Lidiane Dutra
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Dicas Materiais

Como usar lápis pastel seco


Ontem eu postei aqui no blog minha última ilustra, que faz parte da série Into The Forest e, como prometi, vou mostrar como trabalho com lápis pastel seco, um dos materiais mais legais que já conheci. Quero deixar claro que a minha intenção não é 1. cagar regra; 2. dizer o que é certo ou errado; 3. mostrar que só existe um único jeito de colorir com pastel. 

Sou marinheira de primeira viagem, tanto quanto quem chegar aqui via Google, procurando "como usar lápis pastel seco", portanto, o que desejo é uma troca de experiências e mostrar que comigo tem funcionado desse jeito, quem tiver outras dicas fique à vontade para contribuir com o post, certo?!

MATERIAL



Vamos começar com o básico, que é a escolha do material. Meus pasteis são da marca Derwent, e as cores do estojo são Skintones, pois acho mais fácil trabalhar novos materiais com tons que estamos familiarizados (quer uma opção nacional para trabalhar pele? Clica aqui). Os lápis dessa marca costumam ter o diâmetro um pouco maior do que a maioria que conhecemos, por isso, uso o apontador que ganhei deles lá em 2012.


Para espalhar o produto, uso um kit de esfuminhos também da Derwent, em três espessuras diferentes, e um pincel Condor de cerdas naturais. Aqui, o primeiro ponto importante sobre pastel: eu não consigo esfumar com o dedo, porque minhas mãos suam demais, além disso, tenho alergia a praticamente todo tipo de material artístico (coisas da vida...). Então funcionou muito bem a ajuda do esfuminho, e do pincel para dar acabamento e retirar o excesso de poeira. Mas tem quem trabalhe com os dedos, assim como tem pessoas que esfumam o próprio grafite desse jeito, então não é regra ter esses materiais. O importante é testar para ver o que se adapta melhor às nossas necessidades.

TESTANDO O PASTEL ANTES DA ARTE-FINAL


Acho que não é uma dica que caiba só ao pastel, mas a qualquer tipo de material. Tem que ter uma área de testes antes de colorir pra valer, para que você não fique com aquele medo de estragar tudo. Teste não é perda de tempo, pelo contrário: quanto mais informações temos, melhor o nosso aprendizado. Um sketchbook reservado para testar materiais, por exemplo, é como um caderno de receitas, onde anotamos quantidades, misturas e segredos...

Na imagem acima, peguei uma das cores e mostrei como fica em seu estado normal, logo que riscamos no papel, e esfumada com o dedo, o esfuminho e o pincel. Notem que a cor sumiu quando espalhei com o dedo, talvez em consequência do meu suor. Já com o esfuminho, a cor não só espalhou, como ficou bastante uniforme e os riscos praticamente imperceptíveis. O pincel é usado mais para acabamento, para limpar a área ao redor, ou reforçar a mistura das cores, mas sozinho não funciona para espalhar.


Misturar cores de pastel é bem mais simples do que lápis de cor, por exemplo. Na imagem acima, dois tons de azul, e o amarelo e vermelho para formar o laranja. Utilizei o esfuminho. Notem que o acabamento é aveludado, por isso é importante a maneira como vamos riscar o lápis no papel: se for em movimentos circulares, suaves, misturar e espalhar será bem melhor e dará a sensação de volume.

PARTINDO PARA O PAPEL!


Escolhi aqueles dois tons de azul do teste para colorir a pele do meu fauno. Comecei pelos cantos da face da figura porque achei mais fácil partir das bordas para o centro, visto que o rosto tem áreas de luz e sombra bem acentuadas. Risquei o lápis em toda a borda...


... e esfumei em direção ao centro. Se você achar que colocou pouco produto, calma: esfuma tudo o que está na folha, e depois coloca mais. Percebi que o pastel não é um tipo de material que aguenta excessos, é preciso ir com calma e dosar as quantidades. Ah, importante: utilize sempre papeis acima de 200 ou 300g, não é uma técnica para papeis finos!


O resultado do primeiro cantinho. Adicionei um pouco mais de cor e fui puxando sempre no sentido borda-centro, em movimentos circulares. Passei o pincel para remover o excesso, e deixei um pequeno degradé para indicar volume. Agora, vamos adicionar o outro tom de azul:


Assim como faço com lápis de cor, adicionei a tonalidade mais escura por cima, e repeti os mesmos movimentos suaves e circulares, em direção ao centro. As mesmas dicas valem para essa segunda camada de preenchimento: vai com calma, dosa bem o produto antes de colocar no papel.


Vejam que o azul escuro produziu mais volume e ajudou a não deixar a figura chapada (com uma cor só!). Para os pontos de luz, utiliza-se o pastel branco, assim como o lápis de cor branco.

FINALIZAÇÃO


Para dar acabamento, utilizei lápis de cor Polycolor, também em dois tons de azul, para reforçar as áreas de volume. Vejam que na testa, bochecha e nariz, apliquei o pastel branco para criar essa luminosidade. Repeti todos esses passos no restante da figura.

Depois de pronto, é hora de fixar. Eu falo isso a respeito de todos os meus trabalhos: TEM QUE FIXAR!!! Ilustração que não levou verniz é ilustração que vai deixar de existir rapidinho. Eu uso o da Acrilex, ele é barato, com acabamento fosco, tem ação fungicida e filtro UV. Tenho ilustras feitas há 10 anos que estão com as cores impecáveis, tudo por causa dele. Outra dica importante: tenha sempre uma folha de apoio para a sua mão, pra evitar sujeira e marcas de digitais.

Sei que este post ficou enorme, mas se você teve paciência para chegar até aqui, muito obrigada! Deixe nos comentários o que conseguiu aprender e se tem outras dicas para compartilhar. E se vocês, que me leem e acompanham o meu trabalho, quiserem outras dicas, me digam quais materiais desejariam ver em posts similares a este. ;)

Abraços,
Lidiane :-)
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Processo criativo

Into The Forest #2 ♥


Dando continuidade à pequena série de faunos chamada Into The Forest (veja a primeira ilustração aqui), voltei a experimentar misturas inusitadas e trabalhei com diversos materiais, como tinta acrílica, aquarela e pastel seco.

Gosto das técnicas mistas pela quantidade de texturas produzidas. Pode pesar um pouco, às vezes, mas acredito que tudo é válido quando nos permitimos tentar novos meios de colocar nossas ideias no papel.



Utilizei o mesmo papel de sempre, Canson 300g. O fundo é uma aquarela bem aguada (bisnaga Pentel) e as manchas foram produzidas com sal. É bem simples: com a folha ainda molhada, despeje um pouco de sal onde você deseja que fique esse efeito e aguarde secar (ou use um secador de cabelos). Retire o excesso com o dedo ou um pincel limpo e voilá! Aprendi isso num curso de técnicas líquidas em 2005 mas vamos deixar isso pra lá né minha gente.


Aqui, o detalhe do efeito com sal. Não aconselho fazer isso num dia muito úmido, aliás, não aconselho trabalhar com tintas em dias assim, pois a probabilidade de estragar tudo é bastante alta. Nos cabelos, utilizei tinta acrílica e detalhes de Posca.


Os chifres e os olhos foram coloridos com lápis Polycolor Landscape. Os demais detalhes foram feitos com Copic e marcador preto. Para a pele, escolhi a mesma tonalidade inusitada de Divindade, porém, trabalhada com pastel seco. Mas esses detalhes ficarão para o post de amanhã, no qual vou mostrar como trabalho com lápis pastel. Não percam!!!

O resultado final:



Como falei no início do post, à primeira vista o visual pode pesar, sim, afinal são cinco materiais com acabamentos completamente diferentes, compartilhando o mesmo espaço. Não acho que tenha conseguido um equilíbrio nessa ilustração, embora eu tivesse tentado me manter na mesma paleta de cores entre figura e fundo.

Mas é um ponto de partida para novas tentativas e curti muito o resultado. Acho que a aquarela craquelada é excelente para cenários, enquanto o lápis dá um acabamento acetinado que sempre vai ser meu preferido da vida. Ainda quero fazer um último e terceiro fauno para essa série, pretendo unir o que mais funcionou nessa e na outra ilustra. Deixem comentários com as suas impressões.

Abraços,
Lidiane :-)
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Portfólio Processo criativo Projetos

Nova carinha do blog ♥ Fauno #4


Desde o início da semana tenho me empenhado em cumprir mais uma das minhas metas para 2015, que consiste numa programação cheia de surpresas para comemorar o aniversário do blog, que completa cinco anos em março. Dessa vez, quis trocar a roupa do meu cantinho, por algo que refletisse meu atual momento. Nada melhor do que uma ilustração para isso e, a seguir, conto um pouco sobre o processo de criação (e loucura!) disso tudo:


Esse fauno foi feito praticamente todo de memória, tanto a visual quanto a afetiva. Ele passou por diversas transformações desde o primeiro esboço, para que eu conseguisse chegar numa síntese de várias características presentes no meu trabalho: a "nuvem" de cabelo, os olhos marcantes de sempre, as flores das Catrinas, o mix de materiais. Como se cada detalhe fosse uma pequena homenagem a todas as minhas personagens.


Enquanto eu ia colorindo, várias imagens se misturaram na minha cabeça: das figuras de Bambi e Djali, da Disney, até a obsessão pela cor de pelagem de uma gazela, algo que despertasse no espectador a sensação de querer tocar num pelo macio, como o de um animalzinho querido (e aqui, não pude deixar de me lembrar do meu Axl).



Os materiais utilizados foram: marcadores Copic nas flores e no fundo, Sharpie preta nos cabelos, pastel seco Derwent e lápis de cor Polycolor na pele. Os chifres ganharam um tom dourado e os detalhes foram feitos com multi liner Staedtler e Stabilo. Tudo sobre papel Canson aquarela, 300g. Detalhes que mais gostei:

Rosto fofinho, porém marcante.
As florzinhas das Catrinas aí, minha gente! Não esqueço delas.
Depois da ilustração pronta (que levou cinco horas para ser finalizada), foi a hora de por a mão na massa para ajustar o layout do blog. Meu tema base é do Difluir, então me concentrei mais nos elementos da página. Fiz uma ampla pesquisa no Pinterest e em blogs de artistas do mundo todo para saber quais são as ~tendências~.

Dois pontos me chamaram a atenção nessa pesquisa toda: o uso de hand lettering e de uma paleta de cores inusitada. Com a ajuda da boa e velha internet, busquei uma fonte bem bacana para essa nova marca, além de ter saído da minha zona de conforto do lilás e dos tons excessivamente neutros, apesar de ainda optar pelo domínio do branco. Inseri também vetores e padronizei as páginas internas com imagens mais agradáveis. Levei três dias nesse processo todo e ainda tenho alguns ajustes para fazer, mas o grosso do trabalho está feito, ufa!

As novidades não param por aí... ainda essa semana quero colocar minha loja de originais para funcionar (outra coisa que também está me consumindo, de tanto trabalho) e, em março, vou lançar uma série colaborativa com escritoras, um casamento entre texto e ilustração. E em abril, tem mais uma exposição chegando! E dessa vez, farei peças exclusivas para a ocasião. Como darei conta de tudo? Não sei. Só sei que estou achando maravilhoso ter tanto trabalho pela frente. 

Abraços,
Lidiane :-)
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Dicas

Algumas inspirações do meu Pinterest

Barbara Szepesi Szucs
Sou a louca do Pinterest, que passa horas nessa rede social buscando referências e inspirações para montar painéis. Um dos mais queridos é o Art, onde junto de tudo um pouco: pinturas, ilustrações, rascunhos e artes digitais que tem me encantado nos últimos tempos. Separei algumas, com link para a página dos artistas. Quem tiver perfil no Pinterest, dá uma conferida no que posto por lá!

Catrin Welz Stein
Dan May
Kraken K
WeeWill aka Don
Elda The
Espero que tenham gostado dessa seleção de obras. Não deixem de acompanhar seus artistas favoritos e sempre dar os créditos das imagens!

Abraços,
Lidiane :-)
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Processo criativo Projetos

O que tenho produzido


Olar meus pássaros do campo!

Vim atualizá-los sobre as últimas produções que têm passado pela minha prancheta. Enquanto não as finalizo, deixo um pouquinho do que está por vir em breve. Para começar, a simpática mocinha da foto acima faz parte de um projeto muito especial: o novo cabeçalho do bloguinho!!!!111 Tenho feito alguns estudos de cores, mas ainda não decidi qual paleta seguir.


Esse esboço nasceu poucos dias antes do meu amado cachorrinho fazer sua partida para o céu dos bichinhos de estimação, eu estava sentindo um aperto indizível no peito. Queria transformar aquele momento de dor em desenho, para tentar acabar com aquilo. Não foi fácil, mas sei que hoje o Axl está num lugar bem bonito, e vou dedicar essa ilustra a ele. 


Aqui, o primeiro estudo de cores para a ilustração que abre o post, só gostei mesmo das rosas, que farei em aquarela, mas de resto mudarei praticamente tudo. Inclusive, suavizei a expressão da figura, que estava mais para The Negative One do que para fauno.


Essa menina também está na fila do pão para ser finalizada e, a cada vez que olho, mudo alguma coisa. Por isso não quero ter tanta pressa em fazer as coisas esse ano, sempre dá pra lançar um olhar diferente sobre elas, basta ter tempo para isso.


E também quero retomar esse fauno e a Deusa Hécate, abaixo. Foram estudos que gostei muito de fazer e estou procurando paletas interessantes para o preenchimento. Penso em usar tons pastéis no primeiro e cores mais soturnas, como azul cobalto e roxo, no segundo. Para todas essas ilustras, estou trabalhando com o papel para aquarela 300g da linha universitária da Canson.


Era isso que eu tinha para mostrar (por enquanto), mas nada impede que surja algum rabisco novo e totalmente inesperado entre um e outro trabalho. Lembrando que estou com a temporada de encomendas aberta, quem quiser uma ilustração personalizada para seu blog, convite ou projeto editorial, é só mandar um e-mail para lidiane@lidydutra.com, os preços estão diferenciados para pacotes de serviços.

Obs.: Na semana passada, tentei instalar o Disqus no blog, para facilitar os comentários, mas não deu certo. Até deu, a instalação foi bem sucedida, mas não consegui importar os comentários antigos do blogger, então preferi deixar tudo como está e tentar mais adiante. :D

Abraços,
Lidiane :-)
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