Lidiane Dutra
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Processo criativo Projetos

Na prancheta #3


Meu final de semana foi de chuva e trabalho. Semana passada fiz uma longa pesquisa a respeito do material que apresentaria para a Oficina de Desenho Antiestresse, que ocorre no dia 20, dentro da programação do Festival Co.Mundo.

A princípio, pensei em elaborar desenhos novos, com a finalidade exclusiva de servirem às atividades da oficina. Porém, fui beber na fonte dos meus arquivos, e acabei resgatando ilustrações que eu gostaria de refazer. Com isso em mente, transformei 12 trabalhos (16 no começo, mas dei uma enxugada) em line art, prontos para colorir.


Utilizei tanto o papel quanto as canetas da Copic (0.5, 0.8 e brush médio), que facilitaram bastante a tarefa de construir as linhas. Estes são só alguns dos desenhos que estarão à disposição dos participantes, pretendo colocar pelo menos um para download aqui no blog, logo depois do evento.


Também fiquei na dúvida sobre a apresentação. Cheguei a escanear todos os desenhos, tratar e colocar dentro de uma moldura, mas não ficou da maneira como gostaria, senti que poderia engessar o ato de colorir, por isso, farei cópias em tamanho real para distribuir.

Abraços,
Lidiane :-)
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Dicas

Minhas inspirações - junho

Andei sumida por ótimos motivos: estou preparando os trabalhos para o Festival Co.Mundo, além de encomendas, projetos e divulgação das lojinhas, afinal, artista não se alimenta de luz. Ainda tem vagas para a Oficina de Desenho Antiestresse, corra até o site da Co.place e garanta a sua vaga. Quem participar da atividade, concorre a um print bem bacana.

A partir desse mês quero fazer, logo na primeira semana, um post dedicado aos artistas que têm me inspirado ultimamente. Para não ficar gigante, falarei de três por vez. Espero manter a regularidade. Darei destaque a um trabalho, uma breve biografia, por quê me inspira e links para os sites.


Glenn Arthur: é um artista norte-americano autodidata, que retrata principalmente mulheres em suas pinturas. A dualidade entre bem/mal, amor/ódio, vida/morte é uma constante, o que só torna meu amor por esse artista ainda maior. Acredito que ele, assim como a Sylvia Ji, tem uma facilidade incrível de transitar na linha tênue que separa o belo do bizarro, e isso me encanta. Glenn já recebeu duras críticas por retratar mulheres, mas considero suas obras de extremo bom gosto e fora do arquétipo ultra-sexy que estamos acostumados a ver na obra de outros homens. Só pontos positivos!


Kelly McKernan: a rainha da aquarela com sal! Kelly é norte-americana, graduada em Artes Plásticas, com ênfase em desenho e pintura. O tom onírico e intimista dos seus trabalhos é uma marca registrada, assim como as várias camadas de pintura, que dão a impressão de algo constantemente a ser desvelado pelo espectador. A expressão de suas mulheres é sempre uma incógnita para mim, nunca sei se estão olhando para fora ou para dentro de si.


Wendy Ortiz: também artista autodidata, Wendy é radicada em Los Angeles e produz belos painéis de madeira, com predominância das figuras femininas. Escolhi esta imagem, em especial, para mostrar como ela trabalha o efeito galáxia, que tanto me cativa. A forte presença do onírico e do surreal, assim como nos outros dois artistas já citados, é contraposta pela expressividade das figuras. A carne e a pele parecem tão reais, que dá vontade de tocar. Na minha opinião, Wendy é uma das maiores autoridades em retratos na atualidade, e me lembra mestres como Michelangelo e Caravaggio.

Se você também tem um artista do ♥, deixe aqui nos comentários para que eu possa conhecer. Aproveite para me seguir no Facebook, no Instagram e no Snapchat.

Abraços,
Lidiane :-)
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Projetos

#ilustraday maio: minha música favorita


O tema do ilustra day de maio é "minha música favorita", e escolhi Through Glass, da banda Stone Sour. Para a ilustração, resolvi mostrar uma menina através do vidro de um espelho, como se estivesse aprisionada lá. E o céu estrelado é referência aos versos: And it's the stars, stars/ That shine for you/ And it's the stars, stars/ That lie to you, yeah...


Materiais utilizados: papel para aquarela, aquarela em bisnaga e marcadores.



Through Glass faz parte do segundo álbum da banda, Come What(ever) May, lançado em 2006. O clipe é um dos melhores e mais bem produzidos do gênero, e mostra a efemeridade das nossas relações.


Abraços,
Lidiane :-)
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