Clipes com referências na história da arte (parte 2)
Após a primeira edição comentadíssima (veja aqui), trago mais uma seleção de clipes com referências na história da arte, misturando de Thalía a Queen - porque sim!
Gostaria de esclarecer algumas coisas que, talvez, não tenham ficado claras no post anterior: em primeiro lugar, eu não tenho uma lista pré-pronta de vídeos, isso aqui é resultado de uma boa pesquisa empírica no YouTube, movida pela mais pura curiosidade, e quando eu tenho tempo. Em segundo lugar, não é minha intenção elaborar um estudo detalhado e crítico da influência de determinadas escolas na cultura pop atual. O propósito é fazer com que as pessoas se liguem que a arte está em tudo, e que não tem ninguém inventando a roda hoje em dia: por trás de uma performance "inovadora" tem muita pesquisa de referência.
Chega de conversa e vamos aos vídeos, que é o que interessa!
Piel Morena, Thalía: esse clipe ficou de fora da primeira seleção por puro descuido. Na época de laçamento, muita gente não entendeu por que Thalía apareceu com um sutiã feito de torneiras e um aquário na cabeça, mas existe uma forte influência surrealista no vídeo, desde o figurino até o enquadramento de câmera. Diva latina!
Shots, Imagine Dragons: já é possível escrever um tratado sobre bandas que utilizam o Surrealismo como matéria prima para os seus clipes. Aqui, o Imagine Dragons interage num cenário produzido com obras do Tim Cantor, que também foi responsável pela arte do álbum Smoke+Mirrors.
Now, Paramore: quando a inspiração não é literal, a mensagem fica ainda mais interessante. Segundo a vocalista da banda, Hayley Williams, toda a estética foi baseada na obra de Banksy que, para quem não sabe, é um artista de rua anônimo, cujas obras têm forte teor político. O ponto de partida foi o icônico Rage, Flower Thrower.
Hotline Bling, Drake: o próprio rapper declarou que a estética do clipe foi baseada na obra do norte-americano James Turrell. O artista foi a público esclarecer que, apesar da "homenagem", não esteve envolvido na produção do vídeo, o que gerou aquela torta de climão que as celebridades tanto amam comer, não é mesmo?
The Masterplan, Oasis: eu não conhecia esse clipe, talvez por não ser grande entusiasta das declarações dos irmãos Gallagher. Além de ser visualmente bonito e bem construído, todos os cenários foram produzidos a partir das pinturas de L. S. Lowry.
Quem ficou curioso e está a fim de buscar mais vídeos legais, com referências artísticas ou simplesmente com um apelo visual diferente, o site Tutoriart fez uma lista com 25 vídeos super criativos, que merecem sua visita e joinha.
E quem souber de mais clipes interessantes e com algum tipo de referência artística, deixe nos comentários para que todos possam conhecer e aprender um pouco mais.
Quem ficou curioso e está a fim de buscar mais vídeos legais, com referências artísticas ou simplesmente com um apelo visual diferente, o site Tutoriart fez uma lista com 25 vídeos super criativos, que merecem sua visita e joinha.
E quem souber de mais clipes interessantes e com algum tipo de referência artística, deixe nos comentários para que todos possam conhecer e aprender um pouco mais.
No sketchbook #5
Hoje é comemorado o Dia do(a) Desenhista, yey!!! E nada tem mais sintonia com a data do que mostrar o que tenho produzido nos meus sketchbooks. No momento, tenho usado com mais frequência o personalizado do Colab55, da Miolito com papel Montval e o Canson One A4.
Não estou seguindo um padrão de desenho: tem horas que faço algo com acabamento melhor, principalmente com Copic, em outros momentos busco um traço mais solto, sempre naquele eterno exercício de me desprender da perfeição.
Produções do sketchbook Fauno
Tem muitas coisas que gosto nesses desenhos, desde o estudo de cores até detalhes da anatomia que eu custava a acertar. Fiquei feliz e surpresa por começar a inserir olheiras nas minhas meninas. É algo em mim que sempre lutei para esconder e que me dava muita vergonha, mas que depois dos 30 aprendi que fazia parte da minha personalidade e que abracei com carinho.
Para quem pergunta sobre a qualidade dos sketchbooks do Colab55, não tenho do que reclamar. O papel pólen é muito gostoso de trabalhar com vários tipos de materiais, já vi algumas pessoas até mesmo usando aquarela, com pouca água.
Produções do Miolito
Eu não gostei dos primeiro desenho, foi um salto de superação no quesito controle descontrolado da aquarela. Uma figura lambida ao extremo, sem luz, sem vivacidade. Depois consegui me soltar melhor, inspirada numa ilustra da Ju Rabelo.
Produções do Canson One
Dois desenhos rápidos, um baseado numa foto da Jess Vieira e outro feito numa madrugada insone. Curti os dois e estou curtindo ainda mais voltar a usar um sketchbook tamanho A4.
Links bacanas #9
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| Foto by Olivier Miche, via. |
Links bacanas é uma tag permanente aqui do blog, na qual faço uma pequena lista de sites, blogs e outras coisas interessantes que encontro na web.
Eu deixei de acompanhar o seu blog porque... A Claicy listou dez coisas que a fazem deixar de ler um blog e concordei com todas elas. A base de qualquer conteúdo produzido na internet é a interação e o compartilhamento. Não interessa se você tem 1 ou 1 milhão de leitores, deve tratar todos eles com o mesmo carinho e respeito.
Cultivando a ignorância seletiva: A Thaís sempre lacra nos mostrando que organização não diz respeito somente a manter as gavetas arrumadinhas, mas em dar sentido à nossa vida. Aqui ela faz um relato pessoal de como tem cultivado hábitos para não entrar na espiral do excesso de informação, muitas vezes, irrelevante. Como sou uma defensora da saúde mental em tempos de internet, já coloquei muitas das dicas em prática.
Lista de links da Bia Reys: a Bia compartilhou tanta coisa legal na sua última linkagem que precisei indicá-la, na íntegra, por aqui. Vá até o blog dela e confira com seus próprios olhos, além da seção dicas, repletas de posts sobre direitos autorais!
Comparando as aquarelas Lukas, Cotman, Sakura e Koh-I-Noor: para quem está na dúvida sobre qual material comprar, a Ana Blue faz um resumo interessante sobre as principais diferenças entre essas tintas.
Alpaca Press busca colaboradoras: o coletivo independente Alpaca Press está aceitando colaborações voluntárias de minas escritoras e ilustradoras. Para participar, é só mandar um e-mail com link para seu portfólio para contato@alpacapress.com.br.
Pequeno guia de direitos autorais para artistas independentes: A Laura Athayde fez um guia sensacional sobre direito autoral, uso de imagem, licenciamento, plágio, dentre outras questões que tiram o sono de qualquer artista. Vale a pena ler, compartilhar e deixar favoritado no seu navegador, para facilitar a consulta.
Vamos falar sobre plágio? A Mary enfiou o pé na porta e também falou sobre direitos autorais, mais especificamente sobre roubo de ideias, mesmo. Por aqui também vai ter post e aproveito para linkar o vídeo da Tati Feltrin, que não deixa de ser um tiro no nosso coração.
Inspiração & Cópia: Para fechar as indicações sobre plágio, a Thaís também falou sobre isso, com dicas muito legais para quem está em busca do seu traço e identidade artística, além de dar um belo puxão de orelhas naquela turma que só quer like.
Caixa Cosmo: sabe aquelas caixas com diversos produtos, que vão de maquiagem a livros, e que várias pessoas assinam? A Caixa Cosmo é a primeira do gênero que dá ênfase para produtos criativos e compro de quem faz. Além de ser uma ideia sensacional, é um excelente exemplo de valorização do pequeno produtor.
Releitura de Into The Forest: O Mateus Cena fez uma releitura linda de um dos meus faunos mais amados e eu não poderia deixar de fazer a indicação e o agradecimento por aqui! Sigam o trabalho do Mateus, vale a pena.
Vamos falar sobre plágio? A Mary enfiou o pé na porta e também falou sobre direitos autorais, mais especificamente sobre roubo de ideias, mesmo. Por aqui também vai ter post e aproveito para linkar o vídeo da Tati Feltrin, que não deixa de ser um tiro no nosso coração.
Inspiração & Cópia: Para fechar as indicações sobre plágio, a Thaís também falou sobre isso, com dicas muito legais para quem está em busca do seu traço e identidade artística, além de dar um belo puxão de orelhas naquela turma que só quer like.
Caixa Cosmo: sabe aquelas caixas com diversos produtos, que vão de maquiagem a livros, e que várias pessoas assinam? A Caixa Cosmo é a primeira do gênero que dá ênfase para produtos criativos e compro de quem faz. Além de ser uma ideia sensacional, é um excelente exemplo de valorização do pequeno produtor.
Releitura de Into The Forest: O Mateus Cena fez uma releitura linda de um dos meus faunos mais amados e eu não poderia deixar de fazer a indicação e o agradecimento por aqui! Sigam o trabalho do Mateus, vale a pena.
Se você também garimpou links interessantes durante suas andanças virtuais, deixe o link nos comentários e vamos compartilhar coisas boas pois, assim, elas retornam para nós.
Minhas inspirações - abril
Minhas inspirações é uma tag permanente aqui do blog, na qual todo mês mostro três artistas (dentre outras coisas), cujo trabalho admiro e merece ser compartilhado.
Desde que a internet virou um grande Grenal político, tenho voltado a minha atenção para as coisas que me fazem bem. Uns vão dizer que isso é alienação, mas eu chamo de preservação da sanidade mental, mesmo. Fico horas procurando coisas bonitas para ver e desestressar, e os três achados que compartilho a seguir merecem toda a nossa atenção:
Costurero Real: imagina poder usar um lenço com formato de asas de borboleta ou mariposa? Isso é possível através da loja espanhola Costurero Real. Todas as peças são confeccionadas em tecido 100% algodão transparente, impressas e costuradas para dar a sensação de que você é realmente uma fada com lindas asas coloridas e realistas. Já quero!
Nikita: este designer russo criou uma série de embalagens para macarrão muito original, utilizando o cabelo das figuras para diferenciar cada tipo de massa. Apesar de simples, as caixinhas chamam a atenção pela criatividade e capacidade de se destacar dos demais produtos do gênero. Depois dessa, você ainda acha que não precisamos de arte no cotidiano?
Daria Hlazatova: ilustradora que possui um trabalho profundamente inspirado nas tradições eslavas, rico em detalhes e padronagens. Do folclore à cultura pop, Daria cria imagens que, apesar de muito detalhadas, tanto em traço quando em cor, transmitem uma sensação de equilíbrio forte, assemelhando-se à tapeçarias.
Aproveitando a ocasião, minha loja no Colab55 está com uma promoção maravilhosa até hoje à meia noite: todos os produtos com frete grátis, independentemente do valor. Não esqueça de clicar no ♥ e favoritar sua arte mais amada, ajudando, assim, na divulgação!
Projeto ilustra: cena de série
O Projeto Ilustra foi proposto pela Ana Blue, do blog 9dades a Solta. Somos um grupo de 16 artistas que postará em seus blogs, sempre no último dia do mês, o tema mais votado entre nós. O limite máximo de ilustras é de cinco por participante, dependendo do tempo de cada uma.
O tema escolhido para março foi cena de série. Quem me acompanha sabe que não vejo muitas séries, sou bem impaciente para aguentar temporadas e mais temporadas, dá um cansaço absurdo. Mas existem duas produções que vejo e gosto muito: The Strain e Penny Dreadful. A primeira é sobre vampiros, e já apareceu num ilustra day do ano passado. Já a segunda reúne vários personagens de terror que eu amo, com um elenco absurdamente maravilhoso.
Resolvi retratar uma cena de possessão da Srta. Vanessa Ives (Eva Green, sempre com cara de deusa, louca e feiticeira), inspirada no segundo episódio da primeira temporada. É uma sequência forte, na qual a personagem solta seu demônio interior, durante uma mesa espírita. Quis deixar a imagem bem suja, com bastante ruído. Saturei ao máximo o grafite e os vermelhos para tentar transmitir desconforto mesmo.
Penny Dreadful é muito mais do que uma série sobre monstros, é sobre nossa condição humana. A luta de Vanessa contra seus próprios fantasmas é, muitas vezes, semelhante a que pessoas têm contra doenças, medos e ansiedade. Os diálogos entre as personagens são muito ricos, então sugiro que quem não conhece tire um tempo para assistir, nem que seja a primeira temporada, que está disponível na Netflix.
Materiais utilizados:
- sketchbook Canson One;
- lápis grafite Mars Lumograph 4B;
- Aqualine escarlate;
- retoque digital.
Resolvi retratar uma cena de possessão da Srta. Vanessa Ives (Eva Green, sempre com cara de deusa, louca e feiticeira), inspirada no segundo episódio da primeira temporada. É uma sequência forte, na qual a personagem solta seu demônio interior, durante uma mesa espírita. Quis deixar a imagem bem suja, com bastante ruído. Saturei ao máximo o grafite e os vermelhos para tentar transmitir desconforto mesmo.
Penny Dreadful é muito mais do que uma série sobre monstros, é sobre nossa condição humana. A luta de Vanessa contra seus próprios fantasmas é, muitas vezes, semelhante a que pessoas têm contra doenças, medos e ansiedade. Os diálogos entre as personagens são muito ricos, então sugiro que quem não conhece tire um tempo para assistir, nem que seja a primeira temporada, que está disponível na Netflix.
Materiais utilizados:
- sketchbook Canson One;
- lápis grafite Mars Lumograph 4B;
- Aqualine escarlate;
- retoque digital.

Quem quiser ver o que os leitores produziram, é só zapear #projetoilustra pelo Instagram. Mês que vem eu volto, sempre no último dia, com o tema escolhido pelo grupo e uma série de ilustrações legais para conhecer e visitar.
6 aninhos de blog
Hoje o blog completa seis aninhos de vida e todo ano falo a mesma coisa: não esperava manter este espaço, nem mostrar meu trabalho para o mundo, como faço hoje. Entrei bem noob nessa coisa toda de blogosfera e posso dizer que fico bastante feliz ao ver minha trajetória, ainda que pequena.
Nos últimos tempos tenho tentado outra relação com o ato de blogar. Menos esquizofrenia, mais calmaria. Fazer as coisas bem pensadas, com cuidado e carinho. Não que antes não o fizesse, mas eu sofria muito para entregar conteúdo em prazos imaginados dentro da minha cabeça. Estou me cobrando menos e, em contrapartida, fazendo coisas melhores. E o feedback de vocês é muito importante para que isso dê certo.
O número de posts por mês deu uma reduzida, mas, olhando de perto, as fotos estão melhor produzidas, os vídeos ficarão mais frequentes, os textos estão revisados e com links interessantes, e as dicas mensais garimpados com muito amor. Vejo o blog como um jardim, que precisa ser cuidado com delicadeza (coisas que aprendo com dona Malena).
Do ano passado para cá esse cantinho cresceu absurdamente para os padrões que eu sequer esperava dele. Não ouso me comparar a nenhuma blogger famosa, essas percepções partem sempre da minha própria experiência. Então só tenho a dizer: obrigada por tudo!
A ilustrinha acima fiz hoje à tarde, num papel amarelo impossível de escanear. Que nossos sonhos voem alto, mas sem perder de vista nossa essência e lugar. Acho que é mais ou menos essa a mensagem que desejo passar.
A ilustrinha acima fiz hoje à tarde, num papel amarelo impossível de escanear. Que nossos sonhos voem alto, mas sem perder de vista nossa essência e lugar. Acho que é mais ou menos essa a mensagem que desejo passar.
Abraços,
Lidiane :-)
#ilustraday março: sereia
O projeto ilustraday voltou este mês, com o tema sereias. Para quem não sabe como funciona, todo dia 15 é proposta uma temática diferente. Os trabalhos são recebidos diretamente pelo Facebook e divulgados na página, até o próximo dia 15, e assim por diante.
Fiquei encantada com as ilustrações coloridas e cheias de vida das outras meninas, mas como sou a diferentona, resolvi me inspirar no conto original de Hans Christian Andersen, que é bem triste e um pouco distante da imagem de Ariel que temos da Disney.
Na história original, a sereiazinha (que, pelo menos na versão que eu li, deste livro, não tem nome) faz de tudo, inclusive abre mão de sua cauda e sua bela voz, para conseguir uma alma imortal. Sim, senhoras e senhores: o príncipe está ali, mas é o de menos. O conto é muito melancólico, por isso, quis passar essa tristeza e desesperança com a minha sereia.
Procurei não focar no elemento cauda, mas na expressão do rosto e no cabelo, que dão a ideia geral da figura. Nas imagens acima, o rascunho na mesa de luz e já no papel para aquarela.
Optei por trabalhar com grafite primeiro, por ser um material delicado para misturar com pintura. Temi que a caneta multiliner trouxesse uma carga pesada demais e tornasse as coisas um pouco confusas. Assim que terminei essa parte, aquarelei de maneira bastante econômica, em pontos que sugerissem fragilidade da pele e aquele aspecto azulado/roxo de quem entra em contato com água gelada. O resultado:
Nós somos como o junco verde. Uma vez cortado, cessa de crescer. Mas os seres humanos têm almas que vivem para sempre, mesmo depois que seus corpos se transformam em pó. Elas voam através do ar puro até chegarem às estrelas brilhantes. Assim como subimos à flor da água e contemplamos as terras dos seres humanos, assim eles atingem belos reinos desconhecidos - regiões que nunca conheceremos. (Contos de fadas em suas versões originais, p. 41)
Materiais utilizados:
- As aquarelas e pincéis que descrevo neste post;
- Papel para aquarela Canson, linha universitária;
- Lápis grafite 4B Royal & Langnickel;
- Marcadores para os pequenos detalhes;
- Spray fosco da Acrilex para proteger dos fungos e ação da luz.
Essa ilustração foi gestada com bastante cuidado, pois eu estava no meio de um turbilhão de coisas: os estudos para o curso da Sabrina, encomendas, bloqueio criativo e muita cobrança. Foi uma forma de colocar a cabeça no lugar e organizar meus pensamentos através da pesquisa histórica, de materiais e métodos.
Recomendo que quem estiver passando por qualquer coisa parecida com o que contei acima, se concentre em algo que te desligue dos problemas. Funciona muito para mim.
E quem gostou dessa ilustração, pode encontrá-la sob a forma dos mais variados produtos, na nova Coleção Sereia do Colab55. Deixe seu like para que minha arte apareça na home do site, é muito importante para a divulgação e vendas!
Participe do #projetoilustra
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| Foto by Mike Petrucci, via. |
A novidade para o Projeto Ilustra (veja as edições de janeiro e fevereiro) é que agora os(as) leitores(as) também poderão participar! Quem quiser entrar na tag deve seguir essas regrinhas:
- Ilustrar o tema escolhido pelo grupo (você tem liberdade total de criação);
- É permitido utilizar várias técnicas (ou uma só);
- O limite é cinco desenhos (opcional);
- Postar durante o mês vigente com #ProjetoIlustra nas suas redes sociais. Se você tiver blog, pode fazer um post bem bacana mostrando o processo;
- Prazo de postagem: até o último dia do mês.
O mais legal de tudo é que poderemos acompanhar, através das redes sociais, todos os trabalhos que estão sendo feitos e selecionar alguns para entrar no nosso post. Quem quiser que a sua ilustração apareça aqui, pode me marcar também através do Instagram ou do Facebook. Selecionarei 3 leitores(as) por mês.
Tema de Março: Cenas de Série, sugerido pela Carla Nascimento.
Bora colocar a mão na massa e ilustrar bastante!
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