Lidiane Dutra
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Portfólio

Thomasin 🎃 Em clima de Halloween


Outubro mexe comigo, já falei diversas vezes e, talvez, seja a proximidade dele que, ao invés de me jogar para o inferno astral, esteja me ajudando a setorizar mais a vida. Por exemplo: consigo ver com mais clareza meus estudos, voltei a escrever, a produzir e, principalmente, a me motivar. Entendo que, para chegar no "lá", é preciso um "aqui", e ele só vai se construir se eu parar de reclamar e fazer  alguma coisa concreta (créditos para o Antonio).

Tenho estudado fundamentos, lido e aplicado esse conhecimento aos materiais que eu utilizava com mais frequência antes do curso da Sabrina, que está com vagas abertas para o último módulo. Interessados podem mandar um e-mail para samesjc@gmail.com. Um dos meus materiais preferidos sempre foi o lápis de cor mas, como toda boa megalomaníaca, eu comprava estojos de 49875483975 cores e queria usar todas de uma vez. O resultado era um carnaval, no pior sentido. Hoje tenho consciência disso. Plena.

Entender os valores, reduzir o número de materiais, a paleta de cores e trabalhar em camadas foi o desafio que me propus para essa ilustra. Eu tinha, no mínimo, 70 lápis à minha disposição, mas trabalhei com uns 8, no total. E três canetas. Foi fácil? FOI! Por quê? POR CAUSA DOS FUNDAMENTOS!  Quando você entende o que está fazendo, fica tudo muito mais claro. E é tão incrível esse processo de descoberta. Não que eu não entendesse o que fazia antes, mas eu não conseguia destravar, não ia pra frente, nem pro lado, mas muitas vezes para trás. Mentoria é tudo na vida, e já desenvolvi uma nova datação: Antes de Sabrina e Depois de Sabrina (AS/DS). 



Como de costume, usei uma foto para referência, só que desta vez procurei prestar muito mais atenção nas áreas de luz e sombra, ser fiel a isso (não quer dizer ser idêntico). Comecei toda a marcação com o lápis lilás e, quando joguei o ocre por cima, a cor saltou. Depois trabalhei com um bege rosado e marrom caramelo, e fui construindo camadas de cor, da mesma maneira que se constrói as camadas de transparência na aquarela.

Conforme eu colocava os detalhes dos olhos e definia as áreas mais claras, fazia a correção onde precisava. A pressão que coloquei no lápis foi mínima, justamente para poder construir esse rosto com volume. Se eu tivesse pesado a mão logo no início, dificilmente conseguiria alterar ou inserir mais um pouco de cor. Essa leveza na primeira camada ficou bem evidente com o cabelo. Geralmente, eu começo pela marcação do fio, mais escuro, e abro luz com o traço. Para essa ilustra, fiz uma base amarela que, conforme era adicionado marrom, ficou luminosa de maneira mais natural.


O truque que uso para saber se os valores estão corretos é tirar uma foto em preto e branco. Se falta valor, vai ficar tudo no mesmo tom. Se o contraste aparecer, é porque estou no caminho certo. Mais uma vez, repito: se você aprende os fundamentos, é capaz de trabalhar com qualquer material. Tudo o que coloquei em prática usando lápis de cor, aprendi com aquarela, algo totalmente diferente. 

Assim que eu finalizei a figura nua, achei que mesmo com todos os valores corretos, estava faltando algo pra dar mais contraste àquela pele tão perfeitinha. Foi aí que coloquei algumas sardas e fios de cabelo soltos, e tudo já ficou com outra cara. Mesmo assim, ainda faltava algo. Foi daí que tive a ideia arriscada de contrastar pesado, no caso, com a blusa e coleirinha pretas. De repente, a mocinha com cara de inocente ficou gótica, deusa, louca e feiticeira. Gosto assim! 
Materiais utilizados
- Papel Canson Layout 180g;
- Lápis de cor Polycolor;
- Marcadores Copic.


Resolvi batizá-la de Thomasin por causa do filme A Bruxa (amo!) e colocá-la no header do blog e na loja, porque fiquei bem contente, apesar dos mixed feelings recorrentes em relação a tudo o que faço. Já estou no clima de Halloween, me segura que vai ter Inktober trevoso também. E para acompanhar meus trabalhos, é só acessar:

Facebook | Instagram | Twitter | Tumblr | Behance | Lojinha
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Processo criativo

No meu feed - ago/set 2016 | @lidydutra


Essa é mais uma tentativa de juntar meu feed do Instagram e outras redes sociais aqui no blog e comentar, com um pouco mais de profundidade, as coisas que faço por aí e que, não necessariamente, resultam em projetos ou ilustras finalizadas. São estudos, compartilhamentos, querências, dentre outros assuntos que - acredito - merecem um registro "definitivo". 

A imagem que abre essa postagem é a primeira folha do meu sketchbook para aquarela da Papel Pitanga, marca da querida Isabella Pessoa. Tenho usado ele direto nos meus estudos, e a ilustra foi baseada numa foto da Chelsea Flower Crowns, com supervisão do meu chororô pela própria Bella, que ficou dando dicas para desentortar olhos, abaixar valores, etc.


A Mary Cagnin teve seu projeto Black Silence, uma HQ de ficção científica, totalmente financiado pelo Catarse e eu sou uma das orgulhosas apoiadoras. Essa é a minha fanart da Comandante Ubuntu, personagem principal da história.



Dois estudos baseados em  Alphonse Mucha. Tenho um livro da Editora Criativo com vários sketches de figura feminina desse artista, ótimos para aprender gestual, expressões, caimento do tecido no corpo, além de enriquecer o repertório visual. Estudar os mestres e mestras do passado é tão importante quanto seguir aquele ilustrador maneiro no Insta, até mesmo porque as pessoas que admiramos hoje também buscam as suas referências no ontem. Detalhe para o nariz com calombinho muito amor.


Um dos primeiros testes desse estudo aqui, sobre valores, que não deu certo. Ficou péssimo, de verdade. Além de não conseguir deixar a pele com um tom natural (exagerei no dioxazine e no vermelho), ainda errei feio, errei rude no uso do marcador branco para abrir luz. Mas valeu o aprendizado, depois consegui chegar no resultado pretendido.



Aqui são duas imagens publicadas no Tumblr, amor verdadeiro, amor eterno no quesito qualidade da foto. A primeira, é uma citação que norteou toda a pesquisa de mestrado, e que sempre retorna para minha vida nesses momentos de questionamento do que faço. Acho linda, poética e verdadeira. Já a segunda é a capa do livro Sketching from the imagination, auto-presente que me dei. É um compilado maravilhoso de esboços de vários artistas, com comentários a respeito dos estudos e do ato de cultivar um sketchbook. Tenho degustado aos poucos, pretendo falar dele algum dia por aqui. Consegui retomar o ritmo de leitura após A Arte de Pedir, da Amanda Palmer (que também ganhará resenha).



Mais estudos de aquarela. Ainda sobre valores, fiz um desenho despretensioso somente com sépia, que saiu melhor e mais fresco do que todos os trabalhos finalizados dos últimos quatro anos hahaha. Gostei tanto que insisti na figura (tenho curtido muito fazer o mesmo tema de várias maneiras) e finalmente consegui utilizar dioxazine na pele sem ficar uma cor esquisita. O segredo é "sujar" a cor pura, até chegar num cinza ótico (Santa Sabrina!). Faltou valor, mas é um começo, minha maior frustração é não conseguir trazer para a figura humana tudo o que tenho aprendido em aquarela. Mas agora, vai... Posso mostrar outras imagens do processo, se for de interesse da audiência.


Por fim, uma grata surpresa que tive semana passada. A Laís, do canal Turch3se, me entrevistou por e-mail, e o resultado é o vídeo acima. Fiquei muito feliz com todo o carinho que ela colocou em sua fala e na produção do material. Significa muito para mim ser lembrada assim, pelo trabalho que semeio na internet há mais de seis anos, e ver que encorajo e inspiro outras pessoas. É uma responsabilidade enorme, que não dou conta, mas também uma alegria infinita.

Quem quiser ver todos esses trabalhos em tempo real, é só me seguir no Instagram, Facebook e no Tumblr, principalmente. Ou em qualquer outra rede social listada aqui na barra lateral, sou facilmente encontrada pelo meu username: lidydutra.
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Dicas

Links bacanas #14

Imagem via.
Este é um daqueles posts para salvar na sua aba de favoritos e consultar sempre que precisar. Trago verdades uma seleção de bancos de imagens com referências para estudar anatomia. Vem comigo!

- Posespace
- Female Anatomy for Artists
- Referências visuais para artistas
- Senshistock
- Twilitemuse
- Reine-haru
- Sketch Daily
- Faestock
- Nappy
- Croquis Cafe
- Unsplash
- 16 bancos de imagem gratuitos

Vale lembrar que o stock do DeviantArt é ótimo como um todo, aqui selecionei os que eu uso com mais frequência. Apesar do Pinterest ser um mar de inspirações, a grande maioria das imagens ali são protegidas por direitos autorais. O legal desses bancos é que você pode verificar o tipo de licença antes de fazer download da foto, muitas já são de uso livre.

Se você conhece algum banco de imagens legal, deixe o link nos comentários, assim é possível ajudar mais gente e formar uma biblioteca bem maravilhosa.
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Processo criativo

Trabalhando valores


Um dos pontos mais estudados no curso da Sabrina (vocês vão ter que me aguentar falando sobre isso) são os valores da pintura. O que é valor? Não é algo relacionado ao preço da obra, mas sim àquilo que dará o contraste e definirá as formas do seu trabalho. Quanto mais luz, maior o valor; quanto menos luz, menor o valor.

De acordo com James Gourney, no seu livro Color and Ligh: a guide for the realist painter, o valor (value) é uma das dimensões propostas por Albert Munsell em seu sistema numérico de cores, juntamente com o matiz (hue) e a pureza da cor (chroma). Eu não vou adentrar mais neste assunto, pois requer estudo aprofundado, e ainda não estou no nível de poder explicar isso claramente num post.


Do primeiro rascunho (com referência fotográfica para a pose) até a arte final, fiz três estudos diferentes, utilizando aquarela, grafite e, por último, grafite e sanguínea. Este foi o que chegou mais próximo ao que eu desejava, com as marcações de luz, sombra e volumes bem definidas. Não usei esfuminho, como de costume, apenas o lápis grafite da linha Othello, da Stabilo, que é extremamente macio, e a cor Red Chalk, da Gioconda. 

Para quem não conhece, a sanguínea é um material muito utilizado para esboços e arte final, com coloração avermelhada (daí o nome), próximo à terracota. Geralmente, se trabalha a seco, assim como o pastel. O lápis que usei é de uma linha da Koh-I-Noor, e não chega a ser uma sanguínea propriamente dita, mas uma cor aproximada. O resultado final ficou assim:

Materiais utilizados
- Lápis Gioconda Red Chalk;
- Lápis Stabilo Othello 3B;
- Papel Canson 180g.


Eu prefiro fazer vários estudos completos quando estou testando essas possibilidades, assim já exercito outros pontos, como proporção, traço, etc., mas há quem prefira os thumbnails, que são miniaturas da ilustração, nas quais é possível testar materiais e fazer as marcações necessárias de luz, sombra e cor. Quando faço encomendas, também utilizo thumbnails, para facilitar o entendimento do briefing e ter certeza do que fazer antes de começar, afinal, existe um tempo de execução do trabalho.

Eu não estou colocando esses trabalhos na lojinha porque, como disse, são estudos bastante pontuais. Além dos valores, gostei das hachuras e do rastro deixado pelo lápis, que geralmente disperso com a ajuda do esfuminho. Achei que ficou mais dinâmico e fresco, só preciso treinar mais a pressão do lápis sobre o papel. Aos poucos, seguimos.
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Portfólio

Catrina Dourada


Sim, eu voltei a produzir! Depois de um longo e doloroso inverno (quase literalmente), senti vontade de fazer algo que não fosse somente para estudo, nem encomenda. E, com a proximidade do mês mais lindo do ano, bateu aquela saudade de desenhar uma Catrina. Já fazem quase cinco anos que a primeira caveira surgiu na minha prancheta e - acho que - a última foi em 2014. Eu me afastei um pouco da temática porque muita gente me conhecia só por isso, e queria mostrar que sabia fazer outras coisas. Mas, no fundo, tem aqueles temas que habitam nosso coração, e não saem de lá nem com reza brava. Então acho que uni o útil ao agradável com essa Catrina Dourada. 



Eu intercalei petisquinhos desse trabalho entre o Instagram e o Tumblr, mostrei por lá várias etapas do processo, que compilo agora. O primeiro esboço fiz num intervalinho para o café, depois de ver uma imagem de referência no Pinterest. Usei somente a pose da modelo, mesmo. 

Fiz o risco final com grafite vermelho, que tenho usado bastante. Novamente procurei trabalhar com poucos materiais, e também dar um respiro entre os estudos de aquarela. Geralmente, eu deixo acumular muitas tarefas, de até quatro semanas, então esse tipo de trabalho funciona como válvula de escape. Usei lápis 2B e 4B, caneta nanquim e lápis de cor. Aos 45 do segundo tempo, decidi fazer o fundo com guache dourado e, como o papel tinha pouca gramatura, enrugou. Mas fiquei feliz com o resultado, mesmo assim.

Materiais utilizados
- Papel Canson 180g;
- Lápis Royal & Langnickel 2B e 4B;
- Multiliner Staedtler 0.3 e Copic 0.5;
- Lápis de cor Polycolor;
- Guache Talens ouro claro.

Não estou na melhor forma, acredito que já fiz coisas bem melhores (e outras horríveis) e tenho passado por períodos de estudo e intensa auto-avaliação. Recentemente, adquiri alguns cursos e livros de anatomia, e estou tentando conciliar tanta coisa para fazer. Mas gostei dessa ilustra, sem compromisso ou pressão. Ver o que preciso melhorar e tentar reduzir ainda mais os materiais que uso e a paleta de cores. E também aplicar o que tenho aprendido com aquarela em outros suportes.

Falando no mês mais lindo do ano: não sei se vou participar do Inktober, pois começarei o último módulo do curso da Sabrina, e quero me dedicar a ele ao máximo. Se eu conseguir adiantar alguma coisa, até faço, mas não prometo nada - como fiz no BEDA. Deixa rolar...
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Dicas

Minhas inspirações - setembro

Imagem da loja Nostalgic Hearts, extraída do Tumblr Pre-Raphaelisme.
Eu não morri e nem fui parar na Record, só estou deixando as coisas acontecerem no seu tempo, estudando e pensando naquilo que vale mesmo a pena compartilhar. Como já disse anteriormente, voltei para o Tumblr, que é um lugar motivador e que me ajuda a trabalhar mais e procrastinar menos (ou a procrastinar de maneira criativa). Fiz uma lista com os cinco tumblrs mais inspiradores do meu feed, para quem quiser seguir também e dar um gás nos seus processos de criação:

Loish: uma das ilustradoras digitais que mais gosto, no blog da Loish é possível ir um pouco além do que ela mostra no Instagram e acompanhar processos de criação e esboços (muitos), o que me faz perceber, cada vez mais, a importância de estudar e se desafiar, sempre.

Iraville: ilustradora que conheci no Instagram e depois no YouTube, com seus vídeos maravilhosos. No tumblr ela também mostra mais dos seus processos (uma das coisas mais legais dessa rede social é que as imagens ficam com cores e resolução excelente, o que torna a experiência muito melhor) e trabalhos finalizados. Para quem curte aquarela e lápis de cor com paletas reduzidas, é um prato cheio.

Female Beauty in Art: uma seleção de obras de arte com a temática da figura feminina. São esculturas, pinturas, ilustrações e esboços que mostram a evolução da representação do corpo da mulher ao longo da história.

Pre-Raphaelisme: eu amo os Pré-Rafaelitas, já falei um pouco aqui e, neste tumblr, é possível encontrar, além das obras de Waterhouse e Rossetti, diversos artistas do período, e também outras imagens inspiradoras na mesma vibe. 

Astronomy is Awesome: ótimas referências para quem curte pintar galáxias, além de uma infinidade de imagens lindas do sistema solar, nebulosas e estrelas. Bom para produzir arte e também para perceber que somos um grão de areia na vastidão do cosmos.

Quem quiser me seguir nesta e em outras redes sociais, sabe que pode me encontrar por @lidydutra, ou então digitar meu nome que minha carinha já aparece na busca. Abraços e até!
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Reflexões

Organize suas gavetas

Imagem via.
Lembra daquela mensagem que dizia "use filtro solar", maior sucesso na virada do milênio? O texto foi o mais próximo do que podemos chamar de viral, na época, e ganhou até narração do Pedro Bial (se você ainda era poeira de estrelas em 1999, veja o vídeo  aqui). Enfim, se eu tivesse que deixar uma mensagem para as futuras gerações (aloka), seria: organize suas gavetas. Existe uma metáfora muito interessante entre esses compartimentos e a nossa própria vida.

É quase certo que, quando minhas gavetas estão bagunçadas, cheias de quinquilharias e com muitas coisas velhas e sem importância, que jamais voltarei a usar, minha vida está praticamente a mesma coisa: no aspecto profissional, pessoal, nos estudos, nas relações. Sempre que me dedico a limpar as gavetas, organizar seu conteúdo, separar o que ainda me serve e o que precisa ser doado ou ir para o lixo, acabo dando um jeito nas outras esferas também. Há quem diga que o mesmo acontece quando varremos a casa.

Esse ato de separar, limpar e organizar nos ajuda a ver o que nos impede de ir em frente. É como colocar uma lente de aumento sobre um pequeno botão, cujo casaco de onde ele caiu não possuímos mais, e descobrir o por quê de ainda guardarmos algo que não acrescentará absolutamente nada para nossa existência. E isso se aplica às mágoas, dietas nunca iniciadas às segundas-feiras, promessas não cumpridas, metas que não queremos mais atingir, dentre inúmeras coisas.

Quando faxinei minhas gavetas e percebi que metade dos itens de papelaria havia sido comprada por impulso, decidi doar 90% e investir em materiais que realmente valeriam a pena, somente quando eu sentisse necessidade. Quando faxinei o blog e as redes sociais, na semana passada, deixei uma velha Lidiane  no passado, juntamente com o peso de quem não sabia muito bem o que queria da vida. Já fiz esse exercício também com pessoas e situações, e a sensação de alívio é reconfortante.

Para ajudar você, que também pode estar precisando de uma faxina, vou deixar dois vídeos muito legais: o primeiro é da Fran Meneses, ilustradora que curto bastante, falando sobre cópia de uma maneira muito mais leve do que eu vinha encarando, principalmente nos últimos meses. Foi esse relato que me fez ver que não era certo eu me punir pelos erros dos outros. Quem não manja de inglês, pode ativar as legendas em espanhol.


O segundo vídeo é da Stephanie Noelle, falando que está tudo bem não dar conta de 1000 coisas ao mesmo tempo e ser igualmente excelente nelas. Você não precisa ser impecável em todos os aspectos da sua vida, é preciso pegar leve com aquelas coisas que não podemos ou não conseguimos controlar da maneira que desejamos. Dica que vi no perfil da Camila Averbeck.


Faxinei a gaveta das cobranças, pois sei que não consigo ter tempo hábil para me dedicar a tudo o que gostaria. Passei a focar em coisas pontuais, como: estudar aquarela; estudar gestual; ler; desenhar para mim, sem propósito. Cumpro essas pequenas metas quando posso e me sinto bem. E é sempre bom lembrar que, tanto a gaveta quanto a vida dos outros não são parâmetros utilizáveis para nós. Cada um sabe a hora e maneira ideal de pôr ordem na sua própria casa.

Acabei reativando meu Tumblr, pois sinto falta de uma plataforma criativa para me inspirar, e também para acompanhar artistas que gosto mais de perto. Quem quiser seguir, fique a vontade, por enquanto tenho repostado fotos do Instagram, mas abri o ask me para quem quiser conversar comigo. :)
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Processo criativo

Na prancheta #6


As últimas semanas foram de dedicação a um projeto muito bacana que, assim que estiver concluído, mostrarei na íntegra. Já adianto que ele fala sobre violência contra mulher e eu, enquanto mulher e artista, me senti extremamente desafiada.



Como já havia dito lá no meu Instagram. certos trabalhos são difíceis de fazer, tanto em relação à técnica, quanto pelo envolvimento emocional que exigem. Ilustrar a violência contra a mulher, em suas mais variadas facetas, foi um processo doloroso de aprendizagem e empatia, que mudou (e muito) minha forma de pensar e agir.



Esses são alguns petisquinhos que já havia publicado nas redes sociais, visite meu portfólio para conhecer outros trabalhos na íntegra. Aos poucos, estou animando a voltar a postar, trazendo coisas legais que vi por aí, nos últimos dias. Fiz uma faxina no blog (venho repensando minha presença online desde o ano passado) e excluí muitos post antigos, coisas que já não faziam muito sentindo com o que produzo hoje e me sinto mais leve. O mesmo aconteceu na fan page, no Pinterest, no Twitter e no Instagram. Chega de juntar cacarecos, não é mesmo?

Abraços e boa semana! :)
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