (gosto mais). Depois, acrescentei uma amarela-dourada e fui esfumando, até conseguir um tom médio de verde e a integração das duas cores. O meu kit de sombras tem uma textura pastosa, que com certeza deve influenciar a aplicação. É bom testar várias marcas diferentes, até achar a ideal.

Uma coisa que tenho aprendido é: perder o medo de testar. Seja um material, uma superfície, uma posição do modelo. E sempre buscar referências: quem está trabalhando com isso? tem algum vídeo tutorial? Se não tem, faça! Mas não deixe de tentar por medo de não conseguir.

Abraços,
Lidiane :-)
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Materiais

Stabilo Woody 3 in 1 Pencil


Algumas pessoas me perguntaram do que se tratavam os lápis que postei no Instagram dia desses e que apareceram também no post do Moleskine #27. Então resolvi investigar porque, como foi um presente, também não conhecia essa linha da Stabilo.


Os lápis Woody 3 in 1 fazem parte de uma linha escolar, na verdade. São de madeira, com aproximadamente 10 cm de altura, bojudinhos, disponíveis em 18 cores e misturam lápis de cor comum, lápis de cor aquarelável e giz de cera num só produto, ideal para cobrir grandes áreas. Não encontrei à venda em nenhuma loja nacional.


A proposta do produto é ótima e ele não decepciona: transfere uma boa quantidade de pigmento para o papel, com uma cor intensa. Ao aquarelar, percebi que essa intensidade não se perdeu, dando um efeito mais interessante do que o lápis aquarelável convencional. Ele também se comporta bem ao ser misturado com outros materiais, no caso a sombra que utilizei no Moleskine #27.

Por ser portátil e bastante pigmentado, recomendo para quem sempre gosta de ter à mão um lápis que dá aquele diferencial em qualquer trabalho. Quem já tiver usado este ou algum material semelhante, deixa um comentário falando sobre a experiência!

Abraços,
Lidiane :-)
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