Lidiane Dutra
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Processo criativo

Into The Forest #1 ♥


Enfim, a primeira ilustração de 2015!!! Ainda não havia publicado por pura preguiça de digitalizar a imagem e tratá-la, shame on me. Mas aqui está ela, e faz parte de uma série de três faunos, produzidos com técnica mista, que batizei de Into The Forest. 

Nessa ilustração, trabalhei com aquarela e lápis pastel, basicamente. Foram várias etapas até chegar ao resultado final, além da apreensão de lidar com um material novo, para mim. Vem ver como foi o processo de confecção desse fauninho:


Comecei aplicando a máscara para aquarela da Acrilex somente no contorno da figura, para que a tinta não escorresse. Não senti dificuldade em retirá-la depois, usei uma borracha firme e a película saiu por completo. O segredo é não aplicar muito, para que não forme grumos ou uma camada muito espessa. Usei o papel para aquarela da Canson 300g.


Em seguida, produzi manchas na folha, similares ao efeito galáxia, mas com cores que remetiam à mata, como verde e amarelo, e complementei com pequenos pontos de branco. A inspiração aqui foram os Nenúfares, de Monet, que amo de paixão. Utilizei as aquarelas em bisnaga da Pentel.


Depois da aquarela secar, fiz algumas flores com Posca dourada, e comecei a trabalhar no cabelo. Aqui, tem de tudo: fiz a line art com caneta Staedtler, depois passei algumas camadas de aquarela e, por cima, lápis aquarelável (aquarelado) da Staedtler, que deu um efeito de cor muito bonito ao cabelo. 


Os chifres e a ponta dos dedos foram coloridos com o lápis aquarelável da Staedtler. Impressionante como eu nunca havia usado esses lápis aquarelados, o efeito é lindo e a cor muito vívida. Esse tom de magenta/rosado me surpreendeu. Ah, e muito feliz por ter conseguido fazer uma mão decente, é sempre uma vitória quando se trata de mãos e pés hihihi.


Por fim, a parte que achei que seria a mais complicada, mas não foi: a aplicação do pastel seco da Derwent. Meu estojo é o skin tones. O formato de lápis ajudou a dosar a quantidade de produto, apesar daquele rec rec no papel incomodar bastante no começo. Usei um kit de esfuminhos também da Derwent, e fui puxando o pigmento para as áreas que eu queria cobrir. A textura desse pastel é excelente, as cores se misturam muito bem, e também são muito realistas para retratos, não tem nenhum rosinha Peppa, para quem gostou dos gizes de cera da Pintkor, essa é outra opção, mais profissional. Detalhe para o meu ajudante convalescente, ao fundo. Detalhes:



Espero que tenham gostado do primeiro trabalho do ano, em breve trago mais novidades.

Abraços,
Lidiane :-)
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Processo criativo Projetos

Nova série de fofinhos


Ainda aperfeiçoando o traço dos desenhos fofinhos, ontem me empolguei e comecei a rabiscar uma nova série. Serão seis ilustrações em aquarela, de personagens simpáticos como baleias, barquinhos, conchinhas, piratas e sereias. 

Pela primeira vez vou aquarelar num papel para técnica mista da Canson, comprado no Uruguai há anos e que nunca vi aqui no Brasil. Ele tem uma textura muito bonita (não sei se é possível ver na foto), e estou super ansiosa para que tudo dê certo. 

Também saí da minha zona de conforto três vezes ao mesmo tempo: representando um personagem masculino, com direito a barba; fazendo paisagens/cenários e desenhando animais nunca antes desenhados por essas terras. Fiz os seis esboços numa tacada, e o resultado vou postar aqui no blog, ao longo do mês. Ah, e tudo estará à venda nas minhas lojas!

Abraços,
Lidiane :-)
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Projetos Reflexões

15 metas para 2015

Vem chegando a primeira ilustra de 2015 ^^
Primeiro post de 2015, ano em que o blog completa cinco aninhos de existência virtual! Sempre vou dizer que não esperava manter esse espaço por tanto tempo, pois ele nasceu como uma válvula de escape e um reencontro com o desenho e a escrita. 

Por isso, quando comecei a esboçar as metas para este ano, aos moldes do ano passado, o que veio à minha mente foi esse sentimento de voltar às origens, focar nos processos e parar de me preocupar tanto com os resultados. E também parar de dar ouvidos à cagação de regra alheia, que dominou o ano passado, aff! Outro sentimento veio à tona nessa lista: o de continuidade do que já apliquei à minha vida e deu certo. Vamos lá!

1- Usar mais o sketchbook: já tive grandes progressos em 2014, e consegui me desprender da ideia de obra pronta, ficar mais no rascunho mesmo. Quero continuar com essa prática, que faz um bem danado à criatividade.

2- Continuar testando novos materiais: perdi o medo das tintas, principalmente a aquarela, e ganhei um conjunto de lápis pastel, que já experimentei e curti demaaais. Também quero continuar testando (e errando nos) papéis diferentes, texturizados, coloridos, enfim.

3- Participar de desafios e me desafiar: o Inktober com certeza está no meu calendário mas, além dele, quero fazer um 30 Days Drawing Challenge, só preciso achar um bem legal (aceito sugestões). Também quero fazer desafios pessoais como, por exemplo, desenhar só plantas por uma semana. Mas não vou me desafiar a fazer um desenho por dia todos os dias, pois acho que isso implica numa obrigação que foge ao prazer que é desenhar.

4- Buscar novas referências: de tudo, desde vestuário até tipos de corpos. Mas quero que isso seja algo gradual no meu aprendizado, pois muitas vezes me sinto pressionada, por exemplo, a desenhar mais homens, ou menos retratos, e não acho que isso seja saudável para o processo criativo. Primeiro, deve haver empatia com o tema, para depois ir atrás dessas referências.

5- Organizar meu tempo de trabalho: na realidade, quero trabalhar menos e com mais qualidade, para que eu possa divulgar melhor minhas artes, pegar mais comissões, atualizar as lojas, ir atrás de fornecedores para possíveis produtos à pronta entrega... e também ter mais tempo para ler, fazer alguma atividade física, etc.

6- Ministrar cursos e oficinas de desenho: foi uma experiência que adorei e que, infelizmente, não consegui repetir ano passado, mas esse ano vai sair muito curso, se tudo der certo.

7- Refletir mais sobre o que faço, sem usar os outros como parâmetro: eu já disse que tenho uma tendência a pensar mais no lado negativo das coisas, e sou muito crítica em relação ao meu trabalho. Só recentemente venho mudando essa ideia. Porém, às vezes, a minha exigência chega num nível que ultrapassa a capacidade técnica ou criativa. Por exemplo: adoro o trabalho da Wendy Ortiz, vejo suas ilustrações e fico pensando; "poxa, um dia vou chegar ao patamar dela, ainda vou ser boa assim..." e isso me consome e está errado! As nossas limitações não são erros, são etapas de aprendizado. E as referências devem nos guiar, mas nunca ser a nossa punição por não sermos tão bons quanto. Quero levar isso pra vida de verdade e pensar mais onde preciso mudar, o que devo fazer para o meu bem, para a minha construção como artista e como profissional.

8- Ter mais prazer no que faço: ano passado entrei numa paranoia de terminar o inacabado que, por um lado foi ótima, pois mandei muita coisa pro arquivo e finalizei outras tantas que estavam ali, à espera de um milagre. Porém, na arte, tempo é algo precioso, pois nos permite distanciamento. Só isso nos faz ter aquela visão do todo, das partes, do que sobra e do que falta. Sem distanciamento não há como manter um fluxo de ideias. Então se não é um trabalho comissionado, com prazo de entrega, deixa estar... dá à arte o tempo que ela precisa, sem obrigações, para retomar o prazer em desenhar.

9- Atualizar o blog toda a semana: pelo menos duas vezes por semana, mas não vou criar um calendário editorial e coisas do tipo, pois ainda tenho esse espaço como algo muito pessoal para deixá-lo dentro de um quadradinho. Mas vou procurar sumir menos.

10- Voltar a fazer mais posts com dicas de artistas, resenhas de materiais e livros: entre os posts mais acessados sempre estão as dicas de materiais, artistas interessantes que curto e que não são tão conhecidos do público nacional, enfim, quero dar a devida atenção a isso ainda esse ano.

11- Voltar a gravar vídeos: eu limpei meu canal no YouTube há mais ou menos um ano, porque os vídeos estavam numa qualidade péssima. Se eu conseguir subi-los com uma qualidade boa, vou reativar tudo, prometo. E também quero gravar algumas coisas, mostrar ilustrações em tamanho real, meus materiais, estação de trabalho, estante...

12- Aumentar o engajamento nas redes sociais: vou fazer uma limpeza em todas as redes e portfólios que não uso ou que não me dão tanto retorno, e interagir mais naquelas que trazem audiência para o blog, como o Facebook e o Instagram.

13- Montar uma programação bem legal para o mês de aniversário do blog: isso inclui alguns concursos, promoções e o retorno da parceria com escritores, além de algumas retrospectivas e outras coisas especiais que estou preparando.

14- Consumir menos: estou tentando controlar meu impulso de entrar em sites de lojas ou marcas e sair comprando todos os materiais que vejo pela frente. Procuro pedir de presente em datas especiais e adquirir coisas novas somente quando as antigas estiverem acabando. Isso está diretamente relacionado ao último item.

15- Faxinar meu estúdio e doar tudo o que não estiver utilizando: em 10 anos acumulei muita coisa, que continua comigo desde os tempos da faculdade. São canetinhas, lápis, sketchbooks, enfim, uma quantidade de material que não sei nem de onde brota. Por isso, decidi fazer, em breve, uma faxina geral no meu ateliê, esvaziar canecas e gavetas à procura de material que não uso com frequência, e doá-lo para uma criança (ou instituição, se for muita coisa - e acreditem, eu tenho muita coisa e não me orgulho disso), para que ela tenha condições de desenhar e desenvolver seu traço e gosto pela arte. Estreitamente relacionado ao item anterior.

Espero que 2015 seja recheado de muitas artes e inspirações para todos nós!

Abraços,
Lidiane :-)
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Processo criativo

Submersa


Olá pessoal!

A última ilustração do ano (nem acredito!) nasceu a partir do último livro lido, que foi A Menina Submersa: memórias, da Caitlín R. Kiernan. Fiquei tão impressionada com a história que, assim que finalizei a leitura, comecei a esboçar a minha menina submersa. Não é uma representação da Imp, a protagonista, mas uma interpretação de várias simbologias presentes na obra.



Sem querer dar spoiler: Imp é uma artista plástica esquizofrênica, que resolve escrever uma história sobre os fantasmas que a assombram. Só que essas assombrações não são aquelas tradicionais que conhecemos. No caso de Imp, é um quadro chamado A Menina Submersa, e outro chamado Fecunda Ratis, além de Eva Canning. mistura de sereia e lobo.

Estado deplorável da mesa.
Procurei trabalhar com o elemento água saindo/entrando na cabeça, mas sem deixar a figura "submersa". O efeito de mar agitado nos cabelos é algo que adoro. Os pássaros pretos também fazem parte da narrativa, e um olho aberto e o outro fechado representam o limite do sonho/real. A lua tríplice representa Imp e outras duas mulheres (loucas) de sua vida: a mãe Rosemary e a avó Caroline (a anciã, a mãe e a donzela, achei fantástica essa ligação). O resultado final ficou assim:



Materiais utilizados: aquarelas Pentel e Sakura, caneta pigment liner da Staedtler 0.3 e lápis aquarelável Derwent. Fiquei muito feliz com o resultado desse trabalho, fiz em uma tarde e cada vez mais estou curtindo usar aquarela. Espero muitas meninas submersas e muita tinta para 2015.

Abraços,
Lidiane :-)
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Dicas Materiais

Giz de cera tons de pele Uniafro/Koralle

Aviso: o produto mencionado neste post foi comprado por mim, para uso pessoal e profissional, portanto, não recebi patrocínio da loja e da marca citada. 


No início do mês, vi a notícia do lançamento de um kit de giz de cera, na fan page da Koralle, com 12 tons de pele. A parceria da loja com a Uniafro resultou num dos produtos mais legais que vi nos últimos tempos (dá pra ler uma matéria completinha aqui). A minha irmã acabou me presenteando com o kit (obrigada, Mana!) e agora quero mostrar tudo em detalhes para quem também se interessou.


Quando estudei os pressupostos da arte/educação e suas implicações na sala de aula, a primeira coisa abordada com veemência pelos professores é a desconstrução de estereótipos. E um dos mais arraigados é a questão do lápis rosinha tido como "tom de pele". A pergunta que fica é: cor da pele de quem? É possível universalizar uma única cor como o verdadeiro tom de pele? A resposta é: não. Propositalmente, o rosinha, juntamente com preto e branco, ficaram de fora da caixa, dando lugar a uma gama de cores excelente.

A qualidade dos gizes é profissional. Eles liberam bastante pigmento logo na primeira esfregadela no papel. Claro que, como todo giz de cera, é bastante frágil, e amolece com o calor. Portanto, sugiro não empregar muita força, ou então colocar um extensor de lápis, como esse que mostrei aqui. Acima, a imagem está sem filtro, e é possível notar que já dá pra chegar a uma tonalidade de pele realista sem precisar fazer um mix muito grande de cores, ideal para trabalhar com crianças pequenas.


Acho importante esse tipo de iniciativa, pois é uma forma de nós termos uma identificação imediata com um material artístico. É como olhar para o giz de cera e já ver o seu tom de pele ali, sem precisar fazer um cálculo mental sobre quantos lápis eu preciso misturar para chegar até a cor que quero. E em fases específicas do desenvolvimento estético da criança, isso é fundamental. Torço muito para que esse kit seja amplamente divulgado, comercializado e distribuído nas escolas. E que outros produtos seja feitos a partir dessa iniciativa.

A primeira ilustra que fiz foi esta, ainda estou me adaptando com a textura do giz e fico com receio de quebrar, mas continuarei experimentando. Para quem se interessou, o giz de cera pode ser adquirido neste link. Como já disse lá em cima, isso não é jabá! :D

Abraços,
Lidiane :-)
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