Lidiane Dutra
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Portfólio Processo criativo

Granny Hair


A ilustra de hoje é resultado de uma mistura de materiais que adoro: lápis de cor e pastel seco (ensinei a usar neste post), sobre papel kraft. Esse tipo de papel auxilia bastante na coloração da pele, pois ele dá o meio tom, ou seja, ajuda a tornar a cor mais realista.

Não tem sido fácil trabalhar nos últimos dias por causa da umidade: as chuvas no RS não dão trégua, o ar fica pesado e isso se reflete no material: papel úmido, mina do lápis pastosa. Aquarela então, impossível. O jeito é torcer para que o tempo melhore.


Fiz o esboço desse retrato no meu sketchbook A4, na realidade queria treinar mãos a partir de uns vídeos que estava assistindo no YouTube, e acabei completando a figura. Utilizei grafite vermelho para não marcar.


Em seguida, comecei a cobrir com o pastel seco, esfumando de leve e misturando as cores com ajuda dos esfuminhos. Depois disso, apliquei camadas de lápis de cor marrom e vermelho, para reforçar as formas, e lápis branco para as zonas de luz. Aquilo que falei sobre o meio tom fica bastante visível aqui: como a folha tem um fundo, não é necessário fazer camadas e mais camadas para deixar o aspecto da pele interessante.


Esse cabelo deve ter uns 50 tons de cinza, pois peguei várias imagens de granny hair (ou cabelo grisalho) como referência. Foi bastante difícil fazer não pela complexidade, mas porque a mina do lápis estava muito pastosa devido à umidade. O resultado disso é que precisei apontar mais do que o de costume e com cuidado para não quebrar. Depois de digitalizar e tratar, a ilustra ficou assim:


Detalhes:



Materiais utlizados:
- bloco de papel kraft Canson;
- lápis de cor Polycolor;
- lápis pastel seco e esfuminhos Derwent;
- marcadores para os pequenos detalhes do rosto/mãos;
- verniz fixador opaco Acrilex para segurar tudo.

Abraços,
Lidiane :-)
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Dicas Projetos

Novidade! Curso de férias "Maremundo"


É com grande alegria que anuncio mais uma parceria com a Mundo Moinho Casa das Artes, dessa vez voltada para o público infantil. Será meu primeiro trabalho com crianças e já estou ansiosa para mergulhar nessa aventura: 

Maremundo: invenções em desenho e escrita
com Lidiane Dutra e Andréia Pires

O que é: Curso de férias para crianças de 7 a 10 anos 
Quando: de 27 a 31 de julho, das 15h às 17h
Inscrição: até 24 de julho, na Co.place
Quanto: R$120 (com desconto para quem inscrever mais de uma criança)



Objetivos
• experimentar práticas de leitura, de escrita e de desenho de maneira lúdica e divertida;
• compor um conjunto de informações sobre o tema do mar, ampliando os conhecimentos que os participantes já têm e relacionando-os a aspectos geográficos da cidade do Rio Grande;
• construir o livro-onda do grupo, uma narrativa coletiva, a partir da elaboração criativa em texto e ilustração.

Material
O Maremundo irá fornecer tintas, pincéis e papéis necessários para as atividades. O participante precisa levar: uma garrafa de água mineral vazia e limpa, lápis de cor, giz de cera e canetinhas, além de uma camiseta velha, para usar por cima e proteger a roupa no momento do manuseio de tintas, e toda a vontade de criar que puder.

Se você tem filhos, sobrinhos ou conhecidos nessa idade, entre em contato através do evento no Facebook, ou diretamente com a Mundo Moinho. 



Quando a Andréia me mostrou o "esqueleto" do curso e a vontade de por em prática com as crianças minhas ilustrações fofinhas, fiquei atônita. Como o tema é o mar que cerca Rio Grande, tomei a liberdade de transformar nós duas em seres aquáticos: eu sou um cavalo marinho (risos eternos) e a Andréia é uma sereia. Estamos acompanhadas da nossa amiga narval, que ainda não tem nome.

Um pouco sobre o processo da ilustração: assim que recebi o sinal verde para fazer o flyer do curso, esbocei algumas ideias com base em fotografias nossas e em ilustrações do livro The Secret History of Mermaids and Creatures of the Deep (posso resenhar se houver interesse, ele é similar ao Piratologia). Em seguida, tracei a line art e, com um pincel largo, umedeci todo o papel para receber a aquarela. Essa é uma ilustração inteira, algumas pessoas pensaram que eu havia feito as figuras e o fundo à parte, mas não: é uma composição só. Apliquei álcool para fazer as manchas, e finalizei com lápis grafite e marcador branco. Pronto! Assim nasceram nossas mascotinhas.

Espero todo mundo para fazer muita bagunça no final das férias escolares!

Abraços,
Lidiane :-)
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Dicas

[Download] Desenhos para colorir! ♥


Vocês pediram... e aqui está!

Quatro desenhos bonitinhos para imprimir e colorir conforme o gosto do freguês. São trabalhos que estiveram presentes na Oficina de Desenho Antiestresse e que os participantes amaram. Dá pra brincar bastante com as cores e fazer inúmeras combinações. O legal é sair do óbvio, ou seja, das cores que eu escolhi para as ilustras originais, e se permitir coisas novas. 

É sempre um privilégio ver minha arte tomando forma nas mãos de outras pessoas, por isso disponibilizar esses desenhos vai ao encontro do que acredito: que a arte deve ser acessível ao maior número de pessoas possível. Mas chega de falar, vamos ao que interessa: segurem todo esse amor em forma de linhas:


Para baixar:
♥ Mar | ♥ Sugar Skull


Para baixar:
♥ Submersa | ♥ Metamorfose

Imagens ideais para impressão em A4 (e em qualquer papel que sua impressora permita). Favor não retirar os créditos e usar somente para fins pessoais. Proibido o uso comercial dos desenhos, inclusive para replicação em oficinas e atividades pagas. Todos os direitos reservados.

Quem postar fotos dos desenhos coloridos lá no Instagram ou no Facebook, me marque para que eu possa fazer uma galeria e mostrar seu talento e criatividade para todo mundo. Além do mais, ficarei super feliz em saber por onde andam as minhas artes.

E esses são só os primeiros, em breve, tem mais!

Abraços,
Lidiane :-)
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Processo criativo

Another witch (resultado do retrato lilás)


Olá pessoal,

Aqui está o resultado do meu experimento com lilás na coloração da pele. Vocês puderam acompanhar o comecinho desse trabalho aqui e também através do meu Instagram e Snapchat (lidydutra). Demorei bastante nessa ilustração por ser um estudo, algo que eu realmente não sabia muito bem para onde estava indo. Então me permiti prolongar o tempo de execução.

Nenhum mistério quanto aos lápis que usei, indiquei os tons de lilás lá naquele primeiro post, e no restante da figura trabalhei em tons de salmão, marrom, amarelo e vermelho. Se for de interesse de vocês, posso fazer uma resenha sobre os lápis de cor da Polycolor, que são de longe os melhores lápis que eu tenho, indico de olhos fechados, de verdade!


Eu já estava desacostumada a trabalhar com lápis de cor, isso é um lembrete para que sempre dediquemos um pouco do nosso tempo a aperfeiçoar as técnicas que já dominamos. Senti a mão pesada no começo e vi que muito da demora no avanço não se tratava só de descompromisso, era dificuldade em manter o traço contínuo e não sair daquele jeito apressado.

Mas, cá entre nós, a textura do lápis de cor é inigualável, né? Como sou uma admiradora da técnica desde sempre, esses detalhes, volumes e granulados formados no papel são um charme irresistível.


Materiais utilizados:
- papel Canson 200g;
- lápis de cor Polycolor e Derwent (Colour Soft);
- marcadores Copic e Stabilo para detalhes da face;
- marcador Magic Color para o fundo e Poscas.

Minha avaliação sobre o uso de lilás: mais do que aprovado! No detalhe é possível perceber que a cor se une às outras de uma maneira muito elegante, proporcionando uma sombra não tão marcada como quando usamos preto ou marrom. É uma maneira de suavizar a figura, conferindo a ela um ar mais suntuoso. Para quem gosta de desenhar retratos, é uma excelente alternativa. Vou usar muito daqui para frente, e meu próximo estudo será em aquarela.

Quem aí já testou cores fora da sua zona de conforto? Quais dicas dão? Compartilhem nos comentários!

Abraços,
Lidiane ;-)
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Processo criativo Reflexões

Perdendo o medo de fazer tudo "errado"


Acredito que existem três situações que atrapalham a produtividade de um artista: a primeira é o bloqueio criativo, que pode ser exemplificado pelo pavor da página ou da tela em branco; a apatia, (diferente do bloqueio) que consiste na falta de vontade em fazer algo, mesmo com mil ideias na cabeça; e, por último, o medo de fazer tudo errado. É sobre ele que gostaria de conversar um pouco, mais para frente posso fazer um post específico para os outros dois (recomendo esta leitura também).

Desde minha primeira experiência bem sucedida com o efeito galáxia, tenho parado para pensar no quanto o medo nos limita, pois focamos sempre no resultado, e não no processo, que é onde reside a aprendizagem. Temos medo de estragar o papel, de gastar material, de fazer sujeira, de não ficar do jeito como imaginamos, de que as pessoas não vão gostar, enfim, são muitos contras martelando na nossa cabeça.

Quando eu estava trabalhando em Arabesque, a situação foi um pouco diferente: mesmo achando que o resultado poderia não sair como eu imaginei, estava tão envolvida no processo, que o produto final tal qual eu havia pensado, não importava. E não é que ficou muito melhor? Quando se trata de um trabalho artístico em andamento, a primeira impressão não deve ser a que vai ficar, e aqui venho eu com a história da cebola novamente: são muitas, mas muitas camadas de estudo até chegar lá (e esse lá nem precisa ser o final do trabalho em si, mas o real desejo do artista com aquilo, não sei se me fiz entender, estou prolixa hoje...).

Mas como superar esse medo? Aqui vão sete dicas preciosas, com base na minha experiência pessoal:

1. Não economize: se você não quer experimentar algo novo por medo de jogar material fora, nunca vai conseguir se aprimorar numa técnica. Se o trabalho exige que se use muitas tintas, ou um papel maior, não pense pelo lado da perda, mas sim do ganho: a partir daquela experiência muitas outras podem dar certo;

2. Não use material caro no começo: esse é um aviso principalmente para iniciantes em aquarela. Não compre artigos com preços exorbitantes logo de cara, geralmente as marcas possuem linhas estudantis e universitárias com valores bem mais acessíveis e com uma qualidade tão boa quanto as profissionais. Depois que se sentir seguro, invista em materiais top;

3. Faça sujeira: arte sem sujeira não é arte. Se o seu grande medo é ter que varrer o chão, limpar a bancada ou tirar as manchas da roupa, você está na profissão errada;

4. Pesquise antes de começar: há dez anos atrás, quando eu entrei na faculdade, a probabilidade de encontrar um bom tutorial sobre qualquer coisa relacionada à arte era praticamente nula. Hoje, o YouTube está recheado de vídeos de artistas profissionais e amadores ensinando truques e macetes legais. Tenha em mente o que você quer estudar e procure um guia. Às vezes quebramos a cabeça com coisas simples, que poderiam ser facilmente entendidas através de uma imagem ou vídeo;

5. Confie na durabilidade do seu material: acreditem em mim, um tubo de 5ml de aquarela dura uma eternidade, pois rende muito. Lápis grafite também. E o lápis de cor preto não vai ser o primeiro a virar cotoco assim que você aprender a usar outras cores nos seus trabalhos. Se você ainda tem algum tipo de receio, pense que os produtos têm certa durabilidade, basta cuidar deles com carinho;

6. Seja autocrítico, mas nem tanto: não force os seus limites. Se não ficou bom, tente de novo, mas tire da mente qualquer ideia de perfeição que possa atrapalhar o seu desenvolvimento. Nós geralmente sabemos aonde nosso calo aperta, então precisamos trabalhar primeiramente para minimizar as dificuldades e, em seguida, evoluir naquilo que desejamos aprender;

7. Não use os outros como parâmetro: tá certo que é interessante pesquisar e estudar, mas não podemos enxergar o produto final do outro como o nosso parâmetro. Até mesmo porque, ao fazermos isso, estamos desconsiderando todo o processo criativo daquela pessoa e as decisões que ela tomou. É legal acompanhar, principalmente no Instagram, o passo a passo que alguns ilustradores colocam, assim dá para perceber a evolução do trabalho sem ficar com a falsa ilusão de que é fácil alcançar aquele nível em que o artista está. Nunca é fácil, mas também não é um bicho de sete cabeças, por isso precisamos partir do nosso saber e das nossas necessidades.

Uma última dica: para quem ainda está inseguro, procure se cercar de pessoas que incentivem o seu aprendizado e não façam aquela crítica vazia só por maldade. Muitas vezes o problema não está em nós, mas em quem não tem sensibilidade suficiente para nos entender.

Abraços,
Lidiane :-) 


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Projetos

#ilustraday junho: série favorita


O tema de junho do Ilustra Day é nossa série favorita, e escolhi The Strain por três motivos super especiais: primeiro, é uma das poucas séries que acompanho e já estou louca pela segunda temporada, que começa dia 22 de julho nos EUA; segundo, sou fã assumida de Guillermo Del Toro e também amo a Trilogia da Escuridão, escrita pelo diretor em parceria com Chuck Hogan, e na qual a série é baseada; terceiro, sempre quis desenhar o Gabriel Bolivar, meu personagem preferido!


O Gabe tem um dos plots mais interessantes da trilogia, apesar de eu achar que na série ele ainda foi pouco explorado. É um roqueiro meio "gótico suave". A mitologia dos vampiros criada pelo Del Toro é bem diferente do que estamos acostumados a ver nos últimos tempos, aqui não tem romantismo: a epidemia vampírica mais parece um vírus que se espalha rapidamente entre a população de Nova Iorque e, em breve, pelo mundo todo. Não vou contar mais nada para deixar vocês com vontade de assistir.


Minha intenção não foi buscar a semelhança com o ator Jack Kesy, que interpreta o Gabe (apesar de ter usado uma foto dele como referência), mas sim mesclar o personagem da série com o dos livros que, na minha opinião, é bem mais interessante.

Materiais utilizados:
- naquim Trident;
- aquarela Winsor & Newton;
- papel Arches grain satiné 300g;
- lápis grafite e marcadores.

Me empolguei tanto que não fiz muitas fotos do processo. Também foi a primeira vez que trabalhei com esse papel Arches, que é bem mais liso do que os outros papéis para aquarela que venho usando. Ele se comportou super bem e já virou um dos meus favoritos, além de ter um excelente formato.

Sobre fanarts: A Bia Reys escreveu um post muito interessante sobre a criação de fanarts e suas implicações dentro da Lei de Direitos Autorais. Clique aqui para ler, vale muito a pena.

Abraços,
Lidiane :-)
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Projetos

Como foi o #FestivalCoMundo

Olar
Que sábado, mores. As últimas semanas foram de intensa divulgação do Festival Co.Mundo, e fiquei alternando entre altas e baixas expectativas. Não consegui montar os produtos para a banca como gostaria, mas aos 45 do segundo tempo a Andréia, minha ~personal incentivator~, me disse pra levar o que tinha, montei a pasta e fui. 

E foi lindo! 

E a oficina de desenho antiestresse deu certo! E teve muita, mas muita gente circulando. Lá no Face do evento as imagens traduzem os sentimentos. Casa lotada, artistas mostrando seus trabalhos, vendendo, produzindo na hora. Comidinhas deliciosas, feitas com todo carinho, Rio Grande movimentando sua cena cultural. A expressão da maioria das pessoas era de não acredito que isso está acontecendo! Mas estava.


Sobre a oficina, foi só amor. Tenho muito a agradecer a cada um que participou desse encontro e se deixou levar pelo desenho por duas horas. Já é a segunda vez que entrego minha arte para servir de base ao trabalho de outra pessoa, e é sempre uma grata surpresa ao ver que nos olhos e nas mãos alheias, minhas ilustrações fazem sentido e encontram eco.

Porque arte é um tanto de entrega, um tanto de abandono e outro tanto de resgate: entrega através do ato criativo, do estudo, da resolução dos problemas que habitam a mente do artista. Abandono quando, depois de pronta, a obra é largada no mundo. O resgate acontece quando o espectador captura essa imagem e a ressignifica. E é esse ciclo que me alimenta, que dá sentido ao que faço.


Senti que muitas pessoas paravam à nossa janela e ficavam olhando com vontade de estar ali, colorindo, mas um pouco envergonhadas. Acredito que os livros de arte para adultos provocam essas reações: o querer fazer e a timidez em assumir esse querer. Eu só tenho a dizer que a vida é curta demais para arrependimentos, então se você deseja pintar um jardim, uma floresta, uma mandala, se está disposto a investir tempo e dinheiro nisso, SEJA FELIZ! Não é porque seu professor, seu colega ou aquele seu contato que vive postando textão diz que é coisa de gente frívola que você tem que se privar disso. Faça por você e o resto que se exploda.


Durante o tempo que fiquei na banca (o Antonio foi meu vendedor oficial enquanto estava na oficina), pude ver os olhares curiosos, recebi elogios e conheci pessoalmente quem até então só tinha contato virtual.

Nada disso teria sido possível sem o empenho da Marcia e do Leandro, da Co.place, que abriram as portas daquele lugar fantástico para nós; da Andréia Pires, representando a Mundo Moinho, que é uma das raras pessoas que trabalha pela coletividade, aos artistas e ao público que prestigiaram o Festival e nos deram essa injeção de ânimo tão bem-vinda.


Queria agradecer também a todos que se interessaram (e sentiram falta) pelos prints, por oficinas e cursos, até mesmo por aulas particulares presenciais e via Skype. Estou estudando todas essas propostas para oferecer algo bem legal no segundo semestre (que já é semana que vem).

Mais uma vez, meu muito obrigada, de coração, por essa experiência inesquecível que foi o Co.Mundo. Que venham outros, porque nunca é demais compartilhar amor.

Abraços,
Lidiane :-)
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Processo criativo

Colorindo um retrato com lápis lilás


Aqui está algo que eu realmente nunca havia tentado, apesar de já ter visto no trabalho de vários artistas: marcar as sombras do rosto, num retrato, com lápis/tinta lilás. Para me sentir mais confiante, optei por um material que já estou acostumada a usar, que é o lápis de cor. O papel é 200g, com uma leve textura, e o estudo está ficando assim:


Misturei duas tonalidades, e de duas marcas diferentes, para criar a base para esse retrato: fiz o fundo com o lápis Polycolor nº 49, e alinhavei com o Royal Purple C270, da linha Coloursoft da Derwent. Esse da Polycolor, inclusive, vem no estojo específico para retratos, e sempre fiquei me perguntando porque diabos um lápis lilás estava ali. Tudo explicado. Assim que percebi que a cobertura estava legal, comecei a colocar as outras cores. Lembrando que lápis de cor é igual a cebola, a sobreposição de camadas de cor é que vai dar o efeito desejado!


Colorir pele, dentro de todas as suas variações de tons, requer estudo e observação, por isso, o ideal é buscar o maior número de referências possível e montar composições de cores. De preferência, anote a numeração do lápis ou tinta que você usou para chegar aonde queria, assim já fica tudo arquivado para consultas futuras.

Duas ilustradoras que usam muito o lilás em seus retratos são a Juliana Rabelo e a Sabrina Eras. É o trabalho delas que tem servido como referência para mim. Assim que finalizar a ilustração, volto aqui para mostrar o resultado e compartilhar minhas impressões sobre essa experiência nova de coloração.

Abraços,
Lidiane :-)
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