Pirate #2
Olá pessoal!
Acredito ter começado uma nova série de ilustrações. Quem me acompanhou através do Instagram, nos últimos dias, pode ver o processo de criação de mais uma pirata, e de como as soluções gráficas estavam tomando rumos diferentes do habitual. Inclusive, tem um comentário falando nisso no Facebook. Lembram que a primeira, feita no mês passado, já apresenta elementos diferentes dos que estou acostumada a trabalhar? Então, este ano resolvi me desafiar mais, e apostar em outros estilos. Também comecei a tomar nota de tudo o que se passa entre cabeça-prancheta-computador e, em breve, vou mostrar algumas dessas anotações e dar dicas para quem quiser registrar seu processo criativo.
Para esta ilustração, utilizei praticamente os mesmos materiais da primeira Pirata: caneta esferográfica preta nos cabelos, caneta hidrocor, lápis grafite e de cor, caneta gel. Mas quis fugir do rosto perfeito e apostar um pouco em erotismo, coisa que não faço com tanta frequência. Como já havia usado o recurso do tapa-olho, nesta aqui quis mostrar um rosto com aspecto sujo, borrado, numa expressão um tanto vaga, que conversa com o mar de cabelos, o farol e a caravela. Eu ia adicionar uma bússola, depois pensei num timão, mas achei que a composição ia ficar pesada demais, e reservei esses elementos para um próximo trabalho.
Esta ilustração veio num momento de grandes questionamentos na minha vida, de tomada de decisões, reconciliações e perdas. Muitas vezes, me senti perdida em meio a um mar de dúvidas e precisei encontrar o rumo novamente. É bom ver o trabalho com um teor autobiográfico e as transformações que podem vir a acontecer ao longo da série.
Abraços,
Lidiane :-)
Blogagem Coletiva: 14 coisas para ser em 2014
Estou participando da blogagem coletiva do Rotaroots e o tema de janeiro é 14 coisas para ser em 2014. Sem mais delongas, vamos lá:
1. Ser mais organizada: sempre fui a miss agenda, com todas as atividades do dia/semana/mês devidamente anotadas, planos e controles. Só que 2013 foi um ano atípico e acabei me perdendo nas próprias listinhas. Resolvi criar um caderno de organização e tudo melhorou, por isso, pretendo continuar com esse método.
2. Desenhar mais: parece uma obviedade vindo de uma pessoa que trabalha com isso, mas não se engane: a procrastinação aliada à falta de inspiração contribuem muito para que eu passe meses fazendo somente o essencial para pagar as contas. Quero quebrar este ciclo, usando mais meu sketchbook e colocando para fora os rabiscos que ficam só na mente.
3. Completar meu Art Journal: já comecei a preencher as primeiras páginas do Art Doodle Love e quero que ele esteja completinho até dezembro.
4. Finalizar as ilustrações do livro Suspiro Sincrético: este ano quero finalizar tudo o que está pela metade, incluindo o projeto com as queridas Mitcheia e Tamiris.
5. Testar materiais novos: tenho um medo que me pelo toda de tintas. É sério. Este ano, quero perder nem que seja um pouquinho desse medo todo, investindo em acrílicas e telas. Quem sabe descubro uma paixão adormecida pela pintura?
6. Sair da zona de conforto: por muito tempo me questionei a respeito dessa tal zona, se ela existia ou não. Mas sim, ela existe. E pode ser nociva à criatividade, caso não saia dela de vez em quando. Quero apostar em outros estilos gráficos, desenhar mais paisagens, figuras masculinas, crianças, bichos, plantas...
7. Ler mais: Segundo o Skoob, li 21 livros em 2013. Quero duplicar a meta para este ano.
8. Pegar mais trabalhos comissionados: principalmente ilustrações para livros.
9. Não pegar frila indesejado: vou falar com calma sobre isso ainda esta semana, mas já adianto que capas de teses, diagramações absurdas para o meio universitário e arte para eventos acadêmicos na-na-ni-na-não!
10. Procrastinar menos: quero deixar de ser preguiçosa, voltar para a dança ou outra atividade física, fazer cursos e, para isso acontecer, a procrastinação tem que ficar de lado.
11. Me dedicar mais às lojas: muita gente me questiona porque algumas lojas virtuais são mais recheadas do que outras e um dos motivos é que realmente me dedico pouco a elas. Prometo melhorar isso em 2014.
12. Fazer novas parcerias de trabalho: amo começar uma parceria, seja com poetas, ilustradores, blogueiros, enfim. Adoro uma colaboração.
13. Não deixar trabalhos pela metade: como disse no item 4, e em sintonia com o item 10, não quero deixar coisas pela metade. Fica um sentimento muito ruim, que não é de vazio, é de incompletude, que faz mal para quem trabalha com criação. Se não deu certo, simples: joga fora! Se está pesado, dá uma pausa de, no máximo, um trabalho. Mas deixar coisas como deixei, de um ano atrás, não.
14. Estudar mais sobre meu processo criativo: peguei um caderno e comecei a anotar uma série de coisas a respeito do por quê das coisas. O que me motiva a desenhar, quais são meus pontos fortes, fracos, o que me leva a desenvolver uma série... e tem sido assustador e libertador. Recomendo a todos que se dedicam a uma atividade de criação, pois ajuda muito a entender o que se passa na nossa cabeça e trazer à tona o que fica guardado no inconsciente.
Esta foi minha primeira participação na blogagem coletiva e estou ansiosa pelos próximos temas. Deixei os itens bem pontuais a respeito do meu trabalho para que, ao final do ano, possa fazer a retrospectiva e ver se cumpri com todas as metas (espero quem sim!).
Abraços,
Lidiane :-)
Lana Del Rey
Olá pessoal!
No primeiro post do ano, trago a primeira ilustração de 2014! E já que o item mais ilustrações ganhou disparado na enquete que fiz mês passado (seguido por dicas de materiais e artistas), aqui está um retrato realista da cantora Lana Del Rey.
Lembram que eu havia começado a trabalhar nele há algumas semanas, e torcia muito para que ficasse parecido com a foto que me inspirou? A julgar pelo número de curtidas que a imagem recebeu no Facebook, o pessoal gostou bastante. E eu também! Acredito que cumpri meu objetivo.
Estou gostando muito de trabalhar com o papel Marker, da Canson, ele é super liso e proporciona um acabamento perfeito para quem curte trabalhar com canetinhas. Só acho ele bem fininho, mas não rasga. Para essa ilustra, usei: caneta hidrocor no cabelo; as rosas são colagens de revistas, pois não gostei do resultado da pintura nas que eu estava fazendo; e na pele e blusa utilizei os lápis Polycolor da Koh-I-Noor. Farei resenha deles, pois são excelentes.
Também fiz um pequeno vídeo mostrando o passo a passo da ilustração. Em breve, vou voltar com o canal no YouTube, com vídeos bem elaborados, e o primeiro será de um trabalho comissionado que fiz em 2013 e que me consumiu durante semanas - principalmente por ter filmado todo o processo com uma câmera GoPro na minha cabeça. Ainda preciso editá-lo e ter o ok da cliente para liberar de vez a divulgação.
Tenham um ótimo final de semana, vejo vocês por aqui ao longo do ano, com muitas artes!
Abraços,
Lidiane :-)
[Literatura Ilustrada] Karou, "Feita de Fumaça e Osso", de Laini Taylor
"Desenhar sempre tinha sido sua forma de processar as coisas. Assim que passavam para o papel, tornavam-se propriedade sua, e assim Karou conseguia decidir que poder teriam sobre ela." Dias de Sangue e Estrelas, Laini Taylor, p. 109.
Finalmente consegui dar início de vez ao projeto Literatura Ilustrada. Queria muito terminar o ano com ao menos uma postagem e ainda mais nesse momento de Festas/Natal, é como se fosse um presente para cada um que acompanhou minhas ilustras e o blog em 2013.
Escolhi Karou, protagonista da trilogia Feita de Fumaça e Osso, escrita pela Laini Taylor, por um motivo muito especial: ela é estudante de artes plásticas e desenhista! Além disso, é bastante diferente da maioria das mocinhas tradicionais: sabe lutar, se defender e enfrenta todo tipo de adversidade. É tatuada e tem o cabelo azul (que nasce exatamente dessa cor). Ou seja, foi amor à primeira vista entre nós duas rsrs.
Ao longo da trilogia, Karou (que significa esperança na língua Quimera) embarca numa jornada para descobrir mais sobre seu passado, seu povo e um novo mundo que conhece de repente. Trava batalhas com inimigos poderosos e se apaixona por um deles. Enfim, apesar de ser literatura YA, a narrativa é bem adulta, com várias referências históricas e artísticas.
Laini é casada com o ilustrador Jim Di Bartolo, responsável pelos primeiros retratos de Karou que tive acesso, além do mapa presente no segundo livro, Dias de Sangue e Estrelas, que traz a passagem transcrita acima, sobre a relação da protagonista com os desenhos e com seus sketchbooks, sempre destacados ao longo da história. Vejo isso como uma homenagem da autora ao seu marido, que fofo!
Terminei de ler os livros com o coração na mão e mal posso esperar pelo terceiro e último, Dreams of Gods and Monsters, que será lançado nos EUA em abril de 2014 (ou seja, vai demorar para chegar aqui). Soube que a trilogia virará filme e fiquei com medo, é esperar para ver. Quem deseja uma leitura daquelas para embarcar e, literalmente, ser transportado para outro mundo, recomendo. E quem gostou da minha versão da Karou, leu o livro e quiser conversar mais a respeito da trama, é só deixar um comentário.
Aproveito para desejar um Feliz Natal a todxs que acompanharam o blog durante o ano. Obrigada pelo carinho e pela companhia, voltarei antes do ano novo!
Abraços,
Lidiane :-)
Escolhi Karou, protagonista da trilogia Feita de Fumaça e Osso, escrita pela Laini Taylor, por um motivo muito especial: ela é estudante de artes plásticas e desenhista! Além disso, é bastante diferente da maioria das mocinhas tradicionais: sabe lutar, se defender e enfrenta todo tipo de adversidade. É tatuada e tem o cabelo azul (que nasce exatamente dessa cor). Ou seja, foi amor à primeira vista entre nós duas rsrs.
Ao longo da trilogia, Karou (que significa esperança na língua Quimera) embarca numa jornada para descobrir mais sobre seu passado, seu povo e um novo mundo que conhece de repente. Trava batalhas com inimigos poderosos e se apaixona por um deles. Enfim, apesar de ser literatura YA, a narrativa é bem adulta, com várias referências históricas e artísticas.
Laini é casada com o ilustrador Jim Di Bartolo, responsável pelos primeiros retratos de Karou que tive acesso, além do mapa presente no segundo livro, Dias de Sangue e Estrelas, que traz a passagem transcrita acima, sobre a relação da protagonista com os desenhos e com seus sketchbooks, sempre destacados ao longo da história. Vejo isso como uma homenagem da autora ao seu marido, que fofo!
Terminei de ler os livros com o coração na mão e mal posso esperar pelo terceiro e último, Dreams of Gods and Monsters, que será lançado nos EUA em abril de 2014 (ou seja, vai demorar para chegar aqui). Soube que a trilogia virará filme e fiquei com medo, é esperar para ver. Quem deseja uma leitura daquelas para embarcar e, literalmente, ser transportado para outro mundo, recomendo. E quem gostou da minha versão da Karou, leu o livro e quiser conversar mais a respeito da trama, é só deixar um comentário.
Aproveito para desejar um Feliz Natal a todxs que acompanharam o blog durante o ano. Obrigada pelo carinho e pela companhia, voltarei antes do ano novo!
Abraços,
Lidiane :-)
[Livro] Conversando com as Fadas
Este ano foi um dos que mais adquiri livros, principalmente ilustrados. Acredito que uma boa ilustração, seja na capa ou no miolo, garante um aspecto encantador à história e ajuda na compreensão e assimilação das personagens. A obra que vou mostrar conheci por acaso, num dos blogs literários que sigo. Conversando com as Fadas (Editora Pensamento, 2013) é de autoria da ilustradora Paulina Cassidy e é composto por mensagens de auto-ajuda e otimismo, sobre como se conectar com o mundo feérico, e possui alguns dos mais belos trabalhos em aquarela que já vi.
Sinopse: Ilustrado com belíssimas imagens em aquarela, Conversando com as Fadas vai ajudar você a se abrir para poderosos espíritos da natureza, convidando-os a orientá-lo no seu caminho de autodescoberta. Cada uma dessas encantadoras imagens é acompanhada de uma mensagem para enriquecer sua vida e ampliar sua consciência, facilitando sua percepção do mundo das fadas e ajudando-o a reconhecer a energia de cada uma delas.
Eu não vou entrar no mérito de ser um livro de auto-ajuda, porque não é o propósito da minha análise. O que me chamou atenção foi o capricho da edição: apesar de ser praticamente no formato pocket, o livro tem capa dura, acabamento costurado e páginas em papel couché. Cada orientação/capítulo começa com uma página ricamente diagramada com título, ilustração da referida fada e uma frase síntese.
Gostei muito das mensagens e da linguagem que a Paulina adota, assim que comecei a ler fiquei bastante motivada a terminar alguns trabalhos que estavam pendentes. Todos os tópicos abordados são no sentido de te inspirar e adoro estudos relacionados à inspiração e ao processo criativo. A autora é também ilustradora e a quantidade de detalhes de suas aquarelas me impressionou. Visitando seu site, fiquei de queixo caído com a fluidez do traço e a delicadeza dos desenhos.
Em resumo: para quem aprecia livros ilustrados e, de quebra, com mensagens motivacionais, recomendo Conversando com as Fadas. Vi que na versão norte-americana acompanha um tarô, coisa para colecionador. A obra custa R$ 25,00 e foi lançada em novembro. Como já disse anteriormente, o padrão de acabamento está bem acima da média nacional, o que me faz pensar que aqui pagamos uma fortuna por um material aquém do esperado... Reflitam!
Abraços,
Lidiane :-)
Irmãs Siamesas
Oi pessoal!
Demorei mas consegui terminar as irmãs siamesas que estavam na minha prancheta, e que não recebiam a atenção merecida, confesso. Precisei de uma tarde de sábado sem internet (é impressionante como um feed de notícias te faz procrastinar) para concluir a ilustração, e gostei muito do resultado. Aliás, tenho gostado muito dos meus resultados não por exibicionismo ou qualquer coisa do gênero, mas porque me esforço ao máximo para melhorar e cada progresso é uma pequena vitória na minha vida ilustrada.
Utilizei lápis grafite 3B e 4B nos cabelos e esfumado dos rostos, e lapiseira 0.9 mm para os detalhes faciais. Nos lábios, utilizei lápis de cor e o beija-flor é um recorte de papel pergaminho. Algumas pessoas não gostaram dos olhos vazados da segunda irmã, mas acredito que fez um contraponto interessante com o olhar "desaforado" da outra figura, além de dar margem para inúmeras interpretações, coisa que adoro, pois cada um viaja nos seus sonhos e cria suas próprias teorias e personagens, e isso é uma das coisas mais legais de se trabalhar com arte.
Abraços e boa semana!
Lidiane :-)
10 fatos sobre mim (ligados ao desenho!)
Tenho visto várias pessoas fazerem aqueles vídeos de 5, 10, 25, 50, 100 (!) fatos sobre mim, alguns acho super engraçados e outros meio bizarros, o que não deixa de ser engraçado também. Então, resolvi montar uma lista de 10 fatos sobre mim relacionados ao desenho. Olhem só:
1. Minha primeira maleta de canetinhas foi da marca Compactor (não é jabá!), verde com bolinhas brancas, presente do meu pai, numa visita à Livraria do Globo, que nem existe mais;
2. Eu adorava passar as receitas da minha mãe à limpo num caderno, e ilustrava cada uma delas com itens culinários. Ela ainda guarda essa relíquia;
3. Aprendi a desenhar tecidos através dos livros de corte e costura da minha mãe (e ela ainda guarda essas relíquias também!);
4. Minha maior dificuldade ainda é desenhar coisas retas e/ou em perspectiva (tipo prédios, ruas, etc.);
5. Quando eu tinha uns 12, 13 anos escrevi e ilustrei uma HQ baseada na Mulher Gato, do Batman. Ela era a heroína, vivia numa cidade chamada Cats City e todas as vilãs eram felinas (detalhe: nunca tive um gato de estimação);
6. Desenhei muitos mangás durante a adolescência e presenteava amigos/colegas de aula com essas artes;
7. Fiz curso de desenho artístico, publicitário e pintura pelo Instituto Universal Brasileiro, daqueles que vem pelo Correio. Não mandei as provas finais, por isso não tenho certificado #chatiada;
8. Quando estava no Ensino Médio, fiz uma caricatura de duas meninas da minha turma que não suportava. Coloquei as cabeças delas em corpos de sapos. Hoje sei que o nome disso é bullying, é errado e que a sociedade patriarcal faz com que vejamos outras mulheres como inimigas;
9. Quando estava na faculdade, treinei bastante figura humana com catálogos da Victoria's Secret, que eu mandava pedir direto dos EUA utilizando o endereço de todo mundo hahaha. Sou fã da Gisele Bündchen (me julguem), tenho o catálogo com a última campanha dela para a marca! Quando fui mostrar esses desenhos toda orgulhosa para um professor, ele me esculachou na frente de várias pessoas, dizendo que desenhar mulheres com cara de anjo era muito fácil. Aquilo me deixou arrasada, pois realmente tinha me esmerado em aprender volume, luz, sombra, cabelos, detalhes... Foi tão constrangedor que passei dois anos sem desenhar mais nada. Mas consegui me recuperar do trauma e cá estou, vivendo esse momento lindo;
10. Entre canecas, copos e afins, tenho mais de 20 porta-lápis sobre minha mesa e prateleira, além dos estojos em latinha, que amo de paixão, e estojos convencionais de tecido. Se somar tudo, acredito que tenho mais de 1000 lápis/canetas! E se gosto de uma graduação (3B da Koh-I-Noor e 4B da Staedtler, por exemplo) compro logo uns 10 lápis iguais, para usar sem medo.
10. Entre canecas, copos e afins, tenho mais de 20 porta-lápis sobre minha mesa e prateleira, além dos estojos em latinha, que amo de paixão, e estojos convencionais de tecido. Se somar tudo, acredito que tenho mais de 1000 lápis/canetas! E se gosto de uma graduação (3B da Koh-I-Noor e 4B da Staedtler, por exemplo) compro logo uns 10 lápis iguais, para usar sem medo.
Acho que tem uma boa dose de comédia, tragédia e bizarrice na minha lista hehehe. Mas foi bem legal deixar rolar um filmezinho na cabeça e recordar cada fato. Já ia deixar passar o meu curso do IUB, lembrei de última hora! Quem é ilustradorx ou leitorx do blog e também quiser fazer uma lista, põe o link aqui nos comentários e vamos nos divertir juntos.
Abraços,
Lidiane :-)
Abraços,
Lidiane :-)
Orquídea Radiante: a cor de 2014
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| Fonte: site Pantone e acervo pessoal. |
Mais uma vez a Pantone foi bastante feliz ao escolher sua cor do ano. Depois da linda Emerald 17-5641, chegou a vez da Radiant Orchid 18-3224. Segundo a diretora criativa do Pantone Color Institute, Leatrice Eiseman, a escolhida é uma mistura encantadora de fúcsia, roxo e rosa, que estimula a criatividade e a originalidade. Eu, particularmente, amei a escolha, pois é uma cor vibrante, que inspira energia, renovação, equilíbrio, além de estar na gama de tons que me fascinam. Acima, uma comparação com as tonalidades que usei para fazer o cabelo da Doe Deere.
Para saber mais sobre a cor de 2014, clique aqui.
Abraços,
Lidiane :-)
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