Lidiane Dutra
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Técnica Mista
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Processo criativo Técnica Mista

Carmilla


Recentemente li o clássico do horror Carmilla: a vampira de Karnstein, de Sheridan Le Fanu. A sensação foi a mesma de quando li Drácula, um texto que demora muito para ir até "os finalmentes" e, quando vai, acaba muito rápido. Mas ali está a base para o próprio Drácula e toda a sorte de vampiros que vieram posteriormente, com a sensualidade e o apetite por sangue já tão conhecidos pela cultura pop. A minha edição traz também O Vampiro, de John Polidori, tão xoxo quanto, ainda na minha modesta opinião.

A história é narrada por Laura, uma jovem que vive na Estíria, na companhia do pai e de duas amas. Numa noite cheia de eventos estranhos, Carmilla é deixada na porta da residência de Laura, aos cuidados daquela família. E é aí que coisas sinistras começam a acontecer, não sem antes um flashback de Laura pequenina, sendo atacada por uma criatura, ainda no berço.

Carmilla serviu muito mais como uma metáfora para mim, neste exato momento planetário, do que como um conto de terror. Ela é aquela presença constante, pegajosa, que faz você viver à mercê de seu humor e gostos, arrastando-o para o fundo do poço na menor das oportunidades. O vampirismo não precisa ser necessariamente um morto-vivo drenando o seu sangue, mas pode muito bem ser um colega de trabalho que não suporta seu sucesso, um familiar invejoso ou um amigo de Instagram que não curte o que você posta, não torce por você, mas está na primeira fila para ver o seu fracasso (a excelente série What We Do In The Shadows personifica o "vampiro energético" na figura hilária de Colin Robinson). 

Laura é uma moça que vive longe de tudo e todos, numa época em que nos bailes aristocráticos acontecia a vida social, e Carmilla, com seus belos e espessos cabelos, parece ser a única janela da jovem para o mundo exterior. Entre cartas, coincidências e mal-estar inexplicáveis, Carmilla (ironicamente escrito por um homem) é o retrato do quão cruel pode ser a vida de uma garota, esteja ela sujeita às convenções da sociedade, esteja ela perambulando pela noite em busca de uns pescoços para morder. De todo modo, elas devem ser punidas de maneira exemplar.
Hell is a teenage girl. - Jennifer's Body (2009)

Materiais utilizados

  • Papel Concept da Hahnemuhle;
  • Marcadores nanquim de todas as espessuras Sakura;
  • Marcadores Copic;
  • Algumas pitadas de lápis de cor e caneta com glitter.

Acho que aproveitei para produzir e publicar tudo o que pude durante o mês de maio, mas sabe-se lá quando vou voltar por aqui. De qualquer forma, foi um pagamento e tanto para a dívida de abandono que eu tenho eternamente com esse espaço.
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Aquarela Portfólio Processo criativo Técnica Mista

You hold the key

 


You only see what your eyes want to see
How can life be what you want it to be?
You're frozen
When your heart's not open

Eu comecei 2023 com a figura azul de Kali e sua fúria e, para 2024, resgatei um estudo antigo da minha pasta de projetos (ainda quero falar mais sobre essa pasta por aqui) para dar forma à uma figura híbrida, misto de várias referências, numa tentativa de juntar fragmentos e dar sentido a eles. A referência principal é a cantora Madonna no clipe da música Frozen, uma das que mais gosto dela. Peguei um frame do videoclipe e printei para poder desenhar.

E embora Madonna tenha sido a referência principal, essa ilustração também mescla um pouco o arcano regente do ano, A Justiça, e um pouco dois epítetos de Hekate: Kalliste (a justa) e Einalian (do mar). Esse mix de significados vêm num momento em que sempre desejo coisas boas para o meu trabalho artístico, e que eu possa vê-lo também como algo que me fortalece e que é bom e bonito. Depois de um ano inteiro jorrando fogo pelas ventas, tal qual Kali, quero paz e justiça. "Só".




Estou adorando todas as fotos da nova organização do ateliê, fico me perguntando por quê não virei a mesa para a janela antes, pois a sensação é muito gostosa na hora de criar. Embora eu tenha me programado para fazer todo o trabalho somente com aquarela, senti necessidade de usar também o lápis de cor, por isso, optei por técnica mista (uma camada de aquarela e o restante no lápis).


É uma figura que representa a concentração das energias que quero para esse ano: profundas, justas, corretas, pacificadoras, que atraiam o bom, a harmonia e o entendimento através do mergulho profundo em tudo o que já aconteceu, a fim de colher bons frutos ao longo do ano. Se do caos de Kali nasceu a compreensão das nossas sombras, que da sabedoria daquela que é Justa, possa emergir a maturidade para seguir adiante e escolher quais batalhas valem a pena nosso esforço. Que nada nos tire a paz de sermos nós mesmas. O resultado:


Os materiais utilizados foram os meus favoritos aqui deste post. A edição fiz no Photoshop.

Tem uma estrofe de Frozen que utilizei como título do post e que acho muito significativa: You hold the key (você tem a chave), como 2024 é ano de Bará, o senhor dos portões, chaves e caminhos (tal qual Hekate), não deixa de ser um lembrete de que tudo está na nossa mão, e o que é para ser nosso, será.


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Técnica Mista

Part of your world

 


Só para constar que participei do Mermay esse ano, com um mês de atraso na postagem e de uma maneira bastante modesta. Ainda não quero voltar a desenhar sereias, ainda mais que veio todo o hype do filme novo. 


Usei lápis de cor escolar da Tris e canetinhas com glitter. Valeu pelo exercício, a pose saiu totalmente da minha cabeça, sempre é uma vitória quando consigo deixar as proporções minimamente harmoniosas.


Continue a nadar...

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Aquarela Portfólio Técnica Mista

Kali 🌺


Kali é uma Deusa Negra hindu (para aprofundamento no conceito das Deusas Negras, recomendo fortemente a leitura do livro Mistérios da Lua Negra, de Demetra George), também relacionada ao aspecto triplo (criação, preservação e destruição). Ela controla o poder do tempo, que a tudo devora. De acordo com Claudiney Prieto, no livro Todas as deusas do mundo:

    Kali é uma deusa muito antiga. Sua pele negra demonstra que ela pré-data a invasão ariana, de pele clara, no continente indiano. Esse conflito torna-se visível em muitos mitos em que Kali se esforça para defender seu povo contra invasores. A paixão e a ferocidade de Kali são divididas em seu aspecto de Deusa pré-ariana e como consorte de Shiva, que inspira o seu poder de Shakti ou energia feminina.

    Os invasores introduziram a cultura dos Deuses patriarcais na Índia, mas Kali continuou a ser cultuada por várias tribos matriarcais, como os Shabara de Orissa. (p. 163)

Kali é retratada de muitas formas e possui também muitos epítetos. Em sua representação mais conhecida, ela apresenta longos cabelos pretos, a língua estendida para fora, dentes afiados e brancos, vários braços (o número de braços varia) e um colar de cabeças ou crânios, dentre outros simbolismos. Na arte popular indiana, as divindades de pele negra são retratadas na cor azul, por isso Kali (a negra) aparece sempre dessa cor. Também acompanha as representações de Kali o hibisco vermelho, que representa sua língua.


🌺 🌺 🌺 


Eu não vou me aprofundar nos mitos e lendas indianos, prefiro sempre indicar um livro com um estudo mais denso. Os dois livros que cito acima são muito bons, mas para quem deseja ler um texto na internet, recomendo este aqui: Kali: a mulher mais poderosa do universo.


Fazer a representação de uma divindade de outra cultura, principalmente oriental, sempre é inquietante, pois me coloca de frente à questão: estou fazendo uma leitura respeitosa dessa cultura ou cometendo um ato de apropriação cultural? E acho importante, enquanto artista, não me escorar na "liberdade criativa" para realizar um trabalho vazio e até mesmo ofensivo.


Por isso, quando li Mistérios da Lua Negra, dentre outros livros, e tomei contato com Kali, assim como tem acontecido com outras divindades, decorrente do meu estudo sobre bruxaria, entendi que poderia utilizar os meus conhecimentos para representá-la com o máximo de respeito e unidade, e que não se tornasse um trabalho puramente estético e sem sentido. Eu não queria tomar decisões que visualmente parecessem bonitas, mas que desrespeitassem a religião e a espiritualidade de outras pessoas. E espero ter conseguido isso, tomando as decisões que vou explicar a seguir. 



A primeira atitude que tomei foi procurar representações de Kali na internet, e achei muitas imagens, que dividi em duas categorias: as imagens tradicionais indianas, que seguem a corrente popular de representação, com cores muito saturadas, atenção aos detalhes e uma fisicalidade como se fosse uma escultura representada na pintura; e as imagens ocidentalizadas, que mostram uma imagem embranquecida da deusa, geralmente com um corpo mais magro, com traços ocidentais, com a expressão suavizada, e com uma paleta de cores mais neutra.


Eu quis me afastar das imagens ocidentalizadas, por entender que elas representam um whitewashing gigante, assim como já acontece com outras figuras orientais, que sempre têm suas características culturais substituídas por características ocidentais alinhadas ao padrão estético dominante. Por isso, mantive tanto a paleta de cores, como a expressão facial de fúria o mais próximo possível das imagens tradicionais. Mesmo colocando o meu olhar, e optando pelo retrato, que é meu foco, esse foi o ponto que me guiou, nem que eu tivesse que sair da minha paleta de cores ou da minha zona de conforto neutra. E foi a partir daí que construí a figura.



Outro ponto é que, nas imagens tradicionais, geralmente Kali está com o rosto em meio perfil, por isso também quis manter essa representação. O azul é muito saturado, e se acentua no rosto, com todo sombreamento em preto, que geralmente não uso. Para essa ilustração, fiz toda a base com aquarela (úmido sobre úmido) e complementei os contrastes com lápis de cor. Os cabelos são uma massa escura e esvoaçante. Suas joias são em tons dourados com detalhes em pedraria, que se complementam nos hibiscos (em tons de vermelho vivo e vermelho alaranjado) e no fundo da imagem. Sobre o colar de crânios, coloquei 7 em evidência, por ser o número regente do ano de 2023, e por não conseguir colocar a variação total de crânios, que pelas minhas pesquisas fica entre 51 e 108.



Materiais utilizados

  • Papel para aquarela 100% algodão Hahnemühle;
  • Aquarelas White Nights;
  • Lápis de cor Albrecht Dürer e Bruynzeel;
  • Pincéis que comprei na Shein;
  • Marcadores Pilot e Derwent.

O resultado desse trabalho me encantou e me trouxe muita paz. Não sei se consegui integrar meu pensamento com a minha prática e tornar essa representação respeitosa o suficiente, por isso estou aberta às críticas de quem segue o hinduísmo e viu incongruências na ilustração. Vou deixar aqui um vídeo mostrando detalhes que a digitalização não pega, e também um trecho do Claudiney Prieto:

Ver essa foto no Instagram

Uma publicação compartilhada por Lidiane Dutra (@lidydutra)


    Kali é a corporificação da violência feminina, protetora do coração, aquela que vem para nos afastar de tudo o que não é verdadeiro. É a feroz energia da psique, a luz da discriminação, a espada do conhecimento, o poder para reconhecer o que precisa ser feito. A espada de Kali se transforma e redefine nossas vidas, nos afiando e nos esculpindo, trazendo a ordem para fora do caos, nos ensinando os significados, as belezas e os propósitos de nossas vidas. Kali é a sombra fertilizadora, a guardiã da profunda escuridão vazia, os sempre mutantes ciclos do tempo. (p. 166)
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Catrina Lila 💜


Outubro passou, eu tentei fazer um pequeno projeto de desenhos rápidos, não consegui e também falhei em tentar construir uma proposta temática para o Halloween, que tanto amo. Na verdade, a data passou meio sem sabor esse ano, sem a empolgação para desenhar que me impregnou em outras épocas. Ainda sonho com o equilíbrio entre docência e arte, que nunca chega, mas que me possibilitaria ter energia suficiente para essas datas novamente.


Mas tenho rascunhado bastante, então algumas ideias muito boas estão guardadas para um momento futuro. E foi justamente um rascunho de dois anos atrás que ressuscitei para fazer essa Catrina. Quem me acompanha pelo Instagram já viu o esboço dessa ilustração em idos de 2020. Ideia que ficou guardadinha no meu sketchbook, até ser tirada de lá.


Eu tinha "grandes planos" para esse rascunho, na verdade. Queria o melhor papel, uma paleta de cores sensacional, todos os meus chacras equilibrados na hora da pintura, mas estou falando de mim mesma, ou seja... coloquei muitas expectativas na pobre catrina, que nada tinha a ver com isso, e precisei salvá-la.



Escolhi sim um dos melhores papeis, o Strathmore, que é um desbunde de qualidade. Testei várias thumbnails com sugestões de paletas, e nenhuma me agradou verdadeiramente. Resolvi, então, tentar a dupla de complementares amarelo/roxo, com alguns toques de azul marinho e um vermelho mais frio. Na thumb funcionou plenamente, mas quando comecei a pintar, senti que não ia rolar, pois ao invés de trabalhar em úmido sobre úmido, fiz úmido sobre seco, e a tinta engrossou demais. 🤡


Se fosse em outras épocas, eu teria rasgado tudo e começado do zero e com ódio, mas resolvi guardar e esperar uma semana. E foi a melhor decisão que poderia tomar, pois resolvi lançar mão dos lápis de cor que colorem sobre fundo escuro para abrir os pontos de cor e luz que estavam faltando.



E ao fazer essa construção de camadas com lápis de cor e também com o marcador dourado, consegui dar profundidade e tornar a peça bastante elegante e sóbria, como a imagem de um antigo camafeu. As rosas douradas são uma homenagem as já conhecidas caveiras da Sylvia Ji, minha maior inspiração nesse tema. o resultado final:



Materiais utilizados

  • Papel para aquarela Strathmore 300g;
  • Aquarelas White Nights;
  • Pincéis Keramik;
  • Lápis de cor Rijks Museum Bruynzeel;
  • Canetas nanquim e metálicas Pentel;
  • Marcador dourado Pilot.


Y ella es flama que se eleva
Y es un pájaro a volar
En la noche que se incendia
Estrella de oscuridad

Que busca entre la tiniebla
La dulce hoguera de el beso
Que mal amor en sus labios
El infierno es este cielo
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Aquarela Portfólio Técnica Mista

Efeito Borboleta 🦋


Em muitas tradições, o ciclo da vida aparentemente milagroso de uma larva, crisálida ou borboleta, representa a jornada da alma pela vida, morte e renascimento. A Linguagem dos Símbolos, David Fontana.


2021 foi um ano pesadíssimo, e me dá um alívio saber que ele está acabando. Sei que é muito mais uma superstição achar que, ao findar um ano, um novo ciclo começa, e as coisas ruins são deixadas para trás, mas eu realmente preciso deixar tudo isso passar. 


Por mais que tenha havido uma alegria aqui e outra ali, de setembro em diante precisei aprender na marra a lidar com a perda, e isso tirou um bocado da minha vontade em compartilhar as coisas que tenho feito. Venho encarando a arte como um exercício bastante solitário, um momento para colocar a cabeça no lugar.


Me conforta saber que os últimos trabalhos do ano estão publicados no volume 04 da Zine Marítimas, que nasceu lá no início do ano da vontade da Ju Blasina, Suellen Rubira e minha em publicar mais mulheres. Precisei me afastar da editoria por não conseguir conciliar o tanto de trabalho que esse ano demandou, mas encerro o ciclo artístico sendo abraçada pelas gurias e pela revista. 

Essas duas ilustrações carregam um sentido de transformação do nosso olhar, que possamos enxergar a quantidade de chorume que os últimos anos têm despejado sobre o país, e encarar a mudança como uma responsabilidade cidadã, para sairmos do buraco institucional no qual nos enfiamos em 2018.

Materiais utilizados

  • Papel para aquarela Strathmore 300g grana fina;
  • Aquarelas Van Gogh;
  • Pinceis Giotto;
  • Ilustrações (borboletas e larvas) para colagem extraídas do livro Extraordinary Things To Cut Out And Collage.


Para ler a zine completa, clique aqui, e para baixar um calendário 2022 exclusivo (e gratuito!), clique aqui.


Até 2022!

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Nadja of Antipaxos 🌹🦇


Estou completamente obcecada pela série What We Do In The Shadows (Star+). Tudo nela funciona perfeitamente bem, os diálogos são hilários, a produção impecável e, cá entre nós, quem nunca trabalhou com um Colin Robinson? Amo vampiros, e se dá pra misturar humor ao tema, melhor ainda.

E uma das personagens que mais amo é a Nadja, interpretada pela atriz Natasia Demetriou. Adoro as expressões dela, é um daqueles casos que a personagem e a atriz parecem feitas uma para a outra.


E para fazer essa fanart, resolvi me desafiar a usar o papel Canson Graduate na cor cinza, que comprei há meses, mas não havia testado pois é impossível transferir um rascunho para ele através da mesa de luz, por ser muito denso. Tive que fazer um esquema similar ao papel carbono, passando um grafite no lado oposto do rascunho, e transferindo para o papel, com cuidado para não marcar demais. No geral, esse papel é ótimo para aquarela, e consegui efeitos muito bons, principalmente com as tintas peroladas e canetas metálicas. O resultado:


Materiais utilizados

  • Papel Canson Graduate na cor cinza;
  • Aquarelas Van Gogh;
  • Aquarelas shimmer Sakura;
  • Guache TGA;
  • Pastel seco Derwent;
  • Marcadores metálicos Pentel.

O Instagram continua tratorando a qualidade das minhas imagens, então sempre que você gostar de alguma ilustração que posto lá, saiba que ela está numa qualidade muito melhor (e em detalhes) aqui no blog. 

What We Do In The Shadows Wwdits GIFfrom What We Do In The Shadows GIFs
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