Lidiane Dutra
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Processo criativo

tiktoker 👁👄👁

Este post deve ser apreciado ao som de Telepatía, da Kali Uchis:




Depois de quase dois meses em hiato, consegui me dedicar a algo só pra mim, me senti retornando à época em que pegava várias referências de fotos de maquiagem para desenhar. Só que dessa vez as inspirações foram os vídeos de make do TikTok. Embora eu não tenha mais perfil nessa rede (zero paciência), acompanho o que o pessoal posta no Pinterest e Instagram.

De tanto ver as tendências e como as meninas se maquiam, surgiu esse desenho, feito todo com lápis de cor e marcadores, com direito a caneta holográfica. Tentei reproduzir a pele glow, as sardas e os delineados surpreendentes, mas no fundo eu só queria me divertir um pouco e desopilar dessa realidade pavorosa que nos assola.
Tenho curtido bastante esse sketchbook da Tilibra, da linha Académie. As folhas são muito gostosas para usar lápis e marcador. Já havia feito essa ilustra usando ele, e tem sido uma boa forma de encarar a arte com espontaneidade e experimentar mais. 

Os materiais utilizados na coloração são os lápis e marcadores favoritos que citei aqui.

Quem mais acompanha as ~tendênças~ do TikTok?
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Portfólio Processo criativo Projetos

Vênus à deriva 🌊


Essa ilustração foi criada para a capa da primeira edição da Zine Marítimas, cujo tema é à deriva. Trata-se de uma releitura da obra O Nascimento de Vênus, de Sandro Botticelli, pintada em 1486. Para quem não sabe de que obra estou falando, é esta aqui:


Quando tive a ideia da releitura, não estava pensando diretamente na zine (foi de tanto ver a capa do livro Mulheres, Mitos e Lendas), mas os conceitos foram se encaixando. Acabei fazendo mais dois trabalhos inspirados nessa Vênus saindo do mar, mas que estão em stand by. Tentei utilizar vários materiais, como grafite e aquarela (abaixo), mas senti que não estava conseguindo comunicar bem o que queria transmitir, algo que lembrasse levemente as estéticas seapunk e vaporwave. Daí, cheguei num material que já fazia um bom tempo que não utilizava: o pastel seco.


Na realidade, o pastel seco entrou mais para resolver o problema da coloração da pele. Nos cabelos, apostei em quem nunca me deixa não mão, o bom e velho lápis de cor, com alguns filetes de caneta holográfica e muito dourado. O recorte da imagem também se deve à referência do livro Mulheres, Mitos e Lendas, sendo que fiz questão de ressaltar a espiral de cabelos no ombro (que no quadro original tem proporção áurea).


Materiais utilizados

  • Papel Hahnemühle Nostalgie;
  • Pastel seco Derwent;
  • Esfuminho Derwent;
  • Lápis de cor Staedtler Karat;
  • Caneta holográfica Pentel;
  • Caneta dourada Sakura.
Neste post antiguinho, tem um pequeno tutorial com minhas primeiras experiências com pastel seco, mas continua válido. A Suellen Rubira escreveu o editorial da Zine Marítimas e falou muito amorosamente tanto dessa releitura, quando da nossa proposta nesse primeiro volume. Abaixo, a capa completa:


Para ler a zine, clique aqui. Abaixo, o episódio de We Can Be Readers no qual falamos da zine: 

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Reflexões

Não há mais vontade criativa que chegue ☔


Eu tenho tentado, em meio à montanha de trabalho que necessito vencer diariamente, manter um mínimo de sanidade me agarrando aos livros. Atualmente, estão na minha cabeceira Nós, mulheres, da Rosa Montero, um daqueles socos no estômago históricos, que nos fazem perceber o quão frágeis são os direitos das minorias, e Talvez você deva conversar com alguém, da Lori Gottlieb, terapeuta que narra suas aventuras enquanto profissional e paciente.


Fora isso, tudo é trabalho, o trabalho remoto que toma conta da casa, dos móveis, do celular incansável, da hora do almoço e do banho, pois se impregna em cada cômodo, disfarçado desse conceito chique de home office. Nunca senti tanta saudade de escola, do sinal tocando para anunciar a hora de entrada, o recreio, a saída. Do cansaço na sexta-feira, pois era um cansaço que deixava a semana para trás, o sentimento de dever cumprido. Hoje o dever é quantificar mensagens recebidas pelo WhatsApp e checar se áudio e vídeo estão funcionando no Meet.


Bueno, tirando isso - as leituras para manter a sanidade, e o trabalho - o resto é preocupação. Com o governo (ou a falta dele), a irresponsabilidade das pessoas, o egoísmo, o colapso, o negacionismo, a falta de perspectiva de sair desse buraco no qual nos enfiamos e ficamos tomando água de esgoto de guti-guti.


Não sei outros criativos, mas eu já joguei a toalha há uns bons meses. Fiquei no automático, fiz algumas coisas que precisavam ser feitas a duras penas, mas absolutamente nada mais sai de mim de maneira criativa e espontânea. Tudo é fruto ou da necessidade de cumprimento de prazos, ou de uma sensação vazia de preciso continuar senão enferrujo. Mas a verdade é que já faz um mês que não pego um lápis, que não sinto vontade de criar algo, e todo material que posto para manter as redes minimamente movimentadas é um grade tbt.


Não sei de onde nasce essa vontade criativa em meio ao caos e à desesperança. A Covid chega cada vez mais perto, infectando e matando conhecidos, colegas de profissão, anônimos que não são só números, são pessoas que tiveram família, sonhos e desejos.


Eu não sei de onde tirar essa vontade de criar no meio da morte. Aplaudo quem segue firme no seu propósito, fazendo arte ativista, usando o humor para denunciar o absurdo, ou simplesmente seguindo com as suas temáticas de costume como forma de resistência.


Eu não consigo mais, só quero que tudo isso passe, que alguém jogue a corda para que possamos sair do buraco. 


Escrevo esse texto direto do celular, num lampejo de tentar colocar os sentimentos na tela/papel. A impressão é de que todos estamos gritando, mas é um grito mudo, que ninguém ouve. Que tempos horríveis para ter acesso à informação, pois quanto mais leio e me informo, mais me desespero.


Enfim, não espero chegar a nenhuma conclusão com esse texto, é apenas um desabafo, e uma maneira de preencher esse espaço e justificar o pagamento do domínio. Talvez em breve eu publique um post agendado há algum tempo, que certamente vai destoar desse aqui, então tratarei de rever o texto, para se adequar ao meu momento de total descrédito na humanidade.


Fiquem bem, usem máscara e álcool em gel, evitem aglomerações e cuidem dos seus.


Foto via.

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Aquarela Portfólio

Dois de Fevereiro 🐚


Todo ano tento fazer uma pequena homenagem à Iemanjá, visto que por aqui sua celebração é bastante popular (e este ano não pode acontecer da maneira tradicional, por conta da pandemia). Dessa vez, a representei dentro de um barquinho de pescador, algo também muito particular da cultura rio-grandina, coroada por uma tiara de conchas e com estrelas prateadas em seu cabelo. Minha intenção era que a figura emoldurasse o barco, assim como as bandeirinhas emolduram as miniaturas que servem como oferenda, e também decoram as embarcações durante a travessia em homenagem à Nossa Senhora dos Navegantes, que acontece no canal Miguel da Cunha, que liga Rio Grande a São José do Norte.


Materiais utilizados

  • Papel para aquarela Canson XL;
  • Aquarelas Van Gogh e White Nights;
  • Pincéis Keramik;
  • Marcadores Pentel e Sakura.
Dia dois de fevereiro
Dia de festa no mar
Eu quero ser o primeiro
A saudar Iemanjá
Dia dois de fevereiro
Dia de festa no mar
Eu quero ser o primeiro
A saudar Iemanjá
Escrevi um bilhete a ela
Pedindo pra ela me ajudar
Ela então me respondeu
Que eu tivesse paciência de esperar
O presente que eu mandei pra ela
De cravos e rosas vingou
Chegou, chegou, chegou
Afinal que o dia dela chegou
Chegou, chegou, chegou
Afinal que o dia dela chegou

Dois de Fevereiro - Dorival Caymmi
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Portfólio Processo criativo

Blonde 🌹

Seguindo na minha busca pessoal pela melhor representação possível da Marilyn Monroe (aqui, uma de 2018), no final do ano passado consegui fazer um rascunho satisfatório baseado numa foto e, desde então, vinha pensando nas melhores maneiras de finalizar.

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Dicas Portfólio

Imunizadah 🐊


A Jacaroa Imunizadah vem pedir para você, que acessa este blog, que:

  • evite aglomerações, quem precisa sair para trabalhar tem que contar com a colaboração de quem pode ficar em casa;
  • use máscara (camada dupla, de preferência tripla) e álcool gel;
  • valorize a ciência e os profissionais que estão trabalhando na linha de frente, e que vão desde o pessoal da limpeza até o farmacêutico com pós-doutorado.

No site do Projeto Comprova, é possível checar informações sobre as vacinas e sobre o coronavírus. De acordo com o site: O Projeto Comprova reúne jornalistas de 28 diferentes veículos de comunicação brasileiros para descobrir e investigar informações enganosas, inventadas e deliberadamente falsas sobre políticas públicas e a pandemia de covid-19 compartilhadas nas redes sociais ou por aplicativos de mensagens. O Comprova é uma iniciativa sem fins lucrativos.

Acesse a Cartilha de Vacinas do Ministério da Saúde, através da qual você pode tirar dúvidas sobre o que são, para que servem e quais as principais vacinas do calendário nacional de vacinação.

Se você quiser se informar sobre a CoronaVac, a vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com a Sinovac, visite o site oficial. E se quiser saber sobre a vacina da Fiocruz/Oxford, clique aqui.

#vemvacina

via GIPHY

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Dicas Projetos

Marítimas: sal, areia e arte feminista 🌊

Photo by Jakob Owens on Unsplash

"As Salka são as rejeitadas, as vítimas, as órfãs e os alvos de abusos". Os olhos de Ceto brilham de irritação. "Elas merecem sua compaixão. É difícil ser mulher nesse mundo, seja no fundo do mar ou na superfície." - A Pequena Sereia e o Reino das Ilusões, Louise O'Neill.

Em A Pequena Sereia e o Reino das Ilusões, reconto da famosa história de Hans Christian Andersen, a escritora Louise O'Neill usa a figura das Salka (inspiradas nas rusalkas do folclore russo, jovens que cometeram suicídio ou foram assassinadas por afogamento pelos companheiros, tornando-se espíritos malignos) para descrever o quanto as mulheres são silenciadas, violadas e culpabilizadas pelos abusos que sofrem. Ao longo da narrativa (sem querer dar spoiler), as Salka são vistas sempre sob a ótica masculina, representando uma ameaça, lideradas por Ceto, a bruxa do mar. Porém, esse olhar vai se deslocando através das descobertas feitas por uma mulher, o que nos revela a importância de contarmos nossas próprias histórias, sob o nosso ponto de vista.

E foi da importância de contarmos nossas próprias histórias e valorizar nossos trabalhos artísticos que nasceu a Zine Marítimas, publicação rio-grandina independente, criada em tempos de isolamento por Ju Blasina, Suellen Rubira e euzinha. Quem navega por aqui já deve ter reparado no banner que está no rodapé, e direciona para o blog da e-zine. Nossa sinopse oficial:

Do conjunto de deslocamentos, de avanço e recuo, de ação e reação que molda o ser e o fazer artístico das mulheres, como o movimento periódico e potente das águas do mar, nasceu MARÍTIMAS: uma zine feminista fundada em Rio Grande por Juliana Blasina, Lidiane Dutra e Suellen Rubira, a fim de reunir textos e ilustrações produzidas por mulheres em suas pluralidades, referente às diversas pautas da luta feminista.

O meio artístico rio-grandino sempre foi extremamente machista - dos corredores da academia até as hashtags pornográficas que alguns homens usam para se referir ao próprio trabalho nas redes sociais (em sua maioria, corpos sexualizados de mulheres). Eu sou vista como pária, por não compactuar e por usar meu espaço para criticar esses homens abertamente. Então, mais do que uma revista, Marítimas é um ambiente seguro, um ambiente de apoio mútuo para mulheres que desejam mostrar sua produção, mas não encontram espaço nas publicações editoradas por homens, ou que lidam, sistematicamente, com a diminuição do seu trabalho, justamente por serem mulheres.

Entre muitas trocas pelo WhatsApp, chegamos à temática do primeiro volume: à deriva - as mulheres no isolamento e o isolamento nas mulheres. Serão aceitos trabalhos em poesia, conto, crônica, ilustração, pintura e fotografia, além de artigos, resenhas (filmes, séries, livros...) e ensaios críticos. Nessa seleção, a prioridade é para colaboradoras de Rio Grande e arredores, mas minas de outros lugares também podem participar. O envio das obras deve ser feito através do e-mail zinemaritimas@gmail.com, até 30 de janeiro de 2021 (previsão de publicação em março).

No blog da Marítimas tem um texto inspirado da Suellen sobre a zine, e o nosso Instagram também é bastante movimentado, com todas as informações necessárias. Meu recado para as mulheres que se animaram, mas ainda estão em dúvidas, é que não tenham medo ou vergonha. Não caiam nessa de que não é bom o suficiente para ser publicado. Vamos subir, uma a uma. Produzimos muito, temos tanto potencial. Vamos mostrar pro mundo o movimento da nossa maré.

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Dicas Livros

Livro: Color Harmony For Artists (Ana Victoria Calderón) 🎨


Este livro foi uma sugestão que vi no Instagram da Ana Blue, que está sempre antenada e estudando muitas coisas interessantes sobre aquarela. Assim que vi, me chamou atenção, primeiro por ser da Ana Victoria Calderón, que é uma artista que acompanho há bastante tempo (ela tem vários cursos na Domestika que estou louca pra fazer). Segundo que esse livro me lembrou muito o site Design Seeds, que pega imagens e extrai a paleta de cores delas, e é uma excelente fonte de inspiração para artistas. E a proposta é realmente bastante parecida com a desse site, já que a obra também foca na experiência de aprender a olhar para uma imagem e retirar dela uma gama de cores para além do "o céu é azul" e "a maçã é vermelha". O grande diferencial talvez esteja no processo criativo da Ana Victoria, e na forma que ela escolheu para compartilhar suas vivências.


O livro começa com uma pequena, mas muito oportuna, introdução à teoria da cor e ao círculo cromático. Saber trabalhar com o círculo já é metade do caminho numa pintura, pois é possível extrair combinações muito interessantes usando cores complementares, análogas e variando tons e temperatura. Eu vou deixar aqui o link para o download de um arquivo em pdf, para quem deseja ter um círculo cromático como referência. Em lojas de materiais artísticos, é possível comprar um como este aqui.


Quem já tem experiência com pintura pode achar essa parte introdutória bem básica, mas eu acho interessante sempre fazer um resgate do que é primordial, pois vejo muitos jovens artistas preocupados em achar um estilo, em ter seguidores, mas negligenciando o estudo dos fundamentos. Então é muito inteligente a autora mostrar, através do seu processo criativo e das tintas que ela gosta de usar, noções como valor tonal. Passada essa introdução, vamos para as paletas propriamente ditas, divididas em diversos assuntos - de animais a paisagens e minerais. Vale destacar que a motivação para a escrita desse livro foi uma visita da Ana Victoria a Sedona, no Arizona, e ao impacto visual que a paisagem teve sobre ela.

A seguir, algumas das paletas que mais gostei:




O grande diferencial desse livro é que, para cada imagem e cada paleta extraída, a autora dá dicas de como chegar a um tom mais pastel, ou como tornar sua aquarela mais vibrante, quais marcas (a partir da experiência dela) têm as tintas mais adequadas para se chegar a um determinado resultado, além de diferenciar bastante os efeitos de aquarelas em pastilha, bisnaga e líquidas, e suas interações com o guache branco.

Ana Victoria tem uma escrita muito entusiasmada, é possível ver, através das palavras dela e de todo o estudo que envolveu o desenvolvimento da obra, o quanto a arte permeia sua vida e o quanto é gratificante, para ela, dividir e multiplicar conhecimento, a partir do seu próprio processo. Aprender a ver uma imagem e admirar as cores de uma paisagem é sempre um ponto de partida interessante para o desenvolvimento de uma pintura, e ela intercala momentos mais realistas com outros de pura experimentação.

Enquanto obra "técnica", Color Harmony pode até não agregar muito para quem tem uma longa caminhada na pintura, mas enquanto jornada artística é um excelente diário e fonte de inspiração.



Color Harmony For Artists não tem uma tradução para o português (o único livro da Ana Victoria que encontrei traduzido foi Aquarela criativa: um passo a passo para iniciantes), mas é num nível de inglês fácil de acompanhar. Comprei meu exemplar pela Amazon, e como os livros importados não estão com preços muito convidativos, a dica é colocar no carrinho e esquecer, até que o site notifique você de que o preço baixou. 

E para quem não está podendo gastar com livros no momento, recomendo o já mencionado site Design Seeds e também o Coolors. Existem vários aplicativos para celular que têm a função de extrair a paleta de cores das imagens, e para quem é usuário da Adobe, também é possível criar bibliotecas de cores a partir dos seus trabalhos.

*Nenhum desses links foi patrocinado, as indicações foram feitas unicamente com o intuito de informar e complementar o conteúdo do post.
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