Lidiane Dutra
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Iemanjá 🐚 (e uma reflexão sobre paciências)


Ontem, dia 02 de fevereiro, foi dia de Iemanjá/Nossa Senhora dos Navegantes, uma das datas mais comemoradas por aqui, e decidi prestar minha homenagem também. Acho lindo que as pessoas possam exercer sua liberdade de culto a céu aberto, respeitosamente, com a segurança de que sua fé não será tolhida pelo estado ou por qualquer indivíduo. Isso deveria valer para todas as religiões; deveria ser a regra, não a exceção.


À esquerda, a imagem de Iemanjá da Praia do Cassino, esculpida por Érico Gobbi. Os umbandistas costumam adorná-la com capa, colares de pérolas e coroa (a estátua é toda branca). Esse véu serviu como referência para o cabelo/mar da minha ilustração, pois fico com a sensação de que o azul é uma mistura das águas com a figura, é a síntese de sua representação.


Trabalhei com lápis 2B em todo o esboço, no exercício que tenho feito para reduzir a graduação da mina e deixar o risco menos grosseiro e mais integrado com a aquarela. Como já contei no Instagram, minha primeira Iemanjá foi de 2009 mas, na época, não finalizei o desenho da maneira correta, por causa da famigerada pressa. Sim, eu queria vê-la terminada de qualquer jeito, e foi isso que me atrapalhou. Para esse estudo, utilizei algumas poses do livro Drawing the Head & Hands, do Andrew Loomis. Também foi a primeira vez que trabalhei no papel grana fina Arches desde que concluí o curso da Sabrina e foi muito bom aproveitar bem o que esse material maravilhoso tem a oferecer. A textura é lindíssima e ele absorve a quantidade exata de água.


Essa experiência de retomar algo feito no passado e retrabalhá-lo com calma, paciência e dispondo não só do meu melhor material, como também da minha melhor técnica, foi uma válvula de escape para a ansiedade que tenho sentido em outros setores, e uma maneira de me cobrar menos, de entender meus limites, e de que é possível dar um passo de cada vez, degustar as etapas e aproveitar o que cada trabalho tem a me ensinar. Refletir sobre as paciências que preciso internalizar e compreender que feito é melhor que perfeito (oi, Lila!) só agregou ainda mais sentido à minha ilustração. Agradeço ao Antonio por ter feito vários cliques enquanto eu pintava. ❤



Materiais utilizados
- Papel para aquarela Arches 300g, 100% algodão;
- Aquarelas Van Gogh em bisnaga;
- Pincéis Keramik linha 411;
- Lápis de cor Polycolor;
- Lápis Grafite Koh-I-Noor 2B;
- Marcadores diversos.

Para acompanhar meus trabalhos em tempo real, é só me seguir no Facebook, Instagram ou Tumblr. Acesse meu Studio para comprar produtos exclusivos, com suas ilustrações favoritas. Veja todos os meus trabalhos profissionais no Behance.
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Portfólio

Summertime


Depois de muitos petisquinhos que rolaram principalmente no Instagram (veja aqui, aqui, aqui, aqui e aqui), finalmente a primeira ilustração de 2017 ficou pronta. Eu comecei esse esboço no ano passado, e não tive pressa para me dedicar a cada etapa, até mesmo porque estou com pouco tempo livre, então essa ilustra foi meu momento de descanso por várias semanas.

A foto que usei como referência é de um editorial antigo da Vogue com a Gisele Bundchen, e o que mais me chamou a atenção foi a luminosidade e o movimento dela, então foi isso que quis tomar como base. Lembrando que o meu intuito nunca é fazer cópia nem retrato verossimilhante de ninguém.


Uma das coisas que a Sabrina sempre fala em aula é para prestar atenção no que estamos vendo, não naquilo que o nosso cérebro completa, achando que é daquele jeito. Por isso, me dediquei aos detalhes finos, como a dobra dos tecidos, por exemplo. Tudo sem nóia. Como já disse, fiz com calma e, pela primeira vez em muitos anos, sem ansiedade. E digo com certeza que muitas das minhas dificuldades com a pintura vinham dela. Mas vou falar mais sobre isso em outra postagem.


Depois de marcar todos os valores com grafite, comecei a pintura propriamente dita, e um exercício de controle do papel satinado. Eu amo o hot pressed, mas nunca tinha me aventurado em algo tão detalhado, em alguns momentos achei que o papel só poderia ter sido prensado pelo demônio, porque ele não absorvia a tinta. Mas depois da primeira camada secar, as outras se tornam mais fáceis de sobrepor.


Também prestei atenção em coisas como saturação e neutralização das cores. Fiz alguns thumbnails para definir as cores da roupa porque, novamente, eu não queria uma cópia da foto. Achei que o magenta/ rosa quinacridone e o sap green neutralizado com ultramar ficariam harmoniosos. Porém, gostei tanto da versão em grafite que, antes de pintar, digitalizei a imagem só no traço.
Falando em digitalização, não adianta: muito da cor original se perde no processo. Nenhuma foto ou até mesmo o arquivo final transmite a mesma vivacidade e realismo das cores ao vivo e, especialmente nesse trabalho, isso me deixou muito frustrada. Digitalizei várias vezes, testei configurações e filtros e só consegui me aproximar vagamente do resultado no papel. Mas tento não pensar nisso, pois toda a jornada foi muito interessante (e não deixa de ser um aprendizado também).
Materiais utilizados
- Papel Canson Moulin DuRoy 300g satinado;
- Lápis grafite Staedtler Mars Lumograph 4B;
- Aquarelas Van Gogh e Sennelier;
- Pincéis Keramik linha 411, pelo sintético;
- Lápis de cor Koh-I-Noor Polycolor.

Os retoques finais ficaram por conta do lápis de cor e leves toques de marcador dourado. Acredito que todos os meus trabalhos carregam significados fortes para mim; marcam fases e me ajudam a superar muitas coisas, e acho que este é o início de um período em que busco equilíbrio, tranquilidade e gratidão. 

Summertime já está no meu studio no Colab55. Para acompanhar outros trabalhos em tempo real, é só me seguir no Instagram, Facebook ou Tumblr. Veja todos os meus trabalhos profissionais no Behance.
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Portfólio

Retrato da Isadora 🌸 Commission


No final do ano passado, recebi uma encomenda bastante especial: retratar a Isadora (que já havia feito um retrato meu!), para um amigo presenteá-la em sua formatura. Com base numa foto de referência, trabalhei em formato A5 com marcadores e lápis de cor. Confira o processo a seguir:



Na foto referência ela está usando um capacete, que substituí pelas flores. Mas procurei me manter fiel ao restante, principalmente a maquiagem que ela estava usando. O resultado final ficou assim:


Materiais utilizados
- Papel para marcador Copic n. 6;
- Marcadores Copic, Sinoart e Posca;
- Lápis de cor Koh-I-Noor Polycolor;
- Verniz fixador Acrilex.

Se você também quer um retrato personalizado, a agenda de encomendas para 2017 já está aberta. Veja meus principais serviços e formas de pagamento aqui, ou mande um e-mail para lidiane@lidydutra.com. Aproveite que os preços ainda são os mesmos do ano passado! Para ver mais trabalhos selecionados, visite meu portfólio no Behance.
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Processo criativo

No meu feed - dez/2016 e jan/2017 🌺 @lidydutra


No meu feed é aquela tentativa marota de reunir tudo o que compartilho de inédito e/ou relevante nas redes sociais e que acaba não vindo para o blog na forma de postagem regular; seja uma ilustração, uma foto legal ou até mesmo as minhas divagações. Para abrir os trabalhos, escolhi a releitura de uma pintura do Rockwell, um dos últimos estudos que fiz para o curso de aquarela da Sabrina Eras. Ficou a cara do Justin Bieber, mas eu amei. ❤


Uma imagem da minha mesa de trabalho, no momento em que estava começando aquele estudo do Rockwell. Meu ambiente é extremamente organizado, sim. Não consigo trabalhar em meio ao caos e, na medida que vou sujando, já começo a limpar. Me desagrada não encontrar o que preciso porque simplesmente não sei onde está. Ah, minha paleta não é tão limpa assim, eu tinha dado um trato nela antes. 

Em seguida, um dos vários rascunhos que estão na prancheta, aguardando pacientemente que eu os finalize. Estou em outro ritmo de produção, sem pressa e sem ansiedade, talvez esse tenha sido o maior influenciador na mudança do meu traço. E minha agenda linda ali ao lado!


Aproveitei a mais nova onda do Tumblr, que é criar esses mood boards chamados my aesthetic. Basicamente, é uma montagem com as nossas inspirações, o que nos motiva a criar. Da esquerda para a direita: lápis de cor, material tradicional; cabelos e mulheres; incenso (sempre acendo um quando estou desenhando); fantasia, seres da floresta; desktop organizado; livros; cores, aquarela; flores; café, ambiente aconchegante. Todas as imagens foram retiradas do Unsplash, meu banco de imagens favorito da vida.

Essa caixinha veio da mesma loja onde comprei aquela das aquarelas. Como sou fanática por organização, me incomodava deixar os sketchbooks soltos sobre a mesa, pois toda vez que eu precisava usar o scanner tinha que retirá-los com cuidado. Com a caixa esse deslocamento ficou mais prático. Preciso envernizá-la.


Ainda seguindo as modinhas da web, também resolvi comparar trabalhos com uma década de diferença e digo que sinto uma evolução muito maior de outubro passado para cá, do que em dez anos de estudo, entre faculdade e freelancer. Sério. Não canso de dizer o quanto a mentoria da Sabrina e a ajuda de pessoas maravilhosas como a Bella me fez crescer.

E essa nova cor da Pantone, hein? Agora que eu neutralizo absolutamente tudo com os cinzas ópticos, dificilmente fará parte da minha paleta em 2017. 


Momento blogueirinha de recebidos do mês: a loja Koralle me mandou amostras do novo papel para aquarela da Canson, o Héritage, nas gramaturas 300g e 600g e nas apresentações grana fina, satinado e rugoso. Estou louca para testá-los e me arriscar em outros papeis pois, ultimamente, tenho trabalhado mais no Montval e no Moulin DuRoy, também da Canson.

Já a Mariana Navarro, da Navarro Estúdio, mandou essas lindezas que me deixaram sem palavras, tamanha a emoção: uma caixa de tecido que já está na minha mesa guardando apontadores, borrachas e clipes (e aparece constantemente nas fotos) e dois sketchbooks artesanais, sendo que um deles é para aquarela, com papel Montval 125g e em formato quadrado. Já penso num projeto especial para preenchê-lo.

Para acompanhar meus posts em tempo real, siga o Facebook, Instagram e Tumblr. Assim que eu juntar mais coisas legais que pipocaram por estas redes, volto aqui para mostrar em detalhes e fazer o resumão. ☺
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Dicas

Links Bacanas #15 💜

Imagem via.
Eu não vou prometer a volta mensal dos links bacanas pois, como já comentei no Twitter, fico um pouco chateada com a cobrança que esse tipo de post gera, assim como as dicas que, eventualmente, eu trago aqui para o blog. Mas gosto muito de compartilhar minhas leituras e acredito que é uma maneira de incentivar o cultivo e disseminação de boa informação na internet. Para janeiro, separei textos motivacionais, históricos e mimos para baixar:

💜 Eu escrevi isso para você e Todo mundo já foi semente antes de ser flor: esses dois posts da Malena Flores são um alento para o coração. Às vezes, tudo o que precisamos é de motivação para continuar nossa jornada, ou então um abraço apertado para dizer que está tudo bem. A Lena tem uma empatia e amor ao próximo contagiantes, que nos faz enxergar a vida por olhos mais gratos.

💜 A história de Artemisia Gentileschi, a pintora violentada que se vingou fazendo arte feminista no século 17: eu tomei contato com a obra da Artemisia durante a faculdade, pois minha professora de História da Arte sempre trazia à tona questões feministas, principalmente relacionadas ao apagamento das mulheres artistas. Com tantos relatos sobre abuso sexual que ficamos sabendo diariamente, é muito interessante conhecer a luta dessa mulher, e o redescobrimento de suas pinturas a partir da década de 1970.

💜 Por onde começar os estudos de desenho? a ilustradora Isabella Pessoa está montando uma série de dicas preciosas para quem quer manter uma rotina de estudos produtiva sobre desenho. Começando pelos fundamentos, a Bella fala sobre exercícios de aquecimento e a importância de não pular etapas de aprendizado.

💜 Calendário 2017 Sabrina Eras: a Sabrina preparou um calendário trimestral totalmente aquarelado para baixar gratuitamente e começar o ano mais organizado. Ainda dá tempo de se planejar, é só correr no Patreon dela.

Espero que essa volta dos links bacanas tenha sido proveitosa para todos que chegaram até aqui. Assim que eu tiver mais coisas legais para compartilhar, voltarei com a tag. E para acompanhar meu trabalho em tempo real, é só seguir no Facebook, Instagram ou Tumblr (e minhas reclamações no Twitter). 😊
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Processo criativo

Fan art da Te Fiti 🍃 (Moana: um mar de aventuras)


Eu não curto fazer muitas fan arts, principalmente de filmes e séries do momento, pois não gosto de me ver presa ao factual, à moda ou ao inconsciente coletivo. Admiro e acompanho muitos artistas que dosam magistralmente seu trabalho pessoal com fan arts, e espero conseguir isso um dia. 

O fato é que assisti Moana: um mar de aventuras, a nova animação da Disney, e fiquei encantada não só com a história, como com a paleta de cores do filme, que gira em torno dos quatro elementos, com destaque para o verde, o turquesa e os tons terrosos.

Fonte da imagem aqui.
Embora tenha amado a personagem principal e sua personalidade tão marcante, foi Te Fiti quem me conquistou. Ela é a deusa com o poder de criar a vida, e teve seu coração roubado pelo semideus Maui (isso não é spoiler, ok?). A forma que a produção escolheu para retratar a deusa, uma encarnação da terra que lembra bastante Gaia, me fascinou. O resultado é a pintura a seguir:



Praticamente toda a figura foi feita com aquarelas nas cores dioxazine e sap green. Os detalhes ficaram por conta de lápis verde e marcadores. Também usei magenta e uma mistura de vermelho cádmio e rosa quinacridone para as flores.

Materiais utilizados
- Aquarelas Van Gogh e Senellier;
- Pincéis Keramik pelo sintético;
- Lápis Koh-I-Noor Polycolor;
- Marcadores diversos;
- Sketchbook para aquarela Papel Pitanga.

Se você ainda não assistiu Moana, corre para o cinema, pois vale o ingresso. O curta que passa antes do filme, Trabalho Interno, é uma graça e foi dirigido pelo brasileiro Leo Matsuda (veja mais detalhes aqui).

E para ver meus trabalhos em tempo real, acompanhe através do Facebook, Instagram e Tumblr.
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Dicas

Freebie ❤ Calendário 2017


O ano já começou, eu sei, posso estar um pouco atrasada, eu sei, mas é com todo amor do mundo que resolvi disponibilizar gratuitamente um calendário 2017, para você baixar, imprimir e se organizar. ❤ O formato ideal para impressão é A4, sugiro utilizar um papel mais durinho, para dar um acabamento bem legal (mas pode ser qualquer papel que você tiver disponível). 

❤ BAIXE O SEU CALENDÁRIO AQUI ❤

Me marque nas redes sociais: Facebook, Instagram, Twitter ou Tumblr, caso você tenha impresso um calendário para chamar de seu. Ficarei feliz em ver uma das minhas artes favoritas ajudando a tornar seu ano mais produtivo e organizado. ☺
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Reflexões

Feliz Natal ❤ Feliz 2017

As imagens mais curtidas no meu Instagram em 2016. #bestnine
Ao contrário do que fiz nos últimos anos, não vou trazer uma retrospectiva, nem falar sobre metas alcançadas ou planos para o futuro. Em 2016, quero somente agradecer todas as coisas que aconteceram comigo. Foi um período atípico, de aprendizagem, reflexão, resignação, recheado de bons e maus momentos de maneira bastante homogênea.

Voltei a estudar desenho e pintura, talvez esse seja o maior ganho profissional e pessoal, pois precisei dar um passo atrás, ver que estava no caminho errado sob muitos aspectos, e reaprendi a aprender, a estar na posição de aluna, a errar para acertar. Para isso, contei com uma das melhores professoras que poderia ter, a Sabrina Eras. Virei evangelizadora do curso online de aquarela, porque valeu muito a pena para mim, e sei que valerá para outras pessoas que desejam aprender também.

Consegui trabalhos que aqueceram meu coração, projetos individuais e coletivos que chegaram até mim nos momentos em que mais pensei em desistir, ir plantar orgânicos e largar essa vida de arte. Apoio moral também não faltou, e veio em forma de comentários, mensagens, abraços, mais e mais arte. Ainda aguardo patrocínio de alguma marca (risos).

Fiquei mais tempo dentro da concha, e isso significou dizer não para muitas coisas, bloquear muitas pessoas no mundo virtual e no real, colocar minha cara para fora da janela somente quando necessário. Praticamente virei uma eremita, teve gente que chegou a pensar que eu era um fantasma ou uma entidade de outro mundo, de tão etérea que foi minha presença em 2016. Mas isso me resguardou de tanto chorume que não penso em abandonar essa tática tão cedo. Recomendo, aliás.

Uma foto publicada por Lidiane Dutra (@lidydutra) em Dez 26, 2016 às 12:03 PST

Evoluí meu traço sem abandonar minha identidade. Acho que esse é o ponto onde a maioria das pessoas se perde, e vi muito disso ao longo do ano. Percebi que artistas maravilhosos cravaram uma batalha interna contra seus próprios fantasmas, ao mesmo tempo que aproveitadores iam lá e chupinhavam o estilo de outros para surfar na onda do like. Mais respeito em 2017.

Aprendi a lidar com todos os tipos de comentários, dos mais maldosos e sem noção, aos mais inesperadamente bonitos, que me deixam sem palavras para agradecer. Não é possível orbitar em torno desses comentários e se achar uma pária porque fulaninho não curte seu estilo ou pensar que é intocável porque alguém se sensibilizou com um desenho. É um eterno dosar a medida das coisas e dos sentimentos.

Pisei no freio em relação ao blog e ao quanto eu me doava para ajudar os outros. Talvez porque tenha sofrido com plágio e roubo dos meus trabalhos, até mesmo de ideias que havia comentado por alto com algumas pessoas. E isso me feriu bastante, porque recebo pouquíssimo dinheiro pelo blog ou por qualquer outra mídia social, via AdSense ou parcerias, que são escassas. Então voltei a usar meus espaços muito mais como portfólio, que levam a conseguir trabalhos que me pagam, do que fazer tutoriais ou resenhas de produtos e livros, para ser cobrada por aquilo que disponibilizo de graça e, ainda, ser roubada, plagiada e ter que ouvir como desculpa o famoso se tá na internet é pra usar, não reclama. Infelizmente, não fui a única que padeceu do mal da apropriação, o que levou muita gente a repensar sua presença online também.


Fui recompensada pelos meus esforços, seja na hora de lutar pelo direito autoral, ou através do reconhecimento da jornada que venho trilhando, já não é de hoje. Ver que consegui um espaço, por menor que seja, e companheiras de viagem, é maravilhoso e faz valer a pena todos os perrengues, que não são poucos, mas nos preparam para as coisas boas da vida. Ainda tenho muito a trilhar, mas me inspiro nas palavras da Shonda Rhimes para lidar melhor com esse trem: eu preciso estar sempre à frente para conseguir montar os trilhos a tempo (leia O ano em que disse sim, recomendo).

Desejo a todas as pessoas que me acompanharam durante o ano um Feliz Natal e excelente começo de 2017. Se eu tivesse que dar um conselho, ou dica, seria: permita-se recomeçar. Do zero. Se reinventar. Dizer não. Ou dizer sim. Enfim, não fique parado no mesmo lugar pois a probabilidade de algo extraordinário acontecer sem você fazer o mínimo esforço é de 1 em 1 milhão. Então, em 2017, SEJA A MUDANÇA QUE VOCÊ DESEJA PARA SUA VIDA! ❤
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