Links bacanas #3
A linkagem desse mês é dedicada ao Inktober, desafio que está tomando conta dos blogs e das redes sociais de várixs artistas maravilhosxs, e que estou acompanhando com muito amor e carinho. Se você também está, não esqueça de dar seu apoio a quem você curte, seja através de um like, um compartilhamento ou uma palavra de incentivo. Esses pequenos gestos valem ouro para qualquer pessoa.
E para quem não está por dentro do que é o Inktober, mas ficou interessado, preparei uma lista de sete ilustradoras brasileiras lindas, que estão dando um show a cada dia. Tem muita ilustra legal, inclusive homenagem ao Slipknot ♥ e speed paintings:
- Inktober da Cruella;
- Inktober da Bia Reys;
- Inktober da Mary Cagnin;
- Na página da Rosali Colares dá pra acompanhar as produções dela;
- No Instagram da Dessamore também tem muita coisa bonita.
Aqui no blog, as atualizações sobre o meu desafio acontecem toda sexta-feira, com um breve comentário sobre materiais e ideias. Ainda esse mês vou fazer resenha dos marcadores que tenho utilizado e que são sensacionais e (o melhor de tudo) super baratos!
Inktober 2015: Semana #1
Olá pessoal!
Este é o primeiro compilado do Inktober de 2015. Assim como no ano passado, estou amando participar do desafio, apesar de entrar em pânico com a possibilidade do cérebro dar um tilti e eu ficar sem ideias até o final do mês.
Por isso, deixei praticamente todos os desenhos da primeira semana prontos, de uma só vez. Aproveitei a inspiração e o fato de que realmente não teria tempo para desenhar todo dia, por causa das oficinas na Festa do Mar (que acabaram canceladas devido ao mau tempo).
Esses primeiros trabalhos foram feitos no meu sketchbook kraft Papel Pitanga e, como mostrei nessa foto, escolhi um número reduzido de canetas para utilizar. Deu certo, dentro da proposta que pensei para essas figuras, mas já troquei o arsenal para daqui em diante, vou explicar melhor no final do post. Vamos às ibagens:
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Essas foram todas as ilustras que fiz no sketchbook kraft e, a partir de hoje, começo uma nova etapa, no outro sketchbook, pois vou usar muita cor e preciso de um papel branco. Resolvi fazer a minha interpretação de Sailor Moon, a partir da coleção de mangás lançada pela JBC (no aguardo de Codename: Sailor V vol. 2). Semana que vem mostro as primeiras guerreiras do amor e da justiça com uniforme de marinheiro!
Minhas inspirações - outubro
Outubro é um mês muito especial para mim: tem meu aniversário e o Halloween, única data do ano que acho incrível e que dá vontade de decorar a casa e ir trabalhar todo dia com um chapéu de bruxa. Falando sobre datas, tem muita gente que não gosta de associar o Dia das Bruxas ou o Dia dos Mortos à nossa tradição popular, pois são celebrações "importadas", e que deveríamos comemorar o Dia do Saci. Na minha modesta opinião, cada um comemora o que quiser, contanto que esteja feliz e não ofenda a crença de ninguém.
E para entrar no clima, escolhi uma única artista para homenagear esse mês. Ela já apareceu aqui outras vezes, mas nunca me canso de compartilhar a arte e a poesia visual da Sylvia Ji. Se hoje eu tenho uma inclinação dark e creep nos meus trabalhos, devo à influência direta das figuras misteriosas, sensuais e macabras dessa pintora genial.
Sylvia nasceu em 1982 em San Francisco, no estado norte-americano da Califórnia. Muitas de suas obras são reflexos simbólicos de si mesma, retratos de pessoas conhecidas ou simplesmente rostos sem um nome ou história. Formada pela Academy of Art University de San Francisco, a artista teve sua primeira exposição individual ainda no último ano de graduação e, de lá para cá, nunca parou de produzir.
O trabalho de Sylvia Ji pode ser acompanhado através de sua página no Facebook e no Instagram (onde ela também compartilha imagens de sua filha fofíssima).
Abraços,
Lidiane
Lidiane
Começou o Inktober 2015 ♥
Foi dada a largada para o desafio de desenho mais aguardado do ano! O Inktober foi criado em 2009 por Mr. Jake Parker, e minha primeira participação foi ano passado. Aprendi muita coisa, por isso resolvi repetir a dose. Este ano, trabalharei exclusivamente no meu Papel Pitanga, e vou procurar seguir essa linha de meninas cabeludas-nebulosas, como a bruxinha acima.
Papel para técnicas mistas da Hahnemühle
Um dos itens da minha wishlist de aniversário era o papel com fibra de bambu, para técnicas mistas, da Hahnemühle. Como o bloco A4 estava muito caro e eu ainda não sabia se realmente valia a pena, resolvi comprar o mini bloco 8cm x 10,5cm e agora conto um pouco das minhas impressões.
Este papel tem gramatura de 265g e é ideal para aquarela, tinta acrílica e pastel (seco ou oleoso). Possui 90% de sua composição de fibra de bambu, e os outros 10% de algodão, além de ser acid free. Notem que, em comparação à caneta, o bloco é bem pequeno mesmo. Apesar de ter me decepcionado com isso no começo, depois vi que era o tamanho ideal para testes e para vender originais a um preço mais convidativo.
Utilizei aquarelas e marcadores neste primeiro experimento, e gostei do resultado. O papel praticamente não enruga, nem transfere para o verso da folha. Tem uma textura muito bonita, sem ser rugoso demais (achei similar ao Montval, que comprei na mesma leva).
Em resumo, a relação custo-benefício para quem trabalha com aquarela, principalmente, é bastante interessante, pois é um papel mais barato, mas com uma qualidade tão boa ou superior do que a maioria das linhas universitárias. Além de ser fabricado com um material que não agride o meio ambiente.
Essa pequena ilustração está à venda por apenas R$ 10,00 + envio! Quem tiver interesse, é só mandar um e-mail para lidiane@lidydutra.com.
Sketchbook Kraft Papel Pitanga
Oi gente! Hoje vou mostrar essa coisa marlinda da vida, que é o sketchbook kraft da Papel Pitanga, marca de cadernos artesanais da Isabella Pessoa. Antes de falar do caderno em si, quero registrar o carinho e a preocupação da Isabella, desde o momento da encomenda até a entrega (e nosso desapontamento mútuo com a falta de cuidado dos Correios com materiais frágeis).
Escolhi o sketchbook tamanho A5, pois considero que este é o ideal para as minhas necessidades, com detalhes em vermelho, que dá um contraste lindo com o kraft. Logo que vi, já customizei a capa com um postal, e essas fitas fofas que vieram junto. #mandatapes
O caderno tem abertura em 180º, o que permite trabalhar tranquilamente sem se preocupar com dobras e folhas que não ficam no lugar. O papel kraft em si tem uma gramatura e cor muito boas. Estou acostumada a usar o da Canson, que é bem mais fino e claro, e enruga facilmente. Porém, este se mostrou bastante resistente e oferece um meio-tom excelente para coloração de pele.
Detalhes do papel e das costuras. Fiquei muito impressionada com os acabamentos, pois é natural que um caderno artesanal apresente pequenas imperfeições, faz parte do processo. Mas o Papel Pitanga é impecável, as páginas são milimetricamente cortadas, as costuras não têm fios soltos, tudo fica no lugar. Gente, que gosto ter um material assim, sério. É só amor! ♥
Alguns dos desenhos que fiz até o momento. Esse papel se comportou muito bem com grafite, marcadores e tinta, quase não transferiu para o verso da folha. Como já disse em outras ocasiões, eu não costumo usar o avesso da página, logo, se vazar tinta, tudo bem. Mas para quem usa e se importa com esse detalhe, procure ficar nos materiais mais secos, e se quiser se arriscar em técnicas que exigem água ou pigmentos fortes, use um papel adequado, com gramatura superior a 300g.
Além do caderno que encomendei, a Isabella mandou, juntamente com as fitas, esse lindo journal com costura verde, folhas em papel reciclado e bordas arredondadas. Pretendo usá-lo para projetos e desafios de desenho.
Quem quiser encomendar o seu Papel Pitanga, visite o blog da Isabella, que também faz ilustrações lindas, e o Instagram da marca.
Quem quiser encomendar o seu Papel Pitanga, visite o blog da Isabella, que também faz ilustrações lindas, e o Instagram da marca.
Frida Kahlo
Quem me segue no Snapchat (lidydutra) e no Instagram, pode acompanhar o passo-a-passo dessa ilustração, através de uma série de videozinhos que, infelizmente, para algumas pessoas ficaram cortados.
Abaixo, a ilustração finalizada. Gostei muito de trabalhar com esses lápis, são muito intensos e eu nem precisei mexer nas cores no Photoshop. Quis deixar mais natural para que vocês percebam o quanto o grafite é amor e uma solução para aqueles tempos de bloqueio criativo que, de vez em quando, aparecem. Sobre a concepção da ilustra, apenas uma vontade muito grande de representar a Fridoca.
Materiais utilizados:
- Lápis grafite Conté à Paris 6B, Bruynzeel Sakura 5B, Royal & Langnickel 2B e aquarelável;
- Esfuminho;
- Caneta nanquim para detalhes dos cílios;
- Caneta Posca dourada e branca para pequenos detalhes.
Essa ilustração original (tamanho A4) está à venda, interessados podem mandar um e-mail para lidiane@lidydutra.com.
Mesa de luz artesanal
Olá pessoal!
Resolvi deixar a preguiça de lado e reativar meu canal no YouTube. Pretendo fazer alguns speed paintings e resenhas de materiais por lá. Para começar, mostrei minha mesa de luz, que é artesanal e já me acompanha há quatro anos.
Mesas de luz são equipamentos essenciais para quem ilustra, porém, o investimento é bastante salgado: em torno de R$ 500,00 a R$ 700,00, dependendo do tipo que você quer (lâmpada ou LED). Porém, com menos de R$ 100,00 é possível ter algo consistente para trabalhar, usando itens que encontramos em qualquer loja de materiais elétricos/marcenaria. Aperte o play!
Especificações da minha mesa:
- Caixa de MDF branco (ideal para rebater a luz) feita na marcenaria;
- Dimensões: 33cm x 24,5cm x 8,5cm (A4);
- Canaleta para encaixe do vidro: 1cm;
- Vidro fosco (para basculante de banheiro/cozinha) medindo 33cm x 22,7cm;
- Alimentação via carregador e plugue de celular, com fita de LED 12v branca (encontrada no Mercado Livre e instalação feita pelo eletricista).
Sobre a fita de LED, você pode comprar mais de 1 metro e usar para outras coisas na sua casa, pois vale o investimento. E se você manja dos paranauês de marcenaria e elétrica, melhor ainda, mas esse tipo de serviço é bastante simples e não costuma ser caro.
Detalhes da mesa para referência:
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| A última foto foi tirada com todas as luzes apagadas. Percebam que a mesa entrega bastante luminosidade para a cópia do desenho. Papéis utilizados no teste com gramaturas entre 90g e 300g. |
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| Fita de LED apagada/acesa. Você pode optar também por colocá-la em toda a volta da mesa, ou um pedaço de 5cm em cada lado (meu caso). |
Como disse no vídeo, essa foi a minha solução (nossa, na verdade, pois foi presente do namô) para a mesa de luz. Se você conhece outro modo de fazer ou quiser arriscar de um jeito diferente, se joga! Em tempos de crise, toda solução criativa é válida. Espero que tenham curtido o vídeo, perdoem os enquadramentos e a edição tosca, prometo melhorar.
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